segunda-feira, 31 de julho de 2017

31 de julho dia de Santo Inácio de Loiola, Confessor



Iñigo Lopez de Loyola, este era o seu nome de batismo, nasceu numa família cristã, nobre e muito rica, na cidade de Azpeitia, da província basca de Guipuzcoa, na Espanha, no ano de 1491. O mais novo de treze filhos, foi educado, com todo cuidado, para tornar-se um perfeito fidalgo. Cresceu apreciando os luxos da corte, praticando esportes, principalmente os equestres, seus preferidos.
Em 1506, a família Lopez de Loyola estava a serviço de João Velásquez de Cuellar, tesoureiro do reino de Castela, do qual era aparentada. No ano seguinte, Iñigo tornou-se pagem e cortesão no castelo desse senhor. Lá, aprimorou sua cultura, fez-se um exímio cavaleiro e tomou gosto pelas aventuras militares. Era um homem que valorizava mais o orgulho do que a luxúria.
Dez anos depois, em 1517, optou pela carreira militar. Por isso foi prestar serviços a um outro parente, não menos importante, o duque de Najera e vice-rei de Navarra, o qual defendeu em várias batalhas, militares e diplomáticas.

Mas, em 20 de maio de 1521, uma bala de canhão mudou sua vida. Ferido por ela na tíbia da perna esquerda, durante a defesa da cidade de Pamplona, ficou um longo tempo em convalescença. Nesse meio tempo, meio por acaso, trocou a leitura dos romances de infantaria e guerra, por livros sobre a vida dos santos e a Paixão de Cristo. E assim foi tocado pela graça. Incentivado por uma de suas irmãs, que cuidava dele, não voltou mais aos livros que antes adorava, passando a ler somente livros religiosos. Já curado, trocou a vida de militar por uma vida de dedicação a Deus. Foi, então, à capela do santuário de Nossa Senhora de Montserrat, pendurou sua espada no altar e deu as costas ao mundo da corte e das pompas.
Durante um ano, de 1522 a 1523, viveu retirado numa caverna em Manresa, como eremita e mendigo, o tempo todo em penitência, na solidão e passando as mais duras necessidades. Lá, durante esse período, preparou a base do seu livro mais importante: "Exercícios espirituais". E sua vida mudou tanto que do campo de batalhas passou a transitar no campo das ideias, indo estudar filosofia e teologia em Paris e Veneza. Em Paris, em 15 de agosto de 1534, juntaram-se a ele mais seis companheiros, e fundaram a Companhia de Jesus. Entre eles estava Francisco Xavier, que se tornou um dos maiores missionários da Ordem e também santo da Igreja. Mas todos só se ordenaram sacerdotes em 1537, quando concluíram os estudos, ocasião em que Iñigo tomou o nome de Inácio. Santo Inácio de Loyola queria uma companhia de escol, para combater os erros da época, principalmente os de Lutero e Calvino, e por isso estipulou que, diferentemente das outras congregações ou ordens religiosas, o noviciado seria de mais de um ano. Dizia no fim da vida, quando sua Companhia estava já estendida por quase todos os continentes. Três anos depois, o papa Paulo III aprovou a nova Ordem e Inácio de Loyola foi escolhido para o cargo de superior-geral.
Ele preparou e enviou os missionários jesuítas ao mundo todo, para fixarem o cristianismo, especialmente aos nativos pagãos das terras do novo continente. Entretanto, desde que esteve no cargo de geral da Ordem, Inácio nunca gozou de boa saúde. Muito debilitado, morreu no dia 31 de julho de 1556, em Roma, na Itália.
A sua contribuição para a Igreja e para a humanidade foi a sua visão do catolicismo, que veio de sua incessante busca interior e que resultou em definições e obras cada vez mais atuais e presentes nos nossos dias. Foi canonizado pelo papa Gregório XV em 1622. A sua festa é celebrada, na data de sua morte, nos quatro cantos do planeta onde os jesuítas atuam. O Papa Pio XI publicou por ocasião de seu jubileu sacerdotal, em 1929, a Encíclica "Mens nostra: Sobre os Exercícios Espirituais", na qual comunicava aos fiéis a sua decisão de estabelecer anualmente um retiro baseado nos Exercícios Espirituais para o Papa e membros da Cúria Romana. Desde então, salvo algumas exceções, retiros inacianos são realizados todos os anos no Vaticano. Inicialmente ocorriam na primeira semana do Advento. Santo Inácio de Loyola foi declarado Padroeiro de Todos os Retiros Espirituais pelo papa Pio XI em 1922.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
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sábado, 29 de julho de 2017

29 de Julho dia de Santa Marta,Virgem.

29/07 Sábado
Festa de Terceira Classe
Paramentos Brancos
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  Os primeiros a dedicarem uma festa litúrgica a santa Marta foram os frades franciscanos, em 1262, e o dia escolhido foi 29 de julho.
As Escrituras contam que, em seus poucos momentos de descanso ou lazer, Jesus procurava a casa de amigos em Betânia, local muito agradável há apenas três quilômetros de Jerusalém. Lá moravam Marta, Lázaro e Maria, três irmãos provavelmente filhos de Simão, o leproso. Há poucas mas importantíssimas citações de Marta nas Sagradas Escrituras ;trata-se de mais uma importante passagem , pois do evento tira-se um momento em que Jesus chora: "O pranto de Maria provoca o choro de Jesus". E o milagre de reviver Lázaro, já morto e sepultado, solicitado com tamanha simplicidade por Marta, que exemplifica a plena fé na omnipotência do Senhor. Outra passagem é a ceia de Betânia, com a presença de Lázaro ressuscitado, uma prévia da última ceia, pois ali Marta serve a mesa e Maria lava os pés de Jesus, gesto que ele imitaria em seu último encontro coletivo com os doze apóstolos. A tradição nos diz que diante da perseguição dos judeus, Santa Marta, Maria e Lázaro,  foram banidos de Judeia por ocasião da primeira perseguição. Não podiam os judeus sofrer a presença de Lázaro, porque era um testemunho vivo da divindade daquele a quem tinham dado a morte; não ousando todavia tirar-lhe a vida com receio de que lhe fosse restituído uma segunda vez para vergonha sua, lembraram-se de meter toda aquela família numa barca sem mastros, sem leme e sem velas.Deus levou-os para França.
É de antiga e respeitável tradição, que parece estar autorizada pela igreja, que Santa Marta anunciara a fé de Jesus Cristo em Marselha, Aix, Avinhão e em toda a Provença; e que por toda a parte efectuara muitas conversões.
  Conta-se, explicando aos povos de Avinhão as verdades da nossa religião Cristã, um mancebo que estava da banda de além do Ródano, desejava com paixão ouvir Marta; tentou pois atravessar o rio a nado, mas tendo sido arrastado pela rapidez das águas, fora submergido. Deram notícia à santa desta desgraça, e esta dizendo a uns pescadores que tirassem para fora o cadáver, depois de uma breve oração restituiu-o à vida .Fez grande ruído este milagre. Os habitantes de Tarascon e as povoações vizinhas vieram então pedir o socorro da santa contra um dragão que fazia enormes estragos. Como Marta não tinha outro fim do que a glória de Jesus Cristo e a salvação das almas, reconheceu que um milagre causaria a satisfação sobre aqueles pagãos.          
Embrenhou-se por um bosque vizinho e achou o dragão que estava a devorar um homem. Fez o sinal da cruz, aspergiu-o com algumas gotas de água benta, atou-o com o seu próprio cinto e trouxe-o à cidade, como se fora um manso cordeiro. Atónito o povo acudia a presenciar esta maravilha, e, depois de terem morto o dragão a pau e à pedrada, lançaram-se todos aos pés da santa, pedindo-lhe que os não abandonassem.

A Santa Marta permaneceu nesse lugar, tendo criado uma comunidade de donzelas convertidas e que quiseram acompanha-la. Refere-se que edificaram nesse sítio um mosteiro, onde como esposas de Jesus Cristo viviam à maneira de anjos debaixo da direcção daquela que fora hospedeira e discípula do Senhor.

Todos os anos os habitantes de Tarascon organizam uma grande festa em honra de Santa Marta, protectora da sua cidade, no dia 29 de Julho.


Leitura da Epístola dos 

II Coríntios 10, 17-18; 11,1-2
 17 Ora, quem se gloria, glorie-se no Senhor. 18 Pois merece a aprovação não aquele que se recomenda a si mesmo, mas aquele que o Senhor recomenda.1 Oxalá suportásseis um pouco de loucura de minha parte! Oh, sim! Tolerai-me. 2 Eu vos consagro um carinho e amor santo, porque vos desposei com um esposo único e vos apresentei a Cristo como virgem pura.

 Sequência do Santo Evangelho

São Lucas 10,38-42
38 Estando Jesus em viagem, entrou numa aldeia, onde uma mulher, chamada Marta, o recebeu em sua casa. 39 Tinha ela uma irmã por nome Maria, que se assentou aos pés do Senhor para ouvi-lo falar. 40 Marta, toda preocupada na lida da casa, veio a Jesus e disse: Senhor, não te importas que minha irmã me deixe só a servir? Dize-lhe que me ajude. 41 Respondeu-lhe o Senhor: Marta, Marta, andas muito inquieta e te preocupas com muitas coisas; 42 no entanto, uma só coisa é necessária; Maria escolheu a boa parte, que lhe não será tirada.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.

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sexta-feira, 28 de julho de 2017

Kit 10 livros das Escravas de Maria

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1 Pequeno Catecismo Ilustrado da Doutrina Cristã para Crianças, o 1 Catecismo Doutrina Cristã Catecismo Anti-Comunismo),Catecismo da Doutrina Cristã dito de São Pio X ,+ 1 Como te tornarás Feliz?Conselhos para Donzela e 1 Verdadeira Devoção a Misericórdia esta no Sagrado Coração de Jesus e Imaculado Coração de Maria ,Luz na Trevas (Refutações aos protestantes) 3.Anexos:Colocamos explicações sobre as relíquias Dialogo de Lutero com o Diabo.

Procedimento é mandar a foto do pagamento para
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Comprando já está cooperando com nosso apostolado 

Campo Grande-Mato Grosso do Sul
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As outras duas contas no nome de Antônia

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Viva Cristo Rei e Maria Rainha.

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terça-feira, 25 de julho de 2017

Comentários Eleison – por Dom Williamson Número DXXIII (523) (22 de julho de 2017)

 O ERRO DE MENZINGEN – III

Princípios belos não são suficientes:
Suas aplicações práticas podem ser muito inconvenientes!

Outro sacerdote da Fraternidade São Pio X (Pe. RP, por Relações Públicas) desceu à arena para defender a busca de seus Superiores pelo reconhecimento oficial por Roma da Fraternidade. A defesa do Pe. RP também está bem apresentada, mas ela igualmente sofre da mesma falha essencial da busca do reconhecimento que ele defende – a falta de realismo. O princípio é uma coisa, a prática é outra, mesmo que seja dirigida por princípios. Ser um mestre dos princípios não é ser um mestre da prática, e vice-versa. Deve-se destacar como a defesa do Pe. RP da busca de reconhecimento por seus Superiores começa dizendo que nesta mesma defesa ele, o Pe. RP, só está interessado nos princípios: em primeiro lugar, se alguém pode, em princípio, aceitar o reconhecimento de um modernista, e, em segundo lugar, até que ponto se pode, em princípio, colaborar com um modernista.

Para provar que se pode aceitar o reconhecimento de um Papa modernista, ele argumenta que Dom Lefebvre o procurou de Paulo VI até a morte deste último em 1978, e em 1988 ele só recusou a colaboração com João Paulo II na prática, mas não no princípio. Nem o Capítulo Geral da Fraternidade em 2012 exigiu de Bento XVI uma profissão de Fé Católica, o que fazer a qualquer momento revelaria um espírito cismático.

Mas, replicando, o confronto entre o Arcebispo e Paulo VI a partir de 1974 é bem conhecido, e por trás da recusa na prática do Protocolo de 1988 por parte do Arcebispo estavam os princípios de sua Fé. O ano de 2012 foi exatamente o momento em que a Fraternidade abandonou o Arcebispo, abandonando sua posição sobre a Fé em princípio; e quanto a um espírito cismático, quem estava na realidade em cisma – o Arcebispo ou os modernistas?

Quanto ao Papa Francisco, o Pe. RP argumenta que ele é o Papa; que a Igreja é o que não ele, mas Nosso Senhor fez dela; que a colaboração com ele é apenas como Papa católico. Mas, replicando, na vida real, como a podridão de uma maçã é e não é a maçã, então a Igreja Conciliar é e não é a Igreja. Na vida real, a Fraternidade não está tratando apenas com a Igreja Católica ou com um Papa católico, mas diretamente com a podridão conciliar.

Portanto, quando o Pe. RP, examinando em segundo lugar até onde se pode colaborar com um modernista, responde que se pode fazê-lo na medida em que é pelo bem da Igreja, ele constantemente se abstrai da realidade atual. Assim sendo:


* A Igreja é indefectível – Certo, mas os clérigos conciliares desviam-se o tempo todo.
* A Fraternidade está servindo à Igreja, não aos seus clérigos – Certo, mas é preciso passar pelos falsos clérigos.
* Uma prelatura católica não poderia ser recusada – Certo, mas não se ela é dirigida por falsos clérigos.
* O Papa apenas precisa cumprir seus termos – Certo, mas o que um pedaço de papel protege desses dirigentes?
* A autoridade do Papa vem de Deus – Certo, mas não a fim de destruir a Igreja (II Cor XIII, 10).
* A Fraternidade teve razão em aceitar a jurisdição para confissões e matrimônios – Pe. RP você está seguro disto? E se se trata apenas de um queijo em uma ratoeira?
* Uma questão tão prática como esta última pergunta sobre a nossa situação no momento “não está no poder deste artigo julgar”, responde o Pe. PR, mas a própria possibilidade de que não seja uma armadilha prova para ele que aceitar ou não o reconhecimento canônico de Roma “não deve ser julgada apenas com base na unidade da fé com o Papa”. E assim conclui que “o reconhecimento canônico deveria ser aceito se for pelo bem da Igreja, e rejeitado se não for, independentemente da fé do Papa”.

Mas Padre, pergunte a si mesmo – esta “fé” do Papa sendo o que é, poria ou não um reconhecimento canônico a Fraternidade sob superiores da Igreja oficial, ou seja, modernistas? Sim ou não? Na vida real, você realmente acha que esse Papa concederia uma prelatura que não levaria a Fraternidade ao controle de Roma? Em outras palavras, ao o controle de pessoas que já não acreditam na verdade objetiva? Há uma beleza nos princípios católicos, mas eles têm de ser aplicados em um mundo real, frequentemente bastante real.

Kyrie eleison.


Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
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domingo, 23 de julho de 2017

23 de julho dia de Santo Apolinário, Bispo e Mártir.


 Santo Apolinário foi de Antioquia a Roma com São Pedro, onde foi ordenado pelo Príncipe dos Apóstolos. Em seguida, foi enviado a Ravena para lá pregar a fé. Sua primeira obra, ao chegar àquela cidade, foi a de devolver a visão ao filho de um soldado ao qual ele havia pedido abrigo; alguns dias depois, curou a mulher de um tribuno, que padecia de uma doença incurável. Isso foi o suficiente para causar a conversão de um grande número de pessoas, e logo formou-se na cidade uma cristandade florescente. Traduzido diante do governador pagão, Apolinário pregou Jesus Cristo, desprezou o ídolo de Júpiter e viu-se expulso da cidade pelo furor popular, que o deixou semi-morto.
Após algumas pregações nos países vizinhos, Apolinário retornou a Ravena e foi à casa de um nobre patrício que havia mandado chamá-lo para curar sua filha, que estava à morte. Mas o apóstolo só apareceu no momento em que a doente deu o último suspiro. Chegando perto do leito fúnebre, o santo dirigiu a Deus uma fervorosa oração: “Em Nome de Cristo, minha jovem, levanta-te”, disse ele, “e confesse que não há outro Deus além d’Ele!” A moça levantou-se, cheia de vida, e exclamou: “Sim, o Deus de Apolinário é o Deus verdadeiro!” Em seguida a este novo prodígio, trezentos pagãos se converteram e receberam o batismo, a exemplo da moça e de seu pai.
Mas o sucesso cada vez maior do cristianismo em Ravena logo desencadeou novas perseguições contra o apóstolo de Jesus Cristo. Ele precisou submeter-se a um novo interrogatório, que serviu apenas para avivar ainda mais a sua coragem e a dar-lhe ocasião de explicar os mistérios da nossa fé. Apolinário teve que sofrer os mais atrozes suplícios, a flagelação, o cavalete, o óleo fervente, depois os horrores da fome numa prisão infecta. Mas Deus se encarregava de alimentá-lo através de Seus anjos. Os carrascos o exilaram na Ilíria. Este exílio deu-lhe condições de pregar a fé a novos povos e de espalhar, assim, a luz do Evangelho. A perseguição o reconduziu a Ravena após três anos de ausência. Esta foi a última etapa de sua vida. Apanhado assim que desembarcou, Apolinário assombrou seus perseguidores ao fazer desabar, com apenas uma oração, o templo de Apolo. Devolveu a visão ao filho do seu juiz, dizendo-lhe: “Em Nome de Jesus Cristo, abra os teus olhos e veja!” Uma multidão de pagãos se converteu à fé cristã; mas a raiva dos corações endurecidos apenas cresceu e logo Apolinário coroou sua vida com um martírio glorioso. O dies natalis, ou data do martírio, corresponde a 23 de julho, enquanto teria vivido no século II e teria sido martirizado provavelmente durante o reinado do imperador Valente.No local do martírio, no porto de Ravena, foi erguido no século VI a Basílica de Santo Apolinário em Classe. As relíquias do santo foram levadas no século IX para a cidade, para uma igreja que naquele momento foi batizada de Basílica de Santo Apolinário Novo, tendo somente regressados à antiga basílica no momento de sua reconsagração, em 1748.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
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sábado, 22 de julho de 2017

22 de julho dia de Santa Maria Madalena, Penitente.

22/07 Sábado
Festa de Terceira Classe
Paramentos Brancos

Contrição perfeita que levou à santidade

  Maria Madalena, Maria de Betânia e Maria pecadora, citadas no Evangelho são a mesma pessoa, segundo o Papa São Gregório Magno, grande estudioso dos santos e criador do Calendário Gregoriano. Também os Padres latinos, desde Tertuliano, Santo Ambrósio, São Jerônimo, Santo Agostinho, até São Bernardo e Santo Tomás de Aquino, reconhecem nas três uma e mesma pessoa: a Santa Maria Madalena penitente, que seguiu Nosso Senhor durante a Paixão.      Maria Madalena teria nascido em Betânia, cidade da Judéia, de pais muito ricos, tendo por irmãos Marta e Lázaro. Como parte de sua herança, recebera o castelo de Magdala, de onde lhe veio o nome.   Fala tradição de sua esplêndida formosura, cabeleira famosa, de seu engenho, e relata ser ela casada com um doutor da Lei que a trancava em casa quando saía. Altiva e impetuosa, Maria teria fugido com um oficial das tropas do César e se estabelecido no castelo de Magdala, perto de Cafarnaum. Suas desordens e escândalos logo se espalharam pela região.      Enquanto isso, Nosso Senhor iniciara sua peregrinação: fama de seus milagres e a santidade de vida estendia-se pelas terras da Palestina.      Atormentada por demônios e pelos remorsos de sua consciência culpada, Maria foi procurar Aquele que alguns apontavam como sendo o Messias prometido. O Senhor apiedou-se dela e livrou-a de sete demônios (Mc 16, 9), tocando-lhe também profundamente o coração.    A partir de então, começou para Madalena a completa conversão. Horrorizada ante seus inúmeros pecados, cativada pela bondade e mansidão de Jesus, ela procurava uma ocasião em que pudesse mostrar-Lhe seu reconhecimento e profundo arrependimento.

Essa ocasião surgiu na casa de Simão — um fariseu, provavelmente de Cafarnaum —, que havia convidado o Mestre para uma refeição. Durante um banquete ao qual Jesus participava, inesperadamente Madalena irrompeu na sala, foi diretamente até Jesus, rompeu um vaso de alabastro que levava apertado ao peito, e “começando a banhar-Lhe os pés com lágrimas, enxugava-os com os cabelos da sua cabeça, beijava-os e os ungia com o bálsamo” (Lc 7, 38). Perdoada, convertida, Maria Madalena foi viver com seus irmãos em Betânia. Em uma ocasião, as duas irmãs receberam a visita do Messias. Maria sentou-se junto ao Salvador para absorver suas palavras divinas, enquanto Marta afanava-se nos afazeres domésticos para bem receber seu divino Hóspede. E julgou que sua irmã fazia mal, pois em vez de ajudá-la, estava ali sentada esquecida da vida. Disse Jesus: “Marta, Marta, afadigas-te e andas inquieta com muitas coisas. Entretanto uma só coisa é necessária. Maria escolheu a melhor parte, que não lhe será tirada” (Lc 10, 38-42).Em outra visita do divino Mestre a Betânia, Maria Madalena, já não mais “a pecadora”, ungiu novamente os pés do Redentor com precioso perfume, o que levou Judas a reclamar do “desperdício”, pois podiam vender o perfume e “dar o dinheiro aos pobres”. Nosso Senhor interveio: “Deixai-a; ela reservou isso para o dia da minha sepultura; porque sempre tendes os pobres convosco, mas a mim não tendes sempre” (Jo 12, 1-8).      Chegou o momento da Paixão. Aos pés da cruz, Maria Madalena acompanhava Nossa Senhora e São João Evangelista. Depois do sepultamento, Maria também estava junto ao túmulo, de fora, chorando. Enquanto chorava, se inclinou para o interior do sepulcro e viu dois anjos vestidos de branco, sentados no lugar onde o corpo de Jesus havia sido colocado, um na cabeceira e outro aos pés. Disseram então "Mulher por que choras?" Ela respondeu: "Levaram meu Senhor e não sei onde o colocaram". Dizendo isto se voltou e viu Jesus de pé. Mas não podia imaginar que era Jesus. E Jesus lhe disse: "Mulher por que choras? A quem procuras?" Pensando ser Ele o jardineiro ela respondeu: "Senhor se foste tu que O levaste me diga onde O puseste que eu irei busca-LO" Jesus responde: "Maria". Ela então O reconhece e grita em hebraico "Raboni!" (que quer dizer Mestre!). De acordo com uma antiga tradição do Oriente, Maria Madalena acompanhou São João Evangelista e a Virgem Maria a Efeso onde morreu e foi sepultada. No Ocidente, a tradição diz que ela viajou para Provença, França com Santa Marta e São Lázaro. Alguns afirmam que São Maximino, um dos 72 discípulos do Senhor, e Sidônio (o cego de nascença de que fala o Evangelho, e que foi curado por Nosso Senhor) e mesmo José de Arimatéia estão entre os que os acompanharam na conversão da Gália.

São Maximino foi bispo de Aix e São Lázaro encarregou-se da igreja de Marselha. Santa Marta reuniu em Tarascão uma comunidade de virgens, e Maria Madalena, depois de ter trabalhado na conversão dos marselheses, retirou-se para viver na solidão numa montanha entre Aix, Marselha e Toulon, “La Sainte Baume” (a Santa Montanha ou Santa Gruta), como dizem os habitantes do lugar. Lá permaneceu cerca de trinta anos, levando vida contemplativa e penitencial.


     Ela foi milagrosamente transportada, pouco antes de sua morte, para junto de São Maximino, que lhe ministrou os últimos sacramentos. Segundo a tradição, seu corpo foi levado para um povoado vizinho –– a Villa Lata, depois São Maximino –– onde esse bispo havia construído uma capela.
   
No século VIII, por temor dos sarracenos, suas relíquias foram trasladadas para um lugar seguro, tendo ficado esquecidas até que Carlos II, Rei da Sicília e Conde da Provença, as encontrou em 1272.    São Vilibaldo diz que viu sua tumba em Efeso (hoje Turquia) no século VIII. Vezelay, França diz ter suas relíquias desde o século XI.          

Leitura da Epístola dos 

Cânticos dos cânticos 3,2-5; 8,6-7 
2 Vou levantar-me e percorrer a cidade, as ruas e as praças, em busca daquele que meu coração ama; procurei-o, sem o encontrar. 3 Os guardas encontraram-me quando faziam sua ronda na cidade. Vistes acaso aquele que meu coração ama? 4 Mal passara por eles, encontrei aquele que meu coração ama. Segurei-o, e não o largarei antes que o tenha introduzido na casa de minha mãe, no quarto daquela que me concebeu. 5 - Conjuro-vos, ó filhas de Jerusalém, pelas gazelas e corças dos campos, não desperteis nem perturbeis o amor, antes que ele o queira.6 - Põe-me como um selo sobre o teu coração, como um selo sobre os teus braços; porque o amor é forte como a morte, a paixão é violenta como o cheol. Suas centelhas são centelhas de fogo, uma chama divina. 7 As torrentes não poderiam extinguir o amor, nem os rios o poderiam submergir. Se alguém desse toda a riqueza de sua casa em troca do amor, só obteria desprezo.
        . 
Sequência do Santo Evangelho

São Lucas 7,36-50 
36 Um fariseu convidou Jesus a ir comer com ele. Jesus entrou na casa dele e pôs-se à mesa. 37 Uma mulher pecadora da cidade, quando soube que estava à mesa em casa do fariseu, trouxe um vaso de alabastro cheio de perfume; 38 e, estando a seus pés, por detrás dele, começou a chorar. Pouco depois suas lágrimas banhavam os pés do Senhor e ela os enxugava com os cabelos, beijava-os e os ungia com o perfume. 39 Ao presenciar isto, o fariseu, que o tinha convidado, dizia consigo mesmo: Se este homem fosse profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que o toca, pois é pecadora. 40 Então Jesus lhe disse: Simão, tenho uma coisa a dizer-te. Fala, Mestre, disse ele. 41 Um credor tinha dois devedores: um lhe devia quinhentos denários e o outro, cinqüenta. 42 Não tendo eles com que pagar, perdoou a ambos a sua dívida. Qual deles o amará mais? 43 Simão respondeu: A meu ver, aquele a quem ele mais perdoou. Jesus replicou-lhe: Julgaste bem. 44 E voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês esta mulher? Entrei em tua casa e não me deste água para lavar os pés; mas esta, com as suas lágrimas, regou-me os pés e enxugou-os com os seus cabelos. 45 Não me deste o ósculo; mas esta, desde que entrou, não cessou de beijar-me os pés. 46 Não me ungiste a cabeça com óleo; mas esta, com perfume, ungiu-me os pés. 47 Por isso te digo: seus numerosos pecados lhe foram perdoados, porque ela tem demonstrado muito amor. Mas ao que pouco se perdoa, pouco ama. 48 E disse a ela: Perdoados te são os pecados. 49 Os que estavam com ele à mesa começaram a dizer, então: Quem é este homem que até perdoa pecados? 50 Mas Jesus, dirigindo-se à mulher, disse-lhe: Tua fé te salvou; vai em paz.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.

Rezem todos os dia Santo Rosário

quarta-feira, 19 de julho de 2017

O livro do Padre Julio Maria Luz nas Trevas(Respostas Irrefutáveis às Objeções Protestantes)reeditado pelas Escravas de Maria


Em Comemoração dos 500 anos de Lutero

Papa Francisco recebe a arcebispa luterana no Vaticano

http://www.vaticanocatolico.com/imagenes-galeria/anti-papa-francisco-mujer-obispa-luterana-sueca.jpg
 Possam estas respostas fazer conhecer e amar a religião verdadeira, a única religião DIVINA, que é a de Jesus Cristo,
 perpetuada e representada no mundo pela 
Santa Igreja Católica, Apostólica, Romana.
 http://www.hombreencamino.com/wp-content/uploads/2017/03/Papa-Francisco-y-arzobispa-luterana-Antje-Jackelen.jpg
 Atacar a crença dos outros não é provar a autenticidade da sua própria crença.
Por que tais pastores, em vez de formularem objeções, não provam a legitimidade do protestantismo?
Em vez de atacarem a Doutrina Católica, que é a do Evangelho, por que eles não demonstram e provam que o protestantismo é a religião verdadeira - que Lutero fora enviado por Deus para reformar a religião - que a bíblia é o Deus do mundo, que cada um pode interpretar como entender - que tais pastores são ministros legítimos do Cristo - que as mil seitas protestantes são todas 'religiões' verdadeiras, etc.?

Eis os fatos que eles deviam estabelecer, sobre a Bíblia.Nas seguintes teses não somente responderei às objeções atiradas aos católicos, mas estabelecerei a Verdade Católica, para que, pelo confronto, brilhe a plena luz, a luz inteira, a luz verdadeira, "que deve iluminar todo homem que vem e vive neste mundo "(São João 1,9).
Tenham os protestantes SINCEROS a coragem de ler estas respostas e serão obrigados a tirar uma conclusão que eu deixe ao alvitre deles, porque será ditada pela sua consciência.
https://i.ytimg.com/vi/En7Mxo7kCEk/hqdefault.jpg
Quanto aos católicos, eles encontrarão nestas discussões a exposição sucinta e clara da sua Fé, ao mesmo tempo uma arma para refutar as calúnias que lhes são atiradas e responder às objeções que costumam formular os inimigos de nossa Santa Religião.(Este texto acima retirado do livro)
Padre Júlio Maria 




Preço R$8,00 como sempre de apostolado
 1 livro com o frete 12,00
Acima de 10 livros 7,00 cada
Mais de 10 cada um sai por 6,00
Frete impresso registrado a combinar.

O livro são 132 paginas divididos em:
1.Verdadeira Devoção a Misericórdia esta no
Sagrado Coração de Jesus e 
Imaculado Coração de Maria   

Vai Orações, Entronização do Sagrado Coração e o
 2.O livro do padre  Padre Julio Maria
  Luz na Trevas(Refutações aos protestantes) 
3.Anexos:
Colocamos explicações sobre as relíquias
Dialogo de Lutero com o Diabo(Deste dialogo nasce missa de Lutero e depois copiada pelo Papa Paulo VI hoje missa modernista)

Pedidos para lojinhadoconvento@gmail.com

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário

terça-feira, 18 de julho de 2017

Comentários Eleison – por Dom Williamson Número DXXII (522) (15 de julho de 2017)

 
O ERRO DE MENZINGEN - II

Roma diz que a crise da Igreja não existe.
Menzingen, agora, em também cair neste erro insiste.

O problema da carta de 13 de junho do Quartel General da Fraternidade Sacerdotal São Pio X em Menzingen, na Suíça, destinada a "esclarecer as coisas sobre os matrimônios" após a proposta de Roma de 4 de abril para facilitar a integração dos matrimônios da Fraternidade na estrutura conciliar, não é um pequeno problema de meramente este ou aquele argumento ou deste ou daquele detalhe. O problema é a mentalidade totalmente conciliar dos clérigos que fazem a proposta. Nas palavras imortais de um dos três teólogos da Fraternidade, que, liderados pelo Bispo de Galarreta, enfrentaram quatro "teólogos" romanos nas "Discussões Teológicas" de 2009 a 2011, os quatro romanos estavam "mentalmente enfermos, mas têm a autoridade". Tamanha é a "enfermidade mental" (objetiva) dos romanos, que muitos católicos crentes são tentados a concluir que aqueles perderam toda a autoridade da Igreja. Infelizmente, pelo menos parecem tê-la, de modo que, em nome da "obediência", estão destruindo objetivamente a Igreja, sejam lá quais forem – Deus o sabe – suas boas intenções subjetivas.

Assim, a primeira parte importante da Carta sobre os Matrimônios de Menzingen (ver os "Comentários" da semana passada) argumentou que a proposta de 4 de abril de Roma era apenas alinhar os matrimônios da Fraternidade com a prática antiga e razoável da Igreja desde o Concílio de Trento. Sim, Menzingen, mas de que vale a lei razoável quando é aplicada por administradores "mentalmente enfermos"? Um axioma escolástico profundo diz: "Tudo o que é recebido recebe-se à maneira do receptor". A Tradição sã nas mãos de clérigos (obviamente) insanos pode tornar-se insana. Por exemplo, na terceira parte da Carta, Menzingen afirma que oficializar os matrimônios da Fraternidade os tornará mais seguros. Disseram “seguros”? Quando os juízes da Igreja atual estão transformando anulações oficiais em "divórcio católico"?

A segunda parte principal da Carta levanta oito objeções principais à proposta de Roma com o fim de refutá-las. A essência da maioria das objeções é que, no contexto, aceitar a proposta de Roma significa estar de acordo com a traição conciliar da Fé: com a teoria e prática conciliar do matrimônio (1, 2), com a condenação conciliar dos matrimônios anteriores da FSSPX (3), com o novo Código de Direito Canônico (8), e assim por diante. A resposta de Menzingen é que meramente tomada em si mesma, abstraída de seu contexto, a proposta romana não faz mais que disponibilizar aos casais da Fraternidade uma maneira extra de se casar em harmonia com a Igreja oficial. Sim, Menzingen, mas como um casamento pode ser celebrado na vida real sem um contexto? E como qualquer contexto oficial da Igreja hoje pode ser qualquer coisa além de conciliar?

A quinta objeção é um exemplo clássico do raciocínio fantasioso de Menzingen, que separa o inseparável: à objeção de que a flexibilização do acesso de Roma à oficialização dos matrimônios da Fraternidade é meramente o queijo em uma ratoeira que é a Prelatura Pessoal, Menzingen responde que "em si mesmo" queijo é apenas queijo! Menzingen até reconhece que a própria proposta de Roma menciona que é um passo no caminho para a eventual "regularização institucional" da Fraternidade; em outras palavras, que o queijo é, objetivamente, parte de uma armadilha. Sua mesma resposta é que, para evitar todas essas armadilhas, a Fraternidade teria de cortar todos os contatos com autoridades romanas, o que o Arcebispo Lefebvre disse em 1975 que nunca faria.

Sim, Menzingen, mas isso foi antes de que mais 13 anos de contatos e negociações com os romanos finalmente provassem para o Arcebispo que estes não tinham nenhuma intenção real de cuidar da Tradição. Então e somente então ele consagrou quatro bispos para cuidar da Tradição (como o fizeram até 2012), mas nunca recusou ter futuros contatos com os romanos. Ele só disse que, doravante, a doutrina devia preceder a diplomacia, de modo que os contatos só poderiam ser retomados quando os romanos retornassem às grandes condenações papais do liberalismo e do modernismo. E desde 1988? Menzingen finge que Roma mudou para melhor, de modo que uma armadilha não é mais uma armadilha! Ah, Menzingen! Você contraiu a "enfermidade mental" dos romanos!

Kyrie eleison.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário

domingo, 16 de julho de 2017

Sexto Domingo depois de Pentecoste

16/07  Domingo 
Festa de Segunda Classe
Paramentos Verdes

Leitura da Epístola dos 

Romanos 6,3-11                                                                            
 3.Ou ignorais que todos os que fomos batizados em Jesus Cristo, fomos batizados na sua morte?4.Fomos, pois, sepultados com ele na sua morte pelo batismo para que, como Cristo ressurgiu dos mortos pela glória do Pai, assim nós também vivamos uma vida nova.5.Se fomos feitos o mesmo ser com ele por uma morte semelhante à sua, sê-lo-emos igualmente por uma comum ressurreição.6.Sabemos que o nosso velho homem foi crucificado com ele, para que seja reduzido à impotência o corpo (outrora) subjugado ao pecado, e já não sejamos escravos do pecado.7.(Pois quem morreu, libertado está do pecado.)8.Ora, se morremos com Cristo, cremos que viveremos também com ele,9.pois sabemos que Cristo, tendo ressurgido dos mortos, já não morre, nem a morte terá mais domínio sobre ele.10.Morto, ele o foi uma vez por todas pelo pecado; porém, está vivo, continua vivo para Deus!11.Portanto, vós também considerai-vos mortos ao pecado, porém vivos para Deus, em Cristo Jesus

Sequência do Santo Evangelho

São Marcos 8,1-9
1.Naqueles dias, como fosse novamente numerosa a multidão, e não tivessem o que comer, Jesus convocou os discípulos e lhes disse:2.Tenho compaixão deste povo. Já há três dias perseveram comigo e não têm o que comer.3.Se os despedir em jejum para suas casas, desfalecerão no caminho; e alguns deles vieram de longe!4.Seus discípulos responderam-lhe: Como poderá alguém fartá-los de pão aqui no deserto?5.Mas ele perguntou-lhes: Quantos pães tendes? Sete, responderam.6.Mandou então que o povo se assentasse no chão. Tomando os sete pães, deu graças, partiu-os e entregou-os a seus discípulos, para que os distribuíssem e eles os distribuíram ao povo.7.Tinham também alguns peixinhos. Ele os abençoou e mandou também distribuí-los.8.Comeram e ficaram fartos, e dos pedaços que sobraram levantaram sete cestos.9.Ora, os que comeram eram cerca de quatro mil pessoas. Em seguida, Jesus os despediu.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário