terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

03 de fevereiro dia de São Braz,Bispo e Mártir.

03/02 Terça-feira
Feria de Quarta Classe
Paramentos Roxos
 São Brás foi um martir Bispo que viveu entre o séculos III e IV na Armênia.  
   São Brás, primeiramente, foi médico, mas entrou numa crise, não profissional, pois era bom médico e prestava um ótimo serviço. Mas nenhuma profissão, por melhor que seja, consegue ocupar aquele lugar que é somente de Deus. Então, providencialmente, a graça ia se abrindo e sua vontade buscando mais Deus, foi evangelizado;sua vida sofreu uma guinada. Esta mudança não foi somente no âmbito da religião, sua busca por Nosso Senhor Jesus Cristo estava ligada ao seu profissional e muitas pessoas começaram a ser evangelizadas através da busca de santidade daquele médico.Numa outra etapa de sua vida, ele discerniu que precisava se retirar. Para ele, o retiro era permanecer no Monte Argeu, na penitência, na oração, na intercessão para que muitos encontrassem a verdadeira felicidade como ele a encontrou em Cristo e na Igreja. Mas, na verdade, o Senhor o estava preparando, porque, ao falecer o bispo de Sebaste, o povo, conhecendo a fama do santo eremita, foi buscá-lo para ser pastor. Ele, que vivia naquela constante renúncia, aceitou ser ordenado padre e depois bispo; não por gosto dele, mas por obediência.Sucessor dos apóstolos e fiel à Santa Igreja, era um homem corajoso, de oração e pastor das almas, pois cuidava dos fiéis na sua totalidade. Evangelizava com o seu testemunho.
  A Santa Igreja estava perseguida pelo imperador do Oriente, Licínio, que era cunhado do imperador do Ocidente, Constantino. Por motivos políticos e por ódio, Licínio começou a perseguir os cristãos, porque sabia que Constantino era a favor do Cristianismo. O prefeito de Sebaste, dentro deste contexto e querendo agradar ao imperador, por saber da fama de santidade do bispo São Brás, enviou os soldados para o Monte Argeu, lugar que esse grande santo fez  sua casa episcopal. Dali, ele governava a Igreja, embora não ficasse apenas naquele local. 
  São Brás foi preso para que renunciasse à Fé e sofreu muitas chantagens,longas flagelação,e foi suspenso em tronco, sobre o qual lhe desfibraram as carnes, com pentes de ferro.Depois, lançaram-no numa asquerosa enxovia,e submergiram-no num lago, donde aiu incólume.Por amor a Cristo e à Santa Igreja, preferiu renunciar à própria vida do que negar Fé imaculada. Em 316, foi degolado junto com dois meninos.
   Conta a tradição que, ao se dirigir para o martírio, uma mãe apresentou-lhe uma criança de colo que estava morrendo engasgada por causa de uma espinha de peixe na garganta. Ele parou, olhou para o céu, orou e Nosso Senhor curou aquela criança.
   Por esse motivo é padroeiro das doenças da garganta e no dia de sua celebração em 3 de fevereiro, nas cidades da Espanha e algumas da América Latina, as mães levam os filhos para benzerem a garganta.

Benedictio Candelarum Bênção das Velas em Festo S. Blasii Episcopi et Martyris
na festa de São Brás Bispo e Mártir
V/. Adiutórium nostrum in nomine Dómini. V/. Nossa ajuda está em nome do Senhor.
R/. Quem fecit caelum e terram. R/. Quem fez o céu e a terra.
V/. Dominus vobiscum. V/. O senhor esteja convosco.
R/. E cum spíritu tuo. R/. E com teu Espírito
Oremus. Vamos rezar.ração
Omnipotens et mitíssime Deus, qui ómnium mundi rerum diversitátes solo Verbo creásti, et ad hóminum reformatiónem illud idem Verbum, per quod facta sunt ómnia, incarnári voluisti: qui magnus es et immensus, terríbilis atque laudábilis, ac fáciens mirabília: pro cuius fidei confessióne glori confessióne glori confessióne glori Martyr e Póntifex Blásius, diversórum tormentórum genera non pavéscens, martýrii palmam felíciter est adéptus: quique eídem, inter ceteras grátias, hanc prærogatívam contulísti, ut, quoscúmque gútturis morbos tua virtúte curáret; mais _ _ _ficáre tua venerábili pietáte digneris, tuam grátiam infundendó; ut omnes, quorum colla per eam ex bona fide tacta fúerint, a quocúmque gútturis morbo ipsíus passiónis méritis liberántur, et in Ecclésia sancta tua sani et hílares tibi gratiárum referant actiones, laudéntque nomen tuum gloriósum, quod est benedíctum in sǽcula s Per Dóminum nostrum Iesum Christum Fílium tuum: Qui tecum vivit et regnat in unitáte Spíritus Sancti Deus, per ómnia sǽcula sæculórum. Deus todo-poderoso e mui doce, tu criaste a diversidade de todas as coisas do mundo por tua única Palavra, e que, para o renascimento dos homens, quiseste que esta mesma Palavra, pela qual tudo foi feito, se encarnasse: Tu és grande e imenso , terrível e digno de louvor, e faz maravilhas: Pela confissão de sua fé, o glorioso Mártir e Pontífice Blás, não temendo nenhum tipo de tormento, recebeu com felicidade a palma do martírio: E você lhe concedeu esta prerrogativa, entre outras graças, curar todas as doenças da garganta; Rogamos implorando a Vossa Majestade, para que, não olhando para nossas faltas, mas apaziguado por seus méritos e suas orações, você se digna bé + nir et sancti +orgulhe esta criatura de cera infundindo-a com sua graça; Para que todos os que de boa fé tiverem seus pescoços tocados por ela sejam libertados pelos méritos de sua paixão de toda doença da garganta, e assim em vossa santa Igreja possam eles com saúde e alegria prestar-vos obras de graças, louvor teu glorioso nome, que é bendito para todo o sempre. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que, sendo Deus, vive e reina convosco na unidade do Espírito Santo, para todo o sempre.
R/.Amen. R/. Que assim seja.
E aspergantur aqua benedicta. E as velas são aspergidas com água benta.
Deinde Sacerdos duos cereos in modum crucis aptatos apponit sub mento gutturi singulorum, qui benedicendi sunt, ipsis ante Altare genuflectentibus, dicens: Então o Sacerdote coloca duas velas dispostas em forma de cruz sob o queixo de cada um dos que serão abençoados, ajoelhando-se diante do altar, dizendo:
Per intercessiónem sancti Blásii, Epíscopi et Mártyris, liberte te Deus a malo gútturis, et a quólibet álio malo. Em nómine Patris, e Fílii, e Spíritus Sancti. Por intercessão de São Brás, Bispo e Mártir, Deus vos livre de todas as dores de garganta e de todos os outros males. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Benedictio panis, vini, aquæ e fructuum
Bênção do pão, vinho, água e frutas
contra gutturis aegritudinem contra dor de garganta em Festo S. Blasii Episcopi et Martyris na festa de São Brás Bispo e Mártir
(Aprovado pelo SRC em 25 de setembro de 1883)
Aprovado pelo CRA em 25 de setembro de 1883
V/. Adiutórium nostrum in nomine Dómini. V/. Nossa ajuda está em nome do Senhor.
R/. Quem fecit caelum e terram. R/. Quem fez o céu e a terra.
V/. Dominus vobiscum. V/. O senhor esteja convosco.
R/. E cum spíritu tuo. R/. E com teu Espírito
Oremus. Vamos rezar.Oração
Salvátor mundi Deus, qui hodiérnam diem beatíssími Blásii martýrio consecrásti, quique eídem inter ceteras grátias, hanc prærogatívam contulísti, ut, quoscúmque gútturis morbos tua virtúte curáret: inefábilem misericórdiam tuam supplíciter exorámus, et pétimus; ut hos panes, vinum, aquam et fructus, quæ plebs fidélis tibi devote hódie ad sanctificándum áttulit, tua pietáte bene + dícere et sancti + ficáre digneris: ut, qui ex his gustáverint, ab omni gútturis plaga, et quavis ália ánimæ et córporis infirmitáte , méritis et intercessióne eiúsdem beáti Blásii Mártyris tui atque Pontíficis, plenam recípiant sanitátem: Qui vivis et regnas Deus in sǽcula sæculórum. Ó Deus, Salvador do mundo, que consagraste este dia pelo martírio do bem-aventurado Blaise, e lhe concedeste esta prerrogativa, entre outras graças, de curar todas as doenças da garganta: Rogamos, implorando a tua inefável misericórdia, e pedimos dignar -se a ser + nir e sancti + orgulhoso por sua piedade estes pães, este vinho, esta água e estes frutos que seu povo fiel trouxe a você hoje devotamente para serem abençoados: da garganta, e de todas as outras enfermidades da alma e do corpo, e que eles recebam boa saúde, pelos méritos e intercessão deste mesmo bem-aventurado Brás, seu Mártir e Pontífice: Tu que vives e reinas, sendo Deus, para todo o sempre.
R/. Amen. R/. Que assim seja.
E aspergantur aqua benedicta.E a comida é aspergida com água benta.

Intróito/ Ps. 17, 5, 6 et 7.
 Os gemidos da morte me cercaram, as dores do inferno me cercaram; na minha aflição invoquei o Senhor, e do seu santo templo ele ouviu a minha voz.Ps. ibd., 2-3. Eu te
amarei, Senhor, você que é minha força; o Senhor é meu firme apoio e meu libertador.
V/.Glória Patri.
 
Coleta
Suplicamos-te, Senhor, ouve com misericórdia as orações do teu povo, para que nós, que somos justamente afligidos pelos nossos pecados, sejamos misericordiosamente libertos para a glória do teu nome.
 
Leitura da Epístola de São Paulo a

I Coríntios 9,24-27 e; 10, 1-5
24 Nas corridas de um estádio, todos correm, mas bem sabeis que um só recebe o prêmio. Correi, pois, de tal maneira que o consigais. 25 Todos os atletas se impõem a si muitas privações; e o fazem para alcançar uma coroa corruptível. Nós o fazemos por uma coroa incorruptível. 26 Assim, eu corro, mas não sem rumo certo. Dou golpes, mas não no ar. 27 Ao contrário, castigo o meu corpo e o mantenho em servidão, de medo de vir eu mesmo a ser excluído depois de eu ter pregado aos outros. (Não quero que ignoreis, irmãos), que os nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem e que todos atravessaram o mar; todos foram batizados em Moisés, na nuvem e no mar; todos comeram do mesmo alimento espiritual; todos beberam da mesma bebida espiritual (pois todos bebiam da pedra espiritual que os seguia; e essa pedra era Cristo). Não obstante, a maioria deles desgostou a Deus, pois seus cadáveres cobriram o deserto. 
 
Graduale. Ps. 9, 10-11 et 19-20.Senhor é nossa ajuda em momentos de necessidade e aflição. Deixe que aqueles que conhecem o seu nome esperem em você, pois você não abandona aqueles que te buscam, Senhor. 
 
 Pois os pobres não serão esquecidos para sempre; a paciência dos pobres não perecerá para sempre. Levante-se, Senhor, não deixe o homem triunfar.
 
Tractus. Ps. 129, 1-4.
Das profundezas clamei a ti, Senhor; Senhor, ouça minha voz.
V/. Fiant aures tuæ intendéntes in oratiónem servie tui. Que seus ouvidos estejam atentos à voz da minha súplica.
V/. Si iniquitátes observáveris, Dómine: Dómine, quis sustinébit? Se você examinar nossas iniqüidades, Senhor, quem estará diante de você?
V/. Quia apud te propitiátio est, e propter legem tuam sustínui te, Dómine. Mas contigo está a misericórdia, e por causa da tua lei tenho esperado em ti, Senhor.

Sequência do Santo Evangelho segundo 

São Mateus 20,1-16
Com efeito, o Reino dos céus é semelhante a um pai de família que saiu ao romper da manhã, a fim de contratar operários para sua vinha. Ajustou com eles um denário por dia e enviou-os para sua vinha. Cerca da terceira hora, saiu ainda e viu alguns que estavam na praça sem fazer nada. Disse-lhes ele: - Ide também vós para minha vinha e vos darei o justo salário. Eles foram. À sexta hora saiu de novo e igualmente pela nona hora, e fez o mesmo. Finalmente, pela undécima hora, encontrou ainda outros na praça e perguntou-lhes: - Por que estais todo o dia sem fazer nada? Eles responderam: - É porque ninguém nos contratou. Disse-lhes ele, então: - Ide vós também para minha vinha. Ao cair da tarde, o senhor da vinha disse a seu feitor: - Chama os operários e paga-lhes, começando pelos últimos até os primeiros. Vieram aqueles da undécima hora e receberam cada qual um denário. 10 Chegando por sua vez os primeiros, julgavam que haviam de receber mais. Mas só receberam cada qual um denário. 11 Ao receberem, murmuravam contra o pai de família, dizendo: 12 - Os últimos só trabalharam uma hora... e deste-lhes tanto como a nós, que suportamos o peso do dia e do calor. 13 O senhor, porém, observou a um deles: - Meu amigo, não te faço injustiça. Não contrataste comigo um denário? 14 Toma o que é teu e vai-te. Eu quero dar a este último tanto quanto a ti. 15 Ou não me é permitido fazer dos meus bens o que me apraz? Porventura vês com maus olhos que eu seja bom? 16 Assim, pois, os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos.(Muitos serão os chamados, mas poucos os escolhidos).
 
Ofertório/ Ps. 91, 2.
É bom louvar ao Senhor e cantar o teu nome, ó Altíssimo.
 
Secreta
Tendo aceitado as nossas ofertas e as nossas orações, purifica-nos graças a estes mistérios celestiais, te imploramos, Senhor, e ouve-nos com clemência.

Comunhão/  Ps. 30, 17-18.
Faça resplandecer o seu rosto sobre o seu servo e salve-me pela sua misericórdia; Senhor, não me deixes envergonhado, pois te invoquei.(Quem não pode comungar em especie, fazer comunhão espiritual)

Nosso Senhor Jesus Cristo numa aparição revelou a sóror Paula Maresca, fundadora do convento de Sta. Catarina de Sena de Nápoles, como se refere na sua vida, e lhe mostrou dois vasos preciosos, um de ouro e outro de prata, dizendo-lhe que conservava no vaso de ouro suas comunhões sacramentais e no de prata as espirituais. As espirituais com dependência exclusiva da piedade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que alimentais nossa alma na solidão do coração.
“Meu Jesus, eu creio que estais realmente presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós” (Santo Afonso Maria de Liguori)
 
Oh! Não me é dado receber a santa Comunhão tantas vezes, quantas desejo. Mas, Senhor, não sois Todo-Poderoso?... Ficai em mim, como no Tabernáculo, não vos afasteis jamais de vossa pequenina hóstia…(Santa Terezinha do Menino Jesus)
 
Depois da comunhão.
Que os teus fiéis, ó Deus, sejam fortalecidos pelos teus dons, para que, ao recebê-los, possam buscá-los novamente e, ao buscá-los, possam recebê-los sem fim.


Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias Santo o Rosário.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

02 de fevereiro dia da Purificação de Nossa Senhora

02/02 Segunda-feira
Festa de Segunda Classe 
Paramentos Brancos

 A festa da Purificação da Bem-Aventurada Virgem Maria é considerada a festa do Senhor.
  
A origem da devoção à Senhora das Candeias tem o seu começo na festa da Apresentação do Menino Jesus no Templo e da Purificação de Nossa Senhora, quarenta dias após o seu nascimento (sendo celebrada, portanto, no dia 2 de Fevereiro). No Templo de Jerusalém, Nosso Senhor Jesus Cristo, ainda tenra criança, foi apresentado pela primeira vez. Ali, deveriam depois passar-se outros episódios memoráveis de Sua vida. Ofereceu-se Ele, no início de sua existência terrena, a Seu divino Pai, sem a menor reserva, aceitando já os sofrimentos futuros de sua Paixão. Ao mesmo tempo, vinha Ele substituir os antigos sacrifícios de animais da lei antiga, realizados aos milhares, em certos dias, naquele local.
Nossa Senhora da Luz era tradicionalmente invocada pelos cegos (como afirma o padre António Vieira no seu "Sermão do Nascimento da Mãe de Deus": "Perguntai aos cegos para que nasce esta celestial Menina, dir-vos-ão que nasce para Senhora da Luz [...]"), e tornou-se particularmente venerada em Portugal a partir do início do século XV; segundo a tradição, deve-se a um português, Pedro Martins, muito devoto de Nossa Senhora, que teria descoberto uma imagem da Mãe de Deus por entre uma estranha luz, no sítio de Carnide, no termo de Lisboa. Aí, se fundou, de imediato, um convento e Igreja a ela dedicada.A partir daí, a devoção à Senhora da Luz cresceu e, com a expansão do Império Português, também se dilatou pelas regiões colonizadas, com especial destaque para o Brasil, onde é a santa padroeira da cidade de Curitiba, capital do Paraná (Haveria uma imagem de Nossa Senhora da Luz, localizada na capela do primeiro vilarejo da região, a Vilinha, ainda às margens do Rio Atuba (Curitiba).Todas as manhãs esta imagem estava voltada para uma dada direção.Interpretando como uma vontade da Santa, foi feito um contato com o cacique dos índios tingüi, o cacique "Tindiquera".
Este teria localizado o novo local e colocado uma vara no chão, dizendo "Coré Etuba", com o significado de "muito pinhão".
Desta vara teria brotado uma frondosa árvore, sendo este o marco zero da cidade de Curitiba), Guarabira/Paraíba, Pinheiro Machado/Rio Grande do Sul, Itu/São Paulo, Indaiatuba/São Paulo e Corumbá/Mato Grosso do Sul. Em Juazeiro do Norte, no Ceará, ocorre, todos os anos, uma grande romaria em sua homenagem.
Segundo a legislação estabelecida pelo grande profeta bíblico Moisés –– a lei mosáica –– todo o primeiro filho de um casal pertencia ao Senhor. Podia, entretanto, ser resgatado mediante a oferta de certa quantia em dinheiro que era depositada no tesouro da família sacerdotal encarregada do culto no Templo, a dos levitas. Por outra lei, as mães que acabavam de dar à luz seus filhos deveriam apresentar-se no Templo de Jerusalém para um ato de purificação, mediante a oferta de um sacrifício: os ricos, um cordeiro de um ano e um pombo ou rolinha; e os pobres, dois pombos ou duas rolinhas.

Comentaristas dos textos sagrados observam que nem Jesus nem Maria estavam obrigados a esses preceitos. Pois, Jesus é Deus, infinitamente superior a qualquer lei. E Maria, tendo se conservado Virgem antes, durante e depois do parto, estava acima dessa lei comum. Entretanto, a obediência e a humildade foram sempre suas virtudes características. Por isso, submeteram-se eles, sem vacilação, a essas prescrições legais.
A maternidade da  Virgem, em tudo diferente das outras mulheres, isentava-a mui legalmente das obrigações de  uma lei,  como foi a da purificação.  Davi enche-se de vergonha, quando se lembra da sua origem:  “Em pecados minha mãe concebeu-me”.  O Anjo tinha disse à Maria Santíssima :  “O Espírito virá sobre ti , e a virtude do  Altíssimo te cobrirá com sua sombra”.  São José recebeu do céu a  comunicação consoladora: “O que dela (de Maria) nascerá, é do Espírito Santo”.  Virgem  antes,  durante e  depois do parto, seu lugar não era entre as outras filhas hebréias que no templo se apresentavam para fazer penitência e  procurar perdão do pecado.    Maria, porém,  prefere obedecer à lei e parecer com a pecha comum a  todas. Além disto, sendo de origem nobre, descendente direta de Davi, oferece o sacrifício dos pobres, isto é,  dois pombinhos. Que humildade!
Nesta sua humildade é acompanhada pelo Filho. Ele é Filho do  Altíssimo,  autor e Senhor das leis, não admite para si motivos  que das mesmas o isentem. Ele que  quis ser nosso  semelhante em tudo, exceto o pecado, sujeita-se à Lei da circuncisão, triste lembrança da grande queda dos primeiros pais no paraíso, de que resultou o pecado original. Por ocasião da apresentação de Maria Santíssima  no templo, se deu um fato que merece toda a atenção nossa. Vivia em Jerusalém um santo homem chamado Simeão, provecto em  idade, que com muito fervor anelava pela  vinda do Messias. De Deus  tinha recebido a  promessa  de  não sair desta vida sem ter visto, com os próprios  olhos,  o Salvador do mundo.  Guiado por inspiração divina, viera ao templo no momento em que os pais de Jesus  entraram, em cumprimento das prescrições legais.  Como os  magos conheceram o Salvador, este se fez conhecido a  Simeão, o qual o  tomou nos braços e bendisse a Deus, dizendo:  “Agora, Senhor, deixa partir o vosso servo em paz, conforme vossa palavra. Pois meus olhos  viram a vossa salvação que preparastes  diante dos olhos das nações:  Luz para aclarar os gentios, e glória de Israel, vosso povo!”São José e Maria Santíssima ficaram admirados  do que  dizia do Menino. Simeão abençoou-os e  disse a Maria, sua Mãe:  “Este Menino veio ao mundo para ruína e ressurreição de muitos em Israel e  para ser um sinal de contradição. Vós mesma  tereis a  alma varada por uma aguda espada e  assim serão patenteados os pensamentos ocultos no coração de muitos”.  – Havia também uma profetisa, de nome Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser, atraída por um movimento do Espírito Santo, a venerável profetisal, ilustre por sua piedade.Vivera 7 anos casada,  enviuvara e  já estava com 84 anos. Não deixava o templo e  servia a Deus dia e noite, jejuando e rezando. Tendo vindo ao templo na mesma ocasião, deixou-se derramar em louvores ao Senhor e falava do Menino a  todos  que esperavam a  Redenção de  Israel. Cumpridas  todas as  prescrições da lei, José e Maria voltaram para casa.
 Os dois anciãos, representantes da sociedade antiga, unem suas vozes e celebram a afortunada vinda do Menino que vem renovar a face da terra.

POR BENEDITIONE CANDELARUM
A BÊNÇÃO DAS VELAS
¶ Si hoc Festum transferri contingit, hodie fit tantum benedíctio et distributio Candelarum atque Processio. Missa autem dicitur de Officio currenti; e em ea Candelæ accensæ in manibus non tenentur. ¶ Se acontecer que esta Festa seja transferida, hoje fazemos a bênção e a procissão das velas. A Santa Missa Tridentina é rezada no atual Ofício, e as velas não são mantidas acesas lá.
¶ Sacerdos indutus pluviali albo, vel sine casula, cum ministris similiter indutis, procedit ad benedicendas candelas, in medio ante altare, vel ad latus Epistolae positas, et ipse, ibidem stans versus ad altare, dicit manibus iunctis in tono feriali: ¶ O padre vestido de manto branco ou mesmo sem casula, com os ministros vestidos da mesma forma, avança para a bênção dos círios, colocados no meio do Altar ou ao lado da Epístola, e diz: voltados para o Altar, as seguintes orações em tom ferial de mãos dadas:
¶ Finita Tertia, Sacerdos indutus Pluviali violaceo, vel sine Casula, cum Ministris similiter indutis, procedit ad benedicendum Candelas, in medio ante Altare vel ad cornu Epistolæ positas, et ipse, ibidem stans versus ad Altare, dicit manibus junctis in tono Orationis Missæ ferialis : ¶ Após a Terça, o sacerdote vestido de manto violeta ou sem casula, com os Ministros vestidos da mesma forma, avança para a bênção dos círios, colocados no meio do Altar ou ao lado da Epístola, e diz , de frente para o Altar, as seguintes orações em tom ferial de mãos dadas:


¶ Finitis Orationibus, Celebrans ponit incensum in thuríbulum: deinde ter aspergit Candelas aqua benedícta, dicendo Antiphonam Aspérges me , sine cantu et sine Psalmo: et ter adolet incenso. ¶ Terminadas as orações, o celebrante impõe o incenso; ele então borrifa as velas três vezes com água benta enquanto diz a Antífona Asperge-me sem cântico e sem salmo, e as incensa três vezes.
DISTRIBUIÇÃO DE CANDELARUM
A DISTRIBUIÇÃO DE VELAS
¶ Tum dignior ex Clero accedit ad Altare, et ab eo Celebrans accipit Candelam, non genuflectens. Postea Celebrans stans in medio ante Altare versus ad populum, distríbuit Candelas, primum digniori, a quo ipse acceperat; deinde Diacono et Subdiacono paratis, et aliis Clericis singulatim per ordinem, ultimo laicis: omnibus genuflectentibus, Candelam et manum Celebrantis osculantibus, exceptis Prælatis, si adsint. E cum inceperit distribui Candelas, um Choro cantatur: ¶ Em seguida, o membro mais digno do clero vem ao altar, o Celebrante recebe dele uma vela, permanecendo de pé. Em seguida, o Celebrante, de pé no meio do Altar e de frente para o povo, distribui as velas, primeiro ao mais digno de quem ele mesmo o recebeu, depois ao diácono e subdiácono adornados, depois ao clero um a um segundo sua ordem, finalmente aos leigos: todos ajoelhados e beijando a mão do celebrante, exceto os prelados, se houver algum presente. E enquanto começamos a distribuir as velas, o coro canta:
¶ Tum dignior ex Clero accedit ad Altare, et ab eo Celebrans accipit Candelam, non genuflectens nec osculans manum illius. Postea Celebrans stans in medio ante Altare versus ad populum, distríbuit Candelas, primum digniori, a quo ipse acceperat; deinde Diacono et Subdiacono paratis, et aliis Clericis singulatim per ordinem, ultimo laicis: omnibus genuflectentibus, Candelam et manum Celebrantis osculantibus, exceptis Prælatis, si adsint. E cum inceperit distribui Candelas, um Choro cantatur: ¶ Em seguida, o membro mais digno do clero vem ao altar, o Celebrante recebe dele uma vela, de pé e não beijando sua mão . Em seguida, o Celebrante, de pé no meio do Altar e de frente para o povo, distribui as velas, primeiro ao mais digno de quem ele mesmo o recebeu, depois ao diácono e subdiácono adornados, depois ao clero um a um segundo sua ordem, finalmente aos leigos: todos ajoelhados e beijando a mão do celebrante, exceto os prelados, se houver algum presente. E enquanto começamos a distribuir as velas, o coro canta:
Antífona. Lucas. 2, 32. Lumen ad revelatiónem gentium et glóriam plebis tuæ Israel. Antífona. Luz para iluminar as nações, e glória a Israel teu povo.
Música. ibid. 29-31. Nunc dimíttis servum tuum, Dómine, secúndum verbum tuum in pace. Antífona. Agora, Senhor, deixarás o teu servo ir em paz, segundo a tua palavra
Deinde repetidor tota Antiphona. Em seguida, toda a antífona é repetida.
Formiga. Lumen ad revelatiónem gentium et glóriam plebis tuæ Israel. Formiga. Luz para iluminar as nações, e glória a Israel teu povo.
quæ similiter repetitor post quemlibet Versum. que se repete após cada verso.
Quia vidérunt óculi mei salutáre tuum. Desde que meus olhos viram a salvação que vem de você.
Fo. Lumen ad revelatiónem gentium et glóriam plebis tuæ Israel. Fo. Luz para iluminar as nações, e glória a Israel teu povo.
Quod parasti ante fáciem omnium populorum. Que preparaste diante de todos os povos.
Fo. Lumen ad revelatiónem gentium et glóriam plebis tuæ Israel.Fo. Luz para iluminar as nações, e glória a Israel teu povo.
Quae si non sufficiant, repetantur quousque distributio finiatur; e clauditur cum Se os versos não forem suficientes, eles são repetidos até que a distribuição termine, e terminamos com
Glória Patri, e Fílio, e Spirítui Sancto. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Fo. Lumen ad revelatiónem gentium et glóriam plebis tuæ Israel.Fo. Luz para iluminar as nações, e glória a Israel teu povo.
Sicut erat in princípio, et nunc, et sempre, et in sǽcula sæculórum. Um homem. Como era no princípio, agora e sempre, e para todo o sempre. Um homem
Fo. Lumen ad revelatiónem gentium et glóriam plebis tuæ Israel.Fo. Luz para iluminar as nações, e glória a Israel teu povo.
Seu expletis, cantatur: Terminado isso, cantamos:
Fo. Ps. 43, 26. Exsúrge, Dómine, ádiuva nos: et líbera nos propter nomen tuum.Fo. Levanta-te, Senhor, ajuda-nos e livra-nos por amor do teu nome.
Ps. ibid., 26. Deus, áuribus nostris audívimus: patres nostri annuntiavérunt nobis.Ó Deus, nós ouvimos com nossos ouvidos, nossos pais nos disseram.
V/. Glória Patri. V/. Glória ao Pai.
E repetidor E nós repetimos
Fo. Exsúrge, Dómine, ádiuva nos: et libera nos propter nomen tuum. Levanta-te, Senhor, ajuda-nos e livra-nos por amor do teu nome.
Deinde, Sacerdos diz: Então o padre diz:
V/. Dominus vobiscum. V/. Que o Senhor esteja convosco.
R/. E cum spíritu tuo. R/. E com teu espirito.
Oremus Vamos rezar
Deinde, Sacerdos diz: Orémus Então o padre diz: Rezemos.
¶ Et si fuerit post Septuagesimam, e non in die Dominica, Diaconus dicit: Flectámus génua.¶ E se estivermos no tempo da Septuagesima, exceto domingo, o Diácono diz: Dobremos os joelhos.
R/. Levante.R/. Ficar de pé
Oração
Exáudi, quǽsumus, Dómine, plebem tuam: et, quæ extrinsécus ánnua tríbuis devotióne venerári, intérius asséqui grátiæ tuæ luce concede. Per Christum, Dominum nostrum. Nós te suplicamos, Senhor, ouça o seu povo e o que você nos dá para honrar externamente por testemunhos anuais de devoção, conceda-nos pela luz de sua graça, ter a inteligência dentro de nossas almas.
R/. Um homem. R/. Um homem.
DE PROCISSÃO A PROCISSÃO
¶ Deinde fit Processio. E primo Celebrans ponit incensum in thuribulum: postea Diaconus vertens se ad populum, dicit: Procedámus in pace. E Chorus responde: In nomine Christi. Um homem. ¶ Depois fazemos a procissão. Primeiro o celebrante impõe o incenso; então o diácono, virando-se para o povo, disse: Vamos em paz. E o coro responde: Em nome de Cristo. Um homem.
Præcedit Thuriferarius cum thuribulo fumiganti: deinde Subdiaconus paratus, deferens Crucem, medius inter duos Acolythos cum candelabris accensis: sequitur Clerus per ordinem, ultimo Celebrans cum Diacono a sinistris, omnes cum Candelis accensis in manibus: et cantantur Antiphonæ sequentes: O turífero passa primeiro, com o incensário fumegante: depois o subdiácono adornado com a Cruz entre dois acólitos com castiçais acesos; depois o clero por ordem, por último o Celebrante com o Diácono à sua esquerda, todos com uma vela acesa na mão; e as seguintes antífonas são cantadas:
Antiph. Adórna thálamum tuum, Sion, et súscipe Regem Christum: ampléctere Maríam, quæ est cæléstis porta: ipsa enim portat Regem glóriæ novi lúminis: subsístit Virgo, addúcens mánibus Fílium ante lucíferum génitum: quem accípiens Símeon in ulnas suas, prædicavit pópulis: Vit. e Salvatórem Mundi.Fo. Adorna, ó Sião, tua morada, e acolhe Cristo Rei; receba com carinho Maria, que é a porta do céu; pois ela segura em seus braços o Rei da glória a quem devemos nova luz. A Virgem pára, oferecendo de suas mãos um Filho gerado antes que a estrela do dia fosse. Simeão, tomando-o nos braços, anuncia aos povos que ele é o Mestre da vida e da morte e o Salvador do mundo.
Ali Antiph. Lucas. 2, 26, 27 e 28-29 Respónsum accépit Símeon a Spíritu Sancto, non visúrum se mortem, nisi vidéret Christum Dómini: et cum indúcerent Púerum in templum, accépit eum in ulnas suas, et benedíxit Deum, et dixit: Nunc dimittis servum tuum , Domine, em ritmo. V/. Cum indúcerent púerum Iesum parentes eius, ut fácerent secúndum consuetúdinem legis pro eo, ipse accépit eum in ulnas suas.Fo. Simeão havia recebido a revelação do Espírito Santo de que não veria a morte até que tivesse visto o Ungido do Senhor. E quando o menino foi levado ao templo, ele o recebeu em seus braços e abençoou a Deus, dizendo: Agora, Senhor, você deixará seu servo ir em paz. V/. Quando seus pais apresentaram o Menino Jesus para observar os costumes da lei para com ele, ele mesmo o recebeu em seus braços.
E ingrediente Ecclesiam, cantatur: Ao entrar na Igreja cantamos:
V/. Obtulérunt pro e Dómino par túrturum, aut duos pullos columbárum: * Sicut scriptum est in lege Dómini. V/. Postquam impléti sunt dies purgatiónis Maríæ, secúndum legem Moysi, tulérunt Iesum in Ierúsalem, ut sísterent eum Dómino. * Sicut scriptum est in lege Dómini. V/. Glória Patri, e Fílio, e Spirítui Sancto. * Sicut scriptum est in lege Dómini. Ofereceram por ele ao Senhor um par de pombas, ou dois pombinhos. De acordo com o que está escrito na lei do Senhor. Cumpridos os dias da Purificação de Maria, segundo a lei de Moisés, levaram Jesus a Jerusalém, para apresentá-lo ao Senhor, * Conforme o que está escrito na lei do Senhor. Glória ao Pai, e ao Filho, e ao Espírito Santo. * De acordo com o que está escrito na lei do Senhor.
¶ Si candelarum benedictio et processio, ob defectum ministrorum sacrorum, forma solemni fieri nequeat, licet formam simplicem adhibere, etiam absque cantu, dummodo tres saltem ministrantes celebranti inserviant. ¶ Se a bênção e a procissão, por falta de ministros sagrados, não puderem ser feitas na forma solene, é permitido fazê-la na forma simples, mesmo sem cânticos, desde que pelo menos três servos acompanhem o celebrante.
¶ Hodie prohibetur quælibet Missa votiva, etiam solemniis, de Christo Domino. ¶ Hoje são proibidas todas as missas votivas, mesmo solenes, de Cristo Senhor.

DE MISSA

Finita Processione, Celebrans et Ministri, accipiunt paramenta pro Missa.
Em Missa, quae benedictionem candelarum sequitur, omittuntur psalmus Iudica me, Deus cum sua antiphona, necnon confessio cum absolutione, versibus sequentibus atque orationibus Aufer a nobis et Oramus te, Domine. Sacerdos igitur, cum ad altare accesserit, statim illud ascendit et osculatur in medio.
Candelæ in manibus tenentur ad Evangelium et toto Canone. Terminada a procissão, o Celebrante e os ministros recebem as vestes para a missa.
Na Missa que segue a bênção das velas, o salmo Iudica me, Deus com sua antífona é omitido, assim como a confissão e a absolvição, os versos que seguem e as orações Aufer a nobis e Oramus te, Domine. Então o Sacerdote, quando chega ao altar, imediatamente sobe lá e o beija no meio.
As velas são mantidas acesas para o Evangelho e por todo o cânon.
¶ Finita Processione, Celebrans et Ministri, depositis violaceis, accipiunt paramenta alba pro Missa. Et Candelæ tenentur in manibus accensæ, dum legitur Evangelium, et iterum ab incepto Canone usque ad expletam Communionem. ¶ Terminada a procissão, o Celebrante e os ministros, depois de postas as vestes roxas, recebem as vestes brancas para a missa. As velas são mantidas acesas durante o Evangelho, e novamente desde o início do Cânon até a Comunhão.

Intróito/ Sal. 47, 10-11.
Recebemos, ó Deus, a tua misericórdia no meio do teu templo: como o teu nome, ó Deus, assim o teu louvor se estende até aos confins da terra: a tua destra está cheia de justiça.Ps. ibid., 2.Grande é o Senhor e digno de todo louvor, na cidade do nosso Deus, no seu santo monteV/. Glória Patri.

Coleta
Deus Todo-Poderoso e Eterno, humildemente suplicamos a Vossa Majestade, que assim como seu Filho unigênito vestido com a substância de nossa carne foi apresentado neste dia no templo, assim também possamos ser apresentados a você com corações purificados.

Leitura da Epístola extraída do livro do 

Malaquias 3,1-4
1Vou mandar o meu mensageiro para preparar o meu caminho. E imediatamente virá ao seu templo o Senhor que buscais, o anjo da aliança que desejais. Ei-lo que vem - diz o Senhor dos exércitos. 2 Quem estará seguro no dia de sua vinda? Quem poderá resistir quando ele aparecer? Porque ele é como o fogo do fundidor, como a lixívia dos lavadeiros. 3 Sentar-se-á para fundir e purificar a prata; purificará os filhos de Levi e os refinará, como se refinam o ouro e a prata; então eles serão para o Senhor aqueles que apresentarão as ofertas como convêm. 4 E a oblação de Judá e de Jerusalém será agradável ao Senhor, como nos dias antigos, como nos anos de outrora.

Gradual/Sal. 47, 10-11 e 9.
Recebemos, ó Deus, a tua misericórdia no meio do teu templo; como o teu nome, ó Deus, assim o teu louvor se estende até os confins da terra
V / . O que tínhamos ouvido, vimos na cidade do nosso Deus, no seu santo monte.

Aleluia, aleluia/  Lucas. 2, 29-32.
 V /.  O velho carregava o Menino; mas o Menino conduziu o velho. Aleluia. 

Sequência do Santo Evangelho segundo

São Lucas 2, 22,32.
22 Concluídos os dias da sua purificação segundo a Lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para o apresentar ao Senhor, 23 conforme o que está escrito na lei do Senhor: Todo primogênito do sexo masculino será consagrado ao Senhor (Ex 13,2); 24 e para oferecerem o sacrifício prescrito pela lei do Senhor, um par de rolas ou dois pombinhos. 25 Ora, havia em Jerusalém um homem chamado Simeão. Este homem, justo e piedoso, esperava a consolação de Israel, e o Espírito Santo estava nele. 26 Fora-lhe revelado pelo Espírito Santo que não morreria sem primeiro ver o Cristo do Senhor. 27 Impelido pelo Espírito Santo, foi ao templo. E tendo os pais apresentado o menino Jesus, para cumprirem a respeito dele os preceitos da lei, 28 tomou-o em seus braços e louvou a Deus nestes termos: 29 Agora, Senhor, deixai o vosso servo ir em paz, segundo a vossa palavra. 30 Porque os meus olhos viram a vossa salvação 31 que preparastes diante de todos os povos, 32 como luz para iluminar as nações, e para a glória de vosso povo de Israel.

Ofertório/ Sal. 44, 3.
A graça é derramada em seus lábios; por isso Deus te abençoou para todo o sempre.

Secreta
Ouvi nossas preces, Senhor, e para que os dons que oferecemos aos olhos de Vossa Majestade sejam dignos de Vós, concedei-nos o auxílio de vossa misericórdia.

Præfatio de Nativitate Domini. Prefácio à Natividade .
 
Comunhão/Lucas. 2, 26.
Foi revelado a Simeão pelo Espírito Santo que ele não veria a morte até que tivesse visto o Cristo do Senhor.(Quem não pode comungar em especie, fazer comunhão espiritual)

Nosso Senhor Jesus Cristo numa aparição revelou a sóror Paula Maresca, fundadora do convento de Sta. Catarina de Sena de Nápoles, como se refere na sua vida, e lhe mostrou dois vasos preciosos, um de ouro e outro de prata, dizendo-lhe que conservava no vaso de ouro suas comunhões sacramentais e no de prata as espirituais. As espirituais com dependência exclusiva da piedade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que alimentais nossa alma na solidão do coração.
“Meu Jesus, eu creio que estais realmente presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós” (Santo Afonso Maria de Liguori)
 
Oh! Não me é dado receber a santa Comunhão tantas vezes, quantas desejo. Mas, Senhor, não sois Todo-Poderoso?... Ficai em mim, como no Tabernáculo, não vos afasteis jamais de vossa pequenina hóstia…(Santa Terezinha do Menino Jesus)
 
Depois da comunhão.
Nós Vos suplicamos, Senhor nosso Deus, concedei que, por intercessão de Maria Santíssima, sempre Virgem, estes santos mistérios que nos deste para assegurar os frutos de nossa regeneração sejam um remédio para nós para o presente e para o futuro. Per Dominum nostrum.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário.

domingo, 1 de fevereiro de 2026

"Pensamentos de Santa Teresinha" de Fevereiro

"Pensamentos de Santa Teresinha"

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Mês de Fevereiro

1. O Senhor quer ter aqui na terra a sua corte, como no alto; quer anjos apóstolos. (11ª carta a Celina)

2. Chama Deus a quem lhe apraz e não já a quem lho merece. (Historia de uma alma c.I)

3. A alegria não se encontra nos objetos que nos rodeiam; reside no mais interior da alma e tanto a podemos gozar no fundo de um tenebroso calabouço com num palácio régio. (Historia de uma alma, c.VI)

4. Ó Verbo, ó meu Salvador! Tu és a minha Águia, a quem eu amo e que me atrai; és tu que baixando á terra do exílio, quisestes padecer e morrer para arrebatar todas as almas e abismá-las bem no seio da Trindade Santíssima, eterno foco de amor. (Historia de uma alma)

5. Ó Jesus, quem poderá descrever a ternura e suavidade com que dirigis a minha alma tão pequenina. (Historia de uma alma, c XI)

6. Ó Jesus, meu divino Esposo, conservai-me imaculada a veste do meu batismo!Levai-me deste mundo antes manche a minha alma com a mais leve culpa voluntaria.

7. Que as criaturas nada sejam para mim e eu nada para elas! Que nenhuma coisa desta terra logre perturbar minha paz. (Historia de uma alma, c.VIII)


8. O Criador do universo espera salvar a oração de uma pobre almazinha para salvar uma multidão de almas remidas como ela com o preço do seu preciso sangue. (12ª carta a Celina)

9. A cruz me segue desde o berço; mas esta cruz Jesus mas fez amar apaixonadamente.

10. Tanto nas coisas pequeninas como nas maiores, o nosso misericordioso Deus dá cento por um, mesmo neste mundo, ás almas que tudo deixaram por seu Amor! (Historia de uma alma, c. VIII)

11. Haverá alegria superior á de sofrer vosso amor? Mais intenso é o sofrimento, e menos aparece aos olhos das criaturas e mais vos leva a sorrir-vos, ó meu Deus!(Historia de uma alma, c IX)

12. Como eu tenho compaixão das almas que se perdem!É tão fácil desgarrar-se pelas sendas floridas deste mundo! (Historia de uma alma, c.IV)

13. É preciso praticar as pequenas virtudes. Muitas vezes é difícil, mas Deus não recusa jamais a primeira graça que dá coragem de se vencer; si a alma a ela corresponde, imediatamente acha luz. (Conselhos e Lembranças)

14. Parece-me que a humildade é a verdade. Não sei si sou humilde, mas só sei que digo a verdade em todas as coisas. (Conselho e Lembrança)

15. Si for do agrado de Deus, de boa mente consinto em que se prolongue por muitos anos a minha vida de sofrimentos da alma e do corpo. (Historia de uma alma, c IX)

16. O sol alumia igualmente o cedro e a florinha; assim também o Astro Divino acalenta cada uma das almas em particular, tanto as grandes como as pequeninas e vai tudo acomodado para seu bem particular. (Historia de uma alma, c, I)

17. Havemos em mim grande propensão para o bem aliada com a boa dose de amor próprio, bastava que me dissessem uma vez: “Isto não vai bem assim.. tal coisa não se faz”, para que me passasse a vontade de a fazer. (Historia de uma alma, c I)

18. Para se chegar a ser santo, é necessário sofrer muito, ambicionar sempre o que há de mais perfeito e esquecer-se de si mesmo.

19. Meu Deus! Não quero ser santa mediana, quero sê-lo deveras; não me amedronta ter de governar a minha vontade: tomai posse dela, pois escolho tudo o que vós quereis. (Historia de uma alma, c I)

20. Havia me habituado a nunca me queixar quando me tiravam o que era meu, preferindo, outro sim, calar-me em vez de me desculpar, si me acontecia ser acusada injustamente; e o fazia naturalmente, sem que houvesse nisto merecimento algum da mina parte.

21. Persuadi-me de que alegria sem nuvens de tristeza só no céu se pode gozar. (Historia de uma alma, c IX)

22. Não é insensível o meu coração e sendo como é, capaz de sofrer muito, quero por isto mesmo oferecê-lo a Jesus para todos os gêneros de sofrimentos que Ele possa suportar. (Historia de uma alma, c IX)

23. Quem só espera sofrimento, chega até a estranhar o mais pequenino gozo.

24. O sofrimento se converte na mais intensa alegria para quem procura como se procura um precioso tesouro. (Historia de uma alma, c IX)

25. A verdadeira caridade consiste em suportar todos os defeitos do próximo, em não estranhar as suas fraquezas, em tirar das suas virtudes, por pequeninas que sejam assunto de edificação. (Historia de uma alma, c IX)

26. Bem o sabeis, meu Deus, outra coisa nunca desejei que não seja unicamente amar-vos, nem outra gloria ambiciono.(Historia de uma alma, cX)

27. Não conheço senão um meio para se chegar á perfeição: O amor. Amemos, pois nosso coração não foi feito senão para isto. (Cartas á prima Maria Guerin)

28. Não há senão uma coisa a fazer neste mundo: amar a Jesus e salvar-lhe almas, para que Ele seja amado. (6ª carta a Celina) Ah! Que enchente de paz inunda a alma que se alevanta acima dos sentidos rasteiros da natureza. (Historia de uma alma, cIX)

29. Ah! Que enchente de paz inunda a alma que se alevanta acima dos sentidos rasteiros da natureza. (Historia de uma alma, cIX) 

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário.

Domingo da Septuagésima.

01/02 Domingo da Septuagésima
Festa de Segunda Classe
Paramentos Roxos



 
Intróito/ Ps. 17, 5, 6 et 7.
 Os gemidos da morte me cercaram, as dores do inferno me cercaram; na minha aflição invoquei o Senhor, e do seu santo templo ele ouviu a minha voz.Ps. ibd., 2-3. Eu te
amarei, Senhor, você que é minha força; o Senhor é meu firme apoio e meu libertador.
V/.Glória Patri.
 
Coleta
Suplicamos-te, Senhor, ouve com misericórdia as orações do teu povo, para que nós, que somos justamente afligidos pelos nossos pecados, sejamos misericordiosamente libertos para a glória do teu nome.
 
Leitura da Epístola de São Paulo a

I Coríntios 9,24-27 e; 10, 1-5
24 Nas corridas de um estádio, todos correm, mas bem sabeis que um só recebe o prêmio. Correi, pois, de tal maneira que o consigais. 25 Todos os atletas se impõem a si muitas privações; e o fazem para alcançar uma coroa corruptível. Nós o fazemos por uma coroa incorruptível. 26 Assim, eu corro, mas não sem rumo certo. Dou golpes, mas não no ar. 27 Ao contrário, castigo o meu corpo e o mantenho em servidão, de medo de vir eu mesmo a ser excluído depois de eu ter pregado aos outros. 1 (Não quero que ignoreis, irmãos), que os nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem e que todos atravessaram o mar; 2 todos foram batizados em Moisés, na nuvem e no mar; 3 todos comeram do mesmo alimento espiritual; 4 todos beberam da mesma bebida espiritual (pois todos bebiam da pedra espiritual que os seguia; e essa pedra era Cristo). 5 Não obstante, a maioria deles desgostou a Deus, pois seus cadáveres cobriram o deserto. 
 
Graduale. Ps. 9, 10-11 et 19-20.Senhor é nossa ajuda em momentos de necessidade e aflição. Deixe que aqueles que conhecem o seu nome esperem em você, pois você não abandona aqueles que te buscam, Senhor. 
 
 Pois os pobres não serão esquecidos para sempre; a paciência dos pobres não perecerá para sempre. Levante-se, Senhor, não deixe o homem triunfar.
 
Tractus. Ps. 129, 1-4.
Das profundezas clamei a ti, Senhor; Senhor, ouça minha voz.
V/. Fiant aures tuæ intendéntes in oratiónem servie tui. Que seus ouvidos estejam atentos à voz da minha súplica.
V/. Si iniquitátes observáveris, Dómine: Dómine, quis sustinébit? Se você examinar nossas iniqüidades, Senhor, quem estará diante de você?
V/. Quia apud te propitiátio est, e propter legem tuam sustínui te, Dómine. Mas contigo está a misericórdia, e por causa da tua lei tenho esperado em ti, Senhor.

Sequência do Santo Evangelho segundo 

São Mateus 20,1-16
1 Com efeito, o Reino dos céus é semelhante a um pai de família que saiu ao romper da manhã, a fim de contratar operários para sua vinha. 2 Ajustou com eles um denário por dia e enviou-os para sua vinha. 3 Cerca da terceira hora, saiu ainda e viu alguns que estavam na praça sem fazer nada. 4 Disse-lhes ele: - Ide também vós para minha vinha e vos darei o justo salário. 5 Eles foram. À sexta hora saiu de novo e igualmente pela nona hora, e fez o mesmo. 6 Finalmente, pela undécima hora, encontrou ainda outros na praça e perguntou-lhes: - Por que estais todo o dia sem fazer nada? 7 Eles responderam: - É porque ninguém nos contratou. Disse-lhes ele, então: - Ide vós também para minha vinha. 8 Ao cair da tarde, o senhor da vinha disse a seu feitor: - Chama os operários e paga-lhes, começando pelos últimos até os primeiros. 9 Vieram aqueles da undécima hora e receberam cada qual um denário. 10 Chegando por sua vez os primeiros, julgavam que haviam de receber mais. Mas só receberam cada qual um denário. 11 Ao receberem, murmuravam contra o pai de família, dizendo: 12 - Os últimos só trabalharam uma hora... e deste-lhes tanto como a nós, que suportamos o peso do dia e do calor. 13 O senhor, porém, observou a um deles: - Meu amigo, não te faço injustiça. Não contrataste comigo um denário? 14 Toma o que é teu e vai-te. Eu quero dar a este último tanto quanto a ti. 15 Ou não me é permitido fazer dos meus bens o que me apraz? Porventura vês com maus olhos que eu seja bom? 16 Assim, pois, os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos.(Muitos serão os chamados, mas poucos os escolhidos).
 
Ofertório/ Ps. 91, 2.
É bom louvar ao Senhor e cantar o teu nome, ó Altíssimo.
 
Secreta
Tendo aceitado as nossas ofertas e as nossas orações, purifica-nos graças a estes mistérios celestiais, te imploramos, Senhor, e ouve-nos com clemência.

Comunhão/  Ps. 30, 17-18.
Faça resplandecer o seu rosto sobre o seu servo e salve-me pela sua misericórdia; Senhor, não me deixes envergonhado, pois te invoquei.(Quem não pode comungar em especie, fazer comunhão espiritual)

Nosso Senhor Jesus Cristo numa aparição revelou a sóror Paula Maresca, fundadora do convento de Sta. Catarina de Sena de Nápoles, como se refere na sua vida, e lhe mostrou dois vasos preciosos, um de ouro e outro de prata, dizendo-lhe que conservava no vaso de ouro suas comunhões sacramentais e no de prata as espirituais. As espirituais com dependência exclusiva da piedade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que alimentais nossa alma na solidão do coração.
“Meu Jesus, eu creio que estais realmente presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós” (Santo Afonso Maria de Liguori)
 
Oh! Não me é dado receber a santa Comunhão tantas vezes, quantas desejo. Mas, Senhor, não sois Todo-Poderoso?... Ficai em mim, como no Tabernáculo, não vos afasteis jamais de vossa pequenina hóstia…(Santa Terezinha do Menino Jesus)
 
Depois da comunhão.
Que os teus fiéis, ó Deus, sejam fortalecidos pelos teus dons, para que, ao recebê-los, possam buscá-los novamente e, ao buscá-los, possam recebê-los sem fim.


Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias Santo o Rosário.

01 de fevereiro dia de Santo Inácio de Antioquia,Bispo e Mártir.

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  Santo Inácio de Antioquia, Bispo e Mártir (c. 107 d.C) 
  No  Coliseu romano, o bispo cristão aguarda ser trucidado pelas feras, enquanto a multidão exulta em gritos de prazer com o espetáculo sangrento que vai começar. Por sua vez, no estádio, cristãos incógnitos, misturados entre os pagãos, esperam, horrorizados, que um milagre salve o religioso. Os leões estão famintos e excitados com o sangue já derramado na arena. O bispo Inácio de Antioquia, sereno, esperava sua hora pronunciando com fervor o nome do Cristo.
  Graças a Santo Inácio  cristianismo floreceu mais, surgiram mais cristãos.   Era o início dos tempos que mudaram o mundo, próximo do ano 35 da era cristã quando ele nasceu. Segundo os estudiosos não era judeu e teria sido convertido pela primeira geração de cristãos, os apóstolos escolhidos pelo próprio Jesus. Cresceu e foi educado entre eles, depois Pedro nomeou no posto de bispo de Antioquia, na Síria, considerada a terceira cidade mais importante do Império Romano, depois de Roma e Alexandria no Egito. Gostava de ser chamado Inácio Nurono. Inácio deriva do grego "ignis", fogo, e Nurono era um nome que ele mesmo deu a si, significa "o portador Deus". Deste modo viveu sua existência toda, era o portador de Deus que incendiava a fé.
    Foi o defensor de um ponto que só viria a ser elevado à categoria de dogma séculos mais tarde: o parto virginal da Santa Mãe de Deus. Assim escreveu aos efésios: "ao príncipe deste mundo foi ocultada a virgindade de Maria, seu parto e também a morte do Senhor".5 Aos seus caros esmirnenses também afirmava: "Crendo de igual modo que verdadeiramente nasceu da Virgem, foi batizado por João ‘para que nele se cumprisse toda a justiça.'"
 
  Em Selêucia, um porto marítimo a 16 milhas de Antioquia, eles embarcaram em um navio e,navegou para a costa ao longo da costa sul e oeste da Ásia Menor, em vez de proceder de uma só vez para a Itália. As paralisações numerosas, porém, deu oportunidades ao santo de confirmar na Fé as várias Igrejas perto da costa da Ásia Menor. Em Esmirna, teve a alegria do encontro com seu ex-companheiro, São Policarpo discípulo, e aqui veio também o bispo Onésimo à frente de uma delegação de Éfeso, o bispo Damas com enviados de Magnésia, e Políbi, o bispo de Tralles. Um dos deputados, Burrhus, foi tão útil que Santo Inácio perguntou aos Efésios para lhe permitir ficar com ele como um companheiro. De Esmirna, o Santo escreveu quatro cartas: aos Efésios, às Igrejas de Magnésia e Tralles e aos cristãos em Roma.
  Os guardas estavam com pressa para deixar Esmirna, de modo a chegarem à Roma antes dos jogos que eram mais para as vítimas ilustres de aparência venerável e foram sempre uma grande atração no anfiteatro. Inácio alegremente concordou. Em seguida, eles navegaram para Trôade, onde aprenderam que a paz havia sido restaurada à Igreja de Antioquia. Em Trôade, ele escreveu mais três cartas: a Filadélfia, ao Smyrnaeans, e São Policarpo.

   Como o santo se aproximou de Roma, os fiéis vieram ao seu encontro, regozijando-se com a sua presença no meio deles, mas estavam de apreensivos pois porderiam perdelo em breve. Como haviam previsto,
sua atuação logo chamou a atenção do imperador Trajano, que decretou sua prisão e ordenou sua morte. Como cristão, deveria ser devorado pelas feras para diversão do povo ávido de sangue. O palco seria o recém construído Coliseu. Fiéis estes estavam desejosos de tomar medidas para obter sua libertação, mas ele suplicou-lhes que não o impedissem de ir ao Senhor.Uma carta estava o seu especial pedido: "Deixai-me ser alimento das feras. Sou trigo de Deus. É necessário que eu seja triturado pelos dentes dos leões para me tornar um pão digno de Cristo". Sabendo que muitos de seus companheiros poderiam influenciar e conseguir seu perdão junto ao imperador, que o deixassem ser martirizado. Sabia que seu sangue frutificaria em novas conversões e que seu exemplo tocaria o coração dos que, mesmo já convertidos, ainda temiam assumir e propagar da verdadeira religião. Então, ajoelhando-se com os irmãos, ele orou para a Igreja, e para a caridade e unanimidade entre os fiéis.   Segundo tradição, ele chegou a Roma em 20 de dezembro, último dia dos jogos públicos e foi levado perante ao prefeito da cidade, a quem a carta do imperador foi entregue. Em devido tempo, os soldados apressaram-mo fora do anfiteatro, e somos informados de que dois leões ferozes foram soltos em cima dele, que o devorou ​​imediatamente, não deixando nada além dos ossos maiores.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário.

sábado, 31 de janeiro de 2026

31 de janeiro dia de São João Bosco, Confessor

31/01 Sábado
Festa de Terceira Classe
Paramentos Brancos
Visão de Dom Bosco

 João Melchior Bosco SDB (Castelnuovo d'Asti, 16 de agosto de 1815 — Turim, 31 de janeiro de 1888)Nasceu do segundo casamento de Francesco Bosco, tendo por mãe Margherita Occhiena. A família era ainda composta pelo irmão do primeiro casamento do pai, Antônio, e seu irmão mais velho, José.
   Ficou órfão de pai quando tinha apenas dois anos de idade. Diante da difícil situação econômica porque passava o norte da Itália, sua infância foi marcada pela pobreza da família.
  Começou a estudar por volta dos nove anos, aos dezesseis anos passa a frequentar a escola de Castelnuovo D'Asti e aos vinte ingressa no Seminário de Chieri, sendo ordenado sacerdote em 5 de junho de 1841, pelo bispo Luigi Fransoni. Após a ordenação, transfere-se para Turim.
  No contexto da revolução industrial na Itália, havia grande contingente de jovens sem família nas grandes cidades. Desde 1809, em Milão, a Igreja  mantinha obra assistencial para jovens denominada oratório, que se ocupava de lazer, educação e catequese. O primeiro oratório de Turim foi fundado em 1841, pelo padre Giovanni Cochi. Influenciado por essas iniciativas, São João Bosco funda em 8 de dezembro de 1841 um oratório em Turim, quando atende e ensina o jovem Bartolomeo Garelli na sacristia da Igreja de São Francisco de Assis. Em 8 de dezembro de 1844, esse oratório passa a denominar-se 'Oratório de São Francisco de Sales e em 1846 passou a ter sua sede numa propriedade de Francisco Pinardi, no bairro turinense de Valdocco.
 São João Bosco propõe a Sociedade de São Francisco de Sales, que seria vista como uma associação de cidadãos aos olhos do Estado e como uma associação de religiosos perante a Igreja. Após consultar o Papa Pio IX, Bosco recebeu de seus companheiros padres, seminaristas e leigos a adesão à Sociedade de São Francisco de Sales em 18 de dezembro de 1859 e em 14 de março de 1862, os primeiros salesianos fizeram os votos religiosos de castidade, pobreza e obediência. A partir de 1863, além dos oratórios, os salesianos passam a se dedicar também aos colégios e escolas católicas para meninos e jovens. na educação infanto-juvenil e o ensino profissional, sendo um dos criadores do sistema preventivo em educação. Dedicou-se também ao desenvolvimento da imprensa católica. É o fundador da Pia Sociedade de São Francisco de Sales (1859), conhecida por salesianos, co-fundador da congregação das Filhas de Maria Auxiliadora, conhecidas por irmãs salesianas em 1861, na cidade italiana de Mornese, Maria Domingas Mazzarello convida sua amiga Petronilla para juntas organizarem uma oficina de costura para meninas. Em 1863 a oficina começa a acolher meninas órfãs. O seu trabalho é superviosionado pelo Pe. Domingos Pestarino, que havia se associado aos salesianos. Com o auxílio de Pestarino, Bosco propõe às jovens que se organizem como uma congregação religiosa, com o nome de Filhas de Maria Auxiliadora e em 5 de agosto de 1872 as primeiras salesianas fazem seus votos. Maria Mazzarello foi a primeira superiora da congregação.e também fundador da Associação Internacional dos Cooperadores Salesianos que foi aprovada em 1876 pelo Papa Pio IX. O objetivo era o mesmo da Sociedade de São Francisco de Sales, a saber: o trabalho educativo e catequético junto aos meninos e aos jovens. Em sua forma de associação, tornou-se uma sociedade mista, com homens e mulheres leigos.
  Com ataques da revolução Francesa maçonica deu-se a crise da separação entre Estado e Igreja na Itália, mais mesmo assim há forte demanda por escolas católicas, fazendo com que esse tipo de instituição se dissemine rapidamente. As regras da Sociedade, chamadas de Constituições, foram aprovadas pela Igreja em 1874. Em sua morte, em 1888, a Sociedade contava com 768 membros, com 26 casas fundadas nas Américas e 38 na Europa.São João  Bosco é o padroeiro da capital federal do Brasil, Brasília.

O Sonho de São João Bosco e as semelhanças com a Aparição de Fátima.
  São João Bosco teve o sonho descrito abaixo em 1862,semelhante a Aparição de Nossa Senhora à irmã Lúcia em  Fátima, em que o Papa morre onde os Modernitas disseram ter revelado tudo é a verdade,mais ocultaram a explicação do papa de branco cai atingido.

  São João Bosco, no dia dia 30 de maio, pois, contou, seu sonho.
  É verdade que conto isso para utilidade espiritual de vocês. O sonho, eu o tive há alguns dias.
  Imaginem vocês estarem comigo numa praia do mar, ou antes, sobre um escolho isolado, e de não ver outro espaço de terra a não ser aquele que lhes está sob os pés. Em toda aquela vasta superfície das águas se via uma multidão inumerável de navios em ordem de batalha, cujas proas eram terminadas por um agudo esporão de ferro em forma de lança, que, onde era dirigido, feria e traspassava qualquer coisa. Estes navios estavam armados com canhões, carregados com fuzis e armas de todo gênero, com matérias incendiárias, e também com livros, e avançavam contra um navio muito maior e mais alto que todos eles. Por meio do esporão, tentam chocar‑se com ele, incendiá‑lo, ou ao menos causar‑lhe todo o dano possível.
    Aquela nave majestosa, ricamente adornada, era escoltada por muitas navezinhas que recebiam dela os sinais de comando e executavam manobras para se defender das frotas adversárias.
    O vento lhes era desfavorável e o mar agitado parecia favorecer os inimigos. No meio da imensa extensão do mar elevavam‑se acima das ondas duas robustas colunas, altíssimas, pouco distantes uma da outra. Sobre uma delas havia a imagem da Virgem Imaculada, em cujos pés pendia um longo cartaz com esta inscrição: Auxilium Christianorum (Auxílio dos Cristãos). Sobre a outra, que era muito mais alta e mais grossa, havia uma Hóstia de grandeza proporcional à coluna, e debaixo um outro cartaz com as palavras: Salus Credentium (Salvação dos que crêem).
  

  O Pontífice Romano, Comandante supremo da grande nau, vendo o furor dos inimigos e a má situação em que se achavam as suas fiéis navezinhas, decide reunir junto de si os pilotos dos navios auxiliares, para acordarem sobre o que se deveria fazer. Todos os pilotos sobem e se reúnem em torno do Papa. Mantêm uma reunião, mas, enfurecendo‑se cada vez mais o vento e a tempestade, eles são mandados de volta para dirigir seus próprios navios.
  Ocorrendo um pouco de calmaria, o Papa reúne pela segunda vez em torno de si todos os pilotos, enquanto a nau capitania segue o seu curso. Mas a borrasca volta espantosa. O Papa permanece no timão, e todos os seus esforços são dirigidos a levar a nau para o meio daquelas duas colunas, de cujo cimo pendem, em toda a volta delas, muitas âncoras e grossos ganchos presos a correntes.
   Os navios inimigos manobram para assaltá‑la, e empregam todos os meios possíveis para detê‑la e fazê‑la afundar, algumas com livros e escritos; outras procurando lançar a bordo as matérias incendiárias de que estão cheias; outras com os canhões, com os fuzis, e com os esporões.
   O combate se torna cada vez mais encarniçado. As proas inimigas se chocam violentamente com o navio do Pontífice, mas seus esforços e seu ímpeto se revelam inúteis. Em vão repetem o ataque e esgotam seu poder e munições. A grande nau prossegue segura e ilesa seu caminho. Ocorre por vezes que os golpes formidáveis descarregados em seus flancos abrem largas e profundas brechas, mas em seguida sopra um vento e as brechas se fecham e os furos se obstruem.
  E explodem os canhões dos assaltantes, despedaçam‑se os fuzis, e todas as outras armas e os esporões; são destruídos muitos navios que se afundam no mar. Então, os inimigos, furibundos, começam a combater com armas brancas; e com as mãos, com os punhos, com blasfêmias e com maldições.

 Eis que o Papa, ferido gravemente, cai. Os que estão junto a ele correm a ajudá‑lo e o levantam, mas o Papa é ferido pela segunda vez, cai de novo e morre.(irmã Lucia recebe a mesma profecia que os modernista tentam ocultar)

  Um grito de alegria e de vitória ressoa entre os inimigos; sobre os seus navios se dá um louco frenesi. Mas tão logo morto o Pontífice, um outro Papa o substitui em seu posto. Os pilotos reunidos o elegeram tão subitamente que a notícia da morte do Papa chegou com a notícia da eleição do Sucessor. Os adversários começam a perder o ânimo.
   O novo Papa dispersa e supera todos os obstáculos e guia o navio até as duas colunas. Chegando junto a elas, o ata com uma corrente que pendia da proa a uma âncora da coluna sobre a qual estava a Hóstia; e com uma outra corrente que pendia da popa o ata a uma outra âncora, que pendia da coluna sobre a qual estava colocada a Virgem Imaculada.
   Então, aconteceu uma grande reviravolta. Todos os navios, que até aquele momento tinham combatido a nau do Papa, fogem, se dispersam, se chocam entre si e se despedaçam. Uns naufragam e arrastam a outros. Muitas navezinhas que tinham combatido valorosamente com o Papa se aproximam das duas colunas atando‑se a elas com correntes. Muitas outras naus que por temor tinham se afastado e se encontravam a grande distância ficam prudentemente observando, até que, desaparecidos nos abismos do mar os restos de todos os navios destroçados, com grande vigor vogam em direção daquelas duas colunas, onde, chegando, se prendem aos ganchos pendentes das mesmas colunas, e aí ficam tranquilas e seguras, junto com a nau principal, sobre a qual está o Papa. No mar se produz uma grande calma.
Dom Bosco, neste ponto, interrogou Dom Miguel Rua: Que pensa o Sr. deste relato?
Dom Rua respondeu: Parece‑me que a nau do Papa seja a Santa Igreja, da qual ele é o Chefe: os navios, os homens, o mar são este mundo. Aqueles que defendem o grande navio são os bons defendem à Santa Tradição, os outros são os seus inimigos que com toda sorte de armas tentam aniquilá‑la. As duas colunas de salvação, me parece que sejam a devoção a Maria Santíssima e ao Santíssimo Sacramento da Eucaristia.

  Dom Rua não disse nada sobre o Papa caído e morto, e Dom Bosco calou‑se também sobre isso. Somente acrescentou: Disseste bem. É preciso somente corrigir uma expressão: as naus dos inimigos são as perseguições [à Santa Igreja]. Preparam‑se gravíssimos sofrimentos para a Igreja. O que até agora aconteceu é quase nada comparado com aquilo que deve acontecer. Os seus inimigos são figurados pelos navios, que tentam afundar, se pudessem, a nau capitania. Só restam dois meios para salvar‑se entre tanta confusão: a devoção a Maria Santíssima e à Comunhão.

 obs: Pior que a revolução Francesa maçonica de 5 de maio de 1789 e 9 de novembro de 1799, é esta revolução ter conseguido entrado no seio da Santa Igreja pelo Concílio Vaticano II,esta revolução dando força aos  modernistas que estão nos mais altos posto da hierarquia. Onde tudo pode mesnos ser cátolico tradicional, se defende a doutrina dogmaticas e rotulado de fundamentalista,cismatico e etc.

 Todos devemos nos empenhar em os empregarmos e fazer com que sejam empregados em toda parte, e por todos.
Essa visão de Dom Bosco, narrada e resumida em poucas palavras, é própria para os nossos tempos. Do muito que se poderia dizer, o que nos cabe salientar aqui é que Deus está mostrando aos homens, através do sonho de Dom Bosco, que existem dois pilares, os quais nós não poderemos nunca deixar que se percam, que sejam suprimidos, que sejam eliminados, que são a EUCARISTIA(Santa Missa Trindentia que trata a Eucaristia com dignidade e toda adoração e Gloria e não a Missa modernista que agrada prostestantes e maçons) e a poderosa proteção da VIRGEM MARIA(Rezando diariamente seu Santo Rosário e meditando 15 minutos dos 15 mistério do seu Santo Rosário nos primeiros sábados do mês e não vinte mistério).
   

 Nossa Senhora pediu aos pastorzinho a meditação de 15 mistérios do Santo Rosário e não de 20 mistérios.  Os modernistas mexeram e mexem em tudo que Deus e a Virgem Maria ensinam para desviar a atenção da verdade ensinada. 
 
Mateus 24,9-13
9 Então sereis entregues aos tormentos, matar-vos-ão e sereis por minha causa objeto de ódio para todas as nações. 10 Muitos sucumbirão, trair-se-ão mutuamente e mutuamente se odiarão. 11 Levantar-se-ão muitos falsos profetas e seduzirão a muitos. 12 E, ante o progresso crescente da iniquidade, a caridade de muitos esfriará. 13 Entretanto, aquele que perseverar até o fim será salvo.Rezemos a Dom Bosco pela perserverança final.

Intróito/ 3. R4, 29.
Deus lhe deu grande sabedoria e prudência, e uma expansão de coração, como a areia que está na praia do mar.Sal. 112, 1. Louvai ao Senhor, filhos, louvai o nome do Senhor.V/. Glória Patri.

Coleta
Ó Deus, que chamaste a São João teu Confessor para ser pai e educador dos adolescentes, e por meio dele, sob a proteção de Maria Auxiliadora, quiseste florescer novas famílias na tua Igreja: concede-nos, nós te suplicamos, que, inflamados com o mesmo fogo da caridade, nos coloquemos em busca de almas e nos dediquemos ao vosso único serviço.

Leitura da Epístola de São Paulo aos

Filipenses 4, 4-9.
4 Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito: alegrai-vos! 5 Seja conhecida de todos os homens a vossa bondade. O Senhor está próximo. 6 Não vos inquieteis com nada! Em todas as circunstâncias apresentai a Deus as vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a ação de graças. 7 E a paz de Deus, que excede toda a inteligência, haverá de guardar vossos corações e vossos pensamentos, em Cristo Jesus. 8 Além disso, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é nobre, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, tudo o que é virtuoso e louvável, eis o que deve ocupar vossos pensamentos. 9 O que aprendestes, recebestes, ouvistes e observastes em mim, isto praticai, e o Deus da paz estará convosco. 

Gradual/ Sal. 36, 3-5.
Espere no Senhor e faça o bem, e habite na terra, e você ficará satisfeito com as suas riquezas.
V/. Deleite-se no Senhor, e ele atenderá aos pedidos do seu coração; revela ao Senhor o teu caminho e espera nele, e faze-lhe segundo os teus desejos.

Aleluia, aleluia/ Sal. 73, 21
 V /. Os pobres e destituídos louvarão o teu nome. Aleluia. 

Sequência do Santo Evangelho

São Mateus 18,1-5.
1 Neste momento os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram-lhe: Quem é o maior no Reino dos céus? 2 Jesus chamou uma criancinha, colocou-a no meio deles e disse: 3 Em verdade vos declaro: se não vos transformardes e vos tornardes como criancinhas, não entrareis no Reino dos céus. 4 Aquele que se fizer humilde como esta criança será maior no Reino dos céus. 5 E o que recebe em meu nome a um menino como este, é a mim que recebe.

Ofertório/Sal. 33, 12.
Vinde, meus filhos, ouvi-me: eu vos ensinarei o temor do Senhor.

Secreta
Recebe, Senhor, a pura oferenda da Vítima da salvação, e concede-nos a graça de viver para o louvor da tua glória, amando-te em todos os homens e acima de tudo.
 
Comunhão/ROM. 4, 18.
Recebe, Senhor, a pura oferenda da Vítima da salvação, e concede-nos a graça de viver para o louvor da tua glória, amando-te em todos os homens e acima de tudo.(Quem não pode comungar em especie, fazer comunhão espiritual)

Nosso Senhor Jesus Cristo numa aparição revelou a sóror Paula Maresca, fundadora do convento de Sta. Catarina de Sena de Nápoles, como se refere na sua vida, e lhe mostrou dois vasos preciosos, um de ouro e outro de prata, dizendo-lhe que conservava no vaso de ouro suas comunhões sacramentais e no de prata as espirituais. As espirituais com dependência exclusiva da piedade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que alimentais nossa alma na solidão do coração.
“Meu Jesus, eu creio que estais realmente presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós” (Santo Afonso Maria de Liguori)
 
Oh! Não me é dado receber a santa Comunhão tantas vezes, quantas desejo. Mas, Senhor, não sois Todo-Poderoso?... Ficai em mim, como no Tabernáculo, não vos afasteis jamais de vossa pequenina hóstia…(Santa Terezinha do Menino Jesus)
 
Depois da comunhão.
Satisfeitos pelo mistério do vosso Corpo e do vosso Sangue, rogamos a vós, Senhor, que por intercessão de São João, vosso confessor, permaneçamos sempre em ação de graças.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário.