domingo, 30 de junho de 2013

Dia 30 dia de São Paulo,Apóstolo.


  São Paulo (~ 10 – 67)Apóstolo nascido em Tarso, cidade principal da Cilícia, conhecido como o grande apóstolo dos gentios. Descendia de uma família hebreus da tribo de Benjamin, que haviam obtido a cidadania romana, de grandes posses e prestígio político. Seus pais, sendo como eram, fiéis à lei mosaica, o mandaram logo para Jerusalém para ser educado lá. Fariseu fervoroso, recebeu na circuncisão o nome de Saulo e teve como preceptor um dos mais sábios e notáveis rabinos daquele tempo, o grande Gamaliel, neto do ainda mais famoso Hilel, de quem recebeu as lições sobre os ensinos do Antigo Testamento. Foi este Gamaliel, cujo discurso se contém nos Atos dos Apóstolos 5. 34-39, que aconselhou o Sanedrim a não tentar contra a vida dos apóstolos. Ele possuía alguma coisa estranha ao espirito farisaico, a qual se avizinhava da cultura grega. Em seu discurso demonstrava um espirito tolerante e conciliador, característico da seita dos fariseus. Celebrizou-se por seus vastos conhecimentos rabínicos. Aprendeu o ofício de fazedor de tendas, das que se usavam nas viagens. Recebeu uma educação subordinada às tradições e às doutrinas da fé hebraica e, embora fosse filho de um fariseu, At 23, tornou-se um cidadão romano. Pelos seus dizeres na epístola aos filipenses 3. 4-7, aparentemente ocupava posição de grande influência que lhe dava margem para conseguir lucros e grandes honras. Tornou-se membro do concílio, At 26. 10, e logo depois recebeu a comissão do sumo sacerdote para perseguir os cristãos, 9. 1, 2; 22. 5. Apareceu no cenário da história cristã, como presidente da execução do diácono Estêvão o protomártir do Cristianismo, a cujos pés as testemunhas depuseram suas vestimentas At 7. 58. Na Bíblia aparece então no 7º capítulo do livro Atos dos Apóstolos, guardando as vestes do diácono, que foi apedrejado, concordando, portanto, com a condenação. Depois disso, empreendeu forte perseguição aos cristãos. Na sua posição odiava a nova seita, não só desprezando o crucificado Messias, como considerava os seus discípulos um elemento perigoso, tanto para a religião como para o Estado. Este seu ódio mortal contra os discípulos de Jesus durou até ao momento da sua conversão, que aparece no 9º capítulo. Foi no caminho de Damasco que se deu a sua repentina conversão (30). Ele e seus companheiros viajavam pelos desertos da Galiléia e quando, ao meio-dia, o sol ardente estava no seu zênite, At 26. 13, repentinamente uma luz vinda do céu, mais brilhante que a luz do sol caiu sobre eles, derrubando-os. Todos se ergueram, mas ele continuou prostrado por terra. Ouviu-se então uma voz que dizia em língua hebraica: “Saulo, Saulo, porque me persegues? Dura coisa é recalcitrares contra o aguilhão (2)”. Respondeu ele então: “Quem és tu Senhor?” E veio a resposta: “Eu sou Jesus a quem tu persegues. Levanta-te e vai à cidade e aí se te dirá o que te convém fazer”. Os companheiros que o seguiam ouviam a voz sem nada ver, nem entender. Ofuscado pelo intenso clarão da luz, foi conduzido pela mão dos companheiros. Entrou em Damasco e hospedou-se na casa de Judas, onde permaneceu três dias sem ver, sem comer e nem beber, orando e meditando sobre a revelação divina. Guiado pelo Senhor, o judeu convertido Ananias, foi visitar-lhe e ao se encontrar com o grande perseguidor, recebeu a confissão da sua nova fé. Certo de sua conversão Ananias impôs-lhe as mãos, fê-lo recobrar a visão e o batisou. Batizado, foi para o deserto da Arábia, onde orou e fez penitência por três anos. A partir de então, com a juventude e a energia que o caracterizava, e para grande espanto dos judeus, começou a pregar nas sinagogas que Jesus era o Cristo, Filho de Deus vivo, 9 10-22. Regressou à Jerusalém, onde sofreu a desconfiança dos que não acreditavam na sua repentina conversão e instalou-se em Antióquia, na Síria, de onde fez três grandes viagens missionárias, ao longo de 25 anos. Pregou na Ásia Menor, Grécia e Jerusalém, até ser preso em Cesaréia (61). Levado para Roma, permaneceu dois anos sob custódia militar, gozando de relativa liberdade, suficiente para receber os cristãos e converter os pagãos. Durante esse período escreveu as cartas aos Filipenses, aos Colossenses, aos Efésios e a Filêmon. Inocentado (63) passou pela Espanha, visitou suas comunidades no Oriente, onde foi preso e novamente levado para Roma (67) sob a acusação de seguir uma religião ilegal. São desse último período as duas cartas a Timóteo e a carta a Tito. Por ordem de Nero desta vez não teve perdão e foi condenado à morte, mas por ser um cidadão romano não deve ter sido crucificado e, sim, decapitado. Além de alguns discursos a ele atribuídos, mencionados nos Atos dos Apóstolos, deixou 14 cartas dirigidas a várias comunidades convertidas e a amigos. Nas cartas que escreveu às comunidades que fundou, mostrou-se o grande teólogo empenhado em elaborar uma síntese do mistério cristão que atravessasse os tempos. esses documentos caracterizam-se por conterem valiosas regras de vida completamente atemporais, que jamais perderão seu significado se praticados para garantirem a harmonia em qualquer sociedade, em qualquer época. Também em seus ensinamentos observa-se o esclarecimento da distinção entre judaísmo e cristianismo e a difusão deste último no mundo grego. É celebrado nos dias 25 de janeiro, tradicionalmente o dia da sua conversão, e 29 de junho, o dia de sua morte. Apóstolo é considerado o apóstolo do gentios por causa da sua grande obra missionário nos países gentílicos. Ele dizia de si mesmo: “Eu trabalhei e ai de mim se não evangelizar!”, “Eu sou o menor dos apóstolos… não sou digno de ser assim chamado”.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

A origem do Concílio Vaticano II é heretico? (ParteIII)

Dizem os Modernista QUE NÃO É
 Vamos demostrar porque afirmamos que
Concílio Vaticano II tem suas origem em bases Hereticas.

Origem dos Teologos Modernistas do Concílio Vaticano II

Os “erros da Rússia” infiltram-se na Igreja

OS SACERDOTES da nova igreja do Concílio Vaticano II 
Karl Rahner nasceu em Freiburg, na Alemanha, em 5 de março de 1904. Sacerdote católico jesuíta e um dos mais influentes teólogos modernista do século XX, estudou filosofia durante o noviciado de Pullach, entre 1924 e 1927. Foi ordenado sacerdote em 1932. Concluiu os estudos de teologia em Valkenburg em 1933. Entre 1937 e 1964 lecionou teologia dogmática em Innsbruck. A seguir, foi professor na Faculdade de Filosofia da Universidade de Munique.Participou de forma atuante como teólogo e perito do Concílio Vaticano II (1962-1965) deixando uma contribuição fundamental para nova religião do homem.

   Seu trabalho se caracteriza por reinterpretar a teologia Católica Romana Tradicional à luz do pensamento filosófico moderno. Bernard Lonergan classificava a obra de Rahner como um “tomismo transcendental”, enquanto outros referem-se à sua antropologia teológica.
  kantismo e a fenomenologia contemporânea e o existencialismo são as fontes do seus pensamento hereticos. Nos primeiros anos de estudos com os jesuítas, leu a fundo as obras de Immanuel Kant e Joseph Maréchal.
 Em 1969 foi um dos 30 escolhidos pelo Papa Paulo VI para avaliar os desenvolvimentos teológicos do Concílio Vaticano II.
  Um dos criadores da revista Concilium, escreveu mais de 800 artigos e ensaios.

A Revista da igreja do Concílio Vaticano II

Revista Concilium, que tinha como palavra de ordem a expressão “beyond the council”, entendendo o concílio como um início e não simplesmente um fim; a segunda representada pela ideia de uma recepção reformista dos documentos conciliares; e a terceira que marca a importância dos documentos conciliares para que sejam colocadas em andamento as reformas, como aquela da Cúria Romana, a litúrgica, a da colegialidade. 
  O Concílio Vaticano II abriu a Igreja Católica para o diálogo com o mundo. A revista Concilium foi fundada para manter o “espírito do Concílio” e dar continuidade a este diálogo. Assim sendo, os números da revista tratam sempre de temas relevantes para a teologia – muitas vezes polêmicos – em diálogo com a sociedade.
Fundação Concilium, com sede na Holanda.

http://www.concilium.in/

   As heresias modernas: a negação do sobrenatural e da negação do pecado original. Agora, como padre católico e teólogo, Rahner não poderia deixar intocada após a demolição tão grandes verdades católicas básicas. Aqui, diz McCarthy, é a explicação da escuridão quase impenetrável de Rahner e sua invenção de frases como "existência sobrenatural." Mas o que o professor está escuro, iluminar o que os discípulos. Da mesma forma, o Vaticano não poderia ficar "limpa" depois de sua demolição da religião católico.
  Para Rahner a Igreja Catolica é apenas uma parte de toda a Igreja de Cristo, que faz fronteira com a humanidade. É por esta razão que a "Lumen Gentium" do Vaticano II decretou que a Igreja de Cristo não é a mesma identidade com a Igreja Católica, mas apenas "subsiste" na Igreja Católica, para que toda a Igreja de Cristo pode fazer o seu caminho para fora da Igreja Católica e também incluir ou sobreviver em todos os tipos de outras igrejas ou não igrejas! Aqui é chamado de "ecumenismo", que ainda está a arruinar o verdadeiro catolicismo. Assim Vaticano II destacado Rahner no total revolução conceito Igreja Católica.

    Karl Rahner ensina diferente da Tradição da Santa Igreja sobre a concupiscência diz: bem quando esclarece que a concupiscência não é, como se pensava, uma inclinação ao pecado e às coisas que Deus teria proibido. Ela consiste na dificuldade de nossa liberdade para concretizar qualquer desejo ou projeto, tanto para o bem quanto para o mal. Por causa da concupiscência, fruto da limitação humana, não conseguimos ser nem cem por cento bons, nem totalmente maus.

    “Porque tudo o que há no mundo é concupiscência da carne, concupiscência dos olhos e soberba de vida” (I Jo II, 16).
  O Concílio de Trento ensina: que a concupiscência, isto é, a tríplice inclinação da carne, dos olhos e da soberba, faz-se sentir em nós, inclusive depois do batismo, com o fim de excitar-nos ao combate glorioso da vida Cristã. As Sagradas Escrituras chama a tríplice concupiscência em algum momento de HOMEM VELHO, oposto ao HOMEM NOVO que é Jesus vivendo em nós e nós vivendo em Jesus, e outras vezes de CARNE ou natureza caída, oposta ao espírito ou à natureza regenerada pela graça sobrenatural. É este homem velho ou esta carne, isto é, todo o homem com sua dupla vida moral e física, a quem é preciso,  não digo já aniquilar, pois isto é impossível enquanto durar a vida presente, mas MORTIFICAR, isto é, reduzir praticamente à impotência, à inércia e à esterilidade de um morto; é preciso impedir que nos dê seu fruto próprio, que é o pecado, e anular sua ação em toda nossa vida moral.
 A mortificação cristã tem por objeto neutralizar as influências malignas que o pecado original continua exercendo em nossas almas, inclusive depois de terem sido regeneradas pelo batismo.
O mundo e o demônio, são, em verdade, grandes inimigos da nossa salvação; contudo, o maior de todos é o nosso corpo, porque ele mora conosco. 'O inimigo que mais nos prejudica é aquele que mora conosco em casa', diz S. Bernardo (Med., c. 13). Oa mais perigosos inimigos de uma fortaleza sitiada são aqueles que se acham no seu interior, pois é muito mais difícil se defender contra estes que contra os que estão fora.

CONFISSÕES de Santo Agostinho: Acaso não é poderosa a tua mão, ó Deus omnipotente , para sarar todas as enfermidades da minha alma e até para extinguir, por maior abundância da tua graça, todos os movimentos lascivos do meu sono? Aumentarás, Senhor, mais e mais, em mim, os teus dons para que a minha alma, liberta do visco da concupiscência, me siga até junto de ti, para que ela não seja rebelde para consigo, e para que, mesmo no sono, não só não cometa tais torpezas de corrupção, por meio de imagens sensuais, até ao fluxo da carne, mas nem sequer nelas consinta. Na verdade, que tal coisa nada me deleite, ou tão pouco quanto possa ser impedido pela vontade, também no casto afecto de quem dorme, não só nesta vida mas também nesta idade, não é grande coisa para ti, tu que és omnipotente e podes ir além daquilo que pedimos e compreendemos. Agora, porém, o que ainda sou, neste género de mal que é o meu, já to disse, a ti que és o meu bom Senhor, exultando com tremor  naquilo que me deste, e lamentando-me naquilo que ainda não consegui, esperando que completes em mim as tuas misericórdias, até à paz total que em ti terá tudo aquilo que eu sou dentro e fora de mim, quando a morte for absorvida na vitória.

 Fruto do ensinamentos de  de Karl Rahner nascem teologos hereticos como:  Aluno de Rahner desfiliou-se em sua teologia transcendental, em troca de uma teologia fundamentada na prática. Metz está no centro de uma escola da teologia política que influenciou fortemente a Teologia da libertação. Ele é um dos teólogos alemães mais influentes no pósConcílio Vaticano II. Seus pensamentos giram ao redor de atenção fundamental ao sofrimento de outros. As chaves de sua teologia é memória, solidariedade, e narrativa.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Johann_Baptist_Metz

   Johann Baptist Metz nascido em 1928, Metz foi aluno de Karl Rahner, outro dos nomes grandes da teologia do século XX. Inspirador da teologia da libertação pela sua reflexão sobre a teologia política, diz que o catolicismo deve entender a libertação como a sensibilidade prática ao sofrimento dos outros.
 Veja a foto: a realeza de Nosso Senhor rebaixada aos revolucionarios ateus.


O absurdo que diz de Johann Baptist Metz de Nosso Senhor Jesus Cristo:- Jesus é uma memória perigosa da humanidade. Com essa frase e iniciador de perspectivas como a teologia política e inspirador da teologia da libertação latino-americana, Johann Baptist Metz foi um dos teólogos que mais influenciaram o Concílio Vaticano II e é um dos mais importantes nomes da teologia Modernista atual.Hans Küng um dos seus melhores amigos, diz o próprio, é Gustavo Gutiérrez, teólogo peruano, autor de Teologia da Libertação, o livro que baptizou a corrente latino-americana que advoga a proximidade da Igreja para com os mais pobres.
  Padre Jesuita Johann Baptist Metz, professor universitário emérito em Münster (norte da Alemanha), alguns dos conceitos mais importantes das suas obras são a memória perigosa, o sofrimento dos outros, a solidariedade e a narrativa. 
  Uns dos fundadores da revista Concilium, onde publicou dezenas de artigos, é autor de obras como Memoria Passionis; Political Theology; Hope Against Hope: Johann Baptist Metz and Elie Wiesel Speak Out on the Holocaust; Faith and the Future: Essays on Theology, Solidarity and Modernity (colecção de artigos com Jürgen Moltmann); 
 A implantação da Teologia da Libertação, no Brasil, ao lado do bispo Dom Helder Câmara, movimento que bateu de frente com a direção da Igreja Católica a partir da década de 60, com ideais socialistas. Nesta imagem, o religioso cearense, considerado por muitos como o “bispo vermelho”, é o sétimo, da direita para a esquerda, nessa foto de 1936, ao lado de intelectuais como Manuel Bandeira e Alceu Amoroso Lima.
Foi corrigido? não ganha grandes eventos da CNBB. 
As comemorações do centenário de nascimento de Dom Helder é uma iniciativa do Instituto Dom Helder Camara (IDHeC) e envolve o Regional Nordeste 2 da CNBB, a arquidiocese de Olinda e Recife, além de outras entidades.

Não há argumentos contra um facto: a “renovação” do Vaticano II é um fracasso catastrófico. Em vez de uma “renovação,” o que vemos é uma tentativa de impor à Igreja uma religião inteiramente nova em vez da que foi transmitida pelos sucessores dos Apóstolos.
   São João Crisóstomo,  “o pecado é uma úlcera da alma, e se a tribulação não tirar os humores infectos, a alma está perdida.” Infeliz do pecador que depois do pecado não sofre castigo! – São motivo de esperança, porque, no dizer de São Gregório,  “o ser atribulado na vida presente é próprio dos escolhidos, aos quais está reservada a beatitude eterna”. É incomparavelmente mais glorioso estar com Jesus pregado na cruz, do que ficar ao pé da mesma a contemplar as dores de Jesus. Pelo que São Jerônimo, escrevendo à virgem Eustochium, disse: “Investiga quanto quiseres e verás que todos os santos passaram por tribulações”, e estas tanto mais graves quanto é mais bela a sua coroa: Delicati mei ambulaverunt vias asperas 
 “Os meus escolhidos trilharam caminhos ásperos”.

Que Graça de Deus e da sempre Virgem Maria nos ajude defender com a mesma veracidade de São João Batista a Santa Doutrina que Nosso Senhor sempre ensinou e denunciando os erros e as heresias modernista mesmo que nos custe muitas tribulações


  

domingo, 23 de junho de 2013

Batismo da Igreja Católica Apóstolica Roma

 Desde sempre o início,padre e os pais e padrinhos em frente à porta da Igreja para indicar que o catecúmeno não pertence a Igreja e será o Batismo que o fará ingressar como membro da Santa Igreja que é o Corpo Místico de Cristo, tornando assim o recém batizado templo do Espírito Santo. 
   As perguntas que o sacerdote, faz ao catecúmeno: 'Que pedes à Igreja de Deus?' e o padrinho responde pela criança: 'A fé!' 'E a fé o que te alcança?' 'A vida eterna'.
Este rito, que os modernistas rejeitaram pelo novo rito do Batismo da igreja do Concílio Vaticano II.
    Sim rejeitaram o Batismo como rejeitaram todos os Sacramentos, não tem nenhum que ficou intato pelas reformas protestantes dos modernistas.
  
Estas  fotos são de um batismo realizado como manda santa liturgia de sempre, forma do Rito Romano Tradicional da Santa Igreja Católica Apostolica Romana.


Início começa fora da Igreja com estola roxa.
Depois, primeiro imposição da mão,do sal exorcizado e alguns exorcismos

 Entrada na Igreja
 Todos entram rezando o Símbolo dos Apóstolos (Credo) e a Oração do Senhor (Pai nosso)
Exorcismo,Éfeta,Renúncias ao demonio suas obras e Unção com o Óleo dos Catecúmenos e
Deposição da estola roxa para a branca

"...ego te baptízo......in nómine Patris......et Fílii......et Spíritus Sancti".

Imposição da veste branca e  entrega da Vela" luz"

Consagração há sempre Virgem Maria
Uma Ave Maria e um canto a sempre Virgem Maria 

Dia 23 de junho São José Cafasso,Confessor.


 São José Cafasso nasceu em Castelnuovo d’Asti (hoje Castelnuovo Dom Bosco) em 1811. Uma sua irmã foi mãe de outro santo, São José Alamano, fundador da comunidade dos Padres da Consolata.Desde pequeno José era chamado pelos seus concidadãos de il Santeto, por causa de sua atração para a virtude e coisas santas.Aos 16 anos entrou para o seminário e vestiu por primeira vez a sotaina. Assim o descreve Dom Bosco, que o encontrou nessa idade: “De pequena estatura, olhos brilhantes, ar afável e rosto angelical”.
Providencial encontro com São João Bosco
Dom Bosco o viu na porta da igreja de sua cidade, durante uma quermesse, e impressionado com a aparência do jovem seminarista, quis conversar com ele. Propôs-se então a mostrar-lhe algum dos espetáculos da feira. E narra deste modo o episódio:
“[José Cafasso] fez-me um sinal para eu me aproximar, e começou a perguntar-me minha idade, meus estudos; se havia já recebido a Primeira Comunhão; com que freqüência me confessava; aonde ia ao catecismo, e coisas semelhantes. Fiquei como encantado ante aquela maneira edificante de falar; respondi com gosto a todas as suas perguntas; depois, quase como para agradecer sua afabilidade, repeti meu oferecimento de acompanhá-lo a visitar qualquer espetáculo ou novidade.
 Quem abraça o estado eclesiástico entrega-se ao Senhor, e nada de quanto teve no mundo deve preocupá-lo, mas sim aquilo que pode servir para a glória de Deus e proveito das almas”
 São José Cafasso era ótimo estudante, e precisou pedir dispensa para ser ordenado mais cedo do que o normal, aos 21 anos de idade, em setembro de 1933. Em vez de aceitar inúmeros convites de paróquias, quis aprofundar seus estudos no Convicto (internato) eclesiástico São Francisco de Assis, de Turim. Nessa espécie de academia eclesiástica ele passou alguns anos de intensa formação intelectual e espiritual, sendo nomeado professor da cátedra de moral. Trabalhou junto ao Cônego Guala, um dos fundadores do estabelecimento e seu reitor. Seu programa era santificar-se cada vez mais e auxiliar os outros para que também se santificassem. Todos admiravam nele esse empenho para em tudo procurar a maior glória de Deus e a santificação própria e dos outros.
Ao morrer o Cônego Guala, José foi aclamado por unanimidade para substituí-lo, e manteve esse cargo durante 12 anos, isto é, até sua morte. Propôs-se como modelos São Francisco de Sales e São Felipe Néri.  Muitos diziam que, na jovialidade e uniformidade de espírito, ele muito se assemelhava a esses santos.

Combate ao jansenismo e ao rigorismo
O Padre Cafasso combateu tenazmente duas filosofias que haviam então penetrado na Itália: uma defendia que só a pessoa muito santa deveria aproximar-se dos sacramentos, principalmente da Eucaristia (jansenismo); e outra se centrava mais na justiça de Deus, quase abstraindo de sua misericórdia, sem procurar ver o equilíbrio existente entre esses dois atributos divinos (rigorismo). O Papa Pio XI, por ocasião do decreto De tuto para a beatificação de José Cafasso,  assinado em 1º de novembro de 1924), afirmou: “Bem depressa logrou Cafasso sentar praça de mestre nas fileiras do jovem clero, inflamado de caridade e radiante de saníssimas idéias, disposto a opor aos males do tempo os oportunos remédios. Contra o jansenismo, levantava um espírito de suave confiança na divina bondade; frente ao rigorismo, colocava uma atitude de justa facilidade e bondade paterna no exercício do ministério; desbancava por fim o regalismo, com uma dignidade soberana e uma consciência respeitosa para com as leis justas e as autoridades legítimas, sem claudicar jamais, antes bem dominado e conduzido pela perfeita observância dos direitos de Deus e das almas, pela devoção inviolável à Santa Sé e ao Pontífice Supremo, e pelo amor filial à Santa Madre Igreja”.
Para contrapor-se ao jansenismo e ao rigorismo, ele apresentava a Religião sob seus mais belos aspectos, concebida como um exercício de amor a um Deus de bondade e misericórdia, que padeceu e morreu para nos salvar. Sem descuidar as verdades essenciais, ele punha o acento naquelas mais belas e acessíveis ao comum dos cristãos, para que praticassem as virtudes. Como se vê, utilizava a tática religiosa preconizada séculos antes por Santo Inácio de Loyola, do adere contra, isto é, agir sempre contra os erros e vícios da época.
Levava seus alunos sacerdotes para visitar os cárceres e os bairros mais pobres da cidade, a fim de despertar neles uma grande sensibilidade para com os deserdados da fortuna.
São João Bosco estava ainda no seminário e não podia prosseguir seus estudos por falta de recursos, o Pe. Cafasso pagou-lhe meia bolsa e obteve dos dirigentes do seminário facilitar-lhe a outra metade, servindo o jovem seminarista como sacristão, remendão e barbeiro. E quando ele se ordenou, custeou-lhe o curso no Convicto para sua pós-graduação.                            Depois ajudou-o em seu apostolado com os meninos, e, mesmo quando todos abandonaram Dom Bosco, continuou seu acérrimo defensor. Ajudou-o também na recém-fundada Sociedade Salesiana, sendo considerado pelos salesianos um dos seus maiores benfeitores.
Turim era a capital do Reino da Sabóia e uma cidade em grande desenvolvimento, atraindo toda espécie de aventureiros. Em conseqüência, os cárceres estavam cheios de criminosos de toda ordem, abandonados por todos. Esse foi um dos campos de apostolado preferido por Dom Cafasso. Ele entregava aos prisioneiros roupa, comida, material de asseio e outras coisas. Ia visitá-los, e com paciência e doçura acabava fazendo com que muitos se confessassem e começassem a levar uma vida mais decente. Sua visita semanal era esperada com sofreguidão por aqueles párias da sociedade. Muito diferente dos que hoje pregam os “direitos humanos” dos bandidos, que não buscam a conversão dos mesmos, mas apenas proporcionar-lhes regalias humanas, mantendo-os na mentalidade criminosa.
O maior e mais heróico apostolado exercido por José Cafasso era com os condenados à morte. Quando um criminoso recebia a sentença de morte, o sacerdote preparava-o nos dias que a antecediam, para converter-se e confessar-se, e depois o acompanhava até o lugar do suplício, incutindo-lhe religiosos sentimentos. De 68 condenados que ele acompanhou assim até o derradeiro suplício, nenhum morreu sem confessar-se e mostrar-se verdadeiramente arrependido.
Quando o criminoso ouvia a pena de morte, geralmente exclamava: “Que o Padre Cafasso esteja a meu lado na hora da morte, é o meu último desejo”. Chamavam-no mesmo de outras cidades, para esse benemérito apostolado. Hoje em dia, onde estão os criminosos que pedem assistência espiritual e os bons sacerdotes que queiram dá-la? Como decaímos!
Certo dia o Pe. Cafasso levou Dom Bosco, ainda jovem sacerdote, em uma dessas visitas. Este, só ao ver a forca, caiu desmaiado... O que mostra o domínio que Dom Cafasso deveria ter sobre si mesmo para familiarizar-se com tão difícil apostolado. Mas então tratava-se de salvar uma alma no último momento, e isso bastava para dar-lhe forças.
Um dom que José Cafasso recebeu em alto grau foi o da prudência. À sua porta batiam desde altos eclesiásticos até gente miúda do povinho, à procura de um conselho para resolver situações delicadas. E ele sempre tinha a palavra exata, o conselho certo, a solução definitiva.
Outras qualidades que nele sobressaíam de maneira especial eram sua tranqüilidade imutável e exemplar paciência. No rosto, tinha sempre um sorriso amável para atender as pessoas. Como ele era muito baixo, diziam: “É pequeno de corpo, mas um gigante no espírito”.
A devoção do Padre Cafasso à Santíssima Virgem era fora do comum. Ele a nutria desde pequeno e falava d’Ela com entusiasmo. Dedicava os sábados em sua honra, e não havia o que se lhe pedisse num desses dias ou em alguma festa de Nossa Senhora, que ele não atendesse.
Ele dizia constantemente que tinha três amores: a Jesus Sacramentado, à Santíssima Virgem e ao Papa. Esta afirmação era tanto mais importante numa época em que o Papa estava sendo despojado dos Estados Pontifícios.
Num de seus sermões sobre Nossa Senhora, Dom José Cafasso exclamou arrebatado: “Que feliz dita a de morrer num sábado, dia da Virgem, para ser levado por Ela ao Céu!”. Realmente, essa foi a graça que ele obteve, falecendo no sábado, 23 de junho de 1860, aos 49 anos de idade.
José Cafasso foi beatificado por Pio XI em 3 de maio de 1925, e canonizado por Pio XII em 22 de junho de 1947.

sábado, 22 de junho de 2013

Missão em Marcaju (MS)

Santa Missa dia 19 de junho de junho de 2013





Benção do Campo dia 20 de junho de 2013





Consagração aos Sagrados Corações dia 20 de junho de 2013










sexta-feira, 21 de junho de 2013

segunda-feira, 17 de junho de 2013

A origem do Concílio Vaticano II é heretico? (ParteII)

Dizem os Modernista QUE NÃO É
 Vamos demostrar porque afirmamos que
Concílio Vaticano II tem suas origem em bases Hereticas.

Origem dos Teologos Modernistas do Concílio Vaticano II

Os “erros da Rússia” infiltram-se na Igreja

OS SACERDOTES da nova igreja do Concílio Vaticano II 

Jesuíta francês  Henri de Lubac, prescusor de  heresias é elevado pelos modernista a Cardeal.

  Cardeal Henri-Marie de Lubac (20/02/1896-4/9/1991)Foi membro da comissão internacional de teólogos (1969), e advogou pelo diálogo com as religiões não cristãs e com os não crentes, foi suspenso por Pio XII, escrevendo durante sua suspensão a obrea "Méditations sur l"Eglise. Sua obra O sobrenatural, na qual  a noção escolástica de “natureza pura” e desenvolve a idéia de uma continuidade da natureza e da graça no ser, foi o motivo desse interdito. Escreveu sobre Proudhon, Blondel, o budismo japonês e temas relacionados com o ateísmo.
 Sue trabalho, foi colocar a obra de Teilhard de Chardin, tão querido por Paulo VI e sua ativa participação no Concílio Vaticano II.
   Primeiro na preparação e depois como perito, no 2.º Concílio Ecuménico do Vaticano II (1962-1965), dando Seus escritos e pesquisas doutrinárias desempenhou um papel fundamental na formação do Concílio Vaticano II o seu contributo para as constituições sobre a revelação divina (“Dei Verbum”) e sobre a Igreja no mundo atual (“Guadium et Spes”).
 Surnaturel, Etudes historiques, Théologie 8 Aubier-Montaigne, Paris 1946.  "Nouvelle Théologie" ou Nova Teologia, quebrOU a unidade com Doutrina Cristã e introduzir um pensamento relativista, pouco ontológica e precisa, dentro de Doutrina Cristã, negando separação sistemática que havia sido estabelecida entre a natureza e a graça, Lubac e novos teólogos tendem a negar o caráter absoluto do Cristianismo, misturando-se ao fundo de várias religiões, e entrando mais uma vez, em uma espécie de conjunto da unidade do processo espiritual humanidade. 


Querem com esses ensinamentos a morte da Tradição Católica     


 Frutos destes ensinamentos anti-católicos

Diálogo Inter-religioso: Vaticano escreve aos budistas e apela à união em torno da defesa da vida

  Conselho Pontifício publica mensagem para a festividade do Vesakh
Cidade do Vaticano, 02 mai 2013 (Ecclesia) – A Santa Sé enviou hoje uma mensagem aos budistas de todo o mundo, por ocasião da sua principal festividade, o Vesakh/Hanamatsuri, apelando à união dos crentes em volta da “profunda reverência pela vida”.
“Apesar dos nobres ensinamentos sobre a santidade da vida humana, o mal sob as suas várias formas contribui para a desumanização da pessoa ao mitigar o sentido de humanidade nos indivíduos e nas comunidades”, refere o texto do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso, sediado no Vaticano.
 O presidente do organismo, cardeal Jean-Louis Tauran, diz que esta “situação trágica” desafia católicos e budistas a “unir as mãos para desmascarar as ameaças à vida humana” e “acordar a consciência ética” dos fiéis.
 “É urgente que budistas e cristãos criem um clima de paz para amar, defender e promover a vida humana, com base no património genuíno das nossas tradições religiosas”, realça.
 O documento destaca o respeito da Igreja Católica pelas “nobres tradições religiosas” dos budistas e a “consonância” com os valores que expressam, como “o respeito pela vida, a contemplação, o silêncio, a simplicidade”.
 A mensagem deseja um “renascimento espiritual e moral” da sociedade para que haja “verdadeiros construtores da paz que amem, defendam e promovam a vida humana em todas as suas dimensões”.

A celebração do Vesakh assinala os principais acontecimentos da vida de Buda e é celebrada em várias datas: 17 de maio na Coreia do Sul, China, Hong Kong e Macau; 24 de maio no Sri Lanka, Tailândia, Malásia, Singapura, Birmânia, Camboja, Laos; 25 de maio na Índia, Nepal e Indonésia.
 O presidente do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-religioso deixa votos de que esta festa anual promova o “diálogo amigável e a colaboração próxima” entre católicos e budistas.
 “Continuemos a colaborar com uma renovada compaixão e fraternidade para aliviar os sofrimentos da família humana, acolhendo a sacralidade da vida humana”, conclui.

http://agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=95373
http://attualita.vatican.va/sala-stampa/bollettino/2013/05/02/news/30909.html

É culpa dos homens da Igreja que celebra o Vaticano II e com base heretica no que ele introduziu uma religião diferente do que sempre ensinou a Santa Tradição da Igreja Catolica Apostolica Romana, crendo em um falso cristo que  tem palavras de salvação para todos as religiões, um indiferentismo desta religião moderna.
 Os Católicos (…) não devem esquecer que todos os caminhos levam a Deus. E vão ter de aceitar que esta corajosa ideia do livre pensamento, a que podemos realmente chamar uma revolução, difundida através das nossas lojas maçónicas, se espalhou de forma magnífica por sobre a cúpula de S. Pedro Cit. da Open Letter to Confused Catholics, pp. 88-89..

Depois nós que somos "elevados" sedvacantistas,cismaticos e outros rotulos para que as pessoas se afastem de nós.
Até o final desta batalha iremos denunciar os erros do 
Concílio Vaticano II. 
e
Vamos expor e ensinar o que a Tradição Católica ensina:


Papa Inocêncio III (1198-1216): "De coração cremos e com a boca confessamos uma só Igreja, que não de hereges, só a Santa, Romana, Católica e Apostólica, fora da qual cremos que ninguém se salva".


 Concílio de Florença (1438-1445): "Firmemente crê, professa e predica que ninguém que não esteja dentro da Igreja Católica, não somente os pagãos, mas também, judeus, os hereges e os cismáticos, não poderão participar da vida eterna e irão para o fogo eterno que está preparado para o diabo e seus anjos, a não ser que antes de sua morte se unirem a Ela(...).

Papa Pio IV (1559-1565), Esta verdadeira fé católica, fora da qual ninguém pode se salvar (Profissão de fé da Bula "Iniunctum nobis" de 1564)

Papa Benedito IV (1740-1758): "Esta fé da Igreja Católica, fora da qual ninguém pode se salvar...".

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
e São José patrono da Santa Igreja.



domingo, 16 de junho de 2013