domingo, 12 de novembro de 2017

12 de novembro dia de São Martinho I, Papa e Mártir





Nasceu em Todi (Úmbria) e formou parte do clero romano; no ano 649 foi eleito para a Cátedra de Pedro. Nesse mesmo ano celebrou um concílio em que foi condenado o erro dos monotelitas. No ano 653 foi preso por ordem do imperador Constante e levado para Constantinopla onde foi sujeito a duros sofrimentos; finalmente, transferido para Quersoneso, aí morreu no ano 656.O papa Martinho I sabia que as conseqüências das atitudes que tomou contra o imperador Constante II, no século VII, não seriam nada boas. Nessa época, os detentores do poder achavam que podiam interferir na Igreja, como se sua doutrina devesse submissão ao Estado. Martinho defendeu os dogmas cristãos, por isso foi submetido a grandes humilhações e também a degradantes torturas.                                                                   
O monotelismo foi uma heresia surgida pelas da Igreja do Oriente quando a teologia cristológica ainda possuía muitos adeptos de correntes distintas. Opôs-se ao nestorianismo (que afirmava haver em Jesus Cristo duas pessoas, a divina e a humana, o que foi condenado pelo Concílio de Éfeso, em 431). Eutiques, arquimandrita de um mosteiro de Constantinopla, defendeu que, havendo uma só pessoa em Jesus Cristo, também devia haver uma só natureza, admitindo que a humana fora absorvida pela divina. A discussão foi turbulenta e a questão só foi definitivamente resolvida no Concílio de Calcedónia, em 451, que definiu haver em Jesus Cristo duas naturezas, a divina e a humana, subsistindo na única pessoa divina do Verbo encarnado. Esta definição não convenceu diversas comunidades, que continuaram a aderir ao monotelismo, algumas até hoje. Tempos depois, o patriarca Sérgio I de Constantinopla, com a intenção de congraçar os monofisitas, proclamou que em Jesus Cristo, embora havendo duas naturezas, só havia uma vontade, pela identificação perfeita da vontade humana com a vontade divina, o que ficou conhecido na história das heresias por monotelismo. A questão ficou O Terceiro Concílio de Constantinopla, que foi o Sexto concílio ecumênico, realizado nos anos 680-681, na cidade de Constantinopla, condenou o monotelismo (do grego monos - uma, thelema - vontade) como sendo herético e definiu que Jesus Cristo tem duas naturezas e duas vontades (divina e humanaesclarecida no Terceiro Concílio de Constantinopla, em 681.


Papa Honório I nasceu em Capua. Eleito em 27 de outubro de 625. Durante o seu pontificado impulsou a evangelização de Inglaterra, procurando a integração dos monotelitas na Santa Igreja - heresia que negava uma vontade humana em Cristo, mantendo somente a divina - a qual ele não combateu (inclusive aprovando a Ecthesis de Sérgio I de Constantinopla. Isso fê-lo ser condenado (anatima) pelo Papa Leão II (682).Papa Honório I, anatemizado pelo Concílio por não condenar o monotelismo.É a maior e a pior sentença de excomunhão da Santa Igreja, onde o anátemo, além de ser expulso da igreja com todos seus ritos eucarísticos e todas as atividades voltadas ao fiéis, ainda é considerado como amaldiçoado pelo sacerdote. Os anátemas acontecem em celebrações públicas e são feitas por pontífices maiores, como bispos e cardeais. Em algumas tradições cristãs existem ritos específicos para o anátema.O anátema é o mais severo caso de excomunhão, ocorrendo somente nos piores casos possíveis de heresia contra a fé.
Este acima demonstra como há no mais alto escalão da Igreja Papas que não defenderam a doutrina Tradicional da Santa Igreja isto que vemos desde Papa João XXIII até  Bento XVI. Nossa Senhora em Fátima de Salete disse: que ia começar do Topo. 


Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário