segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Comentários Eleison - por Dom Williamson Número DII (502) - (25 de fevereiro de 2017):

 
 *Traduzido por Leticia Fantin.


Os homens brancos europeus abandonaram Deus?
Servir-lhes-ão de flagelo negros, muçulmanos, mulheres e judeus!

Então, existe um Poder Global por trás do fluxo em andamento de imigrantes não europeus para a Europa, e a religião é “decisiva” neste fluxo – assim está dito no “Comentário Eleison” da semana passada. Duas questões, então, se levantam: quem ou o que é este poder? E como pode a religião entrar em uma questão tão política?

Em relação à identidade deste Poder Global, de cuja existência o economista húngaro estava tão seguro sem estar disposto a identificá-la, há facilmente acessível na internet (ao menos que tenha sido abafado) um vídeo fascinante e aterrador de uma entrevista filmada em 2010, de poucos minutos de duração, na qual uma judia declara que são os judeus que estão liderando a transformação multicultural da Europa. Barbara Spectre nasceu nos EUA em 1942, graduou-se em estudos filosóficos nos EUA, atuou como educadora profissional desde 1967 em Israel, e em 1999 emigrou para a Suécia para unir-se a seu marido, que era rabino da sinagoga de Estocolmo. Assistindo ao vídeo, parece evidente que ninguém a estaria forçando a revelar quem está por trás da transformação que está em curso atualmente na Europa. Antes, ela sinceramente acredita nessa transformação e no que os judeus estão fazendo com a Europa, porque declara que somente a invasão de imigrantes possibilitará que a Europa sobreviva. Eis aqui suas próprias palavras:

Eu acho que há um ressurgimento do antissemitismo porque neste exato momento a Europa ainda não aprendeu como ser multicultural. E eu acho que nós vamos ser parte da agonia desta transformação, que tem de acontecer. As nações europeias não serão mais sociedades monolíticas, como foram no século passado. Os judeus estarão no centro disto. É uma enorme transformação para a Europa. Elas estão agora entrando num sistema multicultural, e os judeus se ressentirão por causa de nosso papel de liderança. Mas sem este papel, e sem aquela transformação, a Europa não sobreviverá”. (Veja em https://youtu.be/8ERmOpZrKtw)

Eis aqui uma resposta convincente à questão da identidade do Poder Global. Atuante no nível universitário por mais de 30 anos em Israel, ardente sionista e esposa de um rabino, Barbara Spectre poderia facilmente saber o que os judeus estavam planejando para a Europa anos antes de a invasão de imigrantes assumir as proporções do fluxo atual. E o domínio judeu de todos os cinco elementos que o economista húngaro disse serem necessários para organizar um fluxo de imigrantes faz com que a identificação de seu "Poder Global" com o poder judeu seja inteiramente plausível.

Mas por que os judeus quereriam transformar a Europa "monolítica" numa Europa "multicultural"? A resposta é uma força motriz que está muito além e muito acima da simples política.

Desde que os fariseus e o escribas crucificaram Nosso Senhor Jesus Cristo porque Ele estava fazendo com que o povo de Deus deixasse de ser d’Ele pela raça e se tornasse Seu pela fé católica, eles perseguiram Sua Igreja por aproximadamente dois milênios (leiam Complô contra a Igreja, de Maurice Pinay). Ainda hoje os líderes judeus acreditam que Deus só dá a eles dádivas e direitos para governarem o mundo. Ora, o Antigo Testamento certamente veio de Deus, mas ele aponta diretamente para o Novo Testamento, que tomou seu lugar, de modo que os sucessores dos fariseus tiveram de distorcer o Antigo Testamento no Talmud, que é viciosamente anticristão. Assim, o talmudismo é uma falsa religião, mas deu apoio e poder pseudorreligiosos para o antigo impulso farisaico de acabar com a Cristandade.

Ora, a Igreja de Cristo nasceu e cresceu no Oriente Médio e espalhou-se rapidamente por todo o mar Mediterrâneo, mas quando o Oriente Médio e o Norte da África caíram diante do Islã, a Fé foi mantida e espalhada no mundo todo principalmente pelos europeus, da raça branca, e dividiu-se pela Providência entre as várias nações da Europa. Assim, São Francisco Xavier na Índia implorou a Santo Inácio que o enviasse da Europa padres europeus para que atuassem como missionários. Daí o ódio quase religioso dos sucessores dos fariseus contra as nações brancas da Europa, e daí a direção "multicultural" dos judeus para diluir a raça branca e dissolver as nações "monolíticas" da Europa. E, a não ser que essas nações se voltem para Deus e para a Sua única e verdadeira Igreja, Sua Justiça pode vir a permitir que esse impulso obtenha sucesso, a menos que Sua Misericórdia o interrompa...

Kyrie eleison.
 
Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário.


27 de fevereiro dia de São Gabriel de Nossa Senhora das Dores

27/02 Segunda-feira 
Festa de Terceira Classe
Paramentos Brancos
 São Gabriel de Nossa Senhora das Dores, a quem Leão XIII chamava o São Luiz Gonzaga de nossos dias, nasceu em Assis a 1 de março de 1838, filho de Sante Possenti di Terni e Inês Frisciotti. No mesmo dia que viu a luz do mundo, recebeu a graça do batismo, na mesma pia, em que foi batizado o grande patriarca S. Francisco, na Igreja de S. Rufino. O pai do Santo, já com vinte e dois anos era governador da cidade de Urbânia, cargo que sucessivamente veio a ocupar em S. Ginésio, Corinaldo, Cingoli e Assis. Como um dos magistrados dos Estados Pontifícios, gozava de grande estima do Papa Pio IX e Leão XIII honrava-o com sua sincera amizade. A mãe era de nobre família de Civitanova d’Ancona. Estes dois cônjuges apresentavam modelos de esposos cristãos, vivendo no santo temor de Deus, unidos no vínculo de respeito e amor fidelíssimo, que só a morte era capaz de solver. Deus abençoou esta santa união com treze filhos, dos quais Gabriel era o undécimo. Este, no batismo recebeu nome de Francisco, em homenagem a seu avô e ao Seráfico de Assis. Dando testemunho da educação que recebiam na família, no Processo da beatificação do Servo de Deus, os seus irmãos declararam: “Nós fomos educados com o máximo cuidado, no que diz respeito à piedade e à instrução. Nossa mãe era piedosíssima e nos educou segundo as máximas da nossa santa Religião”. Nos braços, sobre os joelhos de uma mãe profundamente religiosa o pequeno Francisco aprendeu os rudimentos da vida cristã e pronunciar os santos nomes de Jesus e Maria.
 A grande felicidade que na infância reinava, experimentou um grande abalo, quando inesperadamente o anjo da morte veio visitar aquele lar e arrebatar-lhe a mãe. D. Inês sentindo a última hora se aproximar, na compreensão do seu dever de mãe cristã reuniu todos os filhos à cabeceira do leito mortal, estreitou-os, um por um, ao seu coração, selou a sua fronte com o último beijo, deu-lhes a bênção, distinguindo com mais carinho os de tenra idade, entre estes, Francisco; munida de todos os sacramentos, confortada pela graça de Deus, na idade de 38 anos deixou este mundo, para, na eternidade, perto de Deus, receber o prêmio de suas raras virtudes. Do pai, o próprio filho Francisco ao seu diretor espiritual deu o seguinte testemunho: Meu pai, declarou, tinha por costume levantar-se bem cedo. Dedicava uma hora à oração e meditação; se neste tempo alguém desejava falar-lhe, havia de esperar pelo fim das práticas religiosas. Terminadas estas, ia à igreja assistir a santa Missa e costumava levar consigo dos filhos os que não fossem impedidos. Finda a santa Missa metia-se ao trabalho. À noite reunia seus filhos e dava-lhes sábios conselhos e úteis exortações. Falava-lhes dos deveres para com Deus, do respeito devido à autoridade paternal e do perigo das más companhias. “Os maus companheiros, dizia ele, são os assassinos da juventude, os satélites de Lúcifer, traidores escondidos e por isso para os temer e deles ter cuidado”. 
  Os biógrafos de Francisco fazem ressaltar em primeiro lugar a extraordinária bondade de coração do menino, principalmente para com os pobres. Muitas vezes ficou ele sem a merenda, por tê-la dado aos pobres. Entre seus irmãos era ele o anjo da paz, sempre pronto para desculpar e para defendê-los, quando acusados injustamente. Não suportava a injúria, fosse ela atirada a si ou a um dos seus. Com a maior facilidade se desfazia de objetos de certo valor, com que tinha sido homenageado. Assim presenteou a um de seus irmãos de uma bela corrente de prata, que tinha recebido de um parente. Estes belos traços no caráter de Francisco não afastam certas sombras que nele subsistiam também. Os que o conheciam meigo, bondoso, compassivo, sabiam-no também ser nervoso, impaciente, irascível. Por felicidade sua o senhor Sante, seu pai não era daqueles que desculpam os caprichos de seus filhos, pretextando serem crianças, sem pensar que mais tarde terão de pagar bem caro esta condescendência e fraqueza. O verdadeiro amor cristão fê-lo combater sem tréguas todos os defeitos. 
 Francisco era obediente e tinha grande respeito ao pai, o que aliás não impedia que diante de uma severa repreensão desse largas ao seu gênio impulsivo, com palavras e gestos demonstrando o seu descontentamento, sua raiva. Mas tudo isto era fogo fátuo. Logo voltava às boas; sua boa índole não permitia, que estas revoltas interiores durassem muito tempo. Era encantador ver, momentos depois, o menino desfeito em pranto, procurar o pai e por seus modos ingênuos e infantis, assegurar-se do perdão e do amor do Sr. Sante. Este, fingindo não dar crédito a estas demonstrações, retrucava bruscamente: “Nada de carícias; quero ver fatos”. Então o menino se atirava ao colo do pai, beijava-o e sentia-se feliz, em ter voltado à paz, com o perdão paterno. Nesta escola de sábia pedagogia Francisco cedo aprendeu combater e vencer seus defeitos. Por algum tempo Francisco ficou entregue aos cuidados de um mestre; depois freqüentou o colégio dos Irmãos das Escolas Cristãs, onde fez rápidos progressos, figurando sempre entre os melhores alunos. Na idade de sete anos fez a sua primeira confissão. Um ano depois, em junho de 1846 recebeu o sacramento da confirmação. Tudo isto prova que o menino já se achava bem instruído nas verdades da nossa fé, graças ao sólido ensino que lhe dispensavam os beneméritos Irmãos Sallistas.
 Nesse mesmo tempo caiu também a data da sua primeira comunhão, para qual se preparou com todo o esmero. Testemunha de vista desse grandioso ato diz: “O fervor com que o vi chegar-se da sagrada mesa, o espírito de fé, que se estampava no seu semblante, o vigor dos seus afetos foram tais, que se chegava a crer ser ele levado por um Serafim”. Esses sentimentos de fé e de piedade, aquelas chamas de amor ao SS. Sacramento não mais se separaram do coração de Francisco nos anos de sua mocidade, nem no meio de uma vida dissipada de certo modo mundana. Não menos certo é que a freqüente recepção da santa comunhão preservou-o de graves desvios no meio das tentações do mundo. Terminados os estudos elementares, o pai pensou em procurar para Francisco uma educação mais elevada, de acordo com a sua posição social e confiou seu filho aos Padres Jesuítas que na cidade de Spoleto dirigiram um colégio. Neste educandário passou Francisco os anos todos de sua mocidade no mundo e chegou a cursar os quatro semestres de estudos filosóficos. Estudante inteligente e cumpridor exato de seu dever que era, deixou boa memória naquele colégio e formavam-se as mais belas esperanças a seu respeito. Ano não passava, que não tirasse um prêmio; no fim dos seus estudos foi distinguido com uma medalha de ouro. Mestres e colegas igualmente o estimavam. Tudo nele encantava: os seus modos delicados e gentis, a modéstia no falar, o sorriso benévolo que lhe afloravam aos lábios, o garbo com que se sabia ver em circunstâncias mais solenes, os sentimentos nobres que dominam em todo o seu proceder. Aos seus mestres devotava sempre a máxima estima e profunda gratidão. 
Das práticas de piedade era rígido observador e com regularidade freqüentava os santos sacramentos. Não há dúvida, que, dada a ocasião, o seu gênio impetuoso e quente o levava a transportes de veemência e de cólera. Mais estes excessos eram sempre seguidos de lágrimas de arrependimento e de penitência. Desde a sua infância mostrou devoção particular a Nossa Senhora das Dores, uma imagem da qual se conservava em sua família; e cabia-lhe a ele adorná-la de flores e manter acesa uma lâmpada diante da estátua. Afirma um dos seus irmãos, Eurique Possenti, que viu Francisco, no último ano que passou em casa, usar de cilício de couro com pontinhas de ferro. Outro testemunho, da família Parenzi, declara: “Sua conduta religiosa e moral tem sido irrepreensível; dada a grande vigilância de meus pais, não teria sido admitido em nossa família, se não fosse realmente virtuoso”. Para completar a imagem do jovem estudante e assim melhor poder compreender a mudança que nele mais tarde se efetuou, tenha aqui lugar a descrição da solene distribuição de prêmios, da última em que Francisco tomou parte no colégio dos Jesuítas em Spoleto, em setembro de 1856. Os melhores alunos tinham sido escolhidos para abrilhantar a cerimônia com discursos e declamações poéticas. Entre eles Francisco ocupava o primeiro lugar. Ninguém se lhe igualava em elegância exterior, no garbo de representar, na graça de declamar, na graciosidade da gesticulação, no timbre encantador da voz. Podendo representar no palco, parecia estar no seu elemento e fazia-o com toda a naturalidade e perfeição. Em sua aparência não deixava nada a desejar: tudo obedecia às exigências da última moda: o cabelo esmeradamente penteado, o traje elegante e ricamente adornado, as luvas brancas, gravata de seda, sapatos luzidios e artisticamente acabados, a tudo isso Francisco ligava máxima importância. Em certa ocasião recitou com tanto ardor e tamanho foi o entusiasmo que excitou no auditório, que o delegado apostólico Mons. Guadalupe, que presente se achava, ao pai de Francisco que ao seu lado se achava disse: “se vosso filho aqui presente estivesse, abraçava-o em vosso lugar”.

As raras qualidades morais, que o adornavam, a figura simpática e atraente na flor da mocidade, a extrema vivacidade que nele se observava, não deixaram de emprestar-lhe um leve sombreado de vaidade, que de algum modo chegou a dominá-lo. Esta vaidade se lhe patenteava na exigência que fazia no modo de se trajar, sempre na última moda, de perfumar o cabelo e este sempre tratado com cuidado, de se aborrecer com uma nódoa por mais insignificante que fosse, no fato, no amor que tinha a divertimentos alegres e aos esportes mundanos. O inimigo das almas tirou proveito dessas fraquezas. Se não conseguiu roubar-lhe a inocência, não foi porque não lhe poupasse contínuos assaltos, bem sucedidos. A paixão pelo teatro, a verdadeira mania por bailes, o amor à leitura de romances eram tantos escolhos, tantos perigos, que é de admirar que o jovem Francisco não caísse presa das ciladas diabólicas. Tão pronunciada era sua paixão às danças, que lhe importou a alcunha de “bailarino”. Assim um dos seus mestres, Pe. Pinceli, Jesuíta, quando soube da inesperada fuga de Possenti do mundo para o convento, disse: “O bailarino fez isto? Quem esperava uma tal coisa! Deixar tudo e fazer-se religioso no noviciado dos Padres Passionistas!”
 Francisco bem conhecia o perigo em que nadava, e não faltava quem o chamasse à atenção, o lembrasse da necessidade da oração, da vigilância, da mortificação, da devoção a Jesus e Maria, de não perder de vista a eternidade, etc. Em uma carta que lhe escreveu o Pe. Fedeschini, S. J. há todos estes avisos; o conselho de fugir das más companhias, de dar desprezo à vaidade no vestir e falar, de largar o respeito humano, de fazer meditação diária e receber os sacramentos. Com todas as leviandades e suas perigosas tendências para o mundo, Francisco não deixava de ser um bom e piedoso jovem, a quem homens sábios e virtuosos não pudessem escrever com confiança, benevolência e estima e cujas palavras não fossem aceitas com respeito e gratidão. “Muitas vezes” – diz quem bem o conhecia – “Possenti sentiu o chamado de Deus, de deixar a vida no mundo e trocá-la com o estado religioso”. Seu diretor, Pe. Norberto, Passionista, declara: “A vocação, se bem que descuidada e sufocada, estava nele havia muito tempo e ele a sentiu desde os mais tenros anos. Muitas vezes o servo de Deus disse-me isto, lastimando a sua ingratidão e indiferença”. O mesmo sacerdote relata: “A sua vocação se manifestou do seguinte modo: Não sei em que ano foi, sentiu-se ele acometido de um mal, que o fez pensar na morte. Teve então a inspiração de prometer a Deus entrar numa Ordem religiosa, caso recuperasse a saúde. A promessa foi aceita, pois melhorou prontamente e em pouco tempo se achou restabelecido. A promessa ficou como se não fosse feita. O jovem tornou a dar o seu afeto ao mundo e se entregou à dissipação como antes. Não tardou que Deus lhe mandasse outra enfermidade, uma inflamação interna e externa da garganta, tão grave, que parecia a morte iminente já na primeira noite, tornando-se-lhe dificílima à respiração. Novamente o enfermo recorreu a Deus e invocando Santo André Bobola, aplicou ao lugar dolorido uma estampa do mesmo Santo, e renovou a promessa de abraçar o estado religioso. As melhoras se acentuaram quase instantaneamente e teve o enfermo uma noite tranquila e não mais voltaram as angústias da dispneia. Deste extraordinário favor o jovem se lembrou sempre com muita gratidão. Manteve também por algum tempo o propósito de fazer-se religioso, mas diferindo-lhe a execução, o amor ao mundo voltou e no mundo continuou a viver. Das paixões de Francisco, uma das mais fortes foi a da caça. A esta paixão ele pagava tributos bem pesados e seu diretor espiritual não hesitou em atribuir a este esporte a cruel moléstia, que o ceifou na flor da idade. Certa vez, em pular uma cerca, chegou a cair e com tanta infelicidade, que quebrou-lhe um osso do nariz. O fuzil disparou e o projétil passou-lhe retinho pela testa, pouco faltando que lhe rebentasse o crânio. Francisco reconhecendo logo a providência deste aviso, renovou a sua promessa. Ficou com as cicatrizes, mas deixou-se ficar no mundo.
 A graça divina também não se deu por vencida. Rejeitada três vezes, tentou um quarto golpe, mais doloroso ainda. De todos de sua família Francisco dedicava terníssima amizade a sua irmã Maria Luzia, nove anos mais velha que ele, e esta amizade era correspondida com todo afeto. Em 1855 irrompeu em Spoleto a cólera e Maria Luiza foi a primeira vítima da terrível epidemia. Foi no dia Corpus Christi, e a notícia alcançou Francisco, quando, na procissão, levava a cruz. A morte da irmã feriu profundamente o coração do jovem e mergulhou sua alma em trevas nunca antes experimentadas. Perdeu o gosto de tudo e se entregou a uma tristeza inconsolável. Parecia, que com este golpe a graça divina tivesse removido o último obstáculo de a promessa se cumprir. Assim ainda não foi. Todo acabrunhado, Francisco manifestou ao pai sua resolução de entrar para o convento chegando a dizer que para ele tudo se tinha acabado nesta vida. Possenti, receando perder seu filho a quem muito amava, não recebeu bem a comunicação e pediu-lhe nunca mais tocasse neste assunto. Aconselhou-o a se distrair, a afastar os pensamentos tristes a procurar a sociedade, freqüentar o teatro; chegou a insinuar-lhe a idéia de procurar a amizade de uma donzela distinta, de família igualmente conceituada, na esperança de nos entendimentos inocentes ela conseguir de fazê-lo esquecer-se dos seus intentos religiosos. Na igreja metropolitana de Spoleto gozava de uma veneração singular uma imagem de Nossa Senhora; a esta imagem chamava simplesmente “a Icone”. Na oitava do dia 15 de agosto esta imagem era levada em solene procissão por dentro da igreja e não havia quem não se ajoelhasse à sua passagem. 
Em 1856 Francisco Possenti achava-se no meio dos fiéis e todo tomado de amor por Maria Santíssima, os seus olhos se fixavam na venerada imagem como que esperando por uma bênção especial. Pois, quando a “Icone” vinha aproximando-se do jovem, parecia ela lhe atirar um olhar todo especial e lhe dizer: “Francisco, o mundo não é para ti; a vida no convento te espera”. Esta palavra, qual uma seta de fogo cravou-lhe no coração; assim saiu da igreja desfeito em lágrimas. Estava resolvido a realizar desta vez o plano de alguns anos. Tratou, porém, de não dar por enquanto nenhuma demonstração do seu intento. Embora certo de sua vocação, mas desconfiando da sua fraqueza, e para não ser vítima de uma ilusão procurou seu mestre no liceu e diretor espiritual Pe. Bompiani, Jesuíta e a ele se abriu inteiramente, fazendo do conselho do mesmo depender sua resolução definitiva. O exame foi feito com toda sinceridade e tendo tomado em consideração todos os fatores influentes no passado da vida do jovem, o Pe. Bompiani não duvidou de se tratar de uma vocação verdadeira e animou o jovem a seguí-la. Consultas que fez com mais dois sacerdotes de sua inteira confiança, tiveram o mesmo resultado. Francisco se resolveu então a pedir sua admissão na Congregação dos Passionistas. Comunicar ao pai a resolução tomada, não foi fácil. Mas desta vez o Sr. Sante, homem consciencioso, vendo a aflição e a firmeza de seu filho, não mais se opôs; tomado, porém, de espanto quando soube que a Congregação por Francisco escolhida, a dos Passionistas, era de todas a mais austera. Se bem que não se opusesse à vontade do filho, tratou de procrastinar a execução do seu plano e impor condições. 
Francisco, porém, ficou firme. Tomou ainda e pela última vez, parte na solenidade da distribuição dos prêmios, no colégio dos Jesuítas, fez como sempre um papel brilhante no palco, despediu-se dos seus professores, dos seus amigos e em companhia de seu irmão Luiz, da Ordem Dominicana, por ordem de seu pai, fez uma visita a seu tio Cesare, cônego da Basílica de Loreto e a um parente de seu pai, Frei João Batista da Civitanova, guardião de um convento dos capuchinhos, levando para ambos carta de Sante Possenti em que este pedia examinassem a vocação do jovem. Tanto o cônego como o capuchinho carregaram bastante as cores da vida austera na Congregação dos Passionistas, que absolutamente não lhe conviria, a ele, moço de dezoito anos, acostumado a seguir às suas vontades, sem restrição de comodidades. A visita à Santa Casa em Loreto Francisco aproveitou largamente para recomendar-se a N. Sra. Não mais arredou do caminho encetado. De Loreto foi para convento Morrovale, dos Passionistas onde já em 21 de setembro de 1856 recebeu o hábito com o nome de Gabriel dell’Adolorata. Admitido no noviciado, escreveu ao pai e aos irmãos, comunicando-lhes o fato. Ao pai pede perdão, aos irmãos recomenda amor filial e boa conduta. A carta, embora de simplicidade encantadora, é um documento admirável de sentimento filial e católico. Aos companheiros seus de estudo dirigiu cartas também. Despede-se, pede perdão de maus exemplos que julgava ter dado; aconselha-os a fugir das más companhias, do teatro, das más leituras e das conversas inúteis. 
Convencidíssimo da sua vocação religiosa, longe do mundo, da sociedade e da família, não mais teve outro ideal que subir as culminâncias da perfeição. Inconfundível era sua personalidade no meio dos seus companheiros do noviciado. Sem perder as notas características do seu caráter, a jovialidade, a alegria de espírito, a amenidade de trato, era ele inexcedível não só na exatidão do cumprimento dos exercícios regulares, como também na prática das virtudes cristãs e monásticas. E se perscrutarmos as causas profundas desta mudança radical na vida de Gabriel, duas conseguiremos encontrar, aliás suficientes e esclarecedoras: o ardente amor a Jesus Crucificado, à Santa Eucaristia, sua devoção singular a Mãe de Deus, em particular à Nossa Senhora das Dores e sua inalterada mortificação, por meio da qual deu morte aos seus desordenados apetites, um por um. Tendo corrido o ano de provação, Gabriel foi admitido à profissão e mandado para várias casas da Congregação, com o fim de completar os seus estudos de teologia. Durante os anos de preparação para o sacerdócio, superiores e companheiros viram no santo jovem o modelo mais perfeito de todas as virtudes, e cumpridor exatíssimo dos seus deveres. Quando chegou à idade de vinte e três anos, anunciaram-se os primeiros sintomas da moléstia, que no prazo de um ano havia de levá-lo ao túmulo: a tuberculose pulmonar. O longo tempo da sua enfermagem Gabriel o aproveitou para ainda mais se aprofundar na sua devoção predileta à Sagrada Paixão e Morte de Jesus Cristo e à Maria Santíssima, mãe das dores. 
Em fevereiro de 1862 ainda pôde andar e receber a santa comunhão na igreja, junto com seus companheiros. Inesperadamente o mal se agravou; foi preciso avisá-lo para receber os últimos sacramentos. A notícia assustou-o por um momento só; mas imediatamente recuperou a habitual calma, que logo se transformou numa alegria antes nunca experimentada. O modo de receber o santo viático comoveu e edificou a todos que assistiram. Não mais largava a imagem do crucificado, que cobria de beijos, e ao seu alcance tinha a estátua de N. Sra. das Dores, que freqüentemente apertava ao seu peito, proferindo afetuosas jaculatórias, como estas: “Minha mãe, faze depressa!” – “Jesus, Maria, José, expire eu em paz em vossa companhia!” – “Maria, mãe da graça, mãe da misericórdia, do inimigo nos protegei, e na hora da morte nos recebei”. – Poucos momentos antes do desenlace, o agonizante, que parecia dormir, de repente, todo a sorrir, virou o rosto para esquerda, fixando olhar para um determinado ponto. Como que tomado de uma grande comoção diante de uma visão impressionante, deu um profundo suspiro de afeto e nesta atitude, sempre sorridente, com as mãos apertando as imagens do crucifixo e da Mater dolorosa, passou desta vida para a outra.

Assim morreu o santo jovem na idade de vinte e quatro anos, na manhã de 27 de fevereiro de 1862. Foi sepultado na igreja da Congregação, em Isola Del Gran Sasso. Trinta anos depois fêz-se o reconhecimento do seu corpo. Nesta ocasião com o simples contacto de suas relíquias verificou-se a cura prodigiosa de uma jovem que a tuberculose pulmonar tinha reduzido ao último estado. Reproduziram-se aos milhares os prodígios que foram constatados à invocação do Santo. Em 1908 o Papa Pio X inscreveu o nome de Gabriel da Virgem Dolorosa no catálogo dos Beatos e em 1920 Bento XV decretou-lhe as solenes honras da canonização.
Pio XI estendeu a sua festa a toda a Igreja, em 1932. 

Leitura da Epístola de


I São João 2, 14-17
14 Crianças, eu vos escrevo, porque conheceis o Pai. Pais, eu vos escrevi, porque conheceis aquele que existe desde o princípio. Jovens, eu vos escrevi, porque sois fortes e a palavra de Deus permanece em vós, e vencestes o Maligno. 15 Não ameis o mundo nem as coisas do mundo. Se alguém ama o mundo, não está nele o amor do Pai. 16 Porque tudo o que há no mundo - a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida - não procede do Pai, mas do mundo. 17 O mundo passa com as suas concupiscências, mas quem cumpre a vontade de Deus permanece eternamente. 

Sequência do Santo Evangelho segundo 


São Marcos 10,13-21
13 Apresentaram-lhe então crianças para que as tocasse; mas os discípulos repreendiam os que as apresentavam. 14 Vendo-o, Jesus indignou-se e disse-lhes: "Deixai vir a mim os pequeninhos e não os impeçais, porque o Reino de Deus é daqueles que se lhes assemelham. 15 Em verdade vos digo: todo o que não receber o Reino de Deus com a mentalidade de uma criança, nele não entrará." 16 Em seguida, ele as abraçou e as abençoou, impondo-lhes as mãos. 17 Tendo ele saído para se pôr a caminho, veio alguém correndo e, dobrando os joelhos diante dele, suplicou-lhe: "Bom Mestre, que farei para alcançara vida eterna?" 18 Jesus disse-lhe: "Por que me chamas bom? Só Deus é bom. 19 Conheces os mandamentos: não mates; não cometas adultério; não furtes; não digas falso testemunho; não cometas fraudes; honra pai e mãe." 20 Ele respondeu-lhe: "Mestre, tudo isto tenho observado desde a minha mocidade." 21 Jesus fixou nele o olhar, amou-o e disse-lhe: "Uma só coisa te falta; vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me.

 Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário.

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Nossa Senhora no Sábado

25/02  Sábado
Festa de Quarta Classe
Paramentos Brancos

Epístola extraída do

Eclesiástico 24, 14-16
14 Desde o início, antes de todos os séculos, ele me criou, e não deixarei de existir até o fim dos séculos; e exerci as minhas funções diante dele na casa santa. 15 Assim fui firmada em Sião; repousei na cidade santa, e em Jerusalém está a sede do meu poder. 16 Lancei raízes no meio de um povo glorioso, cuja herança está na partilha de meu Deus; e fixei minha morada na assembléia dos santos. 

Sequência do Santo Evangelho 


São Lucas 11, 27-28 
27 Enquanto ele assim falava, uma mulher levantou a voz do meio do povo e lhe disse: Bem-aventurado o ventre que te trouxe, e os peitos que te amamentaram! 28 Mas Jesus replicou: Antes bem-aventurados aqueles que ouvem a palavra de Deus e a observam! 

 Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Cruzada de reparação Nossa Senhora Aparecida com o Santo Rosário na mãos.

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 Católicos peguem hoje com mais fervor uma hora ou mais do seu Santo Rosário em reparação ao desfile em São Paulo.

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   Especialmente intensifiquem das 23:15 até  final do desfile e principalmente as da 01:25 Vila Maria cada um pegue 1 uma hora pelo menos já estará reparando e repassem este apelo em seus grupos para cada um rezar de hora em hora para que todas horas fiquem ocupadas em reparação.Faremos assim uma muralha de defesa de Nossa Santa Mãe Imaculada Conceição Aparecida e também para que esses Cardeais, Bispos, padre e leigos que estiveram envolvido em tal sacrilégio se convertam. 

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  Que o santo São Tarásio defensor das sagradas imagens, venha em nosso auxilio, para que juntos com toda corte celestes repararemos este dia tão horrível.Que seja reparado as sacrilégio e blasfêmia cometido hoje contra o Imaculado Coração de Maria. 

 Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

23 de fevereiro dia de São Pedro Damião, Cardeal e Bispo de doutor.

 23/02 Quinta-feira
Festa de Terceira Classe

Paramentos Brancos
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 Nasceu em Ravena e foi uma destas difuras severas que, como São João Batista, surgem nas épocas de relaxamento para afastar os homens do erro e trazer-lhes de volta ao estreito caminho da virtude. Devido à prematura morte de seus pais, o santo foi criado pelo seu irmão, convertendo-se em um excelente discípulo, e mais tarde em um profundo servidor de Cristo. Pedro decidiu abandonar o mundo exterior e abraçar a vida religiosa entrando no convento de Fonte Avellana, comunidade de heremitas que gozavam de grande reputação.
Aí se dedicou à oração, leitura espiritual e estudos sagrados, vivendo com grande austeridade.
Pedro assumiu a direção da abadia em 1043, apesar de não querê-lo, governando com grande prudência e piedade Fundou outras cinco comunidades de heremitas, onde fomentou entre os monges o espírito de retiro, caridade e humildade e ademais esteve ao serviço da Igreja, sendo nomeado Cardeal e Bispo de Ostia em 1057. São Pedro escreveu vários documentos que ajudaram a manter a observância da moral e da disciplina, particularmente no que se refere aos deveres dos clérigos e monges. Apesar da sua severidade, o santo sabia tratar os pecadores com bondade e indulgência, quando a caridade e a prudência o pediam. Morreu no dia 22 de fevereiro de 1072.


Leitura da Epístola

II Timóteo 4,1-8
1 Eu te conjuro em presença de Deus e de Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, por sua aparição e por seu Reino: 2 prega a palavra, insiste oportuna e importunamente, repreende, ameaça, exorta com toda paciência e empenho de instruir. 3 Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. 4 Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas. 5 Tu, porém, sê prudente em tudo, paciente nos sofrimentos, cumpre a missão de pregador do Evangelho, consagra-te ao teu ministério. 6 Quanto a mim, estou a ponto de ser imolado e o instante da minha libertação se aproxima. 7 Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé. 8 Resta-me agora receber a coroa da justiça, que o Senhor, justo Juiz, me dará naquele dia, e não somente a mim, mas a todos aqueles que aguardam com amor a sua aparição.

Sequência do Santo Evangelho
 
São Mateus 5,13-19
13 Vós sois o sal da terra. Se o sal perde o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para nada mais serve senão para ser lançado fora e calcado pelos homens. 14 Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre uma montanha 15 nem se acende uma luz para colocá-la debaixo do alqueire, mas sim para colocá-la sobre o candeeiro, a fim de que brilhe a todos os que estão em casa. 16 Assim, brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus. 17 Não julgueis que vim abolir a lei ou os profetas. Não vim para os abolir, mas sim para levá-los à perfeição. 18 Pois em verdade vos digo: passará o céu e a terra, antes que desapareça um jota, um traço da lei. 19 Aquele que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar assim aos homens, será declarado o menor no Reino dos céus. Mas aquele que os guardar e os ensinar será declarado grande no Reino dos céus.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Comentários Eleison - por Dom Williamson Número DI (501) - (18 de fevereiro de 2017):

 
*Traduzido por Cristoph Klug.
Que os Brancos e Muçulmanos lutem, em guerra mortal!
Então poderemos reinar, como nunca o fizemos antes.

Discutindo uma semana depois na televisão húngara sobre o mau comportamento dos imigrantes em Colônia no final do ano passado, o principal economista da Hungria, que já fora político, Dr. László Bogár, procurou descobrir as raízes do problema da invasão de imigrantes, que prossegue na Europa (assistam em: youtu.be/TKpe4swiVOc). Sua análise das raízes políticas vai até onde a opinião pública lhe permite dar nome ao Inominável Poder Global por trás da invasão, mas ele não se aproxima das raízes religiosas, que são decisivas. Mas, quem pensa ainda hoje que a religião influencia em qualquer coisa no mundo? É de esperar-se que os leitores destes “Comentários” possam tanto conceber que esse Poder maléfico existe, como que a verdadeira Igreja Católica é a única que pode neutralizar seu veneno. A seguir, em itálico, a análise do Dr. Bogár, resumida e adaptada:

Um Poder Global deseja destruir tudo o que é humano, tudo o que tem dignidade. E como o Homem Branco Europeu ainda possui muito disso, ele deseja destruir o Homem Branco Europeu. Consequentemente, ele está conduzindo para a Europa uma massa de imigrantes estrangeiros com o auxílio de recursos gigantescos. De fato, deve ser óbvio para qualquer um que tenha um mínimo de bom senso que, para um deslocamento relativamente rápido de milhões de pessoas por milhares de quilômetros, certas coisas são necessárias.

Em primeiro lugar, para financiar a operação, falemos num mínimo de dez bilhões de dólares. Em segundo lugar, para dirigir e controlar o deslocamento, precisa-se de um mínimo de alguns milhares de agentes estritamente secretos, e se alguma vez uma luz brilhou ocasionalmente nesta operação habilmente disfarçada, então, e em terceiro lugar, os meios de comunicação foram necessários para reparar o disfarce rapidamente. Em quarto lugar, para organizar a operação, foi indispensável a colaboração completa do sindicato global do crime com suas dezenas de milhares de traficantes de seres humanos para lidar com os migrantes. E, finalmente, a colaboração cínica dos principais políticos europeus era necessária, como a do Primeiro Ministro britânico que nos visitou aqui hoje, e a dos líderes da França e da Alemanha, todos os quais participaram igualmente na destruição da Líbia e da Síria. Além de criar o caos, esses líderes orgulhosamente anunciaram que estão fazendo isso em nome da Europa, da cultura ocidental, da democracia. Eis os verdadeiros culpados do horror que vimos recentemente em Colônia, e alguma coisa me diz que este é apenas um leve prelúdio para algo muito mais sinistro...

A verdade é que a Europa está sendo arrastada para um conflito tão brutal quanto a I e a II Guerra Mundial, pelo mesmo Poder Global. Com efeito, a Europa está deixando-se arrastar para uma III Guerra Mundial. A invasão de imigrantes é apenas o produto final de um enorme processo oculto. Agora, alguém pode neutralizar o horror ao fim do processo, mas se não entendemos o próprio processo e o cortamos desde suas raízes dentro da estrutura de poder global, então horrores como a invasão de imigrantes só continuarão. Infelizmente, a cooperação internacional é necessária aqui, mas a realidade é que o líder húngaro, Viktor Orban, tem estado virtualmente sozinho. Quando a Líbia foi infernalmente bombardeada, ele foi o ÚNICO político europeu que expressou suas preocupações e reservas sobre quais seriam as consequências estratégicas. Poucos, mas muito poucos políticos expressaram as mesmas preocupações. Por conseguinte, a Hungria teve de dar um passo adiante, e é por isso que estamos sob constante ataque. Na Hungria não precisamos travar uma guerra civil porque fechamos as nossas fronteiras, mas agora temos de esperar que as outras nações da Europa façam o mesmo.

Infelizmente, quando se trata de erradicar o processo pelo qual os horrores dos imigrantes nas cidades europeias são apenas os frutos podres, é lamentável dizê-lo, a Europa já está totalmente derrotada. O processo só pode levar a uma guerra civil. MAS ESSE É O OBJETIVO. É isso que o Poder Global quer. O Poder Global quer, acima de tudo, uma guerra brutal sem fim de 30 anos, tal como a devastadora Guerra dos Trinta Anos do século XVII (que foi obra do mesmo do Poder Global). Quer precisamente que se desenrole na Europa uma guerra civil que se estenda por décadas.

Kyrie Eleison.
 
Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Quem diz que o Carnaval é do demônio esta com preconceito?

Sim não é do demônio, são preconceitos é o que diz este padre modernista.Mudam o que a Santa Igreja ensina a seita Vaticano II.
As virgens prudentes são símbolos para a alma cristã( Que guarda Tradição), que é voltada para Deus praticando as cinco virtudes, enquanto as virgens loucas as néscias simbolizam os cinco tipos tradicionais de perversões.
Como vemos neste padre nesta entrevista abaixo:

 O fruto do Concilio Vaticano II desfilar não é pecado tudo são preconceitos.
E o incrível a Vila Maria, desde 2014 buscou autorização da Cúria Metropolitana, através dos cardeais Dom Odilo Pedro Scherer e Dom Raymundo Damasceno, toda cúpula, para aprovar carnaval de 2017. Tal desfile tudo as escondidas dos fiéis raça de víboras.Fazem 3 anos cadê o frutos da conversão nestes 3 anos.
Nosso Senhor diz a Maria Madalena e a outros pecadores vai não peque mais. E essa gente não vão pecar mais?Dizem que vão desfilar com a imagem de Nossa Senhora no maior festa de carnaval do Brasil e cadê a conversão? Veja acima profanação a perversão dos valores até este padre acima diz que carnaval não é do demônio só porque uma escola de samba vai contar os 300 anos da Aparição de Nossa Senhora isto não vai santificar o lugar nem eles.      E terá povo LGBTT que vão vestir fantasia que representam Nossa Senhora?Sim, vão é fazer maior sacrilégios e profanações do sagrado visto no Brasil na maior festa profana.
  Estes cardeais dizem que tem evangelizar como Nosso Senhor?
Será que aconteceu os Cardeais tiveram a coragem de dizer para estes abaixo: vai não peques mais contra a castidade e contra o pecado contra natureza.
Cadê evangelização? Cadê a conversão destes? 
 "A Vila Maria abriu portas pra mim e pro povo LGBTT porque nós, gays, fazemos parte do Carnaval.
https://www.vice.com/pt_br/article/a-vida-lgbtt-nos-bastidores-do-carnaval-de-sao-paulo
http://www.srzd.com/carnaval/sao-paulo/conheca-corte-gay-do-carnaval-2017/
A União das Escolas de Samba Paulistanas, a Uesp, promoveu concurso que elegeu a Corte Gay do Carnaval de São Paulo em 2017, na noite da última quinta-feira, dia 9 de fevereiro, na sede social da Unidos de Vila Maria.
Os Santos e Santo Afonso Maria de Ligório os preconceituosos na linguagem modernista diz:

Santo Tomás de Aquino art. 12 – Se o vício contra a natureza é o pecado máximo entre as espécies de luxúria. 

O vício contra a natureza entre as outras espécies de luxúria, quando se diz: “E não se converteram de sua impureza, de seu desregramento e de sua devassidão” (2Cor 12, 21). E a Glosa comenta: “Impureza, isto é, luxúria contra a natureza”mais graves que a corrupção do sacrilégio, quanto a ordem imposta à natureza é superior e mais estável que qualquer outra ordem sobreveniente.
http://3.bp.blogspot.com/-EPnuxd2lv-M/TZHzWKbbQSI/AAAAAAAADxw/F9kkuGUBzMM/s1600/2507791629_5849d1c120.jpg
  O carnaval
“Por este amigo, a quem o Espírito Santo nos exorta a sermos fiéis no tempo da sua pobreza, podemos entender que é Jesus Cristo, que especialmente nestes dias de carnaval é deixado sozinho pelos homens ingratos e como que reduzido à extrema penúria. Se um só pecado, como dizem as Escrituras, já desonra a Deus, o injuria e o despreza, imagina quanto o divino Redentor deve ficar aflito neste tempo em que são cometidos milhares de pecados de toda a espécie, por toda a condição de pessoas, e quiçá por pessoas que lhe estão consagradas. Jesus Cristo não é mais suscetível de dor; mas, se ainda pudesse sofrer, havia de morrer nestes dias desgraçados e havia de morrer tantas vezes quantas são as ofensas que lhe são feitas.
É por isso que os santos, a fim de desagravarem o Senhor de tantos ultrajes, aplicavam-se no tempo de carnaval, de modo especial, ao recolhimento, à penitência, à oração, e multiplicavam os atos de amor, de adoração e de louvor para com o seu Bem-Amado. No tempo do carnaval, Santa Maria Madalena de Pazzi passava as noites inteiras diante do Santíssimo Sacramento, oferecendo a Deus o sangue de Jesus Cristo pelos pobres pecadores. O Bem-aventurado Henrique Suso guardava um jejum rigoroso a fim de expiar as intemperanças cometidas. São Carlos Borromeu castigava o seu corpo com disciplinas e penitências extraordinárias. São Filipe Néri convocava o povo para visitar com ele os santuários e realizar exercícios de devoção. O mesmo praticava São Francisco de Sales, que, não contente com a vida mais recolhida que então levava, pregava ainda na igreja diante de um auditório numerosíssimo. Tendo conhecimento que algumas pessoas por ele dirigidas, que se relaxavam um pouco nos dias de carnaval, repreendia-as com brandura e exortava-as à comunhão frequente.
http://caminhoscarmelitas.com/wp-content/uploads/2014/04/jesus-coroa-de-espinhos-santas-chagas-1.jpg
Numa palavra, todos os santos, porque amaram a Jesus Cristo, esforçaram-se por santificar o mais possível o tempo de carnaval. Meu irmão, se amas também este Redentor amabilíssimo, imita os santos. Se não podes fazer mais, procura ao menos ficar, mais do que em outros tempos, na presença de Jesus Sacramentado ou bem recolhido em tua casa, aos pés de Jesus crucificado, para chorar as muitas ofensas que lhe são feitas.
O meio para adquirires um tesouro imenso de méritos e obteres do céu as graças mais assinaladas, é seres fiel a Jesus Cristo em sua pobreza e fazer-lhe companhia neste tempo em que é mais abandonado pelo mundo. Como Jesus agradece e retribui as orações e os obséquios que nestes dias de carnaval lhe são oferecidos pelas suas almas prediletas!” (Meditações)
Rezem o Santo Rosário diante do crucifixo,imagem de Nossa Senhora na intenção de reparar os ultrajes, sacrilégios e indiferença aos Sagrados Corações pelos pecados cometidos no período do carnaval e da Quaresma principalmente dia 25 de fevereiro.
Rezem também em reparação pelo feriado na terça 
e pelo não feriado na quarta-feira de cinza que é de guarda
Não se esqueçam do jejum e abstinência de carne.
Rezem o Santíssimo Rosário para os Cardeais, bispos e padres que apoiaram tal horror se Convertem e se Salvem.
Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário.
 

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

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Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Comentários Eleison - por Dom Williamson Número D (500) - (11 de fevereiro de 2017):

 
 QUINHENTOS


"Comentários" são leves, informais, não espadas com peso esmagador –"Eleison" significa: "tenha misericórdia" – por favor, ó Senhor!

Este número dos Comentários Eleison para a Festa de Nossa Senhora de Lourdes de 2017 é o 500º desde o primeiro que apareceu em 6 de julho de 2007. Por nove anos e meio, os "Comentários" vêm aparecendo na Internet uma vez por semana geralmente aos sábados, a menos que haja algum atraso ou outro, e todas as semanas durante esse tempo, com poucas exceções. Também aos sábados ele sai em uma lista de discussão eletrônica para milhares de assinantes. Em inglês, francês, alemão, italiano e espanhol está disponível em stmarcelinitiative.com, e deixe-se dito aqui que se alguém deixa de receber os "Comentários" por e-mail quando deseja continuar a recebê-los, nunca será por ter sido eliminado da lista de endereços pelos administradores. Normalmente terá sido por algum infortúnio eletrônico, como por exemplo, quando o computador de alguém desvia os "Comentários" para a caixa de spam. Em outros sites, os "Comentários" aparecem semanalmente em tcheco, japonês, coreano e português.

Os "Comentários" nunca são longos, embora ocasionalmente tenham um Suplemento. Em Inglês raramente excedem setecentas palavras, contendo um material que possa caber em uma página A4 com fonte de tamanho 12. Esta brevidade tem a vantagem de garantir aos leitores com pouco tempo livre que sua leitura nunca vai demorar mais do que uns poucos minutos por semana. Por outro lado, a brevidade tem a desvantagem de que os "Comentários" raramente tratarão um assunto com grande profundidade. Ocasionalmente aparecem uns poucos números seguidos sobre um mesmo assunto para examiná-lo com um pouco mais de detalhes, mas mesmo assim o conteúdo não é quase nada acadêmico, nem pretende sê-lo. Os acadêmicos estão sujeitos a usar mais de setecentas palavras para provar um ponto, e muitos leitores hoje têm pouco tempo para algo que tenha mais do que setecentas palavras.

O que os "Comentários" tentam fazer é argumentar a partir da realidade do mundo moderno ao nosso redor para estabelecer alguma conexão razoável e coerente entre, por um lado, a fé católica sem a qual não podemos ser salvos (Hb XI, 6) e, por outro lado, a crescente escuridão do mundo e da Igreja que todos conhecemos. Se os "Comentários" alcançam esse propósito, os leitores devem julgar por si mesmos. Eles certamente não são infalíveis, pois provêm de um bispo católico afastado de qualquer estrutura oficial e declarado duas vezes "excomungado" (1988 e 2015) pela Roma oficial (o que poderia, infelizmente, ser mais uma honra do que um desonra – Deus o sabe). Mas se ele próprio tivesse que reexaminar todos os números anteriores, poderia encontrar juízos que teriam mudado à luz dos eventos posteriores. Ele tem feito o impossível para ser gentil com os homens da Igreja responsáveis ​​pelo Vaticano II e por suas consequências, mas como Don Putti, o fundador de Sisi Nono, uma vez lhe disse: "Sono tutti delinquenti" - objetivamente, todos eles são delinquentes.

Assim, enquanto muitos leitores podem achar os "Comentários" bastante obscuros e muito pessimistas, seu autor pode suspeitar que se ele errou, foi onde ele esteve um pouco otimista demais. Paradoxalmente, o supostamente arquiconservador da FSSPX e arquicrítico da Neoigreja pode estar parecendo bastante complacente com os praticantes da religião Novus Ordo. Ele poderia dizer que tem seguido São Agostinho: "Odiar o erro, mas amar aqueles que erram". Outros podem ser menos gentis e dizer que por baixo ele tem sido um ardente liberal o tempo todo – tais são os prazeres da nossa época moderna. De qualquer forma, ele não espera que os "Comentários" alcancem seu milésimo número. Ele está convencido de que a eletrônica da qual eles dependem seja em um futuro próximo derrubada pela guerra, ou paralisada por agentes da Nova Ordem Mundial, a cujas mentiras a Internet tem causado tanto dano, apesar das múltiplas misérias da Internet.

Enquanto isso, todas as honras e agradecimentos vão para Deus Todo-Poderoso e para Nossa Senhora de Lourdes, por cada pequena maneira com que os primeiros 500 números podem ter ajudado as almas, e que as almas rezem para que mais luz e calor venham de tantos outros números dos "Comentários" quanto a Providência possa prover.

Kyrie eleison.
 
Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário