terça-feira, 2 de setembro de 2014

02 de setembro dia de São Estevão, Rei e Confessor.

02/09 Terça-feira 
Festa de Terceira Classe
Paramentos Brancos

 O Rei Estêvão, o Grande, ou Santo Estêvão da Hungria (Szent István király em húngaro), c. 975 - 15/08/1038, foi o primeiro rei da Hungria. Seu pai foi o chefe tribal magiar Géza; sua mãe chamava-se Sarolt, e Estêvão recebeu ao nascer o nome de Vajk (que significa "herói"). Nascido na cidade de Esztergom, Vajk foi batizado aos 10 anos de idade juntamente com seu pai por Santo Adalberto de Praga, como pré-condição para receber de Roma a coroa da Hungria, e então renomeado Estêvão, em homenagem ao mártir da igreja primitiva, Santo Estêvão protomártir. Desde este momento o cristianismo firmou e cresceu entre o povo magyar e pouco depois sucedeu a seu pai no governo de seu povo Estêvão. No ano de 995, aos vinte anos de idade, recebeu por esposa Gisela, irmã do santo imperador Henrique II, tiveram três filhos, cujos nomes a história registrou: os varões Américo (Imre) e Otão (Ottó) e a filha Edviges (Hedvig). 
 Em momento tão decisivo, certamente experimentou os atrativos de uma vida de liberdade e independência de todo jugo religioso, conforme os antecedentes de seu povo nômade e guerreiro; porém, preparado já pelo batismo e  pela primeira educação recebida de seu pai e  atraído depois pelo afeto e pelas razões de sua esposa cristã, Gisela, decidiu-se pelo cristianismo e se propôs desde o início fazer de seu povo um povo profundamente cristão. Nos primeiros anos de seu governo deu as mais claras provas de seu espírito guerreiro e do indomável valor de seu braço, pois em uma série de guerras com rivais de sua própria tribo e com alguns povos vizinhos, assegurou definitivamente sua posição e sua independência. Isto foi de extraordinária importância em todos os passos que foi dando sucessivamente,  asegurando-lhe o prestígio militar que necessitava, cortando pela raiz todo princípio de rebelião contra a evidente superioridade que todos lhe reconheceram. 
Uma vez assegurada sua posição, dedicou-se plenamente à consolidação do cristianismo em seus territórios, para o qual lhe serviu de  instrumento o monge Ascherik ou Astrik.  Nomeado primeiro arcebispo dos magyares com o nome de Anastácio, Astrick se dirigiu a Roma, com a dupla comissão de Santo Estevão, de obter do Papa São Silvestre II (999-1003), antes de tudo, a  organização de uma hierarquia completa na Hungria e, em segundo lugar, a concessão do título de rei para Estevão,  segundo lhe instava a nobreza e a parte mais saudável de seu povo.
O Papa São Silvestre II viu claramente a importância de ambas comissões, destinadas à consolidação definitiva do cristianismo em um grande povo e, assim, com entendimentos com o  jovem imperador Otão III, que se encontrava então em Roma,  redigiu uma bula, na qual aprovava os bispos propostos por Estevão e  lhe concedia com toda solenidade o título de rei,  enviando para ele uma corôa real juntamente com sua bênção apostólica.  Santo Estevão saiu ao encontro do embaixador de Roma, escutou de pé e com grande respeito a  leitura da bula pontifícia, e  no Natal do ano 1000 foi solenemente coroado rei. 
Desde este momento se pode dizer que o novo rei Santo Estevão da Hungria entregou-se totalmente à rude tarefa de converter o povo dos magyares em um dos povos mais profundamente cristãos da Europa medieval.  Antes de tudo, era necessário instruir convenientemente a maior parte de seus súditos, que não conheciam o Evangelho e que, pelo contrário, estavam imbuídos nas práticas pagãs.  Para este trabalho de  evangelização de seu povo, Estevão pediu ajuda aos monges cluniacenses, então em grande fervor e  apogeu, e,  efetivamente, seu célebre abade Santo Odilon, que lhe concedeu grande quantidade de missionários. 
 Por outro lado, organizou o rei uma série de novas dioceses. Seu primeiro plano foi estabelecer os doze projetos, porém,  logo viu que devia proceder gradualmente, à medida que o clero ia capacitando-se para isso e  as circunstâncias o permitiam. A primeira foi a de Vesprem. Não muito depois da Esztergom, que foi constituída  em sede primada, e assim foram seguindo outras.  Paralelamente, Santo Estevão foi o grande construtor de igrejas. Assim, construiu a catedral metropolitana de Esztergom, outra em honra à Santíssima Virgem em Szekesfehervar, onde posteriormente eram coroados e enterrados os reis da Hungria. Santo Estevão estabeleceu neste lugar sua residência, pelo qual foi denominado Alba Regalis.
Desta forma continuou avançando rapidamente a cristianização da Hungria, que constitui a grande obra de Santo Estevão. Os principais instrumentos foram os monges de São Bento. Estevão completou a construção do grande mosteiro de São Martinho, começado por seu pai. Este mosteiro, existente todavia em nossos dias, conhecido com os nomes de Martinsberg ou Pannonhalma, foi sempre o centro da Congregação beneditina na Hungria.
 Em seu empenho, de cristianizar seu reino, protegeu a vida de piedade do povo em todas suas manifestações. Por isto, além de construir igrejas e mosteiros, organizou santuários dedicados à Santíssima Virgem, cuja devoção favoreceu e fomentou, ajudou e protegeu as peregrinações a Jerusalém e a Roma e, em geral, tudo o que significava fervor e vida cristã.  Ao contrário, perseguiu e procurou abolir, às vezes com excessivo rigor os costumes bárbaros ou supersticiosos do povo: reprimiu com severos castigos a blasfêmia, o adultério, o assassinato e  outros crimes ou pecados públicos. Enquanto por um lado se mostrava humilde, simples e acessível aos pobres e necessitados, era intransigente com os degenerados  e rebeldes para com a religião.


  Após derrotar os nobres pagãos que se lhe opunham e unificar as tribos magiares, reza a tradição que Estêvão recebeu do Papa Silvestre II uma coroa de ouro e pedras preciosas (a qual, denominada "Santa Coroa", tornou-se o símbolo do país), juntamente com uma cruz apostólica e uma carta de bênção em janeiro de 1001, com o que o papado o reconhecia como um rei cristão na Europa.
Uma de suas ocupações favoritas era distribuir esmolas aos pobres, com os que se mostrava indulgente e paternal.  Refere-se que, em certa ocasião, um grupo de mendigos caíram sobre ele, o maltrataram e roubaram o dinheiro que tinha destinado para os demais. O rei tomou com mansidão e  bom humor este atropelo,  porém,  os nobres trataram de impedir que se expusesse de novo sua pessoa a  outro ato semelhante. Sem embargo, a despeito de todos, ele renovou sua promessa de não negar nunca esmola a quem se lhe pedisse. Precisamente, este insigne exemplo de virtude, era o que mais influxo exercia sobre todos os que entravam em contato com ele.
Sobre esta base da mais profunda religiosidade, Santo Estevão deu uma nova legislação e organizou definitivamente a seu povo. Com o objeto de obter a mais perfeita unidade, aboliu as divisões de tribos e  dividiu o reino em trinta e nove condados, correspondentes às divisões eclesiásticas.  Além disso, introduzindo com algumas limitações o sistema feudal, uniu fortemente a sua causa à nobreza.  Por isto, Santo Estevão deve ser considerado como o fundador da verdadeira unidade da Hungria. 
Certamente teve opositores e descontentes dentro e fora de seu território.  Por isso, ainda que tão decidido amigo da paz, teve que fechar mão de seus extraordinários dotes de guerreiro para manter a unidade e defender seus direitos. Assim, venceu a Gyula de Transilvânia, e quando em 1030 o imperador Cornado II da Alemanha invadiu a Hungria, Santo Estevão ordenou penitências e orações em todo o reino e com tanto valor se opôs com seu exército às forças invasoras, que Conrado II teve que abandonar todo o território com incalculáveis perdas.  Por outro lado, teve que manter seus direitos frente à Polônia, ajudou nos Balcanes aos bizantinos e  realizou constantemente uma política de defesa dos interesses de seu território.
Os últimos anos de sua vida foram perturbados por infelicidades domésticas e  dificuldades internas. Seu filho e sucessor, Santo Emerico, a quem Estevão tratava já de  entregar parte do governo, morreu inesperadamente em  1031.  As crônicas referem que,  ao ter notícia desta tragédia, o santo rei exclamou: "Deus o amava muito, e por isto o levou consigo", porém, de fato, caiu em grande desalento.  Mas as consequências desta tragédia foram sumamente lamentáveis. Os últimos anos de vida de Santo Estevão foram uma verdadeira teia de intrigas com relação à sucessão, que foram constantemente crescendo à medida que piorava a saúde de Estevão pois seus filhos já haviam morrido.
 Entre os quatro pretendentes que se apresentaram o que mais distúrbios ocasionou foi o filho de Gisela, irmã do rei, mulher ambiciosa e cruel, que vivia na corte húngara e se propôs a todo custo apoderar-se do trono da Hungria. As constantes tristezas que todas estas coisas ocasionavam ao santo rei foram minando sua saúde, até que,  no ano de 1038, na festa da Assunção, entregou sua alma a Deus. foi enterrado em Szekesfehervar, ao lado de seu filho Emerico, enquanto sua esposa, Gisela,  se retirava para o convento das beneditinas de Passau.
Rapidamente Estevão foi objeto da mais entusiasta veneração, pois o povo cristão mantinha a mais viva recordação de suas extraordinárias qualidades como guerreiro, como governante, como pai de seus súditos e  como rei ideal cristão, mas sobretudo, estimava e  louvava sua extraordinária piedade e espírito religioso, sua submissão à hierarquia e, particularmente ao Romano Pontífice, a quem se declarava devedor da coroa e de quem se declarou súdito feudal, e  seu entranhável amor aos pobres.  Já no ano 1083, suas relíquias, juntamente com as de seu filho Emerico, foram postas à veneração pública durante o governo de São Gregório VII, o qual equilavia à canonização dos nossos tempos. Rapidamente Santo estevão se  fez popular em toda a  Europa cristã. Na Alemanha maniveram-se verdadeiras correntes de devoção até às peregrinações húngaras, que ao longo da Idade Média acorriam grandes massas à Colônia ou ao Aquisgrão. Em territórios sumamente distantes se encontram pegadas desta veneração crescente por Santo Estevão da Hungria. Assim, se encontrou na Bélgica,  na região de Namur, na Itália, em Montecassino e na própria Rússia. Este fenômeno se deve, indubitavelmente, à predileção que Santo estevão mostrou sempre pelas peregrinações e o favor que sempre prestou aos peregrinos. Assim se explica quão salutar a Igreja lhe dedicar um ofício litúrgico na Hungria, que Inocêncio XI (1676-1689) extendeu à toda Igreja. 
É curioso o antigo costume de apresentar a Santo Estevão extremamente ancião, sendo assim que morreu contando somente uns sessenta e três anos e com um manto de coroação, na forma de casula, de que ele mesmo havia feito donativo à igreja de Alba Regalis (Szekesfehervar).
Tendo presente, por um lado, como favoreceu constantemente á obra dos beneditinos e, por outro, como seu espírito profundamente religioso, sua piedade eminentemente litúrgica, sua hospotalidade e amor aos pobres o assemleham tanto ao espírito de São Bento, observa-se que Santo Estevão da Hungria foi um rei beneditino e levou ao trono o espírito da regra beneditina. Mais ainda. De certa maneira,  se chegou a dizer, é mais beneditino que São Bento e seus filhos. Pois é conhecido que ele tinha o piedoso costume de entregar cada ano seu cargo na igreja de São Martinho. de fato, a regra de São Bento, não pede tanto de seus abades.
Por Bernardirno Llorca, S.I. (Vide refererência na base)
Casou-se, ao que parece em 995, com a beata Gisela da Baviera, filha do Henrique II da Baviera e de Gisela da Borgonha.

Leitura da Epístola dos

Eclesiástico 31,8-11
8 Bem-aventurado o rico que foi achado sem mácula, que não correu atrás do ouro, que não colocou sua esperança no dinheiro e nos tesouros! 9 Quem é esse homem para que o felicitemos? Ele fez prodígios durante sua vida. 10 Àquele que foi tentado pelo ouro e foi encontrado perfeito, está reservada uma glória eterna: ele podia transgredir a lei e não a violou; ele podia fazer o mal e não o fez. 11 Por isso seus bens serão fortalecidos no Senhor, e toda a assembléia dos santos louvará suas esmolas. 

Sequência do Santo Evangelho

São Lucas 19,12-26  
12 Um homem ilustre foi para um país distante, a fim de ser investido da realeza e depois regressar. 13 Chamou dez dos seus servos e deu-lhes dez minas, dizendo-lhes: Negociai até eu voltar. 14 Mas os homens daquela região odiavam-no e enviaram atrás dele embaixadores, para protestarem: Não queremos que ele reine sobre nós. 15 Quando, investido da dignidade real, voltou, mandou chamar os servos a quem confiara o dinheiro, a fim de saber quanto cada um tinha lucrado. 16 Veio o primeiro: Senhor, a tua mina rendeu dez outras minas. 17 Ele lhe disse: Muito bem, servo bom; porque foste fiel nas coisas pequenas, receberás o governo de dez cidades. 18 Veio o segundo: Senhor, a tua mina rendeu cinco outras minas. 19 Disse a este: Sê também tu governador de cinco cidades. 20 Veio também o outro: Senhor, aqui tens a tua mina, que guardei embrulhada num lenço; 21 pois tive medo de ti, por seres homem rigoroso, que tiras o que não puseste e ceifas o que não semeaste. 22 Replicou-lhe ele: Servo mau, pelas tuas palavras te julgo. Sabias que sou rigoroso, que tiro o que não depositei e ceifo o que não semeei... 23 Por que, pois, não puseste o meu dinheiro num banco? Na minha volta, eu o teria retirado com juros. 24 E disse aos que estavam presentes: Tirai-lhe a mina, e dai-a ao que tem dez minas. 25 Replicaram-lhe: Senhor, este já tem dez minas!... 26 Eu vos declaro: a todo aquele que tiver, dar-se-lhe-á; mas, ao que não tiver, ser-lhe-á tirado até o que tem. 
                                                                                                                                  

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Catecismo do Concílio Vaticano II e seu veneno XII

Catecismo da Igreja Católica Modernista.
Vamos expor  
 OS ERROS DO ANTI-CATECISMO MODERNISTA
 
 Kant é famoso sobretudo pela elaboração do denominado idealismo transcendental.
 base do
Catecismo subjetivista Modernista
PRIMEIRA PARTE-A PROFISSÃO DA FÉ
SEGUNDA SEÇÃO
A PROFISSÃO DA FÉ CRISTÃ
CAPÍTULO SEGUNDO

PARÁGRAFO 2

AO TERCEIRO DIA, RESSUSCITOU DOS MORTOS

638. I. Acontecimento histórico e transcendente
A RESSURREIÇÃO COMO ACONTECIMENTO TRANSCENDENTE
647. «Oh noite bendita! – canta o «Exultet» pascal – única a ter conhecimento do tempo e da hora em que Cristo ressuscitou do sepulcro» (573). Com efeito, ninguém foi testemunha ocular do acontecimento da ressurreição propriamente dita e nenhum evangelista o descreve. Ninguém pôde dizer como ela se deu, fisicamente. Ainda menos a sua essência mais íntima, a passagem a uma outra vida, foi perceptível aos sentidos. Acontecimento histórico comprovado pelo sinal do túmulo vazio e pela realidade dos encontros dos Apóstolos com Cristo Ressuscitado, nem por isso a ressurreição deixa de estar, naquilo em que transcende e ultrapassa a história, no próprio centro do mistério da fé. Foi por isso que Cristo Ressuscitado não Se manifestou ao mundo (574), mas aos discípulos, «aos que com Ele tinham subido da Galileia a Jerusalém» e que «são agora testemunhas de Jesus junto do povo» (Act 13, 31).
656. A fé na ressurreição tem por objeto um acontecimento, ao mesmo tempo historicamente testemunhado pelos discípulos (que realmente encontraram o Ressuscitado) e misteriosamente transcendente, enquanto entrada da humanidade de Cristo na glória de Deus.
 
 "Nenhuma revolução social pode triunfar se não for precedida de uma revolução nas mentes e corações do povo". 
Piotr Kropotkin
 Esta é a tática revolucionaria dos modernistas negam a revelação dizem que não fidedigna porque o dogma seria um "extra", e um "extra" daninho, porque fomentaria o dogmatismo e afeta sua base de acontecimento e transcendente de Kant.  Kant é famoso sobretudo pela elaboração do denominado idealismo transcendental.
 E assim com sue novo caminho para o inferno os modernistas não ensinam como a Santa Igreja sempre ensinou. Qualquer tentativa de tentar convencer modernistas que a fé é verdadeira - objetivamente verdadeira, verdadeira para todos - passa a ser considerada de uma arrogância intolerável. 
 Por isto o novo catecismo e não se ensina objetivamente como  ensina o 2 CATECISMO MAIOR DE SÃO PIO X:
92. Que fez Jesus Cristo depois dos três dias de sua morte?

Jesus Cristo, depois dos três dias de sua morte, ressuscitou glorioso e triunfante, para nunca mais morrer.
93. Que quer dizer: ressuscitou?

Ressuscitou quer dizer que a alma de Jesus Cristo se reuniu seu corpo.
94. Em que dia Jesus Cristo ressuscitou?

Jesus Cristo ressuscitou na madrugada do dia de Páscoa.
97. Por que ficou Jesus Cristo na terra quarenta dias depois da sua ressurreição?
Jesus Cristo ficou na terra quarenta dias depois da sua ressurreição, para confirmar seus discípulos na fé.
99. Jesus Cristo subiu aos céus por si mesmo?
Sim; Jesus Cristo subiu aos céus por si mesmo, em virtude de seu próprio poder.
100. Como se chama o mistério da subida de Jesus Cristo aos céus?

O mistério da subida de Jesus Cristo aos céus chama-se mistério da Ascensão.
  
  A pergunta nos lança em um “caminho” novo e por que não seguem a doutrina de sempre ?
Porque sua filosofia e de IMPACTO DA FILOSOFIA DE KANT e puro liberalismo.
  O liberal com sua influência do fenômeno subjetivismo racionalista kantiano.
 Isso pode parecer "bom"? Como dizem;que Concilio Vaticano II "BOM" mais quando damos conta de que implicava a redefinição da própria verdade como algo subjetivo.
 E as consequências dessa ideia têm sido catastróficas.
 Kant nasceu, viveu e morreu em Konigsberg (atual Kaliningrado, Rússia), na altura pertencente à Prússia. Foi o quarto dos nove filhos de Johann Georg Kant, um artesão fabricante de correias (componente das carroças de então) e da mulher Regina(Pietista). Nascido numa família protestante(Luterana), teve uma educação austera numa escola pietista.Onde o filósofo viveu e escreveu durante a segunda metade do século XVIII, parecem ter entendido isso melhor do que muitos acadêmicos profissionais, porque lhe deram o apelido de "o destruidor".
  Vemos bem a mensagem de Fátima acontecendo que se não consagrasse a Russia espalharia seus erros pelo mundo e Kant veio de onde.
O subjetivismo racionalista de Kant e o desenvolvimento do racionalismo se deu principalmente no Iluminismo do século 18. O Iluminismo foi um movimento do começo do século 18 que tentou secularizar todos os departamentos da vida e do pensamento humano. O Iluminismo era declaradamente naturalista em seu caráter, sendo tão hostil à idéia de interrupções sobrenaturais do curso ordenado da natureza quanto à de revelação sobrenatural.Por isto no catecismo modernista não vemos o mesmo ensinamento ensinado no Catecismo Tridentino.


Em 1784, quando perguntaram a Kant o que era o Iluminismo, ele respondeu:
... o Iluminismo é o homem chegando à idade adulta. É a saída do homem da imaturidade que o fazia confiar em autoridades externas como a Bíblia, a Igreja e o estado para lhe dizerem o que pensar e o que fazer. Nenhuma geração deveria estar presa a credos e costumes de eras passadas. Estar preso é uma ofensa contra a natureza humana, cujo destino repousa no progresso.


(KANT, Immanuel. Critique of pure reason. London: J. M. Dent & Sons, 1946, p. 186-87)


 Um anti-pedagogo abstrato, que escrevia em estilo abstrato sobre questões abstratas, é a fonte primária da idéia mais perigosa de todas para a fé (e, portanto, para as almas): a idéia de que a verdade é subjetiva.
 Kant diz: "o céu estrelado acima de mim e a lei moral dentro de mim".
 Isto é puro subjetividade a lei moral não estaria "fora", mas "dentro dele"; não seria objetiva enfim, não seria uma Lei Natural com certos e errados objetivos, mas uma lei feita por nós mesmos à qual escolhemos vincular-nos.
 Kant espalhou sua revolução destruidora,com esse anti-apotolado que influenciou  profundamente a maior parte dos educadores religiosos atuais (entre os quais redatores de catecismos e teólogos)influenciando o catecismo modernista hoje ensinado como a base de  todo catecismo das Igrejas modernista por isto não formam ninguém só destrói semanários e assim os frutos: padres e fiéis que provocam tanto escândalo e afastam muitos da Fé. 
  Kant é mais do que qualquer outro pensador, foi ele quem impulsionou a deriva tipicamente moderna da objetividade para a subjetividade.Ele quis enterrar a filosofia e teologia medieval entre fé e razão, e descreveu a sua filosofia como "tirar do caminho as pretensões da razão para abrir espaço à fé", como se fé e razão fossem inimigas, não aliadas. Assim, consumou o divórcio entre fé e razão iniciado por Lutero.
   FÉ E RAZÃO
A que é Fenomenologia?

“razão constituinte”; a pergunta institui a “crítica da razão”
 Immanuel Kant (1724-1804) foi um filosofo prussiano do final do Século XVIII e sua obra mais conhecida foi “Critica da Razão Pura” de 1781. 
A filosofia crítica kantiana tenta responder às questões
 ”Que podemos conhecer?” “Que podemos fazer? e o “Que podemos esperar?”
MESMA PERGUNTA DESTA ENCÍCLICA ABAIXO. 
 

A filosofia, porém, encontra-se numa dimensão completamente nova.
 O Papa João Paulo II fez uma encíclica sobre fé e a razão e é um tema que acompanha toda a cultura através da história, mas há o campo especial que é reconhecer a transcendência.
Adotou especialmente as teses da Fenonologia, filodofia nascida do kantismo.

Trata-se de uma leitura da concepção fenomenológica de Husserl e a
Filosofia Transcendental de Kant, um exercício de compreensão do alcance do que propõe como Filosofia Transcendental. A visada é interrogantee perplexiva, em momento algum conclusiva. Procura-se pensar com Husserl e não contra ele. Releva-se, assim, o campo positivo da aquisição da atitude fenomenológica, no sentido do fundamento de uma ciência do homem e para o homem, na abertura de suas possibilidades livres e responsavelmente determinadas.
   A nova Fenomenologia Transcendental é um método, o que significa dizer que ela é o “caminho” da crítica do conhecimento universal das essências. Assim, para Husserl,a fenomenologia é o "caminho” (método) que tem por “meta”a constituição da ciência da essência do conhecimento ou doutrina universal das essências. Mas, o que isto significa uma doutrina universal das essências e qual é a sua serventia?Conforme  escreveu Karol Wotila em Persona y Acción, Madrid, 1982, tradução castelhana do texto definitivo estabelecido  em colaboração com a fenomenóloga Anna Teresa Tymienieka.
  O livro filosófico escrito por Karol Wojtyla, do futuro Papa João Paulo II . 
Esta é uma análise fenomenológica da ação humana. A primeira edição foi publicada em polonês em 1969 (Osoba i Czyn). A segunda edição, considerado o texto final é a versão em Inglês de 1979 (A pessoa que age), revista pelo autor, com a ajuda de Anna-Teresa Tymieniecka para publicação em Analecta Husserliana .
 Os modernistas com suas novidades negam a verdade já ensinada por:
 
 SANTO AGOSTINHO E SANTO TOMÁS DE AQUINO
 Fé, Razão e Revelação são os pontos fundamentais teoria católica. 
  Santo Agostinho demonstra claramente sua vocação filosófica na medida em que, ao lado da fé na revelação, deseja ardentemente penetrar e compreender com a razão o conteúdo da mesma.  
 Santo Tomás consegue, por seu turno, estabelecer o perfeito equilíbrio nas relações entre a Fé e a Razão, a teologia e a filosofia, distinguindo-as mas não as separando necessariamente. Ambas, com efeito, podem tratar do mesmo objeto: Deus, por exemplo. Contudo, a filosofia utiliza as luzes da razão natural, ao passo que a teologia se vale das luzes da razão divina manifestada na revelação.
 
REZEM TODOS OS DIAS O SANTO ROSÁRIO pelo 
“Triunfo da Verdade Católica sobre o erros modernistas”.
 PARA O TRIUNFO DO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA.
Pela Consagração da Rússia Imaculado Coração de Maria. 
 PELA SALVAÇÃO DAS ALMAS DOS MODERNISTAS JUDEUS,MUÇULMANOS,CISMÁTICOS,HEREGES, E ATEUS