terça-feira, 30 de agosto de 2016

Comentários Eleison - por Dom Williamson CDLXXVI (476) - (27 de Agosto de 2016):



CONTRA O  N.O.M.


Se se pretende o sacrifício da Missa descartar,
Como poderão os pobres católicos não errar?

            O princípio, em tese, é claro: Para seguir Nosso Senhor, nas palavras imortais de Santo Agostinho, precisamos “matar os erros, mas amar os que erram”. Isso significa que nós jamais devemos matar os erros matando também os que erram (ou seja, aqueles que estão em erro, a menos que sejam perigosos e incorrigíveis), e não devemos jamais amar os que erram e então amar também os seus erros. Na prática pode ser muito fácil de escorregar da matança do erro para a matança do que erra, ou escorregar do amor ao que erra para o amor ao seu erro. Em outras palavras: “A Igreja é intolerante nos princípios porque crê, e é tolerante na prática porque ama. Os inimigos da Igreja são tolerantes nos princípios porque eles não creem, e intolerantes na prática porque não amam”. Isto está bem dito.

            No caso de alguém ainda pensar que o autor destes “Comentários” escorrega da compaixão pelas ovelhas desgarradas no Novus Ordo para o amor aos erros da Missa Nova de Paulo VI, vão aqui extratos da carta de um leitor mais velho cuja própria amarga experiência levou-o à conclusão de que aos católicos Novus Ordo não merece ser demasiadamente concedido o benefício da dúvida.. Obviamente ele deparou com algo do pior da Neoigreja. Por seus frutos...

            Eu era uma criança típica da escola primária em uma paróquia de duas mil e quinhentas famílias em um bairro que era quase 60% católico. Todos nós éramos formados na antiga religião, e quando a revolução conciliar começou a destruir a Igreja nos anos setenta, todos nós tínhamos a sensação de que alguma coisa ia mal. Pois bem, todo católico tem o dever de ser fiel à Tradição e de descobrir onde ela se encontra, por exemplo, nos materiais de leitura disponíveis para todos. Por cinquenta anos eu mesmo tenho argumentado, rogado e orado para que meus amigos católicos e suas famílias leiam as coisas que já li, mas eles simplesmente não querem fazê-lo. A grande maioria gosta da religião conciliar: divórcio e anulações fáceis, pregadores acomodatícios, feminismo, democracia, adultério, homossexualismo e amor meloso mantêm a todos no Novus Ordo, refletindo o oposto de um amor à verdade.

            Eu diria que conheço a mentalidade Novus Ordo porque por mais de dois anos eu tive contato próximo com juízes, sacerdotes e leigos do Novus Ordo. Posso assegurar ao senhor que não é o amor pela verdade que os motiva. Pode-se confiar nessas autoridades da Igreja para fazer exatamente o que quase todos, se não todos, os católicos Novus Ordo querem que façam, que é ignorar suas vidas pecaminosas. Parece que os únicos “pecadores” que elas pretendem admoestar, instruir ou aconselhar são os fumantes, poluidores, católicos tradicionalistas insensíveis e responsáveis por famílias numerosas. Lembro que mais de 90% dos católicos casados usam algum tipo de controle de natalidade e ensinam as suas crianças a fazerem o mesmo. O Novus Ordo tornou-se uma organização global de apaziguamento de consciências e fonte de novidades em larga escala. Os católicos Novus Ordo realmente acreditam que todo mundo vai para o Céu. “Trabalhar sua salvação com temor e tremor” (Fl 2, 12) não é um pensamento que os entretenha.

            O controle de natalidade foi nos tempos modernos um marco na virada da vontade Deus para a vontade do homem. Não usar controle de natalidade para aqueles que vivem em uma cidade grande pode parecer quase impossível, mas quem está errado: Deus ou a cidade moderna? Deus deu a Sua igreja em 1968 uma grande oportunidade para manter-se nos trilhos quando Ele inspirou um Paulo VI relutante a permanecer fiel à doutrina imutável da Igreja, mas uma grande quantidade de homens da Igreja foram prontamente infiéis ao Papa. E o resultado foi essa “organização de apaziguanemento da consciência” denunciada acima. E quem pode negar que a substituição do verdadeiro sacrifício da Missa tem contribuído imensamente desde 1969 para que um grande número de católicos abandonem suas vidas sacrificatórias que conduzem ao Céu, desfrutar da vida fácil e ir para o Inferno? Que responsabilidade a dos sacerdotes!

Kyrie eleison.  

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Padres que imitam o mundo?

Sim.
 Estão são modelos modernistas da moda indecente.
 http://mlb-d2-p.mlstatic.com/revista-veja-so-paulo-47-n51-dez14-padre-elvis-595001-MLB20261683197_032015-F.jpg?square=false
  Padres em vez ter modelos santos tem modelos os artistas do mundo que não tem nada ver com a santidade e a penitencia.
O romeno Antoniu Petrescu acredita que você pode venerar Deus e Elvis Presley ao mesmo tempo.
 Foto: Dario Pignatelli/Reuters 
 Disse: Petrescu, que veste suas roupas com glitter e requebra os quadris quando não está trabalhando como padre na cidade italiana de Avezzano. 

https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/236x/45/34/5d/45345d27597ba68731c8d3f221c99a3e.jpg
Jesus não pode ser comparado com Elvis pois este não é modelo de santidade e nem e Deus.
 Nosso Senhor Jesus Cristo e sim modelo de penitencia e renuncia e deve ser adorado pois não é ídolo pagão sim verdadeiro Deus.

 http://1.bp.blogspot.com/-8l8mMbD_TXY/VIUqKAld8MI/AAAAAAAAb9U/tA74VbDCqy4/s1600/1654278_502339606554438_761297376_n.jpg 
Os modernos renunciaram a penitencia pois isto criaram este padrão de padres sem penitencia.
Mais sem penitencia como se salvar a si e a almas.
8 Dai, pois, frutos de verdadeira penitência.
(Mateus 3,8)

 https://c1.staticflickr.com/9/8729/17020336257_f1ed31abc1_z.jpg
Façam reparação e penitencia pela conversão destes padre escandalosos.
Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário

domingo, 28 de agosto de 2016

Dom Tomás de Aquino faz cantar o Te Deum

Pela fundação da SSAJM 

 http://nonpossumus-vcr.blogspot.com.br/2016/08/mons-tomas-de-aquino-hace-cantar-el-te.html


 
 
 
Toda a comunidade Beneditina cantou o Te Deum, depois do ofício de Vésperas, pela fundação da SSAJM. Damos todo o nosso apoio a Monsenhor Faure com nossas orações e palavras."

Deus os abençoe. 
Dom Tomás de Aquino "
 
 
Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário

28 de agosto Santo Agostinho, Bispo, Confessor e Doutor



  Santo Agostinho nascido norte da África na cidade africana de Tagaste,na atual Argélia, filho de pai pagão, chamado Patrício e mãe católica, Mônica. Teve uma juventude viciosa e cheia de desvios doutrinários. 
  Aurélio Agostinho, o Santo Agostinho de Hipona foi um importante bispo cristão e teólogo. Nasceu na região norte da África em 354 e morreu em 430.  Logo, em sua formação, teve importante influência do maniqueísmo (sistema religioso que une elementos cristãos e pagãos).
  Converteu-se por influência de Santo Ambrósio, bispo de Milão, e sobretudo graças às orações e lágrimas de sua mãe Santa Mônica. Ordenado sacerdote, foi durante 34 anos bispo de Hipona, no norte da África. Além de pastor dedicado e zeloso, foi intelectual brilhantíssimo, dos maiores gênios, já produzidos em dois mil anos de História da Igreja. Escreveu numerosas obras de filosofia. Teologia e Espiritualidade, que exerceram e ainda exercem enorme influência. 
  Santo Agostinho ensinou retórica nas cidades italianas de Roma e Milão.      Nesta última cidade teve contato com o neoplatonismo cristão.
Viveu num monastério por um tempo. Em 395, passou a ser bispo, atuando em Hipona (cidade do norte do continente africano). Escreveu diversos sermões importantes. Em “A Cidade de Deus”, Santo Agostinho combate às heresias e a paganismo. Na obra “Confissões” fez uma descrição de sua vida antes da conversão ao cristianismo.
Santo Agostinho analisava a vida levando em consideração a psicologia e o conhecimento da natureza. Porém, o conhecimento e as idéias eram de origem divina.
Combateu vigorosamente as heresias de seu tempo como verdadeiro bispo, nada era mais importante do que a fé Catolica. 
   As obras de Santo Agostinho influenciaram muito o pensamento teológico da Igreja Católica na Idade Média.
Morreu em 28 de agosto (dia suposto) de 420, durante um ataque dos vândalos (povo bárbaro germânico) ao norte da África.
Santo Agostinho é considerado o santo protetor dos teólogos, impressores e cervejeiros. Seu dia é 28 de agosto, dia de sua suposta morte.

Algumas obras de Santo Agostinho:
- Da Doutrina Cristã (397-426)
- Confissões (397-398)
- A Cidade de Deus (413-426)
- Da Trindade (400-416)
- Retratações
- De Magistro
- Conhecendo a si mesmo

Frases e Pensamentos de Santo Agostinho:
- "Milagres não são contrários à natureza, mas apenas contrários ao que entendemos sobre a natureza."
- "Certamente estamos na mesma categoria das bestas; toda ação da vida animal diz respeito a buscar o prazer e evitar a dor."
- "Se você acredita no que lhe agrada nos evangelhos e rejeita o que não gosta, não é nos evangelhos que você crê, mas em você."
- "Ter fé é acreditar nas coisas que você não vê; a recompensa por essa fé é ver aquilo em que você acredita."
- "A pessoa que tem caridade no coração tem sempre qualquer coisa para dar."
- "A confissão das más ações é o passo inicial para a prática de boas ações."
- "A verdadeira medida do amor é não ter medida."
- "Orgulho não é grandeza, mas inchaço. E o que está inchado parece grande, mas não é sadio."

  De Santo Agostinho, disse o Papa Leão XIII: "É um gênio vigoroso que, dominando todas aas ciências humanas e divinas, combateu todos os erros de seu tempo". 
 Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Comentários Eleison - por Dom Williamson CDLXXV (475) - (20 de Agosto de 2016):



 BISPO  FELLAY  –  III


Três Bispos disseram a verdade, mas “Ninguém tão cego
Como aquele que não quer ver” – ele se encerra em seu ego.

Lendo as duas questões recentes destes “Comentários” sobre a mentalidade que induz o Superior Geral da Fraternidade Sacerdotal São Pio X a buscar implacavelmente a um acordo meramente prático com as autoridades da Igreja em Roma, um bom amigo recordou-me de que as ideias foram expressas há quatro anos em sua Carta de 14 de abril de 2012, na qual ele responde aos outros três bispos que o havido advertido seriamente contra a tentativa de qualquer acordo meramente prático com Roma. Muitos dos atuais leitores destes “Comentários” podem ter esquecido, quiçá nunca souberam, daquele aviso ou da resposta do Bispo Fellay. Certamente, a troca das cartas diz muita coisa que vale a pena recordar. Aqui estão elas, resumidas tão cruelmente como de costume, com breves comentários:

A principal objeção dos três bispos a qualquer acordo prático com Roma realizado sem um acordo doutrinal era o abismo doutrinal entre a Roma Conciliar e a Fraternidade Católica Tradicional. Meio ano antes da morte do Arcebispo Lefebvre, ele disse que quanto mais se analisa os documentos e a repercussão do Vaticano II, mais se percebe que o problema é menos os erros clássicos em particular, mesmo a liberdade religiosa, a colegialidade e o ecumenismo, do que “uma total perversão da mente” em geral, subjacente a todos os erros específicos e procedendo de “uma nova filosofia completa fundada no subjetivismo”. Contra o argumento-chave do Bispo Fellay de que os Romanos já não são tão hostis, mas benevolentes para com a Fraternidade, os três bispos responderam com outra citação do Arcebispo: tal benevolência é apenas uma “manobra”, e nada poderia ser mais perigoso para o “nosso povo” do que “colocar-nos nas mãos dos bispos conciliares e da Roma modernista”. Os três bispos concluíram que um acordo meramente prático destroçaria a Fraternidade e a destruiria.

Para esta profunda objeção, tão profunda quanto o abismo entre o subjetivismo e a verdade objetiva, o bispo Fellay respondeu (google Bispo Fellay, 14 de abril de 2012): — 1 que os bispos estavam sendo “muito humanos e fatalistas”. 2 A Igreja é guiada pelo Espírito Santo. 3 Por trás da benevolência real de Roma pela FSSPX está a Providência de Deus. 4 Equivaler os erros do Concílio a uma “super-heresia” é uma exageração inapropriada, 5 o que logicamente irá conduzir os tradicionalistas ao cisma. 6 Nem todos os Romanos são modernistas, pois cada vez menos deles acreditam no Vaticano II, 7 a tal ponto que se o Arcebispo estivesse vivo hoje, não teria hesitado em aceitar o que está sendo oferecido para a FSSPX. 8 Na Igreja sempre haverá o joio e o trigo, então o joio Conciliar não é motivo para um recuo. 9 Como eu desejo aconselhá-los aos três, mas cada um dos senhores em diferentes posições “forte e apaixonadamente não conseguiram me compreender”, e até me expuseram em público. 10 Opor a Fé à Autoridade é “contrário ao espírito sacerdotal”.

E finalmente, os brevíssimos comentários sobre cada um dos argumentos do Bispo Fellay:

1 “Muito humano”? Como disse o Arcebispo, o grande abismo em questão é mais filosófico (natural) do que teológico (sobrenatural). “Muito fatalista”? Os três bispos foram muito mais realistas que fatalistas. 2 Os homens da Igreja conciliar estão guiados pelo Espírito Santo enquanto eles destroem a Igreja? 3 Por trás da malevolência real de Roma está a firme resolução de dissolver a resistência da FSSPX contra a nova religião Conciliar – assim como aconteceu com as Congregações Tradicionais no passado! 4 Apenas os mesmos subjetivistas não conseguem enxergar o abismo entre subjetividade e Verdade. 5 Os católicos objetivistas firmes na Verdade estão longe do cisma. 6 Os maçons mantêm um cinturão em Roma. Ninguém que não seja modernista possui poder para falar ali. 7 Acreditar que o Arcebispo teria aceitado as ofertas atuais de Roma é equivocar-se completamente sobre ele. O problema básico só tem piorado desde a sua época. 8 A colher do Bispo Fellay está muito curta para ele cear com os (objetivos) demônios Romanos. 9 Os três bispos compreenderam muito bem o Bispo Fellay, mas ele não quis dar ouvidos ao que os três diziam a ele. Terá sido por ele considerar-se infalível? 10 São Paulo certamente imaginou que a Autoridade poderia se opor à Fé – (Gl I, 8-9 e II, 11). São Paulo carecia de “espírito sacerdotal”?

Kyrie Eleison.

Traduzido por Christoph Klug
 
Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário.

domingo, 21 de agosto de 2016

21 de agosto dia de Santa Joana Francisca Frémiot de Chantal, Viuva e fundadora.


  Filha de Benigno Frémiot, presidente do Parlamento de Borgonha e de Margarida de Berbizym, nasceu em Dijon a 28 de janeiro de 1572. No batismo recebeu o nome de Joana, ao qual acrescentou o de Francisca, por ocasião de sua confirmação. Teve esmerada educação. Recusou desposar um fidalgo rico, por ser ele protestante calvinista mas aceitou casar-se com o barão de Chantal, católico fervoroso, com quem levou uma vida profundamente religiosa e feliz.   
 Santa Joana nasceu em Dijon, França, em 28 de janeiro de 1572, filha de Benigno Frèmiot, presidente do parlamento de Borgonha. Após seu casamento, foi morar no castelo de Bourbillye, e sua primeira ordem na nova casa sinalizou qual seria o estilo de vida que se viveria ali. Mandou que, diariamente, fosse rezada uma missa e que todos os servidores domésticos participassem. Ocupou-se, pessoalmente, da educação religiosa dos serviçais, ajudando-os em todas as suas necessidades materiais.           
  Quando o barão feriu-se gravemente durante uma caçada, no castelo só se rezava por sua saúde. Mas logo veio a falecer. Joana ficou viúva aos vinte e oito anos de idade, com os filhos para criar. Dedicou-se, inteiramente, à educação das suas crianças, abrindo espaço em seus horários apenas para a oração e o trabalho. Nessa época, conheceu o futuro são Francisco de Sales, então bispo de Genebra. Escolheu-o para ser seu diretor espiritual e fez-se preparar para a vida de religiosa.                     
  Passados nove anos de viuvez e depois de ter muito bem casado as filhas, deixou o futuro barão de Chantal, então um adolescente de quinze anos, com o avô Benigno no castelo de Dijon e retirou-se em um convento. No ano seguinte, em 1610, junto com Francisco de Sales, fundou a Congregação da Visitação de Santa Maria, destinada à assistência aos doentes. Nessa empreitada juntaram-se, à baronesa de Chantal, a senhora Jacqueline Fabre e a senhorita Brechard. Joana, então, professou os votos e foi a primeira a vestir o hábito da nova Ordem. Eleita a madre superiora, acrescentou Francisca ao nome de batismo e dedicou-se, exclusivamente, à Obra, vivendo na sua primeira sede, em Anecy. Fundou mais setenta e cinco Casas para suas religiosas com toda a sua fortuna. Mas não sem dificuldades e sofrimentos, e sofrendo muitas perseguições em Paris, sem nunca esmorecer.   
  Depois de uma dura agonia motivada por uma febre que pôs fim à sua existência, morreu em Moulins no dia 13 de dezembro de 1641.

 Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Comentários Eleison - por Dom Williamson CDLXXIV (474) - (13 de Agosto de 2016):

 
BISPO FELLAY – II

Sejamos cabeças-duras, mas de maneiras gentis.   
A suavidade da mente faz o tolo, o sentimental.  

Um erro nunca é propriamente refutado até que seja desraigado. Em outras palavras, para verdadeiramente se superar um erro, alguém precisa mostrar não somente que ele é um erro, mas por que é um erro. Suponhamos, com o “Comentário” da última semana, que a declaração do dia 28 de junho do Superior Geral da Fraternidade São Pio X, esperando que o pio sacerdócio da Fraternidade resolverá a crise da fé na Igreja, comete o erro de colocar a carroça do sacerdócio antes do cavalo da fé. Mostremos que este erro tem suas raízes na quase universal subvalorização da mente e supervalorização da vontade de nossa época, que resultam, mesmo que inconscientemente, num desprezo pela doutrina (exceto pela doutrina dos Beatles de “tudo do que você precisa é amor”).

E já no início da Declaração há um indício desse erro quando ela diz que o princípio central condenado na Pascendi, a grande condenação do modernismo por Pio X, é o da “independência”. Não. O princípio que ele constantemente condena como sendo a raiz do modernismo é antes o agnosticismo, a doutrina pela qual a mente não pode conhecer nada além do que aparece aos sentidos. Sobre esse desconhecimento segue a independência da mente em relação a seu objeto, seguido, por sua vez, pela declaração de independência da vontade em relação a todas as outras coisas das quais não quer depender. Está na natureza das coisas que a mente deve primeiro suicidar-se antes que a vontade possa declarar sua independência. Então, quando a Declaração põe no coração da Pascendi a independência antes do agnosticismo, este é um indício de que a Declaração é antes uma parte do problema da Igreja do que de sua solução.

E de onde vem, por sua vez, essa degradação da mente e da doutrina? Principalmente de Lutero, que chamou a razão humana de “prostituta” e que, mais que qualquer outro, lançou a Cristandade no caminho sentimental para sua autodestruição hodierna. Mas isto levou todos os 500 anos? Sim, porque houve uma resistência natural e católica ao longo do caminho. Mas Lutero estava certo quando disse ao Papa que, no final, iria destruí-lo - “Pestis eram vivus, functus tua mors ero, Papa” – Na vida, fui tua peste; morto, serei tua morte, Papa”.

A este radical e gigante erro da degradação da mente e da doutrina podem ser atribuídos dois sub-erros no caso do autor da Declaração de 28 de junho: em primeiro lugar, sua má compreensão de Monsenhor Lefebvre, e, em segundo lugar, sua muito grande compreensão da Senhora Cornaz (pseudônimo Rossinière).

Como muitos de nossos seminaristas em Écône, quando o mesmo Monsenhor Lefebvre presidia lá, Bernard Fellay estava, com razão, fascinado e encantado pelo notável exemplo, ante nossos próprios olhos, de o que um sacerdote católico pode e deve ser. Mas a coluna vertebral do sacerdócio de Monsenhor e de sua heroica luta pela Fé não foi sua piedade – muitos modernistas são “piedosos” – mas sua doutrina, doutrina do eterno sacerdócio, profundamente alérgica ao liberalismo e ao modernismo. Tampouco Monsenhor disse alguma vez que sua Fraternidade salvaria a Igreja. Antes, que seus sacerdotes deveriam salvaguardar os incalculáveis tesouros da Igreja para tempos melhores.
A pessoa que realmente disse que os sacerdotes da Fraternidade salvariam a Igreja, como o Pe. Ortiz nos lembrou, foi a Senhora Cornaz, uma mãe de família de Lausanne, Suíça, cuja vida abarcou a maior parte do século XX e quem, entre 1928 e 1969, recebeu comunicações supostamente do céu sobre como os casais deveriam santificar o sacerdócio (!). As comunicações começaram novamente em 1995 (!), quando ela encontrou um sacerdote da Fraternidade a quem ela persuadiu, e, através dele, Monsenhor Fellay, de que eram os sacerdotes da FSSPX que estavam destinados pela Providência a salvar a Igreja propagando as “Moradas de Cristo Sacerdote” dela. Com toda sua autoridade, o Superior Geral apoiou seu projeto, mas a reação negativa dos sacerdotes da Fraternidade fê-lo rapidamente renunciá-lo em público. Interiormente, entretanto, terá a visão mística dela sobre o exaltado futuro da Fraternidade permanecido nele? Parece bem possível. Como Martin Luther King, o Superior Geral “tem um sonho”.

Kyrie eleison.

Traduzido por Leticia Fantin
 
 Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Não é justo associar Islã e violência.

 O que não é justo uma menina de 4 anos ser obrigada a casar e depois fazer sexo.

Esta foto abaixo é dum casamento coletivo tinha meninas de 4 anos

http://www.fatonews.com.br/wp-content/uploads/2014/11/001.jpg

 E pergunto:Isto não é também terrorismo sexual?O casamento pedófilo dos muçulmanos.

Garotinhas palestinasSe isto também não e motor de atos de violência?Então e o que? 

É ato de paz?E um ato simplesmente de uma homenagem dos islâmicos ao Profeta Maomé que amava CASAR COM CRIANCINHAS e assim seus seguidores fazem o mesmo.

“O Profeta Maomé é o modelo que seguimos”, 
Informa neste vídeo acima o saudita Ahmad Al Mu’bi. “Ele tomou Aisha como sua esposa quando tinha 6 anos, mas só fez sexo quando ela tinha 9 anos″. 
Profeta Maomé já tinha mais de 50 anos.
Ele fala que ate com 1 ano pode casar

E o  nosso Papa Francisco diz esta aberração  ‘Não é justo associar Islã e violência’

 http://www.agoraja.net/noticia/22252/-nao-e-justo-associar-o-isla-ao-terrorismo-diz-papa

Depois quer justificar sua aberração e vem dizer que católicos também fazem atos de violência.

Pergunto quando nosso fundador Nosso Senhor Jesus Cristo ensinou  pedofilia?

Se um católico que faz tal ato impudico esta seguindo Nosso Senhor Jesus Cristo?Não.Deve estar sendo sim, seguidor de Maomé.

E mais na onde que esta escrito na Bíblia, no direito canônico ou na regra de moral de nossa Santa Religião  tal ato impudico é digno de ser seguido?

Quando um católico faz tal ato impudico

peca mortalmente e vai para prisão da terra se não se arrepende vai para prisão eterna que é castigo do inferno.

 http://catolicosribeiraopreto.com/wp-content/uploads/2016/05/inferno.jpg

No islã ao contrario não tem punição e seu fundador o Mamoé que fez tal ato

impudico e digno de ser seguido.

 https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/236x/cc/e7/e2/cce7e2d591133bc2aa5b6dcf4b4e4ad2.jpg

Papa Francisco com seu ecumenismo de demagogia do Vaticano II diz palavras que escandaliza em vez de pregar a moral cristã.

Rezemos pela conversão do papa.

 A resposta de Nosso Senhor Jesus Cristo ao papa: "Retira de mim, Satanás! Tu serve-me de escândalo, porque não tens a sabedoria das coisas de Deus, mais das coisas dos homens" (Mateus 16:23).

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.

Rezem todos os dia Santo Rosário

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Missa da Transfirguração de Nosso Senhor e Aniversário de Mons. Faure

Feliz Aniversário Mons. Faure!!!
Obrigada.
Rezemos o Santo Rosário pelo nosso Bispo.

Deus e Maria o abençoe e o  persevere nesta condução das almas, do seminario da França e na continuação da obra de Marcel Lefebvre.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário

Comentários Eleison - por Dom Williamson CDLXXIII (473) - (3 de Agosto de 2016):

BISPO FELLAY – I


A Fraternidade acha que a todos irá salvar?
Foi a partir do orgulho que veio a queda a se dar.

Depois da reunião de 26 a 28 de junho dos Superiores da FSSPX na Suíça, o Superior Geral fez não somente para o público geral o Comunicado de 29 de junho, já examinado nestes “Comentários” há três semanas, mas também uma Declaração em 28 de junho para o benefício dos membros da FSSPX, ou seja, primariamente para os sacerdotes da FSSPX. A Declaração é em si mesma críptica, mas uma vez decifrada (com a ajuda do Pe. Girouard), ela se mostra carregada de significados para o futuro da Tradição Católica. Segue um mero esquema dos primeiros seis parágrafos da Declaração e o texto completo do sétimo:

(1-4) A Igreja e o mundo estão em crise, porque em vez de girar em torno da Cruz de Cristo, eles giram em torno do homem. A FSSPX se opõe a essa “desconstrução” da Igreja e da sociedade humana.

(5) O remédio próprio de Deus para essa desordem foi inspirar um Arcebispo a fundar uma congregação hierárquica católica em torno do sacramento da Ordem Sagrada – Jesus Cristo, Sua Cruz, Seu Reinado, o sacrifício e o sacerdócio, fonte de toda ordem e de toda graça, é do que se trata a Fraternidade fundada por Dom Lefebvre.

(6) Por isso, a FSSPX não é nem conciliar (pois gira em torno de Cristo) nem rebelde (pois é hierárquica).

(7) “Terá chegado o momento da restauração geral da Igreja? A Divina Providência não abandona a Sua Igreja cuja cabeça é o Papa, o vigário de Cristo. Por isso um sinal incontestável dessa restauração geral será o Papa manifestando sua vontade de proporcionar os meios para reestabelecer a ordem no sacerdócio, na Fé e na Tradição. Esse sinal será a garantia da unidade católica necessária da família e da Tradição”.       

Os primeiros seis parágrafos claramente levam ao sétimo. E não é desarrazoado interpretar o sétimo como significando que quando o Papa Francisco der a aprovação oficial à Fraternidade, então isso será a prova de que finalmente é chegado o momento em que toda a Igreja Católica voltará a se reerguer, para que o sacerdócio católico, a Fé católica e a Tradição católica sejam restaurados, e para que todos os tradicionalistas se juntem à Fraternidade Sacerdotal São Pio X sob seu Superior Geral. Dom Fellay parece estar repetindo aqui para o benefício de todos os sacerdotes da Fraternidade sua constante visão do glorioso papel dela, porque na reunião suíça, segundo ouvimos, ao menos alguns de seus Superiores questionaram essa glória vindo na forma de reunião com a Roma oficial. Mas esses Superiores em oposição estavam certos, porque Dom Fellay está aqui sonhando! É um sonho nobre, mas mortal.

O sonho é nobre porque se trata da honra de Nosso Senhor Jesus Cristo, de Sua Igreja, de Seu Sacrifício, do Arcebispo Lefebvre, do sacerdócio católico, e assim por diante. O sonho é mortal porque gira mais sobre o sacerdócio do que sobre a Fé, e enquanto ele acredita muito corretamente que o Papa Francisco e os romanos sejam os portadores da Autoridade católica, não leva em conta quão distantes estão de sustentar a Fé católica. Se se pode dizer que o Arcebispo Lefebvre salvou o sacerdócio católico e a Missa, isso foi para ele apenas um meio de salvar a Fé. A Fé é para o sacerdócio como o fim para o meio, e não como o meio para o fim. Que seria do sacerdócio sem a Fé? Quem acreditaria nos Sacramentos? Quem precisaria de sacerdotes?

E quanto a essa Fé, o Papa atual e os oficiais romanos que mantêm o controle em torno dele perderam seu apego à Verdade como sendo única, objetiva, não contraditória e exclusiva, e com isso eles perderam seu apego à verdadeira Fé, ou melhor, perderam a Fé. Isso significa que se o Papa Francisco de fato aprovar oficialmente a Fraternidade, não se tratará de modo algum de um sinal de que a Fraternidade terá restaurado a sanidade da Igreja, mas, em vez disso, que a Igreja oficial terá absorvido em sua insanidade a Fraternidade.

Kyrie eleison.
Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário.

domingo, 7 de agosto de 2016

07 de agosto dia de São Caetano, Confessor


A cena foi inspirada em um evento da vida real. Gaetano escreveu uma carta ao seu confidente espiritual, Irmã Laura Mignani, dizendo-lhe que enquanto ele estava rezando na capela da Natividade, na Igreja de Santa Maria Maggiore, em Roma, a Virgem apareceu a ele e coloca Jesus em seus braços estendidos. Esta visão, que ocorreu na véspera do Natal de 1517, estimulado Gaetano para carrie em sua missão mais forte do que nunca, que ele é sabia como São Providência Santo. Nascido em Vicenza à nobre família de Thiene em 1480, e batizado com o nome de Gaetano, em memória de seu tio famoso, que foi chamado assim porque ele nasceu em Gaeta. Fundou, juntamente com Mons. Pedro Caraffa, bispo de Chieti e futuro Papa Paulo IV, a Ordem dos Clérigos Regulares, conhecidos como teatinos, os quais praticavam heroicamente a virtude da confiança em Deus, vivendo só de esmolas e, por paradoxo, nunca podendo pedi-las. Em outras palavras, deviam esperar que Deus inspirasse aos benfeitores o desejo de ajudá-los. Foi muito grande o papel dos teatinos na obra de reforma do Clero italiano ameaçado pelos avanços do protestantismo. O nome deriva do antigo nome de Chieti teatinos (Teate), um dos fundadores da Carafa, ele era bispo. A inspiração que sentiu uma urgente, era formar e dar aos sacerdotes da Igreja que viveram sob a formas primitivas de vida apostólica, assim ele não se apressou a proposta de uma regra, porque este seria o santo Evangelho, ler e meditar a cada mês, a fim de espelhar nele.
As constituições da Ordem foram de fato promulgada apenas em 1604. Seus clérigos não devem nada próprio e não pode nem pedir, tem que se contentar com o que as pessoas espontaneamente e oferecer o que a Providência envia para seus filhos, nas palavras de Jesus estão sempre presentes: "Buscai primeiro o reino de Deus ea sua justiça e todas estas coisas vos serão acrescentadas ".Ele foi beatificado em 23 de novembro de 1624 pelo Papa Urbano VIII e canonizado 12 de abril de 1671 pelo Papa Clemente X.


Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Comentários Eleison - por Dom Williamson CDLXXII (472) - (30 de julho de 2016):


  TOMISMO AUTÊNTICO
 Verdade que é verdade exclui toda contradição. “Verdade” que admite o erro é verdadeira ficção. O modo como o modernismo pode combinar sinceridade aparente e boa fé com dissolução da verdade é tão perigoso para a fé real dos católicos que dificilmente consegue ser descrito ou analisado com muita frequência. A pergunta recente de um leigo tradicionalista provê outra oportunidade para fazê-lo. Ele pergunta se um sacerdote da Fraternidade Sacerdotal São Pio X estaria sendo sensato ao ler regularmente uma revista tomista conciliar, baseando-se no fato de que a FSSPX não forneceu até o momento esse material de leitura regular sobre o pensamento e a doutrina do grande filósofo e teólogo da Igreja, Santo Tomás de Aquino. A resposta é que é melhor que esse sacerdote, no mínimo, seja muito cuidadoso, porque o tomismo conciliar é uma contradição em termos reais que pode, em termos modernistas, facilmente fingir-se – e aqui está o problema – de não contraditório. O tomismo conciliar é uma contradição em termos reais porque o ensinamento de Santo Tomás se esforça, e normalmente é bem sucedido, em se conformar à ordem una e única plantada nas coisas reais, fora de nossas mentes, pelo uno e único Deus real. De modo contrário, o Vaticano II procedeu de uma suposição de que o homem moderno desestabilizou essa ordem nas coisas, centrada em Deus e estática (ver a seção de abertura da “Gaudium et Spes”), e, portanto, para a religião de Deus fazer algum sentido para o homem moderno, deve ser remodelada em termos dinâmicos e centrados no homem, o que faz com que o tomismo não seja mais unicamente fiel à realidade, mas seja de algum modo antiquado. Em termos modernistas o tomismo pode permanecer um monumento histórico do pensamento humano, um sistema intelectual magnífico, cuja lógica e consistência são totalmente admiráveis. Assim, os seminaristas da FSSPX, por exemplo, podem aprendê-lo como um catálogo telefônico, mas se eles se deixam levar pelo feitiço do Vaticano II, não verão mais o tomismo como o único modo de combater os erros modernos, e serão facilmente encantados e seduzidos por muitas outras maneiras mais “atualizadas” de pensar sobre o mundo. Resumindo, os modernistas não desafiarão o tomismo em seu próprio território, de fato eles poderão alegar que concordam totalmente com ele no território deles. Eles simplesmente alegarão que em tempos modernos o terreno foi modificado, e então o tomismo não é mais unicamente válido, ou já não é mais o único modo de chegar à verdade. Assim, os seguidores do Vaticano II podem realmente pensar que concordam com o tomismo, mas não concordam com ele absolutamente. Deixemos a aritmética elementar ilustrar mais uma vez a questão. Dois e dois são quatro, e na vida real, na realidade, não podem ser nada mais, nem três nem cinco. Mas um aritmético moderno poderia dizer: “dizer que dois e dois são unicamente ou exclusivamente quatro, é ter a mente muito fechada. É muito mais criativo e progressista dizer que podem também ser cinco ou seis – vamos abrir a mente – seis milhões!”. E porque esse aritmético moderno não exclui dois e dois como sendo quatro, mas alegremente inclui isto em sua ampla mentalidade, ele pode acreditar sinceramente que sua aritmética não contradiz a velha aritmética. Mas quem não pode ver que na realidade ele está minando completamente a “antiga” e verdadeira aritmética? Aquela aritmética que corresponde à única realidade fora de nossas mentes não somente inclui que dois e dois são quatro, mas também exclui absolutamente que seja outra coisa. E é somente essa aritmética que corresponde àquela realidade única, ou seja, que é verdadeira. Assim a crença e o pensamento que correspondem à única ordem de realidade natural e sobrenatural de Deus existiram evidentemente por muitos séculos antes de Santo Tomás de Aquino (1225-1274). Ele simplesmente reuniu tudo em um sistema incomparável. Mas não é o sistema que faz com que sejam verdadeiros. O que os torna unicamente verdadeiros como um sistema é a sua correspondência única como um sistema com a realidade. Portanto, se os escritores dessa revista tomista são também professos seguidores do Vaticano II, eles certamente não acreditarão que o tomismo seja, no sentido apresentado aqui, único. Nesse caso, eles podem ser chamados de “tomistas de catálogo telefônico”, mas seguramente não são verdadeiros tomistas. Será que o sacerdote supramencionado saberá fazer sempre a distinção? Não se ele está agora se permitindo ser conduzido pelo Vaticano II. 

Kyrie eleison

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário.