segunda-feira, 4 de maio de 2015

Pode-se DANÇAR NA LITÚRGIA MODERNISTA?

Sim pode-se.Esta é a formação dada pela CNBB.
"DANÇA" LITÚRGICA - A LITURGIA "DANÇADA"? 
http://www.folhadaregiao.com.br/imagens/FOTO2-306655-2012-11-21-07:57.jpg

Formação Litúrgica em Mutirão
CNBB - rede celebra - revista de liturgia
Ficha 77
 Na Eucaristia, as procissões de entrada, evangelho e ofertas são momentos naturais para passos ritmados, enquanto que o Glória, Santo, Rito penitencial e Salmo responsorial permitem outro tipo de expressão oracional dançada.
 Neste caso, acrescenta o documento, poderão fazer o mesmo na liturgia, não para fazer "show" mas como jeito cultural de orar e celebrar. 
Padre José Planas Moreno, apelidado de 'Pepe', faz sucesso ao dançar durante a missa na Espanha (Foto: Reprodução/YouTube/Adrián Somodevilla)
Isto não é show?
 Padre José Planas Moreno, apelidado de 'Pepe', faz sucesso ao dançar durante a missa na Espanha
Os modernistas dizem que podem dançar na liturgia não para fazer show, mais dançar liturgicamente.É fazer o que?Uma palhaçada!
Nós perguntamos na Santa instituição da Eucaristia os apóstolos dançaram? os outros apóstolos que estavam na Santa Mesa com Nosso Senhor dançaram? No calvário Nossa Senhora descendente direta de Rei Davi e São João,Santa Maria Madalena e Santa Mulheres dançaram com tal jeito litúrgico?
 Não.Não dançam.
Os modernistas seguem sua anti-liturgia  em vez de ensinar o que o catecismo São Pio X sempre ensinou.
Por isto nós estamos reeditando livros para os senhores se aprofundarem em sua fé para não serem enganados pelos modernistas e coloquem em ridículo sua fé. 




Eles tem que ensinar o que Catecismo São Pio X sempre ensinou não inventar coisas que só ofendem mais Nosso Senhor.

1.           Quando Jesus Cristo instituiu a Eucaristia?
Jesus Cristo instituiu a Eucaristia na última Ceia, antes da Sua Paixão, quando consagrou o pão e o vinho e lhes distribuiu aos Apóstolos como Seu Corpo e Sangue, ordenando que depois fizessem a mesma coisa em sua memória.

§ 3. Santa Comunhão, disposições, obrigação, efeitos

1.           Quantas coisas são necessárias para fazer uma boa Comunhão?
Para fazer uma boa Comunhão são necessárias três coisas: 1º estar na Graça de Deus; 2º saber e pensar Quem se vai receber; 3º estar em jejum desde a meia-noite.


338.           O que significa “saber e pensar Quem se vai receber”?
Saber e pensar Quem se vai receber significa aproximar-se de Nosso Senhor Jesus Cristo na Eucaristia com Fé viva, com ardente desejo e com profunda humildade e modéstia.


§ 4. Santo Sacrifício da Missa

1.           A Eucaristia é só um Sacramento?
A Eucaristia não é só um sacramento, mas é também o sacrifício permanente do Novo Testamente e como tal se chama “Santa Missa”.

2.           O que é o Sacrifício?
O sacrifício é a pública oferta a Deus de uma coisa que se destrói para professar que Ele é o Criador e Dono supremo, a Quem tudo inteiramente é devido.

3.           O que é a Santa Missa?
A Santa Missa é o Sacrifício do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo que, sob as espécies do pão e do vinho, Se oferece pelo sacerdote a Deus sobre o altar, em memória e renovação do sacrifício da Cruz.

4.           O Sacrifício da Missa é o mesmo Sacrifício da Cruz?
O Sacrifício da Missa é o mesmo Sacrifício da Cruz, só há diferenças no modo de realizá-lo.

5.           Que diferença há entre o sacrifício da Cruz e o da Missa?
Entre o sacrifício da Cruz e o da Missa há esta diferença: que Jesus Cristo sobre a Cruz Se sacrificou dando voluntariamente o próprio Sangue e mereceu todas as Graças por nós; pelo contrário, sobre o altar Ele, sem derramar Sangue, Se sacrifica e Se aniquila misticamente pelo ministério do sacerdote e aplica-nos os méritos do Sacrifício da Cruz.

6.           Para quis fins se oferece a Deus a Missa?
A Missa se oferece a Deus para render-Lhe o culto supremo de latria ou adoração, para agradecer-Lhe por Seus benefícios, para aplacá-lO e prestar-Lhe satisfação pelos nossos pecados, e para obter Graças, a favor dos fiéis vivos e defuntos.

7.           A Missa não se oferece também aos Santos?
A Missa não se oferece aos Santos, mas só a Deus, ainda quando se celebra em honra dos Santos: o sacrifício é devido apenas ao Criador e Dono supremo.

8.           Somos obrigados a ouvir a Missa?
Somos obrigados a ouvir a Missa aos domingos e outras festas de guarda; é útil, no entanto, assisti-la frequentemente, para participar do maior ato da Religião, sumamente agradável a Deus e meritório.

9.           Qual é o modo mais conveniente de assistir à Missa?
O modo mais conveniente de assistir à Missa é oferecê-la a Deus em união com o sacerdote, rememorando o Sacrifício da Cruz, isto é, a Paixão e Morte do Senhor, e comungando: a Comunhão é união real com a Vítima imolada, e é por isso a maior participação no Santo Sacrifício.

 Rezem todos os dias Santo Rosário


domingo, 3 de maio de 2015

Comentários Eleison: Bom Senso Sobre a Vacância da Sé - II

Comentários Eleison - por Dom Williamson
CDVII (407) - (2 de MAIO de 2015): 
BOM SENSO SOBRE A VACÂNCIA DA SÉ - II


Um Papa herege é ainda o chefe da Igreja,
Mesmo que, como membro pessoal, ele morto esteja.

            Com respeito à deposição de um Papa herege, os Dominicanos Tradicionais de Avrillé, na França, nos prestaram um grande favor ao publicar não apenas as considerações clássicas de João de Santo Tomás (cf. CE 405), mas também as de outros teólogos proeminentes. Em resumo, as melhores mentes da Igreja ensinam que um argumento simples e hoje em dia popular, a saber, o de que um Papa herege não pode ser membro da Igreja e, portanto, muito menos seu chefe, é exageradamente simples. Ainda resumindo, há mais no Papa do que apenas o indivíduo católico, quem, ao cair em heresia, perde a fé e com ela sua condição de membro da Igreja. Para a Igreja, o Papa é muito mais do que um indivíduo católico. Para clarear, apresentaremos argumentos destes teólogos na forma de perguntas e respostas:
           
            Antes de tudo, é possível que um Papa caia em heresia?

            Se ele emprega todas as quatro condições de seu Magistério Extraordinário, não pode ensinar heresia; mas que ele pode pessoalmente cair em heresia, é a opinião mais provável, ao menos de teólogos antigos.

            Então, se ele cai em heresia, isto não o impede de continuar a ser membro da Igreja?

            Como uma pessoa católica individual, sim; mas como Papa, não necessariamente, porque o Papa é muito mais do que apenas um indivíduo católico. Como disse Santo Agostinho, o sacerdote é católico para ele mesmo, mas é sacerdote para os outros. O Papa é Papa para toda a Igreja.

            Mas suponha que a grande maioria dos católicos possa ver que ele é um herege, por estar óbvio. Sua heresia, nesse caso, não o impossibilitaria de continuar a ser Papa?

            Não, porque ainda que sua heresia seja óbvia, muitos católicos ainda podem negá-la – por exemplo, por “piedade” para com o Papa –, e assim, para evitar que surja confusão em toda a Igreja, uma declaração oficial da heresia do Papa seria necessária para manter os católicos unidos. Tal declaração teria de vir de um Concílio da Igreja, convocado para este propósito.

            Mas se a heresia fosse pública e óbvia, não é certo que seria suficiente para depô-lo?

            Não, porque, em primeiro lugar, todo herege deve ser oficialmente advertido antes de ser deposto, para que possa se retratar de sua heresia. E em segundo lugar, seja na Igreja ou no Estado, todo oficial superior está servindo ao bem comum, e para o bem comum ele deve permanecer no ofício até que seja oficialmente deposto. Então, tal como um bispo permanece no ofício até que seja deposto pelo Papa, assim o Papa permanece no ofício até que a declaração oficial de sua heresia por um Concílio da Igreja faça com que Cristo o deponha (CE 405).

            Mas, se um herege não é um membro da Igreja, como pode ele ser seu chefe, o membro mais importante?

            Porque sua condição particular de membro é uma coisa diferente de sua chefatura oficial. Por sua condição particular de membro ele recebe santificação da Igreja. Por sua chefatura oficial, ele dá governo oficial à Igreja. Ao cair em heresia, ele deixa de ser um membro vivo da Igreja, é verdade, mas nem por isso ele deixa de ser capaz, mesmo como um membro morto, de governar a Igreja. Sua condição de membro da Igreja pela fé e caridade é incompatível com a heresia, mas seu governo da Igreja por sua jurisdição oficial, que não exige fé nem caridade, é compatível com heresia.

            Mas, por sua heresia, um antigo Papa jogou fora seu Papado!

            Pessoalmente e em privado, isso é verdade, mas não é certo oficialmente e em público, até que um Concílio da Igreja tenha tornado a sua heresia não apenas pública, mas também oficial. Até então o Papa deve ser tratado como Papa, porque para a tranqüilidade e o bem comum da Igreja, Cristo mantém Sua jurisdição.

Kyrie eleison.