Dizem os Modernista QUE NÃO É
Vamos demostrar porque afirmamos que Concilio Vaticano II tem suas origem em bases Hereticas.
A origem das potenciais hereges dos Séculos XX e XX, dezenas "teólogos católicos modernistas " condenados no decreto do Santo Ofício"Lamentabili", confirmado pelo papa são Pio X. Nos anos 40, as penalidades do Vaticano atingiram o paleontólogo jesuíta francês Pierre Teilhard de Chardin,acusado de "imanentismo" (atitude que relativiza a transcendência).Ele foi proibido de publicar livros.
Após a Segunda Guerra, a Congregação proibiu o exercício do magistério de três jesuítas franceses - Henri de Lubac, Henri Rondet e Henri Bouillard. Incluiu também, no Índice de Livros Proibidos, um dos textos do teólogo dominicano francês Marie Dominique Chenu. Toda a corrente da Nouvelle Théologie foi condenada, em 1950, pela encíclica Humani Generis, de Pio XII.
Essa tendência priorizava o retorno às fontes bíblicas e patrísticas do Cristianismo.
Outro alvo do Vaticano nesse período foi o teólogo Yves Congar, que além de ser afastado de sua cátedra recebeu a pena de desterro em Jerusalém, Roma e Cambridge. Um detalhe: foi também proibido, em pleno Reino Unido, de manter contato com os anglicanos.
Estes teólogos condenados por Pio XII foram convidados pelo papa João XXIII para assessorar os bispos, durante o Concílio Vaticano II.
O impacto não seria outro ,esses Teologos condenado só ensinariam erros.
Origem dos Teologos Modernistas do Vaticano II
Os “erros da Rússia” infiltram-se na Igreja
Jesuíta francês Pierre Teilhard de Chardin
Nascido em Auvergne (França) em 01 de maio de 1881. Aos dezoito anos, entrou na Companhia de Jesus e foi ordenado sacerdote aos trinta anos, em 1931 . Foi o primeiro da chamada nouvelle ideólogo théologie, Pio XII condenou em 12 de agosto de 1950, pela encíclica Humani Generis. Já em 1926 ele foi proibido de ensinar. Em 1927, a Santa Sé se recusou a conceder o imprimatur de seu livro A divindade Meio [O divino Middle]. Roma ordenou, em 1933, o seu afastamento de Paris. Em 1939, o Santo Ofício colocou o livro sobre o Índice de L'Energie humaine [energia humana]. De 1947 a 1955, o ano de sua morte, foram tomadas outras quatro disposições contra suas novas doutrinas.
O "metacristianismo" ou a "religião do futuro". O princípio eo fundamento de que constitui teilhardiana pseudoteología panteísmo ou evolucionismo até ao infinito , segundo a qual a matéria se formou do nada veio dele o homem, e ele vai sair do "Cristo cósmico" ou "ponto ômega de tornar-se".
Está é a influência do pensamento de Teilhard de Chardin no Concílio Vaticano II
Cidade do Vaticano (RV) – No Quadro Memória Histórica – 50 anos do Concílio Vaticano II, vamos continuar a refletir sobre os elementos presentes na Igreja e na sociedade que criaram condições favoráveis à Convocação do Concílio Vaticano II. Destacaremos hoje, o pensamento de Teilhard de Chardin.
Nos programas passados nós tratamos de como o desenvolvimento da ciência, em particular a Teoria da Evolução de Charles Darwin, colocou em cheque algumas concepções teológicas vigentes na época, ao confrontar criacionismo e evolucionismo.
O evolucionismo, defendido pelos cientistas, ganhou impulso com a publicação dos livros de Charles Darwin ‘A origem das espécies’ (1859) e ‘A descendência do homem’ (1871). Neste contexto, Teilhard de Chardin, a partir da categoria científica da evolução, construiu um pensamento filosófico e antropológico, dando um novo impulso às meditações sobre o homem.
Pierre Teilhard de Chardin nasceu em Orcines, na França, em 1º de maio de 1881. Foi sacerdote jesuíta, teólogo e paleontólogo. É considerado o primeiro católico de projeção universal no campo da ciência a assumir uma posição totalmente positiva em relação à teoria evolucionista.
As proposições de Teilhard de Chardin conseguiram conciliar e sintetizar o que parecia ser contraditório e dual: a idéia de criação e evolução. Assim, à medida que os limites do darwinismo foram compreendidos, em concomitância com o surgimento de uma nova concepção na interpretação de alguns textos bíblicos, a tese da evolução deixou de contradizer as Escrituras.
O Concílio Vaticano II provocou uma abertura de espírito à Igreja. Teilhard de Chardin, com seu pensamento, acabou desempenhando um papel profético na reconciliação da Igreja com o mundo moderno.
O Papa João XXIII adotou sua terminologia e seus conceitos sobre socialização e um de seus melhores amigos, autor de um livro sobre sua vida e obra – Henri de Lubac -, desempenhou um papel de relevo no Concílio Vaticano II como perito.
O teólogo jesuíta João Batista Libânio nos traz mais alguns detalhes sobre a importância do pensamento de Teilhard de Chardin:
Texto proveniente da página:
O impacto do evolucionismo na cristologia a partir do pensamento de Pierre Teilhard de Chardin.

No campo teológico encontramos também teologos modernistas que procuraram dialogar com as ciências atéia, realizando um contraponto entre evolucionismo e criacionismo. A compreensão de conceitos estão em jogo duas compreensões de mundo, desde a sua origem cristã e a atéia. O
cientista e padre francês Pierre Teilhard de Chardin, partilhando desta visão atéia, procurou aproximar ao ponto de vista científico ateu e o teológico. Seus estudos oferecem à teologia um segundo caminho pelo qual se pode entender a ação de Deus no Cosmos sem o ser pelo puro criacionismo, pregado há séculos pela Teologia. Naquilo que muitos definem como a teologia da evolução(ateimus).
Tendo presente esta perspectiva teilhardiana a pesquisa se desenvolverá sobre o aspecto cristológico do pensamento de Chardin procurando verificar o papel que Cristo desempenha no processo evolutivo do Cosmos, tendo por pressuposto que Teilhard de Chardin concebe Cristo como princípio e consumador de toda evolução e para onde tende todo o Cosmo. Num segundo momento, a pesquisa analisará a repercussão da cristologia teilhardiana em escritos ARNOULD, Jacques. Darwin, Teilhard de Chardin e Cia: a Igreja e a evolução. São
Paulo: Paulus, 1999.Os defensores mais ilustres da Nouvelle Theologie foram os progressistas Karl Rahner, John Courtney Murray, Yves Congar, Joseph Ratzinger e Henri de Lubac. Teilhard de Chardin e Jacques Maritain também defenderam uma maior abertura da Igreja.
Lutero é um HEREGE que fundou os protestantes, Teilhard é um HEREGE que permaneceu como uns do fundamento do Concílio Vaticano II.
Verdade ensinada pela santa Tradição:
. Pelo seu poder onipotente Deus criou do nada tudo o que existe: o tempo, os seres espirituais e materiais. A criatura humana, sendo composta de alma e corpo, contém as dimensões espiritual e material.
Declarando que Deus é o único criador de tudo, o Concílio afirma que Ele criou inclusive o demônio. Esclarece: “O diabo e os outros demônios foram criados por Deus bons por natureza [natura creati sunt boni]; mas, por vontade própria, se fizeram maus [per se facti sunt mali] (...)”

Deus Pai, Filho, Espírito Santo, Sumo Bem, “o Qual, quando quis, criou, por Sua bondade, todas as criaturas, tanto as espirituais como as materiais”. No entanto, a Criação a partir do nada imprime nas criaturas o caráter da contingência. Declara: “[Criou-as] realmente boas, porque foram feitas pelo Sumo Bem, mas sujeitas a mudanças [mutabiles], porque feitas do
nada”.
Por sua vez, o Vaticano I repete a afirmação do IV Concílio Lateranense: “Este único [solus] Deus verdadeiro [...] criou do nada...” por sua bondade e onipotência. Apontapara a liberdade do ato criador e finalidade da Criação: Deus verdadeiro criou “não para aumentar Sua bem-aventurança nem para adquiri-la, mas para manifestar a Sua perfeição pelos bens [per bona] que comunica às criaturas – com liberalíssimo desígnio”Deus conserva na existência todas as coisas que criou, diz o Concílio Vaticano
I: “Tudo o que Deus criou com Sua providência o conserva e governa [...] inclusive o que há de acontecer por livre ação das criaturas”.
A negação dessa verdade foi condenada pela Igreja.
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