segunda-feira, 19 de outubro de 2026

19 de outubro dia de São Pedro de Alcântara, Confessor

19/10 Segunda-feira
Festa de Primeira classe no Brasil
Paramentos Brancos
 

São Pedro nasceu em 1499, na cidade espanhola de Alcântara, Extremadura, que fica perto dafronteira com Portugal, recebendo o nome de Juan de Sanabria Garcia Garavito. Seu pai, Pedro Garavito, jurisconsulto ilustre, exercia o cargo de governador de Alcântara. Suamãe, Maria Vilela de Sanabria, filha de Juan de Sanabria e de Urraca González Maldonado, é, pois, descendente de uma grande família espanhola, e não ficava aquém das virtudes e raras qualidades do marido. Pedro Garavito falece em 1506 e dona Maria contrai segundas núpcias, casando-se com o também viúvo Alonso Barrantes, em 1508.
Pedro teve quatro irmãos: dois do primeiro e dois do segundo casamento de sua mãe (García e María; Pedro e Francisco).Juan (Pedro) desde cedo gostava de rezar secretamente no oratório da casa. Após um curso de gramática e filosofia em sua cidade natal, entra, aos quatorze anos, para a célebre Universidade de Salamanca, onde se aplicou aos estudos, à oração, penitências e progrediu rapidamente nos estudos universitários e na ciência dos Santos. Nas horas vagas, dedicava-se aos pobres doentes que o estimavam muito por sua caridade tão fraterna. Entusiasmou-se pela vida dos franciscanos porque lhe pareciam gente muito desprendida do material e muito dedicada ao espiritual. Pediu para ser admitido como franciscano e elegeu o convento onde estavam os religiosos mais rigorosos dessa comunidade.
No noviciado, colocaram-no na posição de porteiro, hortelão, varredor e cozinheiro. Nesta última posição sofria freqüentes acidentes, por ser muito distraído. Toma o hábito em 1515 e muda o nome para Pedro.
Em 1524, com 25 anos de idade, foi ordenado sacerdote e, pouco depois, designado pregador. Tornouse modelo de perfeição monástica e ocupou altos cargos, os quais administrou até chegar a superior do convento e mais tarde, provincial da Ordem. Como provincial, visitou todos os conventos da sua jurisdição, promovendo uma reforma de acordo com a regra primeira de São Francisco, da qual era testemunho vivo. Conhecido, sem desejar, em toda a Europa, foi conselheiro do imperador Carlos V e do rei João III, além de diretor espiritual de Santa Teresa D'Avila.
Amável e compreensível para com o próximo, era intransigente e extremamente severo para consigo mesmo. Franciscano de espírito e por convicção, outras coisas não possuía a não ser um hábito surrado, um breviário, um crucifixo tosco e um bastão. Não usava calçado, nem chapéu. Jejuava a cada três dias, alimentando-se unicamente de um pouco de pão, água e legumes temperados com cinza, para não sentir nenhum prazer no alimento. Mortificou-se tanto com a comida e a bebida, que perdeu o paladar e, assim, todos os alimentos lhe pareciam iguais. Quando lhe chegavam os êxtases e dias de oração mais profunda, seus sentidos não se davam conta do que sucedia ao seu redor e, então, ele passava até uma semana sem comer nada.
Passava horas e horas de joelhos e, quando o cansaço lhe chegava, apoiava a cabeça em um prego na parede e, assim, dormia alguns minutos. Normalmente dormia apenas duas horas por noite e, ainda assim, sentado numa cadeira, em pé ou encostado na parede. Costumava passar noites inteiras sem dormir um minuto, rezando e meditando. Para suportar o inverno, tirava o manto e abria a janela e a porta de seu quarto para que, ao colocar novamente o manto e fechá-las, seu corpo se contentasse com um pouquinho de calor. Com o tempo, foi diminuindo essas terríveis mortificações, pois percebeu que lhe arruinavam a saúde. O amor de Deus lhe preenchia tanto a alma que, quando lhe trespassava o peito, tinha que abandonar a sua cela para sair e refrescar-se ao ar livre. Era-lhe muito difícil orar ou celebrar a Santa Missa sem sair de si mesmo e até levantar-se ao ar, muitas vezes. Freqüentemente o Espírito o invadia e, então, dava grandes gritos e corria a fechar-se em sua cela, como aquele dia em que, instruindo seus irmãos sobre o Evangelho, caiu gritando ‘Deus se fez carne’ e correu à gruta que lhe servia de cela, onde passou três horas em êxtase. Ele podia falar sobre o amor com toda propriedade, como o faz em seu ‘Tratado da Oração e da Contemplação’, joia de grande valor, ainda que pequena em tamanho, que alimentou a grandes espíritos e mereceu os elogios de São Francisco de Sales. Este foi o testamento espiritual daquele severíssimo reformador de frades, um dos maiores promotores do fervor religioso na Espanha de seu tempo.
O superior de certo número de casas religiosas, numa província da ordem.
O trabalho no qual mais êxitos obtinha era o da pregação. Seus sermões, tirados dos profetas e dos livros sapienciais, manifestavam a mais terna simpatia humana. Tinha a graça de comover a seus ouvintes e muitas vezes bastava sua presença para que muitos deixassem suas vidas cheias de vícios e começassem uma vida mais virtuosa. Preferia sempre os auditórios de gente pobre, pois lhe parecia que eram os que mais vontade tinham de se converter. As pessoas diziam que, enquanto pregava, parecia que estava vendo o invisível e escutando mensagens do céu. Pregou na Espanha e em Portugal.
Pela reforma da ordem franciscana, Pedro não só restabeleceu na família monástica o espírito primitivo da pobreza, humildade e penitência, mas concorreu grandemente para a renovação da fé entre o povo, na época em que os protestantes começavam seu  trabalho. A virtude e extraordinários talentos de que era dotado, tornaram seu nome célebre e acatado em toda a Espanha. Ainda em vida era chamado Frei Pedro, o Santo. De longe vinham pessoas, com o fim de conhecer o humilde e amável franciscano, e dele recebiam instrução, conselho e consolo. Nas viagens do missionário o povo se acercava dele, para beijar-lhe a orla do hábito e pedir-lhe a bênção.
Cidades e municípios recorriam ao seu julgamento, para fazer cessar litígios. Ao terminar cada missão, fazia erguer nas praças públicas ou encruzilhadas, uma grande cruz para lembrar ao povo as verdades que tinha ensinado.
Desejando que os religiosos mais se mortificassem e dedicassem mais tempo à oração e à meditação, fundou um novo ramo de franciscanos, chamados de ‘estrita observância’, ou ‘alcantarinos’. Em pouco tempo havia muitos conventos dedicados a levar à santidade seus religiosos, por meio de uma vida de grande penitência. Dizia a seus frades: ‘Se virdes pecar um vosso irmão, não o ofendais e não o perturbeis, mas, cheios de docilidade, falai-lhe ao coração e avisai-o, com amor, convindo que vós sejais feitos do mesmo barro’.
Em 1560 Pedro de Alcântara encontra-se com Tereza D’Ávila, que confideciou-lhe, muito angustiada, que algumas pessoas diziam-lhe que as visões que tinha eram ilusões do demônio. Guiado por sua própria experiência em matéria de visões, Pedro entendeu plenamente o caso dessa jovem e lhe disse que suas visões vinham de Deus e falou em seu favor com os sacerdotes que a dirigiam. Pedro muito ajudou Tereza D’Ávila tendo sido seu amigo, seu confidente e tendo orientado-a nas dificuldades e provações de sua vida espiritual. Trocou com ela inúmeras cartas, nas quais animava-a e orientava-a em seu trabalho. Sua última carta data de 14 de outubro de 1562, poucos dias antes de sua morte. ‘Era um homem muito amável, mas só falava quando lhe perguntavam algo e respondia com poucas palavras, mas valia a pena ouví-lo, porque o que dizia fazia muito bem’, contava Tereza D’Ávila.
Realizou em sua Ordem uma reforma análoga àquela que João da Cruz e Teresa D'Ávila fizeram entre os carmelitas. Rigorosíssimo no espírito de pobreza e mortificação, deu vida nova à então decadente espiritualidade franciscana. Todos os rigores que impunha a si e a todos os demais frades estavam inspirados no testamento de São Francisco que, para Pedro, era o pensamento definitivo do Fundador da Ordem. Sua vida foi uma verdadeira interpretação hispânica do espírito do Poverello. Franciscana era sua figura, envelhecida antes do tempo, caminhando por vales e montanhas, para visitar os conventos encomendados a seus cuidados, para exortá-los, sem desfalecimento, a perseverar na pobreza total. Franciscana foi sua morte, rodeado de seus irmãos, em uma vila esquecida, com palavras de exaltação à pobreza e à oração. Seu corpo foi coberto das mais pobres vestes.
Em 19 de outubro de 1562, com 63 anos de idade, após sofrer muito, ardendo em febre, recusou um copo de água que lhe ofereciam porque Jesus Cristo também sofrera sede, e expirou. Era um domingo, pela manhã, dia de São Lucas. Teresa D’Ávila teve uma visão de sua alma subindo ao Céu. Ele morreu no convento Arenas, em Ávila, sendo sepultado na Igreja do convento. Declarou Tereza D’Ávila, a respeito de Pedro de Alcântara, após sua desencarnação: ‘Tenho-o visto muitas vezes com grandíssima glória. Parece-me que muito mais me consola do que quando aqui estava’. Tereza contou, ainda, que Pedro de Alcântara lhe apareceu depois de morto e disse-lhe: ‘Felizes sofrimentos e penitências na terra, que me conseguiram tão grandes prêmios no céu’.
Foi beatificado pelo Papa Gregório XV em 18 de abril de 1622 e canonizado em 28 de abril de 1669, pelo Papa Clemente IX.

Intróito/ Sal. 36, 30-31
Os justos florescerão como a palmeira e se multiplicarão como o cedro do Líbano, plantado na casa do Senhor, nos átrios da casa do nosso Deus.
Ps. Ibid., 2.É bom louvar ao Senhor e cantar o teu nome, ó Altíssimo.
V/. Glória Patri.

Coleta
Ó Deus, que vos dignastes fazer resplandecer no vosso Confessor, Beato Pedro, os dons da admirável penitência e da sublime contemplação, permiti-nos, auxiliados pelos seus méritos e mortificando a nossa carne, obter mais facilmente os bens celestes.

Leitura da Epístola dos                                                                                                                                                   
Filipenses 3, 7-12
7.Mas tudo isso, que para mim eram vantagens, considerei perda por Cristo.8.Na verdade, julgo como perda todas as coisas, em comparação com esse bem supremo: o conhecimento de Jesus Cristo, meu Senhor. Por ele tudo desprezei e tenho em conta de esterco, a fim de ganhar Cristo 9.e estar com ele. Não com minha justiça, que vem da lei, mas com a justiça que se obtém pela fé em Cristo, a justiça que vem de Deus pela fé.10.    Anseio pelo conhecimento de Cristo e do poder da sua Ressurreição, pela participação em seus sofrimentos, tornando-me semelhante a ele na morte,11.com a esperança de conseguir a ressurreição dentre os mortos.   
12.Não pretendo dizer que já alcancei (esta meta) e que cheguei à perfeição. Não. Mas eu me empenho em conquistá-la, uma vez que também eu fui conquistado por Jesus Cristo.

Gradual. Sal. 36, 30-31.Os iusti meditábitur sapiéntiam, et lingua eius loquétur iudícium. A boca do justo meditará em sabedoria e sua língua proferirá eqüidade.
V/. Lex Dei eius in corde ipsíus: et non supplantabúntur gressus eius. V/. A lei do seu Deus está em seu coração e não será anulada.
Aleluia, aleluia. V/. Sal. 111, 1. Beátus vir, qui timet Dóminum: in mandátis eius cupit nimis. Aleluia. Aleluia, aleluia. V/. Bem-aventurado o homem que teme ao Senhor e se deleita em seus mandamentos. Aleluia.

Sequência do Santo Evangelho

São Lucas 12,32-34
32.Não temais, pequeno rebanho, porque foi do agrado de vosso Pai dar-vos o Reino. 33.vendei o que possuís e dai esmolas; fazei para vós bolsas que não se gastam, um tesouro inesgotável nos céus, aonde não chega o ladrão e a traça não o destrói. 34.Pois onde estiver o vosso tesouro, ali estará também o vosso coração.

Ofertório/Sal. 20, 2-3.
Senhor, o justo se alegrará com a tua força, e se regozijará com grande alegria, porque tu o salvaste. Você concedeu a ele o desejo de seu coração.

Secreta
Ó Deus Todo-Poderoso, por favor, conceda-nos que esta oferta que nossa baixeza apresenta a você em honra de seus santos possa ser agradável a você por causa deles, e nos purifique em nossos corpos, bem como em nossas almas.

Comunhão/ São Matheus. 19, 28 e 29.
Em verdade vos digo que, vós que deixastes tudo e me seguistes, recebereis o cêntuplo e possuireis a vida eterna.(Quem não pode comungar em especie, fazer comunhão espiritual)

Nosso Senhor Jesus Cristo numa aparição revelou a sóror Paula Maresca, fundadora do convento de Sta. Catarina de Sena de Nápoles, como se refere na sua vida, e lhe mostrou dois vasos preciosos, um de ouro e outro de prata, dizendo-lhe que conservava no vaso de ouro suas comunhões sacramentais e no de prata as espirituais. As espirituais com dependência exclusiva da piedade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que alimentais nossa alma na solidão do coração.
“Meu Jesus, eu creio que estais realmente presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós” (Santo Afonso Maria de Liguori)
 
 Oh! Não me é dado receber a santa Comunhão tantas vezes, quantas desejo. Mas, Senhor, não sois Todo-Poderoso?... Ficai em mim, como no Tabernáculo, não vos afasteis jamais de vossa pequenina hóstia…(Santa Terezinha do Menino Jesus)
 
Depois da comunhão.
Nós Vos suplicamos, ó Deus Todo-Poderoso, que tendo recebido um alimento todo-celeste e que o bem-aventurado Pedro, seu Confessor, intercedendo por nós, possamos, graças à sua ajuda, ser equipados contra todas as adversidades.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário

domingo, 18 de outubro de 2026

Vigésimo Primeiro Domingo depois de Pentecoste

18/10 Domingo
Festa de Segunda Classe
Paramentos Verdes

 


Intróito/ Esth. 13, 9 e 10-11.
Todas as coisas estão sujeitas à sua vontade, Senhor, e ninguém pode resistir a ela, pois você criou tudo, céu e terra, e todas as coisas que estão incluídas no curso do céu; você é o Senhor do universo.
Sal. 118, 1. Bem-aventurados aqueles que são limpos em seus caminhos, que caminham na lei do Senhor.
V/. Glória Patri.

Coleta
Imploramos a Ti, Senhor, que mantenha sua família com a ajuda contínua de sua bondade, que, por sua proteção, eles possam ser libertados de todas as adversidades e serem fervorosos na prática de boas obras, para a glória de seu nome.

Leitura da Epístola dos
                              
Efésios 6,10-17
10.Finalmente, irmãos, fortalecei-vos no Senhor, pelo seu soberano poder. 11.Revesti-vos da armadura de Deus, para que possais resistir às ciladas do demônio. 12.Pois não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal (espalhadas) nos ares. 13.Tomai, por tanto, a armadura de Deus, para que possais resistir nos dias maus e manter-vos inabaláveis no cumprimento do vosso dever. 14.Ficai alerta, à cintura cingidos com a verdade, o corpo vestido com a couraça da justiça, 15.e os pés calçados de prontidão para anunciar o Evangelho da paz. 16.Sobretudo, embraçai o escudo da fé, com que possais apagar todos os dardos inflamados do Maligno. 17.Tomai, enfim, o capacete da salvação e a espada do Espírito, isto é, a palavra de Deus.

Gradual.Ps.89:1-2. Dómine,refúgium factus es nobis, a generatióne et progénie.Senhor, você fez nosso refúgio de geração em geração.
V/. Priúsquam montes fíerent aut formarétur terra et orbis: a sǽculo et usque in sǽculum tu es, Deus. Antes de as montanhas serem criadas, antes da terra ser formada e sua esfera, no início dos séculos e em todos os séculos, você é Deus.
Allelúia, allelúia. V/. Ps. 113, 1. Aleluia, aleluia.
Em éxitu Israël de Ægýpto, domus Iacob de pópulo bárbaro. O Allelúia. Quando Israel saiu do Egito, e a casa de Jacó do meio de um povo bárbaro. Aleluia.

Sequência do Santo Evangelho

São Mateus 18,23-35                  
23.Por isso, o Reino dos céus é comparado a um rei que quis ajustar contas com seus servos.     24.Quando começou a ajustá-las, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos. 25.Como ele não tinha com que pagar, seu senhor ordenou que fosse vendido, ele, sua mulher, seus filhos e todos os seus bens para pagar a dívida. 26.Este servo, então, prostrou-se por terra diante dele e suplicava-lhe: Dá-me um prazo, e eu te pagarei tudo! 27.Cheio de compaixão, o senhor o deixou ir embora e perdoou-lhe a dívida. 28.Apenas saiu dali, encontrou um de seus companheiros de serviço que lhe devia cem denários. Agarrou-o na garganta e quase o estrangulou, dizendo: Paga o que me deves! 29.O outro caiu-lhe aos pés e pediu-lhe: Dá-me um prazo e eu te pagarei! 30.Mas, sem nada querer ouvir, este homem o fez lançar na prisão, até que tivesse pagado sua dívida. 31.Vendo isto, os outros servos, profundamente tristes, vieram contar a seu senhor o que se tinha passado. 32.Então o senhor o chamou e lhe disse: Servo mau, eu te perdoei toda a dívida porque me suplicaste. 33.Não devias também tu te compadecer de teu companheiro de serviço, como eu tive piedade de ti? 34.E o senhor, encolerizado, entregou-o aos algozes, até que pagasse toda a sua dívida. 35.Assim vos tratará meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar a seu irmão, de todo seu coração.

Ofertório/São João. 136, 1.
Havia na terra de Hus um homem chamado Jó, simples, ereto, e temente a Deus. Satanás pediu para tentá-lo, e o poder foi dado a ele pelo Senhor sobre suas posses e sobre seu corpo. Ele fez com que ela perdesse todos os seus bens e filhos; Ele também atacou sua carne com uma úlcera dolorosa.

Secreta
Receba favoravelmente, Senhor, esses anfitriões por meio dos quais você desejou, em sua poderosa bondade, que sua justiça seja apaziguada e que a salvação seja restaurada para nós.

Praefatio de sanctissima Trinitate; non vero in feriis, quando adhibetur Missa huius dominicæ, sed tunc dicitur præfatio communis. Prefácio à Santíssima Trindade; mas nos feriados, quando é retomada a Missa daquele domingo, reza-se o Prefácio Comum.

Comunhão/ Ps. 118, 81, 84 e 86.
Minha alma estava esperando por sua salvação, eu esperava em sua palavra; quando julgará aqueles que me perseguem? Homens injustos me perseguiram; ajude-me, Senhor, meu Deus. (Quem não pode comungar em espécie, fazer comunhão espiritual)

Nosso Senhor Jesus Cristo numa aparição revelou a sóror Paula Maresca, fundadora do convento de Sta. Catarina de Sena de Nápoles, como se refere na sua vida, e lhe mostrou dois vasos preciosos, um de ouro e outro de prata, dizendo-lhe que conservava no vaso de ouro suas comunhões sacramentais e no de prata as espirituais. As espirituais com dependência exclusiva da piedade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que alimentais nossa alma na solidão do coração.
“Meu Jesus, eu creio que estais realmente presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós” (Santo Afonso Maria de Liguori)
 
 Oh! Não me é dado receber a santa Comunhão tantas vezes, quantas desejo. Mas, Senhor, não sois Todo-Poderoso?... Ficai em mim, como no Tabernáculo, não vos afasteis jamais de vossa pequenina hóstia…(Santa Terezinha do Menino Jesus)
 
Depois da comunhão.
Tendo recebido o alimento da imortalidade, imploramos a você, Senhor, para nos fazer manter em um coração puro o que nossa boca recebeu.


Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário.

18 de outubro dia de São Lucas, Evangelista


São Lucas, o Evangelista (do grego antigo Λουκᾶς, Loukás). São Lucas é representado pelo boi, o qual era o animal sacrificado no Templo de Jerusalém; tem em vista demonstrar o caráter sacerdotal de Cristo. Daí ter como símbolo o boi, animal sacrificado no Templo. O touro simboliza também a força, a virilidade do homem, a fecundidade e como o evangelista narra com mais descrição o nascimento do salvador quer mostrar esse lado humano de Jesus, forte, inpulsivo, e até fecundo mesmo. A figura do boi, também caracteriza, com seu alto mugido a mensagem de Cristo para salvação, o que transparece da narração de Lucas.                                                                      
São Lucas é chamado por Paulo de "O Médico Amado"(Colossenses 4:14), pode ter sido um dos cristãos do primeiro século que conviveu pessoalmente com os doze apóstolos. Evangelista cristão de formação grega nascido em Antióquia, na Síria, é, segundo, a tradição, autor do Terceiro dos Evangelhos Sinóticos e dos Atos dos Apóstolos, seus textos são os de maior expressão literária do Novo Testamento. Por seu estilo literário, acredita-se que pertencia a uma família culta e abastada e, de acordo com a tradição, exercia a profissão de médico e tinha talento para a pintura. Converteu-se ao cristianismo e tornou-se discípulo e amigo de Paulo de Tarso, porém segundo seu próprio relato, não chegou a conhecer pessoalmente Jesus Cristo, pois ainda era muito criança quando o Messias foi crucificado. Paulo o chamava de colaborador e de médico amado e segundo o testemunho dos Atos dos Apóstolos e das Cartas de São Paulo, que constituem os únicos dados biográficos autênticos, acompanhou o apóstolo em sua segunda viagem missionária de Trôade a Filipos, onde permaneceu por seis anos seguintes. Depois novamente acompanhou Paulo, desta vez  numa viagem de Filipos a Jerusalém (57-58). Também esteve presente na prisão do apóstolo em Cesaréia e o acompanhou até Roma. Com a execução do apóstolo e seu mestre (67), deixou Roma e, de acordo com a tradição cristã, enquanto escrevia seu Evangelho, teria pregado em Acaia, na Beócia e também na Bitínia, onde teria morrido (70). Porém existem várias versões sobre o local e como morreu. Uma versão registra que foi martirizado em Patras e, segundo outras, em Roma, ou ainda em Tebas.


São Lucas sem dúvida conversava muito com a Mãe de Nosso Senhor Jesus e com São João. Sempre andava com uma pintura de Nossa Senhora com ele, e ela foi o instrumento de varias conversões. Na verdade ele foi um grande artista e grande escritor, e suas narrativas inspiraram grandes escritores e grandes mestres da arte, mas as pinturas existentes da Virgem, a qual é dito que ele teria pintado, são trabalhos de datas bem mais recentes. Não obstante alguns julgam que a pintura de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro teria sido pintada por ele. O documento traduzido por São Jerônimo, trouxe a informação que o evangelista teria vivido até os oitenta e quatro anos de idade. A tradição diz que sua morte pelo martírio em Patras, na Grécia, foi apenas um legado dessa antiga tradição cheio do Espírito Santo, na Bitínia.



Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário

sábado, 17 de outubro de 2026

17 de outubro dia de Santa Margarida Maria Alacoque, Virgem

17/10 Sábado
Festa de Terceira Classe
Paramentos Brancos
 

Santa Margarida Maria de Alacoque (Verosvres, 22 de Agosto de 1647 na diocese de Autun (França) - Paray-le-Monial, 17 de Outubro de 1690) mística do Sagrado Coração de Jesus.
Margarida Maria de Alacoque, nasceu no dia 22 de Agosto de 1647 em Verosvres, na Borgonha. O seu pai, juiz e tabelião, morreu quando Margarida ainda era muito jovem.
Após a morte de seu pai, Claudio de Alacoque foi morar na casa de seu tio Toussant(tussã) e sofreram ela e sua mãe, dona Felizberta de Alacoque. Assim ela conheceu a humilhação da necessidade, vivendo ao capricho de parentes pouco generosos e nada propensos a consentir que ela realizasse o seu desejo de fechar-se no convento. Recebeu a comunhão aos nove anos e aos 22, a confirmação, para a qual quis preparar-se com confissão geral: ficando quinze dias preparando-se, escrevendo num caderninho a grande lista de seus pecados e faltas, para ler depois ao confessor.
Na festividade de São João Evangelista de 1673, uma moça de vinte e cinco anos, Irmã Margarida Maria, recolhida em oração diante do Santíssimo Sacramento, teve o singular privilégio da primeira manifestação visível de Jesus, que se repetiria por outros dois anos, toda primeira sexta-feira do mês.
Em 1675, durante a oitava do Corpo de Deus, Jesus manifestou-se-lhe com o peito aberto e apontando com o dedo seu Coração, exclamou: "Eis o Coração que tem amado tanto aos homens a ponto de nada poupar até exaurir-se e consumir-se para demonstrar-lhes o seu amor. E em reconhecimento não recebo senão ingratidão da maior parte deles".

Margarida Maria de Alacoque, escolhida por Jesus para ser a mensageira do Sagrado Coração, já fazia um ano que vestira o hábito religioso das monjas da Ordem da Visitação de Santa Maria em Paray-le-Monial. A três  revelações são:                                                                                                                 

A primeira ocorreu em  27 de dezembro de 1673, conforme relatou Santa Margarida: "Diversas vezes, diante do Santíssimo Sacramento... "encontrei-me inteiramente investida desta divina presença...  eu abandonei-me ao Seu Divino Espírito, por força do Amor o Seu divino Coração... Ele me fez repousar de forma extrema e por um longo tempo sobre o Seu divino peito, onde pude descobrir as  maravilhas do Seu amor, e os segredos mais profundos e  inexplicáveis do Sagrado Coração... Ele me disse: "O Meu Divino Coração transborda de amor para os homens, de modo especial por você, que não poderá mais conter para si a luz das chamas da brilhante caridade;  é necessário que seja difundida aos homens, e que lhes seja manifesto para enriquecê-los dos preciosos tesouros que te revelei..."                                                                                                        

A segunda,  situa-se  provavelmente deu-se em uma das primeiras sextas-feiras do ano 1674:  "E numa das vezes,  entre tantas outras,  em que o Santíssimo Sacramento estava exposto,  após ser eu retirada do interior de mim mesma... Jesus Cristo,  Meu suave Mestre, apresentou a mim,  repleto da sua glória, suas cinco chagas, brilhantes como cinco sóis,  e  desta sagrada Humanidade  saíam chamas de todas as partes, sobretudo do Seu adorável peito, semelhante à uma fornalha;  neste instante revelou-me todo o amor e todo o  seu amável Coração e o estado da fonte viva destas chamas. Ele  revelou-me as  maravilhas inexplicáveis de seu Puro Amor,  excessivamente entregue aos homens,  dos quais recebia apenas frieza e ingratidão..."                                                              

Na terceira, ocorrida durante o mês de junho de 1675, Jesus exigiu que fosse feita uma festa especial ao Seu Sagrado Coração: "Numa das tantas vezes em que encontrava-me diante do Santíssimo Sacramento, revelou-me Deus as  graças excessivas de Seu Amor... Então, mostrando-me Seu divino Coração, disse:  "Aí está o Coração que tanto tem amado os homens, a ponto de nada poupar até exaurir-se e  consumir-se para demonstrar-lhes o seu amor;  ... eu te exijo mais,  que  na primeira Sexta-feira de acordo com a oitava do Santíssimo Sacramento, seja dedicada e junte-se à esta festa por honra ao Meu Sagrado Coração, fazendo que seja de igual honra  àquele dia, a fim de reparar as indignidades e ultrajes durante o tempo em que o viram exposto sobre os altares.            

No último período de sua vida, nomeada mestra das noviças, ela teve a consolação de ver propagar-se a devoção ao Sagrado Coração de Jesus, e os próprios opositores de outrora mudarem-se em fervorosos propagadores.

Morreu em 17 de Outubro de 1690, aos 43 anos de idade.


Foi canonizada em 1920 pontificado do Papa Bento XV. A data da sua festa foi antecipada por um dia para não coincidir com a de Santo Inácio de Antioquia.
Ato de Consagração ao Sacrado Coração Jesus, que manifestastes a Santa Margarida Maria o desejo de reinar sobre as famílias cristãs, nós vimos hoje proclamar vossa realeza absoluta sobre a nossa família.Queremos, de agora em diante, viver a vossa vida, queremos que floresçam, em nosso meio, as virtudes às quais prometestes, já neste mundo, a paz. Queremos banir para longe de nós o espírito mundano que amaldiçoastes. Vós reinareis em nossas inteligências pela simplicidade de nossa fé; em nossos corações pelo amor sem reservas de que estamos abrasados para convosco, e cuja chama entreteremos pela recepção freqüente de vossa divina Eucaristia. Dignai-Vos, Coração divino, presidir as nossas reuniões, abençoar as nossas empresas espirituais e temporais, afastar de nós as aflições, santificar as nossas alegrias, aliviar as nossas penas. Se, alguma vez, algum de nós tiver a infelicidade de Vos ofender, lembrai-Vos, ó Coração de Jesus, que sois bom e misericordioso para com o pecador arrependido. E quando soar a hora da separação, nós todos, os que partem e os que ficam, seremos submissos aos vossos eternos desígnios. Consolar-nos-emos com o pensamento de que há de vir um dia em que toda a família, reunida no Céu, poderá cantar para sempre a vossa glória e os vossos benefícios.Digne-se o Coração Imaculado de Maria, digne-se o glorioso Patriarca São José apresentar-Vos esta consagração e no-la lembrar todos os dias de nossa vida. Viva o Coração de Jesus, nosso Rei e nosso Pai(Texto aprovado por São Pio X em 1908).



12 Promessas do Sagrado Coração de Jesus 

1. A minha bênção permanecerá sobre as casas em que se achar exposta e venerada a imagem de meu Sagrado Coração.
2. Eu darei aos devotos do meu Coração todas as graças necessárias a seu estado.
3. Estabelecerei e conservarei a paz em suas famílias.
4. Eu os consolarei em todas as suas aflições.
5. Serei seu refúgio seguro na vida, e principalmente
na hora da morte.

6. Lançarei bênçãos abundantes sobre todos os seus trabalhos e empreendimentos.
7. Os pecadores encontrarão em meu Coração fonte inesgotável de misericórdias.
8. As almas tíbias se tornarão fervorosas pela prática dessa devoção.
9. As almas fervorosas subirão em pouco tempo a uma alta perfeição.
10. Darei aos sacerdotes que praticarem especialmente essa devoção o poder de tocar os corações mais empedernidos.
11. As pessoas que propagarem esta devoção terão os seus nomes inscritos para sempre no meu Coração.
12. A todos os que comungarem nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, darei a graça da perseverança final e da salvação eterna.

Intróito/ Can. 2, 3.
Sentei-me à sombra da que eu desejava, e seu fruto é doce à minha boca.
Sal. 83, 2-3.Quão belas são as tuas tendas, Senhor dos Exércitos! Minha alma anseia e anseia pelas cortes do Senhor.
V/. Glória Patri.

Coleta
Senhor Jesus Cristo, milagrosamente revelastes à Bem-Aventurada Virgem Margarida Maria as inesgotáveis ​​riquezas do vosso Coração: que, pelos seus méritos e pela sua imitação, conseguimos amar-vos em tudo e acima de tudo, e estabelecer no vosso Coração a nossa morada permanente. 

Leitura da Epístola
                                                                                                                             
Efésios 3,8-9,14-19 
8.A mim, o mais insignificante dentre todos os santos, coube-me a graça de anunciar entre os pagãos a inexplorável riqueza de Cristo,9.e a todos manifestar o desígnio salvador de Deus, mistério oculto desde a eternidade em Deus, que tudo criou. 14.Por esta causa dobro os joelhos em presença do Pai,15.    ao qual deve a sua existência toda família no céu e na terra,   
16.para que vos conceda, segundo seu glorioso tesouro, que sejais poderosamente robustecidos pelo seu Espírito em vista do crescimento do vosso homem interior.17.Que Cristo habite pela fé em vossos corações, arraigados e consolidados na caridade,18.a fim de que possais, com todos os cristãos, compreender qual seja a largura, o comprimento, a altura e a profundidade,    19.isto é, conhecer a caridade de Cristo, que desafia todo o conhecimento, e sejais cheios de toda a plenitude de Deus.

Gradual.Can. 8, 7.Aquæ multæ non potuérunt exstínguere caritátem, nec flúmina óbruent illam. As grandes águas não poderiam extinguir o amor, e os rios não o submergirão.
V/. Sal. 72, 26. Defécit caro mea et cor meum: Deus cordis mei, et pars mea Deus in ætérnum.V/. Minha carne e meu coração falharam, ó Deus do meu coração, e Deus, minha parte para a eternidade.
Aleluia, aleluia. V/. Can. 7, 10. Ego dilecto meo, et ad me conversio eius. Aleluia.Aleluia, aleluia. V/. Eu pertenço ao meu amado, e seu coração se volta para mim. Aleluia.

Sequência do Santo Evangelho

São Mateus 11,25-30
5.Por aquele tempo, Jesus pronunciou estas palavras: Eu te bendigo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequenos. 26.Sim, Pai, eu te bendigo, porque assim foi do teu agrado. 27.Todas as coisas me foram dadas por meu Pai; ninguém conhece o Filho, senão o Pai, e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho quiser revelá-lo. 28.Vinde a mim, vós todos que estais aflitos sob o fardo, e eu vos aliviarei. 29.Tomai meu jugo sobre vós e recebei minha doutrina, porque eu sou manso e humilde de coração e achareis o repouso para as vossas almas. 30.Porque meu jugo é suave e meu peso é leve.

Intróito/ Can.
Sentei-me à sombra da que eu desejava, e seu fruto é doce à minha boca.
Sal. 83, 2-3.Quão belas são as tuas tendas, Senhor dos Exércitos! Minha alma anseia e anseia pelas cortes do Senhor.
V/. Glória Patri.

Coleta
Senhor Jesus Cristo, milagrosamente revelastes à Bem-Aventurada Virgem Margarida Maria as inesgotáveis ​​riquezas do vosso Coração: que, pelos seus méritos e pela sua imitação, conseguimos amar-vos em tudo e acima de tudo, e estabelecer no vosso Coração a nossa morada permanente. 

Leitura da Epístola do 

Eclesiástico 24,14-16
14 Desde o início, antes de todos os séculos, ele me criou, e não deixarei de existir até o fim dos séculos; e exerci as minhas funções diante dele na casa santa. 15 Assim fui firmada em Sião; repousei na cidade santa, e em Jerusalém está a sede do meu poder. 16 Lancei raízes no meio de um povo glorioso, cuja herança está na partilha de meu Deus; e fixei minha morada na assembléia dos santos.

Gradual. Can. 8, 7.Aquæ multæ non potuérunt exstínguere caritátem, nec flúmina óbruent illam. As grandes águas não poderiam extinguir o amor, e os rios não o submergirão.
V/. Sal. 72, 26. Defécit caro mea et cor meum: Deus cordis mei, et pars mea Deus in ætérnum. V/. Minha carne e meu coração falharam, ó Deus do meu coração, e Deus, minha parte para a eternidade.
Aleluia, aleluia. V/. Não pode. 7, 10. Ego dilecto meo, et ad me conversio eius. Aleluia.

Sequência do Santo Evangelho

São Lucas 11,27-28
27 Enquanto ele assim falava, uma mulher levantou a voz do meio do povo e lhe disse: Bem-aventurado o ventre que te trouxe, e os peitos que te amamentaram! 28 Mas Jesus replicou: Antes bem-aventurados aqueles que ouvem a palavra de Deus e a observam! 

Ofertório/Zach. 9, 17.
O que há de bom e belo nele, senão o trigo dos eleitos e o vinho que faz germinar as virgens?

Secreta
Aceita, Senhor, as oferendas do teu povo: e concede-nos ser inflamados com este fogo divino, procedente do Coração de teu Filho, pelo qual a bem-aventurada Margarida Maria foi incendiada violentamente.

Comunhão/Can. 6, 2.
Eu pertenço ao meu amado, e meu amado é meu, aquele que come entre os lírios.(Quem não pode comungar em especie, fazer comunhão espiritual)

Nosso Senhor Jesus Cristo numa aparição revelou a sóror Paula Maresca, fundadora do convento de Sta. Catarina de Sena de Nápoles, como se refere na sua vida, e lhe mostrou dois vasos preciosos, um de ouro e outro de prata, dizendo-lhe que conservava no vaso de ouro suas comunhões sacramentais e no de prata as espirituais. As espirituais com dependência exclusiva da piedade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que alimentais nossa alma na solidão do coração.
“Meu Jesus, eu creio que estais realmente presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós” (Santo Afonso Maria de Liguori)
 
 Oh! Não me é dado receber a santa Comunhão tantas vezes, quantas desejo. Mas, Senhor, não sois Todo-Poderoso?... Ficai em mim, como no Tabernáculo, não vos afasteis jamais de vossa pequenina hóstia…(Santa Terezinha do Menino Jesus)
 
Depois da comunhão.
Tendo recebido os mistérios do vosso Corpo e do vosso Sangue, Senhor Jesus, concedei-nos, vos pedimos, que por intercessão da bem-aventurada virgem Margarida Maria, abandonemos as pretensiosas vaidades do mundo para nos revestirmos da doçura e humildade do vosso Coração .


Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário.