Paramentos Brancos
sábado, 11 de julho de 2026
Nossa Senhora no Sabado.
Paramentos Brancos
11 de julho dia de São Pio I, Papa e Mártir
Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário
sexta-feira, 10 de julho de 2026
10 de julho dia dos Sete irmãos Martires, Santa Rufina e Secunda.
Santa
Rufina e Segunda irmãs são duas santas mártires realmente existiu em
Roma, eles são registrados em inúmeros documentos e seguras, como o
"Martirológio Geronimiano ', os romanos' Routes ', o' Notícias 'William
de Malmesbury, também são mencionados no famoso' Calendário Marmoreo 'de
Nápoles, e finalmente no' Roman Martirológio 'que celebra tanto a 10 de
julho. A "paixão" antiga cheia na segunda metade do quinto século, coloca o martírio no tempo de Valeriano e Galieno, em 260 AC., E seguindo as narrativas hagiográficas de 'paixões' outros de pares famosos mártires romanos, tanto são apresentadas como irmãs e namoradas com dois jovens cristãos Verino Armentario e Archesilao.
Após perseguição os recorrentes contra os cristãos, os dois jovens envolvidos apostatou e, em seguida, as duas meninas prometeram virgindade a Nosso Senhor Jesus Cristo. Os dois jovens, tentou induzi-los a apostatar para continuar o suas pretenções de casamento, mas diante da negação da Segunda e Rufina, a Archesilao denunciou o conde, que se juntou a eles na milha catorze do Flaminia, enquanto elas tentaram escapar de seus perseguidores, que passou de Roma, e os entregou para o prefeito Donato Junius, que os documentos antigos mostram ser "praefectus Urbis 'em 257.
Tal como acontece com tantos mártires daquela época, as duas irmãs foram submetidas a pressões, interrogadores para apostatar e assim aceitarem as propostas de casamento, mas o rosto de sua resistência e recusa, o prefeito não teve outra escolha senão ordenar a sua morte.
Então ele levou o X milhas Archesilao da Cornelia Via em um fundo chamado Buxo (hoje Boccea) onde Rufina foi decapitada, enquanto a Segunda foi espancada até a morte.
Os corpos, como de costume, jogados às feras foram abandonados, mas certa matrona romana chamada Plautilla, que foi avisada em sonho e indicando o local do martírio e depois recolheu os corpos das mártires enterraram na a perto de seu martírio, e no mesmo sonho convidando-a Plautilla para converter-se.
O deserto de seu martírio, que foi chamado de "negra", em memória dos mártires e Rufina martírio segundo e subsequentes no mesmo lugar do santos Marcelino e Pedro.
Em seus túmulos, tão cedo quanto o século IV a basílica foi construída pelo Papa Júlio I (341-353), depois restaurada pelo Papa Adriano I (772-795), enquanto o Papa Leão IV (847-855), enriquecida com presentes.
A partir do século V toda a região do 'Lorium' a vila imperial que incluiu a Basílica das duas mártires, teve seu próprio bispo, que em 501 foi subscrito "episcopus Silvae Candidae" e mais tarde como "episcopus Sanctae Rufinae".
No tempo do Papa Calisto II (1119-1124) a diocese estava unida com a de Porto e foi chamado suburbicária de Porto e Rufina Santa. Papa Anastácio IV (1153-1154) fez mover seus corpos no Batistério de Latrão, no altar do átrio esquerdo, do lado oposto ao do ss. Cipriano e Justina, onde se encontram ainda, enquanto a antiga basílica na Via Cornelia, estava em ruínas e ainda não é capaz de identificar com precisão os restos.
V/.Glória Patri.
Leitura da Epístola dos
Provérbios 31,10-31 10.Uma mulher virtuosa, quem pode encontrá-la? Superior ao das pérolas é o seu valor.11.Confia nela o coração de seu marido, e jamais lhe faltará coisa alguma.12.Ela lhe proporciona o bem, nunca o mal, em todos os dias de sua vida.13.Ela procura lã e linho e trabalha com mão alegre.14.Semelhante ao navio do mercador, manda vir seus víveres de longe.15.Levanta-se, ainda de noite, distribui a comida à sua casa e a tarefa às suas servas.16.Ela encontra uma terra, adquire-a. Planta uma vinha com o ganho de suas mãos.17.Cinge os rins de fortaleza, revigora seus braços.18.Alegra-se com o seu lucro, e sua lâmpada não se apaga durante a noite.19.Põe a mão na roca, seus dedos manejam o fuso.20.Estende os braços ao infeliz e abre a mão ao indigente.21.Ela não teme a neve em sua casa, porque toda a sua família tem vestes duplas.22.Faz para si cobertas: suas vestes são de linho fino e de púrpura.23.Seu marido é considerado nas portas da cidade, quando se senta com os anciãos da terra.24.Tece linha e o vende, fornece cintos ao mercador.25.Fortaleza e graça lhe servem de ornamentos; ri-se do dia de amanhã.26.Abre a boca com sabedoria, amáveis instruções surgem de sua língua.27.Vigia o andamento de sua casa e não come o pão da ociosidade.28.Seus filhos se levantam para proclamá-la bem-aventurada e seu marido para elogiá-la.29.Muitas mulheres demonstram vigor, mas tu excedes a todas.30.A graça é falaz e a beleza é vã; a mulher inteligente é a que se deve louvar.31.Dai-lhe o fruto de suas mãos e que suas obras a louvem nas portas da cidade.
Graduale. Ps. 123,7-8.
Nossa alma escapou como um pardal da rede dos caçadores.
V/. Láqueus contrítus est, et nos liberáti sumus: adiutórium nostrum in nómine Dómini, qui fecit cælum et terram. V/. A rede foi rompida e fomos libertos; o nosso socorro está no nome do Senhor que fez o céu e a terra.
Aleluia, aleluia. V/. É a verdadeira fraternidade que venceu os crimes do mundo: seguiram a Cristo e possuem a glória do Reino celestial. Aleluia, Senhor que fez o céu e a terra.
quinta-feira, 9 de julho de 2026
09 de julho dia de Santos Mártires de Gorkum. (Século XVI)
hegara
a vez dos franciscanos. Ao frei Nicásio Pick puseram o mesmo cordão
ao pescoço, arrastaram-no à porta do cárcere. Lá chegando, meteram a
corda por cima da porta e puxando com força, suspenderam a vítima a
altura considerável, para imediatamente deixarem cair. Isto praticaram
com diabólico prazer. Afinal a corda rebentou e o pobre padre caiu
pesadamente ao chão, sem mais dar sinal de vida. Para verificar se
estava vivo ou morto, os soldados trouxeram velas, queimaram-lhe a
testa, o nariz, as pálpebras, as orelhas, a boca e finalmente a
língua. Como o padre não desse mais sinal de vida, deram-lhe pontapés
e disseram com ar de desprezo: ” É um frade, que importa?” Mas o
padre não estava morto, tanto que no dia seguinte os bandidos tiveram
sua satisfação de poder continuar as crueldades.Durante toda a noite os
padres estiveram entregues à sanha daqueles demônios em figura
humana. Não havia nada que abrandasse o furor dos endiabrados
hereges. Davam bofetadas nos religiosos, com tanta força e
brutalidade, que lhes corria o sangue pelo nariz e pela boca. O padre
Willehad, um venerável ancião de noventa anos, repetia a cada
bofetada que recebia, a jaculatória: “Deus seja louvado!” Os
algozes, sentindo-se fatigados de tanto bater, ajoelhavam-se diante
dos padres e entre risos de escárnio, arremedavam a confissão,
proferindo nesta ocasião obscenidades e blasfêmias horríveis e
asquerosas. Em
outra ocasião, amarraram os religiosos dois a dois e
obrigaram-nos a andarem em fila, imitando a procissão e a cantar o
“Te Deum” e tudo isto sob a algazarra satânica da soldadesca
desenfreada. Depois puseram dados nas mãos das vítimas para assim. à
guisa do jogo, tirar a sorte quem deles primeiro havia de subir à
forca. O padre Guardião exclamou: “Não se faz mister de jogo, estou
pronto, porque já passei por esta delícia” Os
católicos de Gorkum envidaram todos os esforços para libertar os
prisioneiros. Para este fim, dirigiram uma petição ao príncipe de
Orange. Os calvinistas suspeitando qualquer reação, tiraram aos
franciscanos o hábito e despacharam-nos, com outros sacerdotes, na
noite de 5 a 6 de julho, para Briel, à residência do clerofobo conde
Lumam von Marc. A
pena se nega a fazer a descrição de tudo que aqueles religiosos
tiveram de sofrer, dos verdugos e do populacho fanático. Em Dordrecht
estava à espera um navio, que devia levá-los até Briel. Antes do
embarque, um bando de calvinistas arrastou os mártires a um lugar perto
do rio, onde estava aparelhada uma forca. Como cães raivosos,
atiraram-se sobre as pobres vítimas e o ar encheu-se de insultos e
vitupérios como estes: “Eis aí a vossa Igreja! Ide, rezai a vossa
Missa”. Em seguida, obrigaram-nos a passarem três vezes em volta da
força, sendo a última vez com os joelhos no chão, sob o canto da
“Salve Rainha”. Enquanto os religiosos se puseram a obedecer esta
ordem ridícula e estapafúrdia, choviam-lhes bengaladas e pedradas
às costas. O padre vigário Jerônimo de Weert, vendo estas
indignidades, não mais se conteve e disse: “Que estou presenciando?
Estive entre turcos e infiéis, mas coisa igual a esta eu nunca vi!”
Finalmente
o triste cortejo chegou a Briel. Lá o esperava o conde Lumm, com dois
pregadores da seita e alguns magistrados. Todos se empenharam para
conseguir dos prisioneiros a renúncia à fé, em particular ao dogma
da real presença de Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento. Foram
baldados os esforços. Os mártires unanimemente rejeitaram as propostas
feitas e preferiram continuar na prisão. O cárcere que os recebeu,
era uma pocilga imundíssima.
Uma
ordem do príncipe de Orange, de por em liberdade os prisioneiros, não
foi cumprida. O conde Lumm, embriagado de ódio e vinho, mandou-os
levar, alta noite, às ruínas do convento Rugem, que pouco antes tinha
sido incendiado pelos calvinistas. Restara ainda o celeiro. O
padre Guardião foi lá mesmo enforcado, depois de ter animado os irmãos
à constância. Depois deles, foram estrangulados todos os
companheiros. O fanatismo dos calvinistas nem respeitou os cadáveres
dos mártires. Cortaram-lhes o nariz, as orelhas e levaram-nos como
troféus de vitória nos capacetes e chapéus. Os católicos resgataram por
muito dinheiro os corpos dos santos irmãos e transportaram-nos para
Bruxelas. Clemente
X beatificou-os em 1674 e Pio IX elevou-os à categoria de Santos,
no ano de 1867. Sequência do Santo Evangelho
quarta-feira, 8 de julho de 2026
08 de julho dia de Santa Isabel Rainha de Portugal, Rainha e Viúva.





