A
Igreja comemora no dia 11 de julho a festa de São Pio I,
sucessor de Santo Higino. Era natural de Aquiléia, cidade situada ao
norte da Itália. Seu pai, Rufino, o educou na religião cristã,
enviando-o posteriormente a Roma para aperfeiçoar-se na instrução das
letras e da Santa Religião. Desenvolveu-se tão bem nas santas virtudes
que acabou sendo admitido em um colégio de clérigos regulares, onde se
sobressaiu extraordinariamente pelo seu zelo e caridade. O Papa Santo
Higino, a quem sucederia após o martírio, durante seu pontificado o
consagrou bispo regional, exercendo funções de coadjutor no governo da
Igreja. Foi por isto que São Pio acompanhou de perto as lutas
empreendidas contra as heresias de Valentino e Marción, que culminou
no martírio de Santo Higino. Ele mesmo já lhe havia instruído na
vigilância pastoral, a fim de que zelasse para que a semente do erro
não se deixasse vingar em solo sagrado. Após o martírio de Santo
Higino, os fiéis romanos submeteram-se a três dias consecutivos de
jejum e intensa oração para a escolha do novo Pontífice. Eleito São Pio
I, assumiu com humildade e fé todas suas atribuições divinas.
Testemunha ocular das investidas do inimigo, assumiu certo de que
encontraria os mesmos obstáculos de seu predecessor, aceitando o
comando com a consciência de que também deveria receber o prêmio do
martírio. Com muita determinação e empenho apostólicos, prosseguiu condenando as
heresias de Valentino e Marción, que continuava infestando a cidade de
Roma com sua doutrina maligna. Do trabalho já empreendido
anteriormente por Santo Higino, conseguiu finalmente impedir que o erro
se alastrasse danosamente. Seu sucesso provocou o ódio de alguns
magistrados gentis que o denunciaram, mandando ao cárcere, onde foi
submetido a uma série de tormentos, tendo em seguida sido finalmente
degolado. Foi ele o primeiro dos Papas a estabelecer que a
celebração da Páscoa, se desse no primeiro domingo após a lua cheia
de março. Proibiu também, com graves penas, a transferência dos bens
da Igreja. Da mesma forma, coibiu a negligência dos sacerdotes na
celebração dos divinos ofícios e na administração da Eucaristia. Seu
irmão Hermas, logo após seu martírio, escreveu um livro intitulado
"Pastor", um dos mais antigos documentos dos Padres Apostólicos.
Peçamos
a Deus pela intersecção do papa Pio I que nosso Papa Bento XVI tenha a
mesma graça de defender a Santa Doutrina com seu próprio sangue em vez
de se sentar junto com lideres de heresias,satanismos paganismos em
reunião de Assis mas tenha a coragem heroica de defender a fé
Tradicional até o derramamento do seu sangue.
Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário
