terça-feira, 21 de junho de 2016

Comentários Eleison - por Dom Williamson CDLXVI (466) - (18 de junho de 2016)

A TRAPAÇA DO “ANTISSEMITISMO”
 

É a palavra “antissemita” brandida como uma espada?
Apenas peça a quem a brande para que a defina.

Há palavras traiçoeiras que parecem significar uma coisa, mas que são empregadas para significar outra completamente diferente. Uma das mais traiçoeiras de todas é a palavra “antissemitismo”. Esta parece significar oposição a todos os judeus pura e simplesmente porque são judeus; nesse sentido, ela condena corretamente algo mau, porque alguns judeus são perversos, mas é certo que nem todos o são. Por outro lado, é frequentemente utilizada para condenar qualquer oposição a tudo que os judeus fazem, e então a palavra está erradamente condenando algo bom, porque sempre que os judeus fizerem algo ruim, então a oposição a eles é boa. Mas os judeus fazem coisas ruins? Obviamente. Eles criaram o islã para os árabes, a maçonaria para os gentios e o comunismo para o mundo moderno, todos os três, primeiramente, para lutar contra Jesus Cristo e o Cristianismo e, então, enviar almas para o inferno.

Um livro que todos os católicos deveriam ler, os que querem defender a Igreja contra o islã, a maçonaria e o comunismo, agora globalismo, é Complô Contra a Igreja, de Maurice Pinay. O livro foi escrito pouco antes do Vaticano II para ser posto nas mãos de todos os padres conciliares e alertá-los sobre o grande perigo no qual a Igreja se encontraria no Concílio. Efetivamente. Os padres do Concílio acabaram por louvar o islã (Unitatis Redintegratio), adotar princípios maçônicos (Dignitatis Humanae) e nunca mencionar, e menos ainda condenar, o maléfico sistema comunista. Eis como em seu capítulo “Antissemitismo e Cristianismo”, Maurice Pinay analisa a traição da palavra “antissemitismo”:

Ao longo dos tempos, os judeus sempre utilizaram palavras vagas com uma gama de significados, escreve o autor, para emboscar as mentes gentias e impedi-las de se defenderem contra as manobras judaicas em direção à dominação do mundo nessa guerra de dois mil anos contra o Cristianismo, guerra que ele cuidadosamente documenta ao longo de todo o livro. Assim, num primeiro estágio, por meio de três argumentos, eles procuram persuadir os líderes gentios a condenarem o “antissemitismo” no primeiro sentido mencionado acima, de oposição a todos e a tudo o que é judeu: em primeiro lugar, Cristo, estabelecendo a igualdade de todos os homens diante de Deus, condenou qualquer degradação de toda uma raça; em segundo lugar, Cristo disse a todos os homens para “amarem-se uns aos outros”; em terceiro lugar, Cristo e sua Mãe eram ambos judeus.

            Mas, num segundo estágio, os judeus, tendo já obtido dos gentios a condenação de um vago “antissemitismo”, prosseguem dando à palavra um significado bem diferente, o segundo sentido mencionado acima, de toda e qualquer oposição a tudo o que os judeus façam. Assim, são “antissemitas”: todos os patriotas que exercem seus direitos de autodefesa contra a subversão judaica em seus países; todos os defensores da família contra os erros e os vícios de toda sorte fomentados por judeus para dissolvê-la (como o aborto e a pornografia); todos os católicos que defendem sua santa religião contra toda forma de corrupção que é aberta ou secretamente promovida por judeus para destruí-la; todos os que dizem a verdade ao desmascarar os judeus como os criadores da maçonaria e do comunismo (agora do globalismo, do feminismo, etc.); e todas as pessoas em geral que se opõem à subversão judaica da Igreja e da civilização cristã. E pelo controle que possuem da política, das finanças, dos filmes e de tudo mais por meio de sua mídia, os judeus seguem dando tal carga elétrica nesta única palavra: “antissemita”, que já é suficiente para eletrocutar qualquer um que ela toque.

Mas quem foi tolo o suficiente para tê-los permitido controlar a política e as finanças? Quem os permitiu virtualmente monopolizar a indústria cinematográfica e os meios de comunicação? Quem pensa que é inteligente rejeitar toda censura e agora está cooperando com eles, permitindo que censurem a internet? Liberais gentios, em todos os casos, que estão sendo escravizados, a cada minuto, na Nova Ordem Mundial dos judeus. Doutor, cura-te a ti mesmo! Para aquele que lê seus jornais e assiste aos seus programas de televisão, tem outro a quem culpar mais que a si mesmo, por deixar que eles controlem sua mente e sua civilização?

Católicos, leiam Complô Contra a Igreja. Se alguém lhes está acusando de serem “antissemitas”, é bem provável que vocês tenham razão para se orgulhar.

Kyrie eleison.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário

domingo, 19 de junho de 2016

Padre Pio não aconselha mais ordena sua filha espiritual a ler Maria Valtorta.


 Padre Pio  visita in bilocazione Maria Valtorta e la conforta
Padre Pio em bilocação visita Maria Valtorta e a conforta.

Neste vídeo  finalmente descreve as visitas em bilocação de Padre Pio para Maria Valtorta , documentados por essa mística nos seus Cadernos na noite de 25 de Julho , 1941 e no período da tarde de um dia de 1942. Padre Pio disse: a uma filha espiritual, Elisa Lucchi não te aconselho mais ordenou para ler a obra de Maria Valtora , como o evangelho é revelada a mim, ter um conhecimento espiritual desta obra e superior a qualquer trabalho.
Refletindo erronias condenações.
Porque o Santo Ofício manteve uma atitude de condenação por tanto tempo?
Para padre Pio 
Renzo Allegri: O Santo Ofício é o dicastério mais importante da Igreja. A sua tarefa, desde a sua fundação em 1542, é a defesa da ortodoxia. Não existe, ao longo dos séculos, uma única disposição do Santo Ofício que tenha sido retratada. Portanto, também com relação ao Pe. Pio, uma vez emitido os Decretos de condenação, não foram mais alterados.Mais mesmo assim o padre Pio e um santo sacerdote alguém discorda. Se index fala para não ler  a Maria Valtorta erra como errou como houve erros contra o padre Pio.
           Porque destes erros porque o modernismo ja estava infiltrado no interior da Santa Igreja deste o tempo de Pio X. 

   Padre Pio sofreu ao longo de sua vida a incompreensão e a hostilidade de muitos. No entanto, todos reconhecem hoje que foi um grande homem e um santo frade.
     Para tentar entender e explicar como e por que o frade de Pietrelcina provocou reações tão controversas, Renzo Allegri publicou o livro La passione di Padre Pio (A Paixão de Padre Pio), publicado pela Mondadori.
Para desvendar o significado do que aconteceu com o pe. Pio, o famoso escritor investigou milhares de documentos guardados no arquivo secreto do Vaticano e também do Santo Ofício.
Allegri também trabalhou nos documentos dos arquivos da Ordem dos Frades Capuchinhos da Província Capuchinha de Foggia e arquivos privados de leigos, que tiveram papeis importantes neste caso. Muitos desses documentos são inéditos.
Renzo Allegri já escreveu outros nove livros sobre São Pio de Pietrelcina, todos publicados pela Mondadori, todos best seller, todos traduzidos para várias línguas.
  
Porque o Santo Ofício manteve uma atitude de condenação sobre o padre Pio?
Renzo Allegri: O Santo Ofício é o dicastério mais importante da Igreja. A sua tarefa, desde a sua fundação em 1542, é a defesa da ortodoxia. Não existe, ao longo dos séculos, uma única disposição do Santo Ofício que tenha sido retratada. Portanto, também com relação ao Pe. Pio, uma vez emitido os Decretos de condenação, não foram mais alterados.

   O escritor Renzo Allegri disse que este último livro “é o mais importante porque coloca o dedo na ferida do mal, ou seja, Satanás que, para arruinar a obra de Deus, constrói armadilhas diabólicas que podem enganar até mesmo os representantes da Igreja. Uma questão extremamente importante e também atual”.
 
   Monsenhor Williamson aconselha a leitura  do livro Maria Valtorta.Padre Pio vai além de fazer sua visita a Maria Valtorta em bilocação o padre Pio não aconselha,da uma ordem a sua filha espiritual Elisa Lucchi a ler o livro Maria Valtorta.
     

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário por aqueles que caluniam como vemos neste vídeo acima os nossos bispos.

Dia 19 de junho dia Santa Juliana de Falconieri. Virgem

 https://fetedieualiege.files.wordpress.com/2010/02/lune_barree4.jpg




    Santa Juliana nasceu em Florença no ano de 1270. Era filha única do já idoso casal Caríssimo e Ricordata, da riquíssima disnatia dos Falconieri. De grande tradição na aristocracia, bem como no clero, a família contribuiu ao longo do tempo com muitos santos venerados nos altares da Igreja. Ela era sobrinha de santo Aleixo Falconieri, um dos sete fundadores da Ordem dos Servos de Maria, e como ele também trilhou o caminho para a santidade.
    Ainda criança, vivia com o coração dedicado às virtudes, longe das ambições terrenas e das vaidades. Junto com algumas amigas, em vez das brincadeiras típicas da idade, preferia cantar e rezar para o Menino Jesus e a Virgem Maria.
 Aos quinze anos de idade, fez voto de castidade, ingressando na Ordem das Servitas, sob a orientação de Filipe Benício, hoje santo. Foi seguida por suas amigas aristocratas e, com o apoio de religiosas, passaram a visitar hospitais e a desenvolver dezenas de obras de caridade e assistenciais. Essas jovens se organizaram de tal forma que logo optaram por ter sua própria instituição. Com inspiração em regras escritas por Juliana, fundaram a Congregação das Servas de Maria, também chamadas de "Mantellate", numa referência ao hábito que vestem. Ordem que obteve a aprovação canônica em 1304.
     A dedicação de Santa Juliana foi tão radical ao trabalho junto aos pobres e doente, às orações contemplativas e às severas penitências que acabou por adoecer. Mesmo assim, continuou dormindo no chão e fazendo os jejuns nas quartas e sextas-feiras tomava por alimento apenas a santa comunhão. Jejuava ainda no sábado, a pão e água, em honra da Virgem Santa, em cujas sete dores meditava. Empregava as sextas-feiras na meditação da paixão do Salvador. Para se tornar semelhante a ele, macerava a carne até o sangue, com rudes disciplinas. Muitas vezes foi arrebatada em êxtases, pelo veemente desejo de ser crucificada com Jesus sofredor. À sua morte encontraram-lhe uma cintura de ferro sobre os rins e tão fundo tinha penetrado na carne, que não puderam retirá-la sem lesar o corpo; isso faz crer que ela a carregasse desde a juventude que se tinha proposto. Os problemas estomacais surgiram, passaram a ser freqüentes e depois se tornaram crônicos, padecendo de fortes dores. Mesmo assim não diminuiu as penitências, nem mesmo o trabalho com seus pobres e doentes abandonados. Aos setenta anos, o problema gástrico era tão grave que não conseguia manter nenhum alimento no estômago. Nem mesmo a hóstia.
      No dia 10 de junho de 1341, poucos momentos antes de morrer, Juliana pediu ao sacerdote que colocasse uma hóstia sobre seu peito e, pronunciando as palavras: "Meu doce Jesus", o Salvador dignou-se fazer um prodígio para unir-se à esposa: a santa hóstia, colocada sobre o seu coração, desapareceu subitamente em seguida ingressou no Reino de Deus no dia 19 de Junho de 1340.
 Ao prepararem o corpo para ser sepultado, as irmãs constataram no seu peito uma mancha roxa, como se fosse uma hóstia impressa na sua carne, tendo no centro a imagem de Jesus crucificado. Em memória desse milagre, as irmãs "Mantellate" trazem sobre o lado esquerdo do escapulário a imagem de uma hóstia. A verdade de diversos milagres, operados por sua intercessão, foram juridicamente aprovados, e Bento XIII beatificou-a em 1729 e Clemente XII terminou o processo de canonização.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Comentários Eleison - por Dom Williamson CDLXV (465)- (11 de junho de 2016)

 
 O OBJETIVO DO ARCEBISPO
Quem põe a obra do Arcebispo sob essa Roma,
Trai-o, e trai a Fé e os católicos.

Este fatídico mês para a Fraternidade Sacerdotal São Pio X, junho de 2016, quando ouvimos que seus 30 sacerdotes superiores se reunirão com o intuito de decidir se aceitam a última oferta de Roma acerca de um reconhecimento oficial, é certamente um bom momento para corrigir alguns mal-entendidos em relação às intenções de seu Fundador, o Arcebispo Lefebvre (1905-1991). Alguns afirmam que seu curso foi oscilante, que ele “ziguezagueou”, indo de um lado a outro. Outros fingem que, acima de tudo, ele procurou o reconhecimento de Roma para sua Fraternidade. Sem ter de dizer que ele era infalível, alguém precisa lembrar à esquecida Fraternidade do que ele queria dizer – e ambos os erros são corrigidos pela mesma observação: que sua motivação básica era glorificar a Deus e salvar almas, servindo à Sua verdadeira Igreja por meio da defesa da fé, e defender a Fé fundando a Fraternidade Sacerdotal São Pio X com o intuito de formar sacerdotes que preservariam a doutrina, os sacramentos e a Missa da Tradição Católica.

Pois bem, o grande obstáculo no caminho do Arcebispo foi os clérigos do Vaticano II, cuja prioridade principal era (e ainda é) agradar não a Deus, mas o ao homem moderno que se distanciou de Deus. Agora, tal como então, eles rejeitavam Deus (ao menos objetivamente; se subjetivamente, só Deus o sabe), e procuravam mudar a Igreja de Deus e sua Fé, sua doutrina, seus sacramentos e sua Missa, por meio de uma “renovação” humanística.

Por desgosto ou desespero, o Arcebispo conseguiu se afastar para um canto com sua Fraternidade, e deixar esses clérigos perecer com sua revolução conciliar. Mas, primeiramente, desde a visita romana a Écône em 1974, eles foram atrás dele e de sua obra porque não poderiam deixar de demonstrar a própria perversidade. Não poderiam permitir que ele ficasse em paz. E, em segundo lugar, se ele pudesse fazer qualquer coisa para levar a Tradição aos romanos e trazer os Romanos de volta à Tradição, isto beneficiaria, por meio deles, toda a Igreja, e não somente sua pequena Fraternidade. De fato, ainda que eles estivessem errados, ocupavam “a cadeira de Moisés” (cf. Mt. XXIII,2), e assim, desde 1975, o Arcebispo foi e voltou a Roma, até a prevaricação desta, em 1988, de tentar outorgar outro bispo à Fraternidade, ter provado de uma vez por todas que ele não poderia mais falar-lhes com palavras, mas somente com ações.

Mas “Stat Crux dum Volvitur Orbis”, o que significa que a Cruz permanece imóvel enquanto o mundo inteiro está em revolução. Ancorado na Tradição, o Arcebispo estava basicamente imóvel, mas lidando com clérigos e com uma situação na Igreja de soltura daquela âncora, que a deixou, doravante, à deriva. Então, enquanto eles se deslocavam para a esquerda, ele precisava manobrar para a direita. Enquanto eles pareciam se deslocar para a direita novamente (como no final de 1987 e no início de 1988), ele manobrava para a esquerda (por exemplo, no Protocolo de 5 de maio de 1988), mas era sempre a guinada deles ou uma situação emergente (por exemplo, a deterioração da missa do Novus Ordo) que determinava seu “ziguezague”, e não o contrário. Seu objetivo era firme: a defesa da Fé.

Foi pela mesma razão que, uma vez que a prevaricação dos clérigos no mesmo 5 de maio de 1988 ficou clara a ponto de não deixar nenhuma sombra de dúvida, e depois de uma noite de reflexão, ele renunciou, em 6 de maio, ao Protocolo por meio do qual poderia ter obtido o reconhecimento oficial de sua Fraternidade por parte de Roma, e cortou todas as relações meramente diplomáticas com esta. Não para, primeiramente, salvar sua Fraternidade, mas para proteger a Tradição Católica para toda a Igreja. A doutrina teve de prevalecer sobre a diplomacia, e desde este momento até sua morte, dois anos e meio depois, mesmo quando agia com respeito para com os oficiais da Igreja que ele castigou como “anticristos”, ele declarou que a Fé tinha de vir primeiro na forma das encíclicas doutrinais antiliberais e antimodernistas dos papas pré-conciliares. Por sua fidelidade à doutrina da Igreja, ele estava no banco do motorista, e os romanos sabiam disso. Que contraste com seus sucessores que estão no topo da Fraternidade adulando os traidores da doutrina e da Tradição da Igreja, e sendo humilhados por estes! Que esses sucessores do Arcebispo releiam aquele que foi o seu discurso de despedida a eles, proferido em 6 de setembro de 1990.

Kyrie eleison.
 
Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Comentários Eleison - por Dom Williamson CDLXIV (464)- (04 de junho de 2016)

Igreja abandonada?


Em circunstâncias de generalizada desesperação,
O salmista ensina confiança em Deus e oração.

Enquanto dia após dia o caos aumenta em quase tudo e em quase todas as pessoas ao nosso redor, e dentro da Igreja parece que, do mesmo modo, todos estão contra todos, é certamente tranquilizador ver que o salmista de talvez 3000 anos atrás clamou a Deus para que Ele viesse em auxílio a seu povo, em semelhante perigo por causa de seus inimigos. Então, assim como hoje, eles se levantaram em seu orgulho contra Ele, seu orgulho “crescia continuamente”, eles fizeram todo o possível para destruir Seu Templo e Sua religião, e Ele parece que permitiu que tivessem bastante êxito. Eis o salmo 73 (74), com notas mínimas de explicação em itálico:

A. Como Deus pode estar permitindo o triunfo de Seus inimigos contra Sua própria Igreja?

[1] Por que razão, ó Deus, nos desamparaste para sempre? (Por que razão) se acendeu o teu furor contra as ovelhas do teu pasto? [2] Lembra-te da tua família (Igreja Católica), que possuíste desde o princípio. Tu recuperaste o cetro da tua herança; o monte de Sião (Igreja católica), em que habitaste. [3] Levanta as tuas mãos contra a sua soberba (dos inimigos de Deus) sem limites. Quantas maldades cometeu o inimigo no santuário! [4] E os que te odeiam, gloriam-se (de te insultar) no meio da tua solenidade. Hastearam os seus estandartes como troféus; [5] e não respeitaram (a santidade de Deus) nem as eminências nem as saídas (portas e cimo do Templo). Como num bosque de árvores com machados [6] despedaçaram a porfia as tuas portas; com machado e martelo (Vaticano II) tudo derribaram. [7] Puseram fogo ao teu santuário; na terra profanaram o tabernáculo do teu nome (Igreja católica). [8] Disseram no seu coração com os das suas parentelas: Façamos cessar na terra todos os dias de festas consagrados a Deus (liturgia católica). [9] Não vemos mais os nossos estandartes; já não há um profeta (que nos guie); e (Deus) não nos conhecerá daqui em diante (Deus desistiu. Estamos por nossa conta). [10] Até quando, ó Deus, nos insultará o inimigo? O adversário há de blasfemar sempre? [11] Por que retrais a tua mão? Por que não tiras a tua direita do teu seio de uma vez por todas?

B. Mas Deus é o Mestre da salvação, da história e de toda a natureza.

[12] Mas Deus, que é nosso rei antes dos séculos, operou no meio da terra. [13] Tu com o teu poder deste solidez ao mar (travessia do Mar Vermelho), pisaste as cabeças dos dragões nas águas (egípcios); [14] Tu quebraste as cabeças do dragão (rei egípcio); deste-o por comida aos povos da Etiópia. [15] Tu fizeste brotar fontes e torrentes; tu secaste os rios de Etã (de forte corrente; por exemplo, Js. III). [16] Teu é o dia, e tua é a noite; tu criaste a aurora e o sol. [17] Tu estabeleceste todos os limites da terra; o estio e a primavera tu os formaste.

C. Ó Deus, não esqueças a teu próprio povo humilde e esmaga teus orgulhosos inimigos.

[18] Lembra-te disto: o inimigo ultrajou o Senhor, e um povo insensato blasfemou do teu nome. [19] Não entregues às feras as almas que te louvam, e não esqueças para sempre as almas dos teus pobres. [20] Olha para a tua aliança (Novo Testamento), porque todos os lugares obscuros do país estão cheios de antros de iniquidade; [21] Não se volte confundido o humilde; o pobre e o desvalido louvarão o teu nome. [22] Levanta-te, ó Deus, julga a tua causa; lembra-te dos ultrajes feitos contra ti, dos ultrajes com que um povo néscio te injuria continuamente. [23] Não te esqueças dos clamores dos teus inimigos. A soberba daqueles que te aborrecem aumenta continuamente.
Kyrie eleison.   
 
  
Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário
   

terça-feira, 7 de junho de 2016

Lançamento "MÊS DE MAIO"

 O livro: "MÊS DE MAIO"  
- D. Félix Sardá y Salvany, inédito no Brasil. 

Pedidos para lojinhadoconvento@gmail.com
 
Valor: R$ 12,00 + 4,00 do frete registrado
Total de 16,00 
Mais de um livro muda o valor do frete registrado

 
 

Adquira já o seu livro!

 

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário

sábado, 4 de junho de 2016

Comentários Eleison - por Dom Williamson CDLXIII (463)- (28 de maio de 2016)

ILUSÕES SOBRE A “NORMALIZAÇÃO”

Entre a Fraternidade e Roma, um grande abismo aparece,
Nele toda reconciliação perece.                                                 

Que todos os superiores da FSSPX que participarão da iminente reunião para considerar a última oferta de Roma em relação à reconciliação ponderem bem os comentários do Pe. Girouard sobre as recentes declarações do Pe. Schmidberger (ver CE 457):

A) No parágrafo IV, o Pe. Schmidberger diz que Dom Lefebvre buscava o reconhecimento mesmo depois das consagrações de 1988, mas falha em não mencionar que o Arcebispo estabeleceu condições: um retorno total da parte de Roma aos documentos antiliberais e antimodernistas dos Papas Tradicionais. O mesmo parágrafo afirma que a FSSPX não busca uma reaproximação com Roma, mas que esta a iniciou em 2000. O Pe. S. também não menciona que os encontros do GREC, que procurava “normalizar” a Fraternidade, começaram em 1997, com a bênção de Dom Fellay.

B) No parágrafo V, a carta afirma que Roma diminuiu grandemente suas condições para uma normalização, e que este, então, é o momento ideal para que nós a aceitemos. O Pe. S. falha em não compreender que a redução das exigências por parte de Roma se dá por que: 1 - a FSSPX já mudou a imagem de sua marca, e se tornou, então, mais agradável a Roma; 2 – Roma sabe que uma maior liberalização da FSSPX acontecerá naturalmente depois da normalização.

C) No parágrafo VI (respostas a objeções) # 3, o Pe. S. diz que a FSSPX não se silenciará depois da normalização. Mas, de fato, ela já vêm fazendo isso! E tem-no feito por anos! As reações da FSSPX a Assis 3, às Jornadas Mundiais da Juventude, às “canonizações/beatificações” dos papas J XXIII, JP II e Paulo VI, aos Sínodos da Família e à última Encíclica do Papa Francisco (Amoris Laetitia), e a outros escândalos não foram nada mais que submissos e leves “tapinhas na mão”. Assim, isto ficará pior depois da normalização, já que a FSSPX temerá perder o que tantas penas lhe tem custado para adquirir.

D) No parágrafo VI, # 4, o Pe. S. diz que temos de nos tornar tão úteis quanto for possível à Igreja, o que significa que a FSSPX deve ser normalizada para melhorar a Igreja desde seu interior. Minha resposta a isto é a mesma que em B e C: uma vez absorvida pela estrutura oficial modernista, a FSSPX, que já perdeu sua “salinidade”, será esmagada por más influências, e sua mensagem e suas ações terão paulatinamente menos efeito.

E) No parágrafo VI, #5, o Pe. S. diz que todo o ponto da situação é o seguinte: “Quem converterá quem?” E que precisamos ser fortes, e seremos nós os que converteremos os modernistas, assim que estivermos dentro. Este é o mesmo tipo de raciocínio que alguém que quer alugar um quarto num bordel para converter as prostitutas e seus clientes! É um pecado de presunção.

F) No parágrafo VI, #6, o Pe. S. diz que não estamos enfrentando os mesmos problemas e tentações que as outras comunidades tradicionais que se incorporaram a Roma e traíram o combate, porque elas normalmente começaram o processo com culpa, enquanto que, no caso da FSSPX, foi Roma que o iniciou em 2000. Minha resposta a esta é a mesma que em A: o GREC começou o processo em 1997, com a bênção de Dom Fellay.

G) No parágrafo VII (Conclusão), o Pe. S. diz que não devemos temer, porque a Fraternidade foi consagrada à BVM, e Ela nos protegerá. O que ele não menciona são as muitas congregações e pessoas consagradas a Ela que têm perecido desde o Vaticano II! Basta pensar nos Oblatos de Maria Imaculada, nos Servos de Maria, e em tantos outros! A BVM nunca ajudará aqueles que se colocam voluntariamente em ocasião de pecado e de destruição! Acreditar no contrário é zombar dela e de Deus! Mais uma vez, um pecado de presunção! Este não é o melhor caminho, para dizer o mínimo, para trabalhar na conversão de Roma e na reconstrução da Igreja!

E tudo o que resta dizer, quando a Fraternidade estiver “normalizada”, é: RIP FSSPX, e que Deus tenha piedade de nós!

Kyrie eleison.

 
Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário