sexta-feira, 18 de setembro de 2015

18 de setembro dia de São José de Cupertino, Confessor

18/09 Sexta-feira
Festa de Terceira Classe
Paramentos Brancos
  Ele nasceu em 17 de junho de 1603 como José Desa, em Cupertino, Diocese de Nardo, perto de Nápoles, Itália. Após varias tentativas de entrar na vida religiosa (ele era considerado ignorante e sem cultura), o "irmão burro", como as vezes era chamado, foi aceito no Convento Franciscano em Grotela onde ele foi ordenado em 1628 Teve uma das vidas mais maravilhosas e surpreendentes que se encontram no calendário litúrgico. Filho de camponeses do sul da Itália, sabia-se tão pouco dotado intelectualmente que a si mesmo dava, com humildade, o nome de Frei Asno; mas pela santidade, e pelos dons sobrenaturais que recebia, compensou largamente a pouca inteligência. Diversas vezes tentou ingressar na vida religiosa sem o conseguir, por notória incapacidade.
Só à custa de muita insistência foi admitido num convento franciscano. Quando se preparava para o sacerdócio, era ajudado sobrenaturalmente em todas as provas e exames. Certa vez, somente conseguira estudar e assimilar um frase da Escritura: “Bem-aventuradas as entranhas que te trouxeram”. Por milagre, no exame lhe pediram que explicasse exatamente essa frase, e ele se saiu maravilhosamente. É por isso considerado o patrono dos estudantes em apuros. Ordenado sacerdote, vivia arrebatado em êxtases e era objeto de fenômenos místicos extraordinários. Era comum ser visto em levitação, erguido do solo a alturas elevadas. 
Praticava milagres espantosos, curando doentes de todos os gêneros. Embora pouco inteligente, era iluminado pelo Divino Espírito Santo e dava conselhos acertadíssimos, sendo procurado, por isso, por pessoas altamente colocadas, que desejavam consultá-lo.                                                                                                                           
Até o Papa quis conhecê-lo, e aconteceu que, durante a audiência com o Pontífice, o humilde franciscano entrou num êxtase e deixou o Papa admirado. Em suma, aquele que quase não fora admitido no convento, atingiu uma santidade tão consumada e maravilhosa que se transformou numa das glórias da Ordem franciscana. (+ Itália, 1663)

Leitura da Epístola

I Coríntios 13,1-8
1. Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine. 2. Mesmo que eu tivesse o dom da profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência; mesmo que tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, não sou nada. 3. Ainda que distribuísse todos os meus bens em sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver caridade, de nada valeria! 4. A caridade é paciente, a caridade é bondosa. Não tem inveja. A caridade não é orgulhosa. Não é arrogante. 5. Nem escandalosa. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor.6. Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade. 7. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. 8. A caridade jamais acabará. As profecias desaparecerão, o dom das línguas cessará, o dom da ciência findará.

Sequência do Santo Evangelho
                                                                                                                       
São Mateus 22,23-28   
23. Naquele mesmo dia, os saduceus, que negavam a ressurreição, interrogaram-no: 24. Mestre, Moisés disse: Se um homem morrer sem filhos, seu irmão case-se com a sua viúva e dê-lhe assim uma posteridade (Dt 25,5). 25. Ora, havia entre nós sete irmãos. O primeiro casou-se e morreu. Como não tinha filhos, deixou sua mulher ao seu irmão. 26. O mesmo sucedeu ao segundo, depois ao terceiro, até o sétimo. 27. Por sua vez, depois deles todos, morreu também a mulher. 28. Na ressurreição, de qual dos sete será a mulher, uma vez que todos a tiveram?