sexta-feira, 1 de maio de 2026

Solenidade São José Operário Castíssimo Esposo da Santíssima Virgem

01/05 Sexta-feira
Festa de Primeira Classe
Paramentos Brancos

  São José o Castíssimo Esposo de Maria Santíssima e pai adotivo de Nosso Senhor Jesus vêm das Escrituras. Casou-se com Maria por volta de 30 anos de idade e, por seu caráter, foi escolhido a dedo por Deus para guardar a virgindade de nossa Mãe Maria Santíssima. Diz-se também que morreu aos 60 anos de idade, antes do início da vida pública de seu Filho Jesus Cristo. Foi Carpinteiro, tanto que, em Nazaré, perguntaram em relação a Jesus, "Não é este o filho do carpinteiro?" (Mateus 13,55). Apesar de seu humilde trabalho e suas condições,São José veio de uma linhagem real. São Lucas e São Mateus dão genealogia de São José, ambos marcam sua descendência a partir de Davi, o maior rei de Israel (Mateus 1,1-16 e Lucas 3,23-38). Realmente o anjo que primeiro conta a São José sobre Nosso Senhor Jesus o saúda como "filho de Davi," um título real usado também para Nosso Senhor Jesus. Sabemos que São José foi um homem Justo. 
  Quando ele soube que Maria estava grávida, não era dele mas desconhecia, até então, que ela estava carregando o Filho de Deus. Ele planejou separar-se de Maria de acordo com a lei, mas temeu pela segurança e o sofrimento dela e do bebê. Ele sabia que mulheres acusadas de adultério poderiam ser apedrejadas até a morte, então ele decidiu deixá-la silenciosamente e não expor Maria a vergonha ou crueldade (Mateus 1,19-25). Sabemos que São José temente e firme na fé, obediente a tudo o que Deus pedisse a ele sem preocupar-se com os resultados. Quando o anjo apareceu a José em um sonho e contou-lhe a verdade sobre a criança que Maria estava carregando, São José imediatamente e sem questionar torne seu guardião. Quando o anjo reapareceu para dizer-lhe que sua família estava em perigo, ele imediatamente deixou tudo o que possuía, todos os seus parentes e amigos, e escapou para um país estranho, desconhecido, com sua jovem esposa e o bebê. Ele aguardou no Egito sem questionar até que o anjo disse a ele que já era seguro retornar (Mateus 2,13-23). 
 Sabemos que São José amava Jesus. Sua única preocupação era com a segurança desta criança confiada a ele. Ele não apenas deixou seu lar para proteger Jesus mas na ocasião de seu retorno fixou residência na obscura cidade de Nazaré sem temer por sua vida. Quando Nosso Senhor Jesus ficou no Templo, São José (junto com Maria) procurou por ele com grande ansiedade por três dias (Lucas 2,48). Sabemos também que São José tratava a Nosso Senhor Jesus como seu próprio filho tanto que as pessoas de Nazaré constantemente repetiam com relação a Nosso Senhor Jesus, "Não é este o filho de José?" (Lucas 4,22) Ele levava sua família a Jerusalém todo ano para a Páscoa, algo que não poderia ter sido fácil para um Carpinteiro. Já que São José não aparece na vida pública de Nosso Senhor Jesus Cristo, em sua morte, ou ressurreição, muitos historiadores acreditam que José provavelmente havia morrido antes que Nosso Senhor Jesus iniciasse seu sacerdócio.

Celebramos dois dias festivos para São José: 19 de março para São José o Castissimo Esposo de Maria Santissima e 1 de maio para São José o Operario. 

Intróito/ Sab.10, 17..
A sabedoria rendeu aos justos a recompensa de seus trabalhos, conduziu-os por um caminho admirável e serviu-lhes de sombra durante o dia e de luz das estrelas durante a noite. (TP Aleluia, aleluia. )
Sal. 126, 1.A menos que o Senhor edifique a casa, é em vão que os que a edificam trabalham.
V/. Glória Patri.

Coleta
Deus criador de todas as coisas, que impôs à raça humana a lei do trabalho: concede-nos favoravelmente; graças ao exemplo e patrocínio de São José, para realizar perfeitamente o trabalho que nos confias e para obter as recompensas que nos prometes.

Leitura da Epístola de São Paulo aos

Colossense 3,14-15,17,23-24 14.
Mas, acima de tudo, revesti-vos da caridade, que é o vínculo da perfeição.15.Triunfe em vossos corações a paz de Cristo, para a qual fostes chamados a fim de formar um único corpo. E sede agradecidos. 17.Tudo quanto fizerdes, por palavra ou por obra, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai. 23.Tudo o que fizerdes, fazei-o de bom coração, como para o Senhor e não para os homens,24.certos de que recebereis, como recompensa, a herança das mãos do Senhor. Servi a Cristo, Senhor.

Aleluia, aleluia. V/. De quacúmque tribulatióne clamáverint ad me, exáudiam eos, et ero protetor eórum sempre. Aleluia, aleluia. V/. Em qualquer tribulação que me invoquem, eu os responderei e serei para sempre seu protetor.
Aleluia. V/. Fac nos innócuam, Ioseph, decúrre vitam: sitque tuo sempre tuta patrocínio. Aleluia. Aleluia. V/. Conduz-nos, ó José, a uma vida imaculada e sempre segura sob o teu patrocínio. Aleluia.

Sequência do Santo Evangelho 

São Mateus 13,54-58
54.Foi para a sua cidade e ensinava na sinagoga, de modo que todos diziam admirados: Donde lhe vem esta sabedoria e esta força miraculosa?55.Não é este o filho do carpinteiro? Não é Maria sua mãe? Não são seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas?56.E suas irmãs, não vivem todas entre nós? Donde lhe vem, pois, tudo isso?57.E não sabiam o que dizer dele. Disse-lhes, porém, Jesus: É só em sua pátria e em sua família que um profeta é menos prezado.58.E, por causa da falta de confiança deles, operou ali poucos milagres.

Ofertório/ Sal. 89, 17.
Que a bondade do Senhor nosso Deus esteja sobre nós; direto de cima as obras de nossas mãos; sim, dirigir o trabalho de nossas mãos. (TP Aleluia. )

Secreta
Oferecemos-te, Senhor, estas hóstias, fruto do trabalho das nossas mãos: que, pela oração de São José, sejam para nós o penhor da unidade e da paz.

Praefatio de S. Ioseph. Solemnitáte. Prefácio de São José E, nesta Solenidade...
 
Comunhão/Mathe. 13, 54, 55.
De onde vem essa sabedoria e esses milagres? Não é o filho do carpinteiro? A mãe dela não se chama Maria? (TP Aleluia. )(Quem não pode comungar em especie, fazer comunhão espiritual)

Nosso Senhor Jesus Cristo numa aparição revelou a sóror Paula Maresca, fundadora do convento de Sta. Catarina de Sena de Nápoles, como se refere na sua vida, e lhe mostrou dois vasos preciosos, um de ouro e outro de prata, dizendo-lhe que conservava no vaso de ouro suas comunhões sacramentais e no de prata as espirituais. As espirituais com dependência exclusiva da piedade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que alimentais nossa alma na solidão do coração.
“Meu Jesus, eu creio que estais realmente presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós” (Santo Afonso Maria de Liguori)
 
Oh! Não me é dado receber a santa Comunhão tantas vezes, quantas desejo. Mas, Senhor, não sois Todo-Poderoso?... Ficai em mim, como no Tabernáculo, não vos afasteis jamais de vossa pequenina hóstia…(Santa Terezinha do Menino Jesus)
 
 
Depois da comunhão.
Que estes mistérios que recebemos, Senhor: por intercessão de São José; dão seu valor ao nosso trabalho e nos garantem bens eternos.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário. 

Pensamentos de Santa Teresinha

"Pensamentos de Santa Teresinha"

Mês de Maio

1. Hoje tive meu coração todo repleto de uma alegria celeste... Ontem á noite eu rezei tanto á Santíssima Virgem pensando que o seu belo mês ia começar! (Novíssima verba, 1° de Maio de 1897).

2. Oh! Como eu amo a Santíssima Virgem! Se eu fosse padre, falaria muito sobre Ela! (História de uma alma, c. XII).

3. Nesta terra, onde tudo muda, uma só coisa fica estável: o procedimento do Rei dos céus para com seus amigos. Desde que Ele levantou o estandarte da cruz, é á sua sombra que todos devem combater e alcançar a vitória. (6ª carta aos Missionários)

4. A Virgem Maria! Parece-me que sua vida era tão simples. (História de uma alma)

5. Neste triste exílio, ó minha Mãe querida, eu quero viver contigo e te seguir cada dia. (Poesias)

6. Muitas vezes eu me surpreendo a dizer á Santíssima Virgem: “Sabeis, ó minha Mãe querida, que eu me julgo mais feliz do que vós? Eu vos tenho por Mãe, e vós não tendes como eu, uma Santa Virgem para amar!... (13ª carta a Celina)

7. Dos pequenos o bando é bem considerável.

Eles podem sem medo a ti erguer o olhar

Para guiá-los aos céus, ó Mãe incomparável,

Pela estrada comum quiseste caminhar. (Poesias – Porque te amo, ó Maria)

8. Ah! Que dose foi o primeiro osculo de Jesus á minha alma! Sentia--me estremecida e repetia: “Amo-vos e a vós me entrego para todo o sempre, ó meu Jesus!” (História de uma alma, c. IV )

9. Não me dirigi diretamente a Deus, porque quero deixá-lo agir com toda liberdade; pedi essa graça á Santíssima Virgem, o que está longe de ser a mesma coisa. Ela cuida dos meus pequeninos desejos, apresenta-os ou não a Deus; a Ela cabe pensar como há de fazer para não forçá-lo a me ouvir.

10. Quando nos dirigimos aos Santos, fazem-nos algo esperar, sente--se que vão primeiro apresentar o nosso pedido; mas quando pedimos alguma graça á Santíssima Virgem, e um socorro imediato o que se recebe. Ainda não o observaste? Fazei a experiência e vereis!

11. Neste exílio tão triste, ó minha Mãe querida, contigo hei de viver, seguir-te com fervo. (Poesias)

12. Praticando as pequenas virtudes, a Santa Virgem tornou visível o caminho do céu. (Poesias)

13. A Santíssima Virgem adiantou-se para mim! Sorriu-me... Que ventura a minha! (História de uma alma)

14. Minha Mãe, olhando esta tarde a Santíssima Virgem, eu compreendi que ela sofreu não somente na alma, mas também no corpo. Sofreu nas viagens, o frio, o calor, a fadiga... Jejuou muitas vezes... Sim, ela sabe o que é sofrer!


15. Virgem, ao contemplar-te, enlevo-me embebida, Vendo em teu coração, Mãe, pélagos de amor... (Poesias – Porque te amo)

16. Outrora, na vossa humildade, desejastes, ó Maria, ser a escravasinha da Mãe de Deus; e eu; podre criaturinha, eu não sou vossa serva, mas vossa filha! Sois a Mãe de Jesus e sois minha Mãe.(13ª carta a Celina)

17. Como de teu silêncio, ó Mãe, amo a eloqüência! Parece-me um concerto, um cântico sem par. Que me diz a grandeza – e, mais – a onipotência. Da alma que só do céu sabe o auxilio esperar. (Poesias – Porque te amo, ó Maria!)

18. Que graça de escol – ser virgem, ser esposa de Jesus! Certamente há nisso algo de mui sublime, pois a mais pura, a mais inteligente de todas as criaturas preferiu permanecer virgem a tornar-se Mãe de Deus. (Espírito de Santa Teresinha do M. Jesus)

19. Quando não sou compreendida de minhas noviças, lanço meu olhar interior á Virgem Maria, e Jesus triunfa sempre. (História de uma alma, c. X)

20. Depois de termos invocado a Nossa Senhora, si não somos atendidos, é sinal certo que Ela tem alguma razão muito seria para não nos ouvir: e, portanto, não convêm insistir. (Espírito de Sta. Teresinha do M. Jesus)

21. Como eu quisera tanto ser padre para pregar sobre a Virgem Maria! Parece-me que não me bastaria uma só vez para fazer compreender o meu pensamento neste assunto. (Novíssima verba, pg. 154)

22. Para que um sermão sobre Santa Virgem produza frutos, é mister que ele mostre a sua vida real,tal como o Evangelho a faz entender, e não a sua vida suposta. Percebe-se muito bem que a vida de Maria, em Nazaré, devia ser toda ordinária. . .”Ele lhes estava sujeito” (Lucas, 11.35). Como isto é simples! (Novíssima verba, pg. 155)


23. Sabe-se que a Santíssima Virgem é Rainha do céu e da terra, mas ela é mais Mãe do que rainha, e não devemos crer (como eu tenho ouvido muitas vezes) que por causa de suas prerrogativas ela eclipsa a gloria de todos os Santos, como o sol, ao levantar-se, faz desaparecer as estrelas. Meu Deus, como isto é esquisito! Uma Mãe que faz desaparecer a gloria de seus filhos! Eu penso o contrario, e creio que ela aumentará muito o esplendor dos eleitos. (Novíssima verba, pg. 157).

24. E’ verdade, ó Maria, que vós sois a Mãe, que vós sois a Mãe de Jesus, mas vós o tendes dado a mim, e Ele, sobre a cruz, deu a vós como nossa Mãe, e assim somos mais ricos do que vós. (13ª carta a Celina).


25. Oh! Como eu amo a Santíssima Virgem!(Novíssima verba, pg1580)

26. Quando se pediu alguma coisa á Santa Virgem, e que Ela não nos ouviu, é mister deixá-la fazer, sem insistir e não se inquietar mais. (Novíssima verba,pg.158)

27. Pois á angustia interior e á noite mais escura sujeitar a sua Mãe celeste quis, Não é porque sofrer na terra é uma ventura? Oh! Sim... Sofrer é a sorte mais feliz! (Poesias - Porque te amo, ó Maria)

28. Teu olhar maternal expulsa meus temores: Ensina-me a sofrer, ensina-me a gozar. (Poesias)

29. Mostra-nós quase sempre a Santíssima Virgem inacessível, e seria mister mostrá-la imitável, praticando as virtudes ocultas, dizer que Ela vivia de fé, como nós. (Novíssima verba,pag.155)

30. Chegados que fomos a Paris, o papai tratou de nos mostrar todas as maravilhas daquela capital; eu cá encontrei uma só: Nossa Senhora das Vitórias. Exprimir o que em mim se passou no seu Santuário é coisa impossível. As graças que me concedeu faziam lembrar as da Primeira Comunhão: transbordava-me o coração de paz e felicidade... Foi ali que a Virgem Maria, minha Mãe, me disse claramente como Ela mesma fora quem me havia socorrido e amado... (Historia de uma alma,c VI)


31. Ó meu Deus!...Eu o amo... Ó minha boa Santíssima Virgem, vinde em meu socorro! (Palavras da agonia de Santa Terezinha, pronunciada no dia 30 de Setembro de1897, muitas vezes).


  Pensamentos de Santa Teresinha seu livrinho com frete registrado 15,00.



Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário.

quinta-feira, 30 de abril de 2026

30 de abril dia de Santa Catarina de Sena. Virgem.

30/04 Quinta-feira
Festa de Terceira Classe 
Paramentos Brancos

 Santa Catarina de Sena, nasceu em Sena no dia 25 de março do ano 1347, filha de um tintureiro e de mãe muito amorosa. Seus pais eram pobres e toda herança que deixaram para ela era uma educação rígida que valorizassem as virtudes do ser humano e a regesse para uma vida fiel a Deus. Era aplicada nos estudos e sempre preferia se isolar para rezar do que brincar com as outras crianças.
  Aos 15 anos de idade, Catarina ingressou na Ordem Terceira de São Domingos. Viveu um amor apaixonado por Deus e pelo próximo. Encerrou-se em uma cela e durante muitos anos só se dirigiu a Deus e a seu confessor. Orava o dia inteiro e seu quarto se iluminava de uma estranha luz a cada vez que ela se entregava com fervor às suas orações. Abandonou sua cela somente em 1374, quando a peste se alastrou por toda a Europa e ela decidiu cuidar dos enfermos e foi muito admirada e querida principalmente pelos italianos.
  No ano 1376, quando grupos antipapas se organizaram nas cidades de Peruggia, Florença, Pisa e Toscânia decidiram se posicionar contra o papa São Gregorio XI, Santa Catarina decidiu seguir até Avinhão, cidade onde o papa se encontrava escondido, e apresenttar-se diante do mesmo para ajudá-lo. Regressou em 1378, indo direto para sua cela e continuar sua vida isolada. . Embora analfabeta, ditava suas cartas endereçadas aos papas, aos reis e líderes, como também ao povo humilde. .
Deixou-nos o Diálogo sobre a Divina Providência, uma exposição clara de suus escritos, sua mística, o que colocaassim Santa Catarina de Sena grande mística da Igreja.
  Santa Catarina de Sena morreu no dia 29 de abril do ano 1380, com 33 anos de idade.

Intróito/ Sal. 44, 8.
Você amou a justiça e odiou a iniqüidade; por isso Deus, seu Deus, o ungiu com óleo de alegria mais excelentemente do que todos os seus companheiros. (TP Aleluia, aleluia. )
Ps. ibid., 2. Do meu coração brotou uma palavra excelente: é que dirijo minhas obras a um rei.
V/. Glória Patri.

Coleta
Concede-nos, por favor, Deus Todo-Poderoso, que ao celebrarmos o nascimento no céu da Beata Catarina, tua Virgem, possamos derivar santa alegria desta festa anual e aproveitar o exemplo que nos foi dado por sua graça, grande virtude.

Leitura da Epístola de São Paulo aos

II Coríntios 10, 17-18 e 11,1-2
7.Ora, quem se gloria, glorie-se no Senhor. 18.Pois merece a aprovação não aquele que se recomenda a si mesmo, mas aquele que o Senhor recomenda.1.Oxalá suportásseis um pouco de loucura de minha parte! Oh, sim! Tolerai-me. 2.Eu vos consagro um carinho e amor santo, porque vos desposei com um esposo único e vos apresentei a Cristo como virgem pura.

Aleluia, aleluia. V/. Ps. 44, 15 e 16. Adducéntur Regi Virgines post eam: próximæ eius afferéntur tibi in lætítia. Aleluia, aleluia. V/. Virgens serão trazidas ao rei depois de você: seus companheiros serão apresentados com alegria e alegria.
Aleluia. V/. Ibid., 5. Espécie matou e pulchritúdine matou intenções, prospera, ganha e reina. Aleluia. Aleluia. V/. Com tua glória e tua majestade, avança, marcha vitoriosamente e reina. Aleluia.

Sequência do Santo Evangelho 

São Mateus 25,1-13
1.Então o Reino dos céus será semelhante a dez virgens, que saíram com suas lâmpadas ao encontro do esposo. 2.Cinco dentre elas eram tolas e cinco, prudentes. 3.Tomando suas lâmpadas, as tolas não levaram óleo consigo. 4.As prudentes, todavia, levaram de reserva vasos de óleo junto com as lâmpadas. 5.Tardando o esposo, cochilaram todas e adormeceram. 6.No meio da noite, porém, ouviu-se um clamor: Eis o esposo, ide-lhe ao encontro. 7.E as virgens levantaram-se todas e prepararam suas lâmpadas. 8.As tolas disseram às prudentes: Dai-nos de vosso óleo, porque nossas lâmpadas se estão apagando. 9.As prudentes responderam: Não temos o suficiente para nós e para vós; é preferível irdes aos vendedores, a fim de o comprardes para vós. 10.Ora, enquanto foram comprar, veio o esposo. As que estavam preparadas entraram com ele para a sala das bodas e foi fechada a porta. 11.Mais tarde, chegaram também as outras e diziam: Senhor, senhor, abre-nos! 12.Mas ele respondeu: Em verdade vos digo: não vos conheço! 13.Vigiai, pois, porque não sabeis nem o dia nem a hora.

Ofertório/ Sal. 44, 10.
As filhas dos reis estão em sua glória, a rainha está à sua direita em roupas tecidas de ouro, cobertas de bordados. (TP Aleluia. )

Secreta
Senhor, subam a Vós as orações que oferecemos na solenidade da Beata Catarina, bem como a hóstia da salvação perfumada com o perfume da virgindade.
 
Comunhão/Mathe. 25, 4 e 6.
Cinco virgens prudentes levaram azeite em suas vasilhas com suas lâmpadas: e no meio da noite ouviu-se um clamor: Eis o esposo que vem: vá ao encontro de Cristo, o Senhor. (TP Aleluia. )(Quem não pode comungar em especie, fazer comunhão espiritual)

Nosso Senhor Jesus Cristo numa aparição revelou a sóror Paula Maresca, fundadora do convento de Sta. Catarina de Sena de Nápoles, como se refere na sua vida, e lhe mostrou dois vasos preciosos, um de ouro e outro de prata, dizendo-lhe que conservava no vaso de ouro suas comunhões sacramentais e no de prata as espirituais. As espirituais com dependência exclusiva da piedade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que alimentais nossa alma na solidão do coração.
“Meu Jesus, eu creio que estais realmente presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós” (Santo Afonso Maria de Liguori)
 
Oh! Não me é dado receber a santa Comunhão tantas vezes, quantas desejo. Mas, Senhor, não sois Todo-Poderoso?... Ficai em mim, como no Tabernáculo, não vos afasteis jamais de vossa pequenina hóstia…(Santa Terezinha do Menino Jesus)
 
Depois da comunhão.
Que este banquete celestial, Senhor, onde nos alimentamos, nos dê a eternidade: aquele que também alimentou a Bem-Aventurada Virgem Catarina durante sua vida temporal.


Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário. 

quarta-feira, 29 de abril de 2026

29 de abril dia de São Pedro de Verona. Mártir.

29/04 Quarta-feira
Festa de Terceira Classe 

Paramentos Vermelhos 

  Nasceu na cidade de Verona em uma família cátara. Frequentou uma escola católica e mais tarde a Universidade de Bolonha. Pedro entrou para a Ordem dos Dominicanos e tornou-se célebre pregador por todo o norte e Itália central. De 1230 em diante, Pedro pregou contra a heresia e, especialmente, o Catarismo, que tinha muitos adeptos no norte da Itália do século XIII. Catarismo era uma forma de dualismo, também chamado de maniqueísmo, e rejeitava a autoridade do Papa e muitos ensinamentos cristãos. Em 1234, o Papa Gregório IX o nomeou Inquisidor Geral para o norte da Itália. Pedro evangelizou quase toda a Itália, pregando nas cidades de Roma, Florença, Bolonha, Gênova e Como. Em 1251, o Papa Inocêncio IV reconheceu as virtudes de Pedro e nomeou-o inquisidor na Lombardia. Ele passou cerca de seis meses no cargo e não está claro se ele esteve envolvido em algum julgamento. Seu único ato registrado foi uma declaração de clemência por aqueles que confessaram heresia ou simpatia por heresia. Em seus sermões, Pedro denunciava a heresia e também aqueles católicos que professavam a fé apenas por palavras. Multidões vinham ao seu encontro e o seguia; havia inúmeras conversões, incluindo a de cátaros que retornaram à ortodoxia. Por causa de seus sermões, um grupo de cátaros milaneses conspiraram para matá-lo. Eles contrataram um assassino, Carino de Balsamo. O cúmplice de Carino era Manfredo Clitoro de Giussano. Em 6 de abril de 1252, quando Pedro estava retornando de Como para Milão, os dois assassinos o seguiram até um local solitário perto de Barlassina, e lá o mataram e feriram mortalmente o seu companheiro, um frade chamado Dominic. Segundo a lenda, Carino atingiu a cabeça de Pedro com um machado e então atacou Dominic. Pedro ficou de joelhos, e recitou o primeiro artigo do Credo dos Apóstolos. Oferecendo o seu sangue como um sacrifício a Deus, ele molhou o dedo com seu sangue e escreveu no chão: "Credo".[1] O golpe que o matou cortou sua cabeça, mas o testemunho prestado no inquérito sobre sua morte confirma que ele começou a recitar o Credo, quando foi atacado.

Intróito/ Sal. 63, 3.
Tu me protegeste, ó Deus, da assembléia dos ímpios, da multidão dos que praticam a iniqüidade, aleluia, aleluia.
Ps. ibid., 2. Ouve, ó Deus, minha oração quando te imploro; livra a minha alma do medo do inimigo.
V/. Glória Patri.

Coleta
Nós vos suplicamos, ó Deus Todo-Poderoso, concedei-nos imitar, com a devida devoção, a fé do Beato Pedro, vosso Mártir, que, pela extensão desta mesma fé, mereceu obter a palma do martírio.

Leitura da Epístola de São Paulo aos

II Timóteo 2, 8-10 e 3, 10-12

8.Lembra-te de Jesus Cristo, saído da estirpe de Davi e ressuscitado dos mortos, segundo o meu Evangelho, 9.pelo qual estou sofrendo até as cadeias como um malfeitor. Mas a palavra de Deus, esta não se deixa acorrentar. 10.Pelo que tudo suporto por amor dos escolhidos, para que também eles consigam a salvação em Jesus Cristo, com a glória eterna.10.Tu, pelo contrário, te aplicaste a seguir-me de perto na minha doutrina, no meu modo de vida, nos meus planos, na minha fé, na minha paciência, na minha caridade, na minha constância, 11.nas minhas perseguições, nas provações que me sobrevieram em Antioquia, em Icônio, em Listra. Que perseguições tive que sofrer! E de todas me livrou o Senhor. 12.Pois todos os que quiserem viver piedosamente, em Jesus Cristo, terão de sofrer a perseguição.

Aleluia, aleluia. V/. Sal. 88, 6. Confitebúntur cæli mirabília tua, Dómine: etenim veritátem tuam in ecclésia sanctórum. Aleluia, aleluia. V/. Os céus anunciarão as tuas maravilhas, Senhor, e a tua verdade na assembléia dos santos.
Aleluia. V/. Sal. 20, 4. Posuísti, Dómine, super caput eius corónam de lápide pretióso. Aleluia. Aleluia. V/. Tu pões na cabeça dele, Senhor, uma coroa de pedras preciosas. Aleluia.

Sequência do Santo Evangelho 

São João 15, 1-7
1 Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que não der fruto em mim, ele o cortará; 2 e podará todo o que der fruto, para que produza mais fruto. 3 Vós já estais puros pela palavra que vos tenho anunciado. 4 Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. O ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Assim também vós: não podeis tampouco dar fruto, se não permanecerdes em mim. 5 Eu sou a videira; vós, os ramos. Quem permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. 6 Se alguém não permanecer em mim será lançado fora, como o ramo. Ele secará e hão de ajuntá-lo e lançá-lo ao fogo, e queimar-se-á. 7 Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis tudo o que quiserdes e vos será feito.

Ofertório/ Sal. 88, 6.
Os céus publicarão tuas maravilhas, Senhor, e tua verdade na assembléia dos santos, aleluia, aleluia.

Secreta
Senhor, ouve com clemência as orações que te oferecemos, Beato Pedro, teu Mártir, que intercede por nós: e guarda sob a tua proteção os defensores da fé.

Prefatio de Apostolis. Prefácio aos Apóstolos .

 
Comunhão/Sal. 63, 11.
Os justos se regozijarão no Senhor, e nele esperarão; e todos os retos de coração se alegrarão, aleluia, aleluia.(Quem não pode comungar em especie, fazer comunhão espiritual)

Nosso Senhor Jesus Cristo numa aparição revelou a sóror Paula Maresca, fundadora do convento de Sta. Catarina de Sena de Nápoles, como se refere na sua vida, e lhe mostrou dois vasos preciosos, um de ouro e outro de prata, dizendo-lhe que conservava no vaso de ouro suas comunhões sacramentais e no de prata as espirituais. As espirituais com dependência exclusiva da piedade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que alimentais nossa alma na solidão do coração.
“Meu Jesus, eu creio que estais realmente presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós” (Santo Afonso Maria de Liguori)
 
Oh! Não me é dado receber a santa Comunhão tantas vezes, quantas desejo. Mas, Senhor, não sois Todo-Poderoso?... Ficai em mim, como no Tabernáculo, não vos afasteis jamais de vossa pequenina hóstia…(Santa Terezinha do Menino Jesus)
 
Depois da comunhão.
Que os vossos fiéis, Senhor, guardem os sacramentos que receberam: e, por intercessão do Beato Pedro, vosso Mártir, sejam protegidos contra todos os ataques do inimigo.


Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário. 

terça-feira, 28 de abril de 2026

28 de abril dia de São Paulo da Cruz. Confessor.

28/04 Terça-feira
Festa de Terceira Classe 
Paramentos Brancos 

Papa Pio IX, assinalado pelo honroso epíteton “Cruz da Cruz”, teve a satisfação de inscrever no catálogo dos Santos Paulo da Cruz, o grande devoto à Sagrada Paixão de Jesus, o benemérito fundador dos Passionistas.

Este Santo nasceu em 1694, na Itália setentrional e recebeu no Batismo o nome de Paulo Francisco. Os piedosos pais souberam dar a seu filho uma ótima educação cristã, e em suas instruções muitas vezes relataram-lhe fatos da vida de penitência que levaram os santos Eremitas. Foi neste ambiente de piedade e amor de Deus, que Paulo Francisco nasceu e cresceu.

Não podia, pois, faltar, que também ele fosse do mesmo espírito, e, menino ainda de poucos anos, se entregasse aos exercícios de oração e penitência também. Seu lugar predileto era a Igreja, ou para acolitar o sacerdote no altar ou para visitar Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento. Todos os dias rezava o terço. Este terno amor à Maria Santíssima teve o recompensado uma vez com a aparição de Nossa Senhora com o Menino Jesus, e outra vez pela salvação miraculosa de um grande perigo de morte.

Nas sextas-feiras se flagelava e seu alimento era um pedaço de pão embebido em vinagre e fel.

Fez estudos em Cremolino, localidade vizinha. Não só revelou bonitos talentos, como entre os condiscípulos se distinguiu pela pureza dos costumes, que o fez ser por todos respeitado e amado. Com alguns dos seus companheiros fez uma santa aliança, com o fim de se solidificarem no amor de Deus e se familiarizarem com a meditação sobre a Sagrada Paixão e Morte do Salvador. Entrou com eles na Irmandade de Santo Antônio, sendo ele nomeado seu chefe. Nesta qualidade muitas vezes dirigia a palavra à numerosa assistência dos Irmãos, que muito apreciavam suas alocuções, cheias de sentimento e piedade.

Quis seu tio sacerdote que, por interesses puramente materiais tomasse estado, a que o sobrinho teve esta bela resposta: “Meu Salvador crucificado, eu vos asseguro, que em vós vejo o meu sumo Bem, e que, possuindo-vos a vós, me basta”. Esta vitória sobre sua própria natureza Deus lhe recompensou com um forte desejo, que lhe deu ao martírio.

Quis se alistar entre os soldados de Veneza, para com eles ir combater os turcos, mas Deus lhe revelou, ser a sua vontade que fundasse uma Congregação de homens que, como missionários, trabalhassem pela salvação das almas. Paulo confiou este segredo ao bispo de Alexandria, o qual, após madura reflexão aprovou o plano, e em 22 de novembro de 1720 lhe deu o hábito preto com uma cruz branca sobre o peito, encimada esta do Santo Nome de Jesus, e impôs-lhe o nome de Paulo da Cruz. Na mesma ocasião autorizou-o a ensinar a doutrina cristã ao povo de Castellazzo.

Paulo obedeceu; com o crucifixo na mão andou pelas ruas da cidade, chamando o povo para dar atenção às verdades divinas. Suas prédicas sobre a Sagrada Paixão causaram profunda impressão. Os ouvintes choravam, velhas inimizades acabaram de vez; não mais se ouvia falar de orgias no Carnaval, e por toda a parte apareceram dignos frutos de penitência. Ali mesmos, restringindo a sua alimentação a pão e água, escreveu a Regra da sua futura Ordem, fez uma romaria a Roma, e com seu irmão João se retirou para o monte Argentano perto de Orbitello. A fama do seu zelo apostólico, de sua vida mortificada e santa fizeram com que o Bispo de Toja, os chamasse para sua diocese, lhes conferisse as ordens sacerdotais, e do Papa Benedito XIII alcançasse a licença de poder aceitar candidatos em seu noviciado.

Depois de alguns anos de abençoada atividade os Irmãos voltaram para o monte Argentano, para proceder à fundação da Ordem. Em breve aliaram-se-lhes discípulos. A cidade de Orbitello se encarregou de os dotar de grande convento, de que tomaram posse em 1737.

A finalidade da Ordem, fundada por São Paulo da Cruz é pela pregação de missões implantar e firmar nos corações o amor de Deus por meio de meditação da Sagrada Paixão e Morte de Jesus Cristo. Todos os seus Religiosos, aos três votos comuns acrescentam o quarto, pelo qual se obrigam a trabalhar pela propagação entre os fiéis da devoção à Sagrada Paixão.

A Ordem foi aprovada pelo Papa Bento XIV, em 1741. Deste mesmo Papa é o conceito: “Esta Ordem, que ao nosso ver, devia antes de toda ser a primeira, acaba de ser aprovada por último”. Paulo foi nomeado seu primeiro superior geral.

Com o estabelecimento oficial da Ordem, as suas obrigações começaram a vigorar. Não é possível enumerar as Missões que foram pregadas nas cidades e nas aldeias; e muito menos haverá quem possa contar as conversões nelas efetuadas. As prédicas de São Paulo da Cruz sobre a Paixão de Cristo operaram milagres nas almas dos mais empedernidos pecadores. “Padre, disse-lhe certa vez um oficial militar, eu estive no tumulto da batalha; presenciei terrível canhoneio sem estremecer; mas as suas práticas fazem-me tremer da cabeça aos pés”. Paulo pregando, parecia ser tomado todo do amor divino; falando do amor de Jesus na Eucaristia, dos tesouros insondáveis do sacrifício da Missa, ou tratando da devoção da Mãe de Deus dolorosa, seu rosto se transfigurava, e o ardor com que falava, se comunicava aos ouvintes.

A santa Missa celebrada por ele era um espetáculo de piedade e de concentração para todos a quem era dado lhe assistir.

Os seis Papas, em cujo governo Paulo da Cruz viveu, tinham-no em alta consideração. Clemente XIV deu à sua Ordem o Convento de São João e Paulo no monte Ceio, onde tinham pregado as últimas Missões.

Quando muito doente, desenganado pelos médicos, mandou ao Santo Padre pedir a bênção para a hora da morte, Pio VI deu ao mensageiro esta resposta: “Não queremos que o vosso Superior morra agora; dizei-lhe que esperamos a sua visita aqui, depois de três dias”. Paulo, ao receber esta ordem, apertou o crucifixo ao coração e disse, em abafado gemido: “Oh meu Senhor crucificado, quero obedecer ao vosso representante”. O perigo da morte desapareceu imediatamente, e três dias depois esteve no Vaticano, cordialmente recebido pelo Papa.

Viveu mais três anos, cheios de sofrimentos, mas sempre unido a Jesus na Sagrada Paixão e a Maria a Mãe dolorosa, de quem favores especiais recebeu na hora da morte, em 18 de outubro de 1775. Paulo da Cruz despediu-se do mundo na idade de 81 anos. Sua Ordem chamada a dos “Passionistas” continua florescente, no vigor e no espírito do seu Fundador, na Itália, na Bélgica, Bulgária, Inglaterra e Austrália. No Brasil ela se estabeleceu em 1911, com Casa Provincial em São Paulo.

Intróito/ 2, 19-20.
Com Cristo fui pregado na cruz: e é Cristo quem vive em mim: vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim. (TP Aleluia, aleluia. )
Sl 40, 2.Bem-aventurado aquele que tem entendimento do necessitado e do pobre: ​​o Senhor o livrará no dia mau.
V/. Glória Patri.

Coleta
Senhor Jesus Cristo, Vós que deste a São Paulo uma singular caridade para pregar o mistério da vossa Cruz, e por meio dele fizeste florescer uma nova família na Igreja, concedei-nos, por sua intercessão, que mantendo em nós na terra o contínuo memória de sua paixão, merecíamos colher seus frutos no céu.

Leitura da Epístola de São Paulo aos

I Coríntios 1, 17-25
17 Cristo não me enviou para batizar, mas para pregar o Evangelho; e isso sem recorrer à habilidade da arte oratória, para que não se desvirtue a cruz de Cristo. 18 A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina. 19 Está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, e anularei a prudência dos prudentes (Is 29,14). 20 Onde está o sábio? Onde o erudito? Onde o argumentador deste mundo? Acaso não declarou Deus por loucura a sabedoria deste mundo? 21 Já que o mundo, com a sua sabedoria, não reconheceu a Deus na sabedoria divina, aprouve a Deus salvar os que crêem pela loucura de sua mensagem. 22 Os judeus pedem milagres, os gregos reclamam a sabedoria; 23 mas nós pregamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os pagãos; 24 mas, para os eleitos - quer judeus quer gregos -, força de Deus e sabedoria de Deus. 25 Pois a loucura de Deus é mais sábia do que os homens, e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens.

Aleluia, aleluia. V/. V/. 2 Cor. 5, 15.Aleluia, aleluia. V/. Cristo morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.
Aleluia. V/. ROM. 8, 17.Aleluia. V/. Se somos filhos, somos também herdeiros: herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo, desde que soframos com Ele para sermos glorificados com Ele.

Sequência do Santo Evangelho 

São Lucas 10, 1-9
1 Depois disso, designou o Senhor ainda setenta e dois outros discípulos e mandou-os, dois a dois, adiante de si, por todas as cidades e lugares para onde ele tinha de ir. 2 Disse-lhes: Grande é a messe, mas poucos são os operários. Rogai ao Senhor da messe que mande operários para a sua messe. 3 Ide; eis que vos envio como cordeiros entre lobos. 4 Não leveis bolsa nem mochila, nem calçado e a ninguém saudeis pelo caminho. 5 Em toda casa em que entrardes, dizei primeiro: Paz a esta casa! 6 Se ali houver algum homem pacífico, repousará sobre ele a vossa paz; mas, se não houver, ela tornará para vós. 7 Permanecei na mesma casa, comei e bebei do que eles tiverem, pois o operário é digno do seu salário. Não andeis de casa em casa. 8 Em qualquer cidade em que entrardes e vos receberem, comei o que se vos servir. 9 Curai os enfermos que nela houver e dizei-lhes: O Reino de Deus está próximo.

Ofertório/  Efes. 5, 2.
Andai em amor, como Cristo, que também nos amou e se entregou por nós a Deus como oblação e sacrifício de cheiro suave. (TP Aleluia. )

Secreta
Que estes mistérios da vossa paixão e da vossa morte nos alcancem, ó Senhor, o fervor celestial: o fervor com que São Paulo, ao oferecê-los, fez do próprio corpo uma hóstia viva, santa e agradável aos vossos olhos.

Præfatio paschalis, in qua dicitur: in hoc potíssimum. Prefácio de Páscoa
 
Comunhão/1. Petri 4, 13.
Porque você participa dos sofrimentos de Cristo, alegre-se, para que, quando a glória dele se manifestar, você também tenha alegria e alegria. (TP Aleluia. )(Quem não pode comungar em especie, fazer comunhão espiritual)

Nosso Senhor Jesus Cristo numa aparição revelou a sóror Paula Maresca, fundadora do convento de Sta. Catarina de Sena de Nápoles, como se refere na sua vida, e lhe mostrou dois vasos preciosos, um de ouro e outro de prata, dizendo-lhe que conservava no vaso de ouro suas comunhões sacramentais e no de prata as espirituais. As espirituais com dependência exclusiva da piedade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que alimentais nossa alma na solidão do coração.
“Meu Jesus, eu creio que estais realmente presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós” (Santo Afonso Maria de Liguori)
 
Oh! Não me é dado receber a santa Comunhão tantas vezes, quantas desejo. Mas, Senhor, não sois Todo-Poderoso?... Ficai em mim, como no Tabernáculo, não vos afasteis jamais de vossa pequenina hóstia…(Santa Terezinha do Menino Jesus)
 
Depois da comunhão.
Recebemos, Senhor, o divino sacramento, memória perpétua da vossa imensa caridade: dai-nos, nós Vos suplicamos; que pelos méritos e à imitação de São Paulo, tiremos da vossa fonte a água que brota na vida eterna, e que guardemos a vossa santíssima paixão impressa em nossos corações pela nossa moral e pela nossa vida.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário. 

28 de abril dia de São Luís Maria Grignion de Montfort.


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Terceiro Padroeiro da Sociedade Religiosa Regina Pacis ou
Escravas de Maria Rainha da Paz. 

      Hoje, 28 de abril dia  comemora-se este grande santo que nos ensino a como ser devotos verdadeiros da Santíssima Virgem Maria na  escravidão.
Nasceu em 3 de janeiro de 1673, em Montfort-la-Cane (hoje Montfort-sur-Meu), na Bretanha, segundo dos 18 filhos do advogado João Batista e de Joana Roberto de la Vizeule. São Luís herdou do pai um temperamento colérico e arrebatado, e dirá depois que "custava-lhe mais vencer sua veemência e a paixão da cólera que todas as demais juntas". Mas conseguiu-o tão bem, que um sacerdote seu companheiro, nos últimos anos de sua vida, atesta que: "Realizou esforços incríveis para vencer sua natural veemência; e o conseguiu, e adquiriu a encantadora virtude da doçura", que atraía tanto as multidões.
O São Luís Grignion de Montfort sentia também muito pendor pela solidão, sendo comum retirar-se a um canto da casa para entregar-se à oração diante de uma imagem da Virgem, rezando principalmente o Rosário.São Luís Grignion por devoção a Nossa Senhora, na crisma acrescentou ao seu nome o de Maria.
Em 1684 os pais o enviaram a estudar humanidades como externo no Colégio Tomás Becket, dos jesuítas de Rennes. Ali passará ele oito anos, com muito bom aproveitamento.
Todos os dias, antes de ir para o colégio, ele passava em alguma igreja para fazer uma visita ao Santíssimo Sacramento e a alguma imagem de Nossa Senhora. Muitas vezes, antes de voltar para casa, fazia o mesmo.
Como diz um seu biógrafo, "seu bom coração, cheio de misericórdia e de compaixão para com o próximo, o levava a ocupar-se em amparar os escolares pobres que estudavam com ele no colégio. Não os podendo socorrer com seus próprios recursos, ia solicitar para eles esmolas junto às pessoas caridosas".
Foi isso que o levou a freqüentar um grupo de jovens reunidos por um sacerdote, o Pe. Bellier, aos quais este fazia palestras sobre temas piedosos, e os enviava depois aos hospitais para consolar e instruir os pobres. Era junto destes que o adolescente São Luís passava parte de seus dias de folga.
Concluídos os estudos, decidiu tornar-se sacerdote, dirigindo-se então a Paris. Fez a longa viagem a pé, pedindo de esmola alojamento e comida.
Uma benfeitora obteve para ele que entrasse no célebre seminário de Saint Sulpice. Depois de muitas vicissitudes, foi ordenado sacerdote em 1700.
 Capela de São Luís M. Grignion de Montfort, em Pontchâteau, na Bretanha (França) Durante cinco anos não contínuos, o Pe. de Montfort - como era conhecido - trabalhou na diocese de Poitiers, seja como capelão do Hospital Geral, seja pregando missões nos arrabaldes da cidade, combatendo as blasfêmias, canções obscenas e embriaguezes. No Hospital Geral veio-lhe a idéia de formar uma associação de donzelas, que "dedicou à Sabedoria do Verbo Encarnado, para confundir a falsa sabedoria das pessoas do mundo e estabelecer entre elas a loucura do Evangelho".Selecionou para isso 12 das jovens pobres mais fervorosas, elegendo como sua superiora uma cega. Mais tarde associou a esse grupo duas jovens da boa burguesia, a futura beata Maria Luísa Trichet e Catarina Brunet. "A sabedoria que preconiza Montfort se inspira, de um lado, na segunda carta de São Paulo aos Coríntios: a cruz, escândalo e loucura para tantos sábios, mas sabedoria de Deus, misteriosa e escondida".
Entretanto os infeccionados pela heresia jansenista - essa espécie de protestantismo disfarçado -, junto com os livres pensadores, começaram uma campanha de calúnia contra esse missionário "extravagante", que pregava uma "devoção exagerada" à Mãe de Deus. Ele precisou dissolver sua associação da Sabedoria e retirar-se do Hospital, apesar dos protestos veementes dos pobres e dos enfermos.
O Pe. de Montfort aproveitou essa ocasião para fazer uma peregrinação a Roma. Na Cidade Eterna, pô-se à disposição do Sumo Pontífice para trabalhar pela salvação das almas em qualquer parte onde este o quisesse enviar. Clemente XI julgou que o missionário seria mais útil em sua própria pátria, ensinando a doutrina cristã às crianças e ao povo e fazendo reflorescer o espírito do cristianismo pela renovação das promessas do batismo. O Papa nomeou-o Missionário Apostólico. Mas estava ele sob a dependência dos bispos, muitos dos quais de tendência jansenista.
Voltando à França, passou a trabalhar com o Pe. Leuduger, que tinha um grupo de missionários dedicados totalmente à evangelização do campo. Foi uma nova experiência para o Pe. Montfort, pois constatou a importância do canto e das grandes procissões nos esforços missionários. Ele escreverá várias dezenas de cantos populares, cujas letras se adaptavam a melodias profanas, muito em voga então.
Seis meses depois, vemo-lo em sua cidade natal, evangelizando a região, tendo associado a si dois leigos, um dos quais será o Irmão Maturin Rangeard, que continuará por 55 anos evangelizando como missionário leigo.
Mas esta atividade foi também proibida a Luís Grignion pelo bispo de Saint Malo, por influência dos jansenistas.
Em Nantes ele obteve o cargo de diretor das missões de toda a diocese, tendo ali trabalhado durante dois anos. Dessa época temos o seguinte depoimento de um seu contemporâneo: "O que mais se destacava nele era um dom e uma graça singular para ganhar os corações. Tendo-o ouvido, punha-se nele toda confiança.A confiança pronta e fácil que as pessoas tinham nele era tão grande, que conseguiu estabelecer em várias paróquias as orações da noite, o rosário e a sepultura nos cemitérios [contra o costume de se enterrar nas igrejas]; o que não se tinha podido conseguir, [...] ele o conseguiu na primeira proposta que fez".(5)
A construção do Calvário de Pontchâteau por São Luís M. Grignion de Montfort, em Pontchâteau Numa missão em Pontchâteau, o Pe. de Montfort entusiasmou-se com a idéia de erigir um grande calvário em uma colina próxima, e seu entusiasmo contagiou o povo. Durante 15 meses, de 400 a 500 pessoas de todas as idades e condições sociais trabalharam diariamente para aplainar o terreno e montar o calvário. O Pe. de Montfort estava exultante. Tinha já conseguido do bispo de Nantes a autorização para benzê-lo, e estava tudo preparado para o dia 14 de setembro, festa da Exaltação da Santa Cruz. Mas, à véspera desse dia, chegou uma proibição formal do bispo de se proceder à cerimônia. O assunto levantou polêmica e chegou até Versalhes, onde, mal informado, o rei Luís XIV ordenou que demolissem aquilo que lhe apresentavam como uma fortaleza facilmente conquistável pelo inimigo vindo do mar...
Em seguida veio a proibição de pregar naquela diocese.
Por sua devoção ao Rosário, o Pe. de Montfort entrou para a Ordem Terceira de São Domingos, querendo pertencer a uma Ordem que honrava de maneira tão especial a Santíssima Virgem.
Recusado e até expulso de várias dioceses - uma vez lhe foi interditado até celebrar, tendo ele que partir imediatamente para chegar em tempo à diocese vizinha, a fim de rezar a Missa na festa da Assunção -, soube o missionário que seria bem recebido nas dioceses de Luçon e de La Rochelle, cujos bispos eram meritoriamente antijansenistas.
Essas duas dioceses compreendiam uma parte da região da Vandéia, que mais tarde, em 1793, levantar-se-ia contra a sangrenta e atéia Revolução Francesa. Foi na Vandéia que o Pe. de Montfort trabalhou durante os últimos cinco anos de sua vida, implantando naquelas populações uma sólida formação católica. Esta foi, décadas mais tarde, um decisivo fator para a gloriosa e épica Guerra da Vandéia, contra os ímpios revolucionários de 1789.


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São Luís Grignion seus livros Seus escritos inspiraram grandes Conversões. 
O livro Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem,O Segredo Admirável do Santíssimo Rosário para se Converter e se Salvar orientou e conduziu no caminho da perfeição muitas almas em todo o mundo. "

"O Rosário é mais valioso que os salmos, pois: Assim como a realidade é mais importante que a prefiguração, e o corpo mais importante do que a sombra, da mesma forma o Rosário é mais grandioso que o Saltério de Davi que nada mais fez que prefigurá-lo." (São Luís de Maria G. de Montfort)

"O cristão que não medita sobre os mistérios do Rosário é muito ingrato a Nosso Senhor e mostra o quão pouco ele se preocupa por tudo que o Salvador Divino sofreu para salvar o Mundo." (São Luís de Maria G. de Montfort)

“Se, pela graça de Deus, você já alcançou um alto nível de oração, mantenha a prática de rezar o Santo Rosário. Pois nunca ninguém que reza o Rosário diariamente se tornou um herege formal ou foi enganado pelo demônio. Esta é uma declaração que eu alegremente assino com meu sangue.” (São Luís de Maria G. de Montfort)  

“É lamentável ver como a maioria das pessoas rezam o Santo Rosário, extremamente rápido e murmurando, fazendo com que as palavras não sejam pronunciadas claramente.” (São Luís de Maria G. de Montfort). 

“A oração pública é muito mais poderosa que a oração individual para apaziguar a ira de Deus e obter Sua Misericórdia”. (São Luís de Maria G. de Montfort) 

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário.