terça-feira, 28 de abril de 2020

O que é discurso de ódio? Está a serviço de quem?

Definição :aversão intensa ger. motivada por medo, raiva ou injúria sofrida; odiosidade.
No Abrigo do Altíssimo: Soldado de Cristo Jesus

Os grupos que atacam a nossa Santa Religião, são o que seguem a tradição Marxistas, e considerava a religião como um ópio que deve ser sempre combatida pelos
verdadeiros socialistas. Por isso estão usando tal:


 
Igreja Golden Lampstand na China


No Brasil, uma constituição para grego ver. Porque debocham de Nosso Senhor não fazem nada e dizem e liberdade de expressão.
 Especial de Natal - Se beber não ceie | Trailer oficial - YouTube
Na Constituição de 1988, o artigo que legisla sobre preconceitos é o artigo 5º, que defende a igualdade de todos bem como os direitos e deveres do cidadão brasileiro e concorda com os Direitos Humanos. A Lei 7.716/89 é a lei brasileira que criminaliza os diferentes tipos de preconceitos na nossa sociedade. Portanto, o discurso de ódio é um tipo de violência exercida por meio do discurso verbal ou escrito e tem por intenção discriminar, ofender, diminuir, agredir outras pessoas devido a suas condições sociais ou características étnicas, raciais, religiosas, culturais, de gênero e orientação sexual etc. Por violar o respeito à diversidade humana, à pluralidade e às liberdades civis e os direitos difusos é considerado crime no Brasil e em diversos outros países.

O que é diversidade humana. Expressão que se refere às diferenças culturais, étnicas, ideológicas, religiosas, etc. que existem entre os seres humanos. A diversidade humana é muito grande, e devemos respeitá-las para manter a paz.

Campo religioso: O governo chinês tem abusado fisicamente, detido, torturado, sentenciado a prisão e assediado adeptos de grupos religiosos registrados e não registrados por atividades relacionadas às suas crenças e práticas religiosas”.
 

Porque? Usar esses termo fake News?  Essa CPMI usada para que? Para que finalidade? Calar- nos!Impossível.

Nem Nero Protomártires da Igreja de Roma | Portal de notícias sobre a ...consegui na arenas de Roma. Atacar um cristão e nos odiar isso já sabemos a mais de 2 mil anos. Nosso Senhor disse: mundo nos odeia : o odiou-Me primeiro. Nosso Senhor e Nossa Senhora nos da a virtude da força de lutar contra o ódio dos marxistas. Não vão nos intimidar; porque se morrermos; morremos por  Cristo e a por nossa Santa Religião. Teremos o céu sem purgatório, não temos medo da morte pois Nosso Senhor já venceu.
   Nosso Senhor nos ensinou a amar o inimigo e odiar ao pecado. Nos rezamos o Santo Rosário por todos e suas seitas, e pensamentos. Pois sangue de Cristo é muito caro. Não queremos que suas almas se vão ao inferno.  Nossa Senhora de Fatima diz; vai muitas almas para inferno porque não tem que reza por elas. Vamos rezar pela conversão e salvação de suas almas.
Nós somos do discurso do ódio?
 Sim, discurso do ódio ao pecado.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário.








terça-feira, 21 de abril de 2020

Comentários Eleison – por Dom Williamson Número DCLXV (665) – (11 de abril de 2020):

A Igreja Sepultada – I

Em pequenos grupos a Igreja consegue sobreviver, mesmo sepultada,
E, erguendo-se novamente, ela terá todo tipo de vida.

Se se acredita em Nossa Senhora de La Salette e no Venerável Bartolomeu Holzhauser, o que estamos vivendo hoje é apenas o fim da Quinta Idade do mundo, não é ainda o fim da Sétima e Última Idade do mundo. A Quinta Idade deve terminar em um grande castigo, prelúdio da breve Sexta Idade, que será o maior e mais glorioso triunfo da Igreja em toda a sua história, prelúdio, por sua vez, da Sétima Idade, que verá o surgimento do anticristo, a maior perseguição de toda a história da Igreja e o ocaso do mundo tal como o conhecemos, que será misteriosamente substituído por "novos céus e uma nova terra" (II Pedro III, 13). Se é isso o que São Pedro, o Venerável Holzhauser e Nossa Senhora de La Salette quiseram dizer, certamente a Igreja se reerguerá de sua tumba atual bem antes de decolar no fim do mundo para o Céu. A questão é: como sobreviverá e sairá de sua tumba atual?

O ponto essencial que se deve compreender é que a Igreja pertence a Deus, que a Igreja é dirigida pelo Espírito de Deus, e que a ação deste Espírito Santo é comparável à do vento que sopra onde quer, e sabemos que está ali, porque podemos ouvi-lo, mas não sabemos de onde vem nem para onde vai (Jo. III, 8). Portanto, os pensamentos de Deus estarão muito acima dos nossos pensamentos como homens, e precisamos acostumar-nos, por exemplo, com que os primeiros sejam os últimos, e os últimos sejam os primeiros (Mt. XX, 16). Assim, desde 1970, quando a Fraternidade Sacerdotal São Pio X foi fundada, até 2012, quando seus líderes estabeleceram as condições para que a Fraternidade se voltasse sob os romanos conciliares, ela foi a vanguarda na defesa da Fé; mas desde 2012 ela passou a ser oficialmente como um cachorrinho de colo dos romanos. O Sistema tragou a Fraternidade, e, por ela ser um dos primeiros, passou a tornar-se um dos últimos, porque o Diabo não deixaria que ela se detivesse na metade do caminho.

Nesse ponto, muitos católicos da Tradição desejavam com todo o coração que uma pós-Fraternidade surgisse para tomar o lugar da Fraternidade. Mas uma pós-Fraternidade poderia muito bem não ter sido a vontade de Deus. Os anos de 2010 não eram mais os anos de 1970 ou de 1980, quando o Arcebispo Lefebvre conseguiu construir a Fraternidade mundial. A desintegração dos corações e das mentes foi muito mais avançada do que nos anos de 1970, e, desde 2012, está acelerando. Veja-se quão pouco bom senso os homens têm hoje, e cada vez menos. É claro que a graça de Deus pode transformar seres humanos desintegrados em católicos integrais, mas Deus raramente força o livre-arbítrio dos homens; portanto, se os homens insistirem em transformar seu interior em uma espécie de pântano lamacento, pode ser que o helicóptero da graça sobrenatural de Deus nem tente pousar, por receio de desaparecer na lama.

Certamente Deus manterá a Igreja ao longo dos anos de 2020. Será por meio de um movimento de “Resistência” sem estrutura nem organização, e com conflitos endêmicos entre os membros que resistem inclusive uns aos outros? Se todos os resistentes compartilham pelo menos a mesma Fé verdadeira, seu movimento ainda pode ser o candidato preferencial na defesa da fé, e sua falta de estrutura pode até ser inclusive uma vantagem caso isto signifique que não há uma única cabeça cuja captura seria demasiadamente suscetível de significar a queda de toda a estrutura, porque o homem moderno não sabe como obedecer ou desobedecer. E se os que resistem têm, além disso, um mínimo de bom senso e caridade, podem até continuar juntos sem ter de devorarem-se uns aos outros. E se a “Resistência” não é um rótulo pelo qual orgulhar-se, também não é uma coisa ruim, porque a situação já foi para muito além dos meros rótulos.

De qualquer forma, o que é vitalmente necessário para os católicos que desejam salvar suas almas mantendo a fé é ver como e por que o mundo que nos rodeia mina e corrompe sua fé católica. Não é necessariamente por falta de boa vontade ou de boas intenções; pelo contrário. Enquanto os protestantes originais eram inimigos abertos e amargos da fé, seus sucessores, liberais em todo o mundo, podem ser sinceramente amigáveis ​​com os católicos, sempre que estes compartilhem seu profundo princípio de que a verdade só pode ser subjetiva, que existe apenas um dogma, segundo o qual todos os outros dogmas são opcionais, que as ideias não importam, que "tudo que você precisa é de amor", que todas as religiões têm o mesmo Deus, e assim por diante. Esse dogma tornou-se tão instintivo que já nem é mais discutido, e é por isso que é tão perigoso. A verdade é descartada fora do tribunal, mesmo antes que se possam pôr os pés na sala. Mas, se não há verdade, como pode haver um Deus verdadeiro?

Kyrie eleison.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo.

domingo, 19 de abril de 2020

Comentários Eleison – por Dom Williamson Número DCLXIV (664) – (3 de abril de 2020):

Pensamentos da Quinta-Feira


A Igreja de nosso Senhor, amigos, segue a linha de Deus,
E não a nossa, por estranho que pareça.

Certamente muitos leitores conhecem a liturgia da Semana Santa, normalmente comemorada na próxima semana, as narrativas evangélicas da Paixão de Nosso Senhor, mas talvez não tenham pensado em quantos dos vários momentos da Paixão podem ser aplicados à situação dos católicos de hoje. Tomemos, por exemplo, o cativeiro de Nosso Senhor no Horto do Getsêmani. Ele disse muitas coisas, cada uma das quais é um mundo em interpretação.

Na noite de quinta-feira, Jerusalém está cheia de peregrinos da Judeia, da Galileia e da Diáspora, e há uma tensão elétrica em toda a cidade, porque todas as pessoas importantes estão lá está para a grande festa da Páscoa, e a tensão está centrada em torno de Jesus. Ele é muito amado por seus apóstolos e discípulos, e pelo grande número de pessoas que Ele ensinou, curou, consolou e ajudou nos últimos três anos de seu ministério terrestre. Por outro lado, parece que as autoridades religiosas do templo, os sumos sacerdotes e os escribas e fariseus o desaprovam severamente, e o querem absolutamente fora do caminho. O que Ele fez de errado? E o que eles vão fazer com Ele? A cidade inteira fala de Jesus.

Nessa atmosfera tensa, Ele celebrou a Última Ceia com Seus Apóstolos, acrescentando cerimônias estranhas, mas imensamente sérias, às do Antigo Testamento, e falando como se estivesse prestes a deixá-los. Ele envia Judas Iscariotes a seguir o caminho que este escolhera, e depois leva os outros Apóstolos ao Horto do Getsêmani. Estes estão assustados e inquietos, mas Pedro está pronto para lutar, tendo trazido uma espada consigo. Jesus deixa para trás oito dos onze, levando Pedro, Tiago e João ainda mais para dentro do olival, onde Ele lhes pede que rezem, advertindo-os de que, se não o fizerem, a tentação poderá pegá-los. Então Ele os deixa também para trás, e reza sozinho Sua terrível agonia em três partes, encontrando-os dormindo cada vez que volta a reunir-se com eles. Finalmente, Judas Iscariotes traz a Guarda do Templo para prender Nosso Senhor, longe das pessoas que se arriscaram para protegê-Lo, e o trai com um beijo. Pedro fica furioso, saca a espada e, em defesa de seu amado Mestre, corta a orelha de um servo do Sumo Sacerdote, somente para que Jesus lhe diga que baixe sua espada. Jesus dá três razões para isto.

Em primeiro lugar: "Todos os que usarem a espada, pela espada perecerão". Nosso Senhor não precisa ser o Valete dos Paus, mas o Rei e Copas, na luta essencialmente espiritual pela salvação eterna das almas. Isso Ele nunca pode fazer por meio de violência, que só gerará contraviolência. Em segundo lugar, da mesma forma: "Crês que não posso invocar meu Pai, e Ele imediatamente não me enviaria mais de doze legiões de anjos?". Obviamente, o Criador do universo tem ampla força física para derrubar exércitos inteiros de inimigos de Seu Filho, mas não é assim que Eles ganhariam almas, pelo contrário. A força superior só alienaria as almas fisicamente esmagadas por Deus. E em terceiro lugar: “Como então as Escrituras se cumpririam, segundo as quais é necessário que assim seja?”. O plano de Deus, consignado à Sagrada Escritura, tem sido desde toda a eternidade que Jesus alcançará as almas (uma minoria) por Ele mesmo sendo esmagado! Jesus vencerá sendo, como dizemos hoje, ao menos em aparência, um "perdedor"! Nesse ponto, é Pedro quem “perde”, e com total incompreensão de seu amado Mestre, ele foge, seguido pelos outros dez apóstolos.

Como muitos tradicionalistas homens de hoje, Pedro é um homem de homens. Ele é "macho". Não lhe falta nada de fé, coragem ou devoção em relação ao seu divino Mestre, mas dormiu, em vez de rezar no Horto. Se ele tivesse rezado em vez de dormir, seus pensamentos poderiam ter sido divinos em vez de humanos, humanos demais, e ele poderia ter entendido que Jesus estava marchando para um nível muito mais alto do que o de Pedro, por mais corajoso e devoto que Pedro tivesse sido. Pelo liberalismo ou pelo sedevacantismo, católicos hoje em dia cortam não apenas a orelha de um dos servos do sumo sacerdote, mas também cortam a cabeça do próprio Sumo Sacerdote por meio de uma quase-heresia suave ou de um quase-cisma. Mas o próprio Senhor não nos alertou que Sua Igreja também vencerá perdendo? No fim do mundo (Lc. XVIII, 8), não terá quase desaparecido? Mistério...

Kyrie eleison.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo.

terça-feira, 14 de abril de 2020

14 de abril, dia de São Justino, Mártir.

 São Justino nasceu na cidade de Flávia Neápolis, na Samaria, Palestina, no ano 103, início do século II, quando o cristianismo ainda se estruturava como religião católica. Tinha origem latina e seu pai se chamava Prisco. Ele foi educado e se formou nas melhores escolas do seu tempo, cursando filosofia e especializando-se nas teorias de Platão. Tinha alma de eremita e abandonou a civilização para viver na solidão. Diz a tradição que foi nessa fase de isolamento que recebeu a visita de um misterioso ancião, que lhe falou sobre o Evangelho, as profecias e seu cumprimento com a Paixão de Jesus, abalando suas convicções e depois desaparecendo misteriosamente. Anos mais tarde, acompanhou uma sangrenta perseguição aos cristãos, conversou com outros deles e acabou convertendo-se, mesmo tendo conhecimento das penas e execuções impostas aos seguidores da religião cristã. Foi batizado no ano 130 na cidade de Efeso, instante em que substituiu a filosofia de Platão pela verdade de Cristo, tornando-se, historicamente, o primeiro dos Padres da Igreja que sucederam os Padres apostólicos dos primeiros tempos.
 No ano seguinte estava em Roma, onde passou a travar discussões filosóficas, encaminhando-as para a visão do Evangelho. Muito culto, era assim que evangelizava entre os letrados, pois esse era o mundo onde melhor transitava. Era um missionário filósofo, que, além de falar, escrevia.
 Deixou muitos livros importantes, cujos ensinamentos influenciaram e ainda estão presentes na catequese e na doutrina dogmática da Igreja. Embora tenham alcançado nossos tempos apenas três de suas apologias, a mais célebre delas é o Diálogo com Trifão. Seus registros abriram caminhos à polêmica anti-judaica na literatura cristã, além de fornecerem-nos importantes informações sobre ritos e administração dos sacramentos na Igreja primitiva.
 Bem-sucedido em todas as discussões filosóficas, conseguiu converter muitas pessoas influentes, ganhando com isso muitos inimigos também. Principalmente a ira dos filósofos pagãos Trifão e Crescêncio. Este último, após ter sido humilhado pelos argumentos de Justino, prometeu vingança e o denunciou como cristão ao imperador Marco Aurélio. Justino foi levado a julgamento e, como não se dobrou às ameaças, acabou flagelado e decapitado com outros companheiros, que como ele testemunharam sua fé em Cristo no ano 164, em Roma, Itália.
Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário. 

domingo, 12 de abril de 2020

Consagração à Divina Vontade


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Consagração à Divina Vontade. 

Ó Vontade Divina e adorável eis-me diante da imensidão da Tua Luz, para que a Tua Bondade me abra as portas e me faça entrar n’Ela para moldar toda a minha vida em Ti, Vontade Divina. Por isso, prostrada diante da Tua Luz, eu, a mais pequena entre todas as criaturas, venho, ó adorável Vontade, na pequena multidão dos primeiros filhos do Teu Fiat Supremo. Prostrada, no meu nada, suplico e rogo à Tua Luz interminável que queira investir-me e fazer desaparecer tudo aquilo que não Te pertence, de maneira que não faça mais nada que olhar, compreender e viver em Ti, ó Vontade Divina. Ela será a minha vida, o centro da minha inteligência, a raptora do meu coração e de todo o meu ser. Neste coração, não quero que exista mais vida de querer humano, desterro-o para sempre e formarei um novo Éden de paz, de felicidade e de amor. Com Ela serei sempre feliz, terei uma força única, uma santidade que tudo santifica e tudo leva a Deus. Aqui prostrada, invoco o auxílio da Trindade Santíssima, para que me admita a viver no claustro da Divina Vontade, a fim de que regresse a mim a ordem primeira da Criação, tal como foi criada a criatura. Mãe Celeste, Soberana Rainha do Fiat Divino, toma-me pela mão e encerra-me na Luz do Querer Divino. Tu serás a minha guia, a minha terna Mãe. Tu olharás a Tua filha e ensiná-la-ás a viver e a conservar-se na ordem da Divina Vontade.Soberana Celeste, ao Teu Coração, confio todo o meu ser. Serei pequenina, pequena filha da Divina Vontade. Tu far-me-ás escola da Divina Vontade e eu estarei atenta a escutar-Te. Estenderás o Teu manto azul sobre mim, para que a serpente infernal não ouse penetrar neste éden, para me atrair e fazer-me cair no labirinto do querer humano. Coração do meu Sumo Bem, Jesus, Tu dar-me-ás as Tuas chamas, para que me queimem, me consumam e me alimentem, para formar em mim a Vida do Supremo Querer. S. José, Tu serás o meu Protector, o guarda do meu coração e terás as chaves do meu querer nas tuas mãos. Guardarás o meu coração com zelo e nunca mais mo darás para que eu tenha a certeza de não fazer nenhuma saída da Vontade de Deus.

Anjo da Guarda, guarda-me, defende-me, ajuda-me em tudo, para que o meu Éden cresça florido e seja o chamamento de todo o mundo na Vontade Divina. Corte Celeste, vem em meu auxílio e eu prometo-Te de viver sempre na Vontade Divina. 
                                                              

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário.

sábado, 11 de abril de 2020

Orações Entrega a Nossa Senhora, Mãe e Rainha da Divina Vontade


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Orações Entrega a Nossa Senhora, Mãe e Rainha da Divina Vontade: Ó Maria, Mãe de Jesus e minha Mãe, Eu confio-Te e consagro-Te a minha vida, como fez o teu Filho Jesus. Consagro-me ao teu direito de Mãe e ao teu poder de Rainha, à sabedoria e ao amor do qual Deus Te encheu, renunciando totalmente ao pecado e àquele que o inspira, confio-Te todo o meu ser, a minha pessoa, a minha vida e especialmente a minha vontade, a fim de que Tu a guardes no teu Coração materno e a ofereças ao teu Senhor, juntamente, com o sacrifício que Tu fizestes de Ti mesma, da tua vontade. Em troca, ensina-me a fazer como Tu a Vontade Divina e a viver n’Ela. Assim seja! Mãe e Rainha da Divina Vontade,rogai por nós

    Viva Cristo Rei e Maria Rainha.

Rezem todos os dias o Santo Rosário.  

                                                                                                      

sexta-feira, 10 de abril de 2020

Via Crucis, "caminho da cruz"

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 A via-crúcis (do latim Via Crucis, "caminho da cruz") é o trajeto seguido por Nosso Senhor Jesus Cristo carregando a cruz, que vai do Pretório até o Calvário. O exercício da Santa Via-Sacra, como também é chamada, consiste em que os fiéis percorram, mentalmente, a caminhada de Nosso Senhor Jesus Cristo a carregar a Cruz desde o Pretório de Pilatos até o monte Calvário, meditando simultaneamente na Paixão de Cristo. Tal exercício, muito usual no tempo da quaresma, teve origem na época das Cruzadas (do século XI ao século XIII): os fiéis que, então, percorriam, na Terra Santa, os lugares sagrados da Paixão de Cristo, quiseram reproduzir, no Ocidente, a peregrinação feita ao longo da Via Dolorosa em Jerusalém. O número de estações, passos ou etapas dessa caminhada foi sendo definido paulatinamente, chegando à forma atual, de quatorze estações, no século XVI. O exercício da via-sacra tem sido muito recomendado pelos Sumos Pontífices, pois ocasiona frutuosa meditação da Paixão de JNosso Senhor Jesus Cristo.

 À Via Crucis,Nosso Senhor Jesus Cristo é especialmente venerado sob o nome de Nosso Senhor dos Passos.
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Nosso Senhor dos Passos, ou Senhor Bom Jesus dos Passos, é uma invocação de Nosso Senhor Jesus Cristo e uma devoção especial , faz memória ao trajeto percorrido por Jesus Cristo desde sua condenação à morte no pretório até o seu sepultamento, após ter sido crucificado no Calvário.
A história desta devoção remonta à Idade Média, quando os cruzados visitavam os locais sagrados de Jerusalém por onde andou Nosso Senhor Jesus Cristo a caminho do martírio, e quiseram depois reproduzir espiritualmente este caminho quando voltaram à Europa sob forma de dramas sacros e procissões, ciclos de meditação, ou estabelecendo capelas especiais nos templos.
No século XVI se fixaram 14 momentos principais deste trajeto. Estes pontos principais são chamados de as estações ou os passos da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo ao longo da Via Sacra ou Via Crucis. 
São eles:


  • I. Nosso Senhor Jesus Cristo é condenado à morte
  • II. Nosso Senhor Jesus Cristo carrega a cruz às costas
  • III. Nosso Senhor Jesus Cristo cai pela primeira vez
  • IV. Nosso Senhor Jesus Cristo encontra a sua Mãe
  • V. Simão Cirineu ajuda Nosso Senhor Jesus Cristo a carregar a cruz
  • VI. Verônica limpa o rosto de Nosso Senhor Jesus Cristo
  • VII. Nosso Senhor Jesus Cristo cai pela segunda vez https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZswG_SBFHEGuNfr9OF2Fmz_zsWHuO_r0M3THuKyXb1Sw79B9tApDTdX-i2M6V9bfsO2TBsf9W61w1YgipcQfEQ2dAV-wXdbx3pMVgA-CAoJQEbYadhlVd_g948Z-CjkKfy4EuXZWmYLzL/s1600/Via_Sacra_do_Senhor-15Cenas-914x1802-70.jpg
  • VIII. Nosso Senhor Jesus Cristo encontra as mulheres de Jerusalém
  • IX. Terceira queda de Nosso Senhor Jesus Cristo
  • X. Nosso Senhor Jesus é despojado de suas vestes
  • XINosso Senhor Jesus Cristo é pregado na cruz
  • XII. Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo na cruz
  • XIII. Descida do santo corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo da cruz
  • XIV. Sepultamento de Nosso Senhor Jesus Cristo

Para esclarecer não existe décima quinta estação.
 O Papa João Paulo II que falou desta tal décima-quinta estação. Na Via Sacra a não existe Ressurreição de Cristo, isto não é tradicional pois como nome já diz Via Crucis caminho da Cruz não caminho de Ressurreição.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário.
Façam penitência.