sábado, 26 de fevereiro de 2022

Comentários Eleison:PANORAMA DOS VILÕES-Por Dom Williamson Número DCCLXIII (763) – 26 de fevereiro de 2022

 

PANORAMA DOS VILÕES

Pobres planejadores de um mundo "grande" e sem Deus,

Nas profundezas do Inferno eles serão lançados!

Um confrade no sacerdócio escreveu outra síntese valiosa de todo o caso corona ou covid, para ajudar as almas a ver claramente do que se trata realmente, em contraposição ao que os mentirosos do passado, do presente e do futuro nos dizem que se trata. Ele explica como o orgulho insano de um pequeno grupo de homens está querendo construir “A Torre Definitiva de Babel”, para deixar Deus de fora e ocupar Seu lugar, de uma vez por todas. O propósito deles é, assim, triplo: dizimar a humanidade; criar uma Nova Ordem Mundial global; e criar um tipo completamente novo de homem, que será controlado por uma elite satânica: eles mesmos. De fato, eles vêm trabalhando nesse projeto por séculos a fio, mas o avanço final de algo tão novo requeriria uma “pandemia” mundial para que fosse introduzido – daí o “coronavírus”, de Wuhan, na China.

Mas as baixas estatísticas de mortes pelo corona desmentiram a "pandemia", como já vinha sendo evidenciado, em primeiro lugar, pela estrita censura universal de qualquer história contrária nos meios de comunicação oficiais do mundo, uma censura que só poderia provir de um centro de poder altamente eficiente e extremamente poderoso; e, em segundo lugar, pelos políticos servis do mundo, dispostos a impor ao público qualquer farsa ordenada por seus mestres ocultos, por exemplo, no presente caso, a proposição ridícula de que a única resposta à "pandemia" é sua "vacina" ou injeção.

Devemos deter-nos por um momento na “vacina” diabólica vinda dessa elite de satanistas. É um produto inacabado, intrinsecamente dependente dos múltiplos abortos da indústria "médica" do feto, que funciona pela manipulação de genes humanos, esterilizando mulheres, carregado de nanopartículas metálicas para trabalhar na mistura de seres humanos com máquinas, aquele "transumanismo" amado por gente como Karl Schwab com o fim de criar um tipo completamente novo de ser humano, que já não seja criado por Deus.

Essa espécie de batismo satânico, destinado a toda a humanidade, é absolutamente inaceitável para os católicos.

Voltemos ao triplo objetivo dos globalistas com suas chamadas "pandemia" e "vacina".

Em primeiro lugar, sobre dizimar a população mundial, como se comemora nas monumentais Pedras Guias da Geórgia erigidas em 1980 nas proximidades de Atlanta, nos EUA, a primeira diretriz diz: “Manter a população mundial abaixo de quinhentos milhões”, ou seja, bem abaixo de seus atuais oito bilhões, porque o número muito reduzido de seres transumanizados será muito mais fácil, para a pequena elite da NOM, de controlar como seus escravos. As mortes devem aumentar constantemente à medida que as repetidas "vacinas" e os reforços minem constantemente os sistemas imunológicos dos homens.

Em segundo lugar, como os restos em ruínas da antiga Ordem Mundial Romana estão sendo empurrados para a parede por um colapso financeiro deliberado e uma Terceira Guerra Mundial planejada, suas ruínas tornarão possível a construção de uma totalmente Nova Ordem Mundial. E como a cristandade supostamente terá falhado, os homens se voltarão para um prolongamento anticristão de seu materialismo ateu, a saber, o comunismo, segundo o modelo chinês, com a "liberdade" sendo substituída pela supervisão e pelo controle total da população, por meio de "chips" injetados.

E, em terceiro lugar, pela bem sucedida fusão do homem com a máquina através de implantes no cérebro e no corpo, consistentemente pesquisados ​​em vários países desde o final da Segunda Guerra Mundial, a evolução humana dará um grande passo adiante, e o Novo Homem nascerá "limpo dos erros e das omissões do homem (tal como ele é)”, como disse Schwab. Esta é a última versão da glória do homem em substituição a Deus – a Torre Definitiva de Babel.

Então, esse programa satânico está destinado a ter sucesso? Não há nada que possamos fazer? Pelo contrário! diz o nosso confrade. Em primeiro lugar, ninguém pode arrancar-nos, contra a nossa vontade, a nossa fé nem a graça de Deus. Em segundo lugar, precisamos de uma grande confiança em Deus. Ele nos pode pôr à prova, como o fez a Jó, mas se passarmos na prova, grande será a recompensa. E, em terceiro lugar, nenhuma Torre de Babel teve êxito em toda a história humana. Deus é Deus. Não nos deixemos intimidar!

Kyrie Eleison.


Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário

Nossa Senhora no Sábado

 13/02  Sábado
Festa de Quarta Classe
Paramentos Brancos
19/02 Sábado
Festa de Terceira Classe

Paramentos Roxos

Intróito/Sal. 44, 2.
Salve, ó Santa Mãe; mãe que deu à luz o Rei que governa o céu e a terra para todo o sempre.Sal. 44, 2.Do meu coração brotou uma palavra excelente, que consagro minhas obras ao meu Rei.V/. Glória Patri.

Coleta
Senhor nosso Deus, por favor, conceda-nos seus servos para desfrutar de saúde perpétua da alma e do corpo; e graças à gloriosa intercessão da Bem-Aventurada sempre Virgem Maria, para ser liberta da tristeza do tempo presente, para depois saborear as alegrias eternas.

Leitura da Epístola dos 

Eclesiástico 24,14-16
14 Desde o início, antes de todos os séculos, ele me criou, e não deixarei de existir até o fim dos séculos; e exerci as minhas funções diante dele na casa santa. 15 Assim fui firmada em Sião; repousei na cidade santa, e em Jerusalém está a sede do meu poder. 16 Lancei raízes no meio de um povo glorioso, cuja herança está na partilha de meu Deus; e fixei minha morada na assembléia dos santos.

Gradual/Sal. 45, 6 e 5.
Você é abençoada e digna de veneração, Virgem Maria, que foi mãe do Salvador, sem que sua pureza tenha sofrido nenhum ataque.
V /  Virgem, Mãe de Deus, Aquele que o universo inteiro não pode conter, encerre-se em seu seio fazendo-se homem.

Trato/ Ps. 118, 46. 
Alegra-te, Virgem Maria, que aniquilou sozinha todas as heresias.
V/. Porque você acreditou na palavra do Arcanjo Gabriel.
V/.  Pois, sendo virgem, você deu à luz o Homem-Deus: e depois de ter sido mãe, você permaneceu virgem inviolável.
V/. Mãe de Deus, intercedei por nós.

Sequência do Santo Evangelho segundo 

São Lucas 11, 27-28 
27 Enquanto ele assim falava, uma mulher levantou a voz do meio do povo e lhe disse: Bem-aventurado o ventre que te trouxe, e os peitos que te amamentaram! 28 Mas Jesus replicou: Antes bem-aventurados aqueles que ouvem a palavra de Deus e a observam! 

Ofertório
És feliz, bem-aventurada Virgem Maria, e inteiramente digna de louvor, porque de ti veio o Sol da Justiça, Cristo nosso Deus.

Secreta
Por ser favorável a nós, Senhor, e graças à intercessão da Bem-Aventurada Virgem Maria, que esta oblação nos traga felicidade e paz para a eternidade e para a nossa vida presente.

Prefatio de B. Maria Virg. E você em Veneração. Prefácio da Bem-Aventurada Virgem Maria E nesta Veneração.
 
Comunhão.
Bem-aventurado o ventre da Virgem Maria, que deu à luz o Filho do Pai Eterno. (Quem não pode comungar em especie, fazer comunhão espiritual)

Nosso Senhor Jesus Cristo numa aparição revelou a sóror Paula Maresca, fundadora do convento de Sta. Catarina de Sena de Nápoles, como se refere na sua vida, e lhe mostrou dois vasos preciosos, um de ouro e outro de prata, dizendo-lhe que conservava no vaso de ouro suas comunhões sacramentais e no de prata as espirituais. As espirituais com dependência exclusiva da piedade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que alimentais nossa alma na solidão do coração.
“Meu Jesus, eu creio que estais realmente presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós” (Santo Afonso Maria de Liguori)
 
Depois da comunhão.
Acabamos de receber, Senhor, auxílio poderoso para nossa salvação; dignai-nos fazer, nós vos suplicamos, que estejamos em todos os lugares cobertos com a proteção da bem-aventurada sempre Virgem Maria, em cuja honra oferecemos este sacrifício a Vossa Majestade.
 
 Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022

23 de fevereiro dia de São Pedro Damião, Cardeal e Bispo de doutor.

23/02 Quarta-feira 
Festa de Terceira Classe

Paramentos Brancos
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjhpc1z_hB3Jkn9m8ejDAo5lyGcgZsrH-xg58xr05YgqpzOvklkWYnh8g849oURD-DWFdv18VWUjrdWbP_vQDYoQABCeNdfofh6o2csr9jmEQjbR9uzCSvNOgwo07hJGOSg3UKfxhR77hQ/s1600/sao+pedro+damiao.jpg
 Nasceu em Ravena e foi uma destas difuras severas que, como São João Batista, surgem nas épocas de relaxamento para afastar os homens do erro e trazer-lhes de volta ao estreito caminho da virtude. Devido à prematura morte de seus pais, o santo foi criado pelo seu irmão, convertendo-se em um excelente discípulo, e mais tarde em um profundo servidor de Cristo. Pedro decidiu abandonar o mundo exterior e abraçar a vida religiosa entrando no convento de Fonte Avellana, comunidade de heremitas que gozavam de grande reputação.
Aí se dedicou à oração, leitura espiritual e estudos sagrados, vivendo com grande austeridade.
Pedro assumiu a direção da abadia em 1043, apesar de não querê-lo, governando com grande prudência e piedade Fundou outras cinco comunidades de heremitas, onde fomentou entre os monges o espírito de retiro, caridade e humildade e ademais esteve ao serviço da Igreja, sendo nomeado Cardeal e Bispo de Ostia em 1057. São Pedro escreveu vários documentos que ajudaram a manter a observância da moral e da disciplina, particularmente no que se refere aos deveres dos clérigos e monges. Apesar da sua severidade, o santo sabia tratar os pecadores com bondade e indulgência, quando a caridade e a prudência o pediam. Morreu no dia 22 de fevereiro de 1072.

Intróito/Ecl. 15, 5.
O meio da Igreja ele abriu a boca: e o Senhor o encheu com o espírito de sabedoria e entendimento: ele o vestiu com o manto da glória.Sal. 91.2.É bom louvar ao Senhor e cantar o teu nome, ó Altíssimo.V/. Glória Patri.

Coleta
Nós Vos suplicamos, Deus Todo-Poderoso, concedei-nos seguir os ensinamentos e o exemplo do Beato Pedro, vosso Confessor e Pontífice, para que, pelo desprezo pelas coisas terrenas, alcancemos as alegrias eternas.

Leitura da Epístola de São Paulo aos


II Timóteo 4,1-8
"1. Eu te conjuro em presença de Deus e de Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, por sua aparição e por seu Reino: 2. prega a palavra, insiste oportuna e inoportunamente, repreende, amea­ça, exorta com toda paciência e empenho de instruir. 3. Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si. (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); 4. Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas. 5. Tu, porém, sê prudente em tudo, paciente nos sofrimentos, cumpre a missão de pregador do Evangelho, consagra-te ao teu ministério. 6. Quanto a mim, estou a ponto de ser imolado e o instante da minha libertação se aproxima.* 7. Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé. 8. Resta-me agora receber a coroa da justiça, que o Senhor, justo Juiz, me dará naquele dia, e não somente a mim, mas a todos aqueles que aguardam com amor a sua aparição.*"

Gradual/ Sal. 36, 30-31.
A boca do justo meditará sobre a sabedoria, e sua língua falará justiça.
V /  A lei do seu Deus está no seu coração, e não será anulada.

Trato/ Sal. 111, 1-3.
Bem-aventurado o homem que teme ao Senhor: tem prazer em seus mandamentos.
V/.  Sua raça será poderosa na terra: a posteridade dos justos será abençoada.
V/.Glória e riquezas estão na sua casa, e a sua justiça permanece para todo o sempre.

Sequência do Santo Evangelho 

São Mateus 5, 13-19
 "13. “Vós sois o sal da terra. Se o sal perde o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para nada mais serve senão para ser lançado fora e calcado pelos homens. 14. Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situa­da sobre uma montanha 15. nem se acende uma luz para colocá-la debaixo do alqueire, mas sim para colocá-la sobre o candeeiro, a fim de que brilhe a todos os que estão em casa. 16. Assim, brilhe vossa luz dian­te dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus.” 17. “Não julgueis que vim abolir a Lei ou os profetas. Não vim para os abolir, mas sim para levá-los à perfeição. 18. Pois em verdade vos digo: passará o céu e a terra, antes que desapareça um iota (menor letra do alfabeto hebraico), um traço da Lei.* 19. Aquele que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar assim aos homens, será declarado o menor no Reino dos Céus. Mas aquele que os guardar e os ensinar será declarado grande no Reino dos Céus."

Ofertório/Sal. 91, 13.
O justo florescerá como a palmeira, e se multiplicará como o cedro do Líbano.

Secreta
Que a piedosa intercessão de São Pedro, Pontífice e Doutor, não nos falte, Senhor, torne agradáveis ​​os nossos dons e obtenha sempre a sua indulgência para nós.

Comunhão/Lucas. 12, 42.
Aqui está o servo fiel e prudente que o mestre designou sobre sua família para dar-lhes no tempo designado sua medida de trigo. (Quem não pode comungar em especie, fazer comunhão espiritual)

Nosso Senhor Jesus Cristo numa aparição revelou a sóror Paula Maresca, fundadora do convento de Sta. Catarina de Sena de Nápoles, como se refere na sua vida, e lhe mostrou dois vasos preciosos, um de ouro e outro de prata, dizendo-lhe que conservava no vaso de ouro suas comunhões sacramentais e no de prata as espirituais. As espirituais com dependência exclusiva da piedade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que alimentais nossa alma na solidão do coração.
“Meu Jesus, eu creio que estais realmente presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós” (Santo Afonso Maria de Liguori)
 
Depois da comunhão.
Que, Senhor, o vosso santo sacrifício nos traga a salvação, interceda por nós o Beato Pedro, vosso Pontífice e vosso admirável Doutor.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2022

22 de fevereiro Cadeira de São Pedro e Santa Margarida de Cortona

22/02 Terça-feira
Festa de Segunda Classe

Paramentos Brancos
  A cadeira de um Bispo é chamada de Cátedra. Daí vem o nome Catedral, ou seja, a igreja que abriga a Cátedra do Bispo local.
    Há registros do ano de 370, do Papa São Damásio I, descrevendo uma cadeira portátil que era usada pelo Bispo de Roma nas dependências do Vaticano e mencionando várias celebrações festivas de anos anteriores que eram feitas em sua honra. 
    A Sagrada Tradição sustenta que as relíquias da cadeira usada por São Pedro estão guardadas embaixo do assento de bronze dessa cadeira elevada, situada na Basílica de São Pedro, sustentada por 4 Doutores da Igreja que defenderam a primazia de São Pedro: Santo Ambrósio e Santo Atanásio, à esquerda, e São João Crisóstomo e Santo Agostinho, à direita.
    Registros igualmente antigos dão conta de uma segunda cadeira usada por São Pedro, que foi escondida nas catacumbas de Priscila.
     Assim da primitiva existiriam apenas uns pequenos pedaços que seriam encrostados nesta nova cadeira, igualmente de madeira, que encontra-se lacrada no tal compartimento de bronze da autoria de Gian Lorenzo Bernini. Para se o compreender é preciso pensar que, na altura, estava-se em plena contra-reforma em que foram construídos diversos outros relicários com a intenção de proteger as respectivas relíquias. Podemos ver que, como em O Êxtase de Santa Teresa, este é uma fusão da arte Barroco, escultura e arquitetura ricamente policromada, manipulando efeitos de luz. Depois possuí um painel com estofos padrão com um baixo-relevo de Cristo dando as chaves do céu a Pedro. Diversos anjos estão em torno do painel, em baixo há uma assento almofadado de bronze vazio: a relíquia da antiga cadeira está lá dentro.
  Na Bíblia, em Mateus 16:18-19, Jesus fala para Pedro: "Tu es Petrus et super hanc petram aedificabo Ecclesiam meam et portae inferi non praevalebunt adversum eam. et tibi dabo claves regni cælorum et quodcumque ligaveris super terram erit ligatum in cælis et quodcumque solveris super terram erit solutum in cælis." ("Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja as portas do inferno nunca prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus e o que ligares na terra será ligado nos céus. E o que desligares na terra será desligado nos céus"), esta frase está inscrita na cúpula em cima do relicário, sendo ambos vistos como símbolos da autoridade do Papa. Este evento é conhecido como Confissão de Pedro.


Ex cathedra.


  
 A infalibilidade papal é o dogma, a que afirma que o Papa em comunhão com o Sagrado Magistério, quando delibera e define (clarifica) solenemente algo em matéria de fé ou moral (os costumes), ex cathedra, está sempre correto. Isto porque, na clarificação solene e definitiva destas matérias, o Papa goza de assistência sobrenatural do Espírito Santo, que o preserva de todo o erro.

  O uso da infalibilidade é restrito somente às questões e verdades relativas à fé e à moral (costumes), que são divinamente reveladas ou que estão em íntima conexão com a Revelação divina. Uma vez proclamadas e definidas solenemente, estas matérias de fé e de moral transformam-se em dogmas, ou seja, em verdades imutáveis e infalíveis que qualquer católico deve aderir, aceitar e acreditar de uma maneira irrevogável.Logo, a consequência da infalibilidade é que a definição ex catedra dos Papas não pode ser revogada e é por si mesma irreformável.
  As declarações de um Papa em ex cathedra não devem ser confundidas com ensinamentos que são falíveis, como uma bula. A infalibilidade papal foi longamente discutida e ensinada como doutrina católica, tendo sido declarada um dogma na Constituição Dogmática Pastor Aeternus, sobre o primado e infalibilidade do Papa, promulgada pelo Concílio Vaticano I. A Constituição foi promulgada na Quarta Sessão do Concílio, em 18 de julho de 1870, pelo Papa Pio IX.
  A parte dispositiva do documento tem o seguinte teor:
"O Romano Pontífice, quando fala "ex cathedra", isto é, quando no exercício de seu ofício de pastor e mestre de todos os cristãos, em virtude de sua suprema autoridade apostólica, define uma doutrina de fé ou costumes que deve ser sustentada por toda a Igreja, possui, pela assistência divina que lhe foi prometida no bem-aventurado Pedro, aquela infalibilidade da qual o divino Redentor quis que gozasse a sua Igreja na definição da doutrina de fé e costumes. Por isto, ditas definições do Romano Pontífice são em si mesmas, e não pelo consentimento da Igreja, irreformáveis."
     A Igreja Católica acredita no dogma da infalibilidade papal porque ela, governada pelo Papa em união com os seus Bispos, professa que ela é o autêntico "sacramento de Jesus Cristo, a Verdade em pessoa e Aquele que veio trazer as verdades fun­da­mentais" à humanidade para a sua salvação.
 O dogma é o "efeito concreto" da "promessa de Cristo de preservar a sua Igreja na verdade".


Santa Margarida de Cortona
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Tinha vinte e oito anos e era mãe de um menino quando ela perdeu seu amante, o conde de Montepulciano, na Itália. Ela encontrado morto ao pé de uma árvore. Ela voltou para o seu pai, um fazendeiro pobre da Toscana que o recebeu com amor. Ela queria ir para um convento de Cortona, mas recusou-a porque ela era muito bonita e ainda não tem idade suficiente. Ela decidiu resgatar seus erros por penitência pública, andando nas ruas, mostrado por um burro que, nas ruas da cidade, gritando seu passado. Ela vivia em um barraco para as pessoas ricas que lhe havia dado na parte inferior do seu jardim, enquanto os franciscanos foram responsáveis ​​por seu filho. Inscrito na Ordem Franciscana Secular, ela viveu vinte e três anos, recompensado por Deus muitos favores místicos.
No Cortona na Toscana, no ano de 1297, St. Margaret. Muito perturbado pela morte violenta de seu amante, ela lavou uma penitência salutar as manchas de sua juventude e recebeu na Ordem Terceira de São Francisco, ela retirou-se para a contemplação admirável de coisas celestiais, enriquecida por Deus com carismas a partir de cima.

Martirológio romano

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e5/Margaret_of_Cortona.jpg  Santa Margarida, natural de Alviano na Toscana, tem o sobrenome de Cortona, cidade onde passou grande parte da vida e morreu. Menina de 8 anos, apenas, perde a mãe, que a tinha educado com todo o cuidado. A perda da mãe foi o princípio da infelicidade da pobre órfã. Não havendo quem lhe guiasse os passos e de certo modo substituísse o cuidado e a vigilância materna, Margarida viu-se em breve rodeada de elementos que pessimamente a influíram na formação do caráter. Bonita, atraente, de temperamento jovial e expansivo, deu ouvidos às vãs lisonjas e fúteis amabilidades, e abriu as portas do coração à vaidade.
Em vão o pai avisou-a do perigo que corria. Esses bons conselhos foram dados a ouvidos surdos. Dezesseis anos contava Margarida, quando abandonou secretamente a casa paterna, procurando a companhia de um jovem fidalgo, com quem viveu ilícita e criminosamente pelo espaço de nove anos, em Montepulciano. Deus, que permitira esta triste queda, não perdeu de vista a ovelhinha desgarrada. A consciência não deixou de fazer-lhe reclamos, com insistência cada vez mais acentuada.
   Debalde, Margarida não se animava a deixar a vida, que a algemava aos prazeres ilícitos. Deu-se então um fato que lhe abriu os olhos e a chamou ao bom caminho. O amante tendo empreendido longa viagem de negócio, foi em caminho assaltado e assassinado. O cadáver esteve dois dias e duas noites no lugar do crime, ficando-lhe ao lado o cão, que tinha acompanhado o dono.    No terceiro dia apareceu o fiel animal na casa de Margarida e pelo latido plangente, deu sinal de um acontecimento extraordinário.
   Como, porém, Margarida não desse atenção, o cão puxou-a pelo vestido, como se quisesse convidá-la a acompanhá-lo. Margarida então atendeu e o cão conduziu-a ao lugar onde se achava o corpo do assassinado, já em estado de decomposição bem adiantada, enchendo o ambiente de cheiro insuportável.
  Margarida, diante do espetáculo que se lhe apresentava ante os olhos, impressionou-se profundamente e o primeiro pensamento que lhe veio, foi: “Onde estará sua alma?” Que momento de horror para Margarida! Mas também era a hora da graça e da salvação que se aproximava!
   A porta do coração, tanto tempo fechada aos convites de Deus, abriu-se ao Bom Pastor. Jesus, que tinha andado tantos anos atrás desta ovelha tresmalhada achou-a enfim e, pondo-a sobre os ombros, levou-a ao aprisco. Lágrimas de arrependimento borbulhavam dos olhos de Margarida; uma dor profunda e sincera feria-lhe o coração; mas, animada por uma confiança ilimitada na misericórdia de Deus, dizia de si para si: “Deus quer salvar-me. Porque teve tanta paciência comigo? É seu amor, que me deu tanto tempo para fazer penitência; é seu amor que me mandou este tremendo aviso, quem sabe? Talvez o último”.
      Profundamente abalada, no seu interior, voltou para casa, resolvida a dizer adeus ao pecado e começar uma nova vida, vida de penitência. Fez o voto de dedicar o resto da vida à mais severa penitência. Caiu-lhe na alma, como um peso enorme, o modo ingrato com que tratara o pai e parecia-lhe ouvir os gemidos de dor, que durante nove anos, seu procedimento tinha arrancado do coração do seu maior benfeitor.
     Resolutamente se pôs a caminho, à procura do pai. Embora compenetrada da gravidade da culpa, embora dizendo-se indigna do paternal perdão, resolvida estava a fazer tudo, para reparar a falta e reabilitar-se na amizade do pai. Margarida contava então 25 anos.
    Chegando a Alviano, em altos soluços, prostrou-se aos pés do pai, pedindo a recebesse outra vez em sua casa, pois que estava resolvida a mudar de vida. O pai comoveu-se diante do pedido da filha e recebeu-a com todo amor; não assim, porém, a madrasta, que não viu de bons olhos a permanência da pecadora em sua casa. Desolada e sem saber o que fazer, sem recursos e sem residência, no auge da provação, Margarida sentou-se num tronco à beira do caminho. O demônio logo entrou em cena, tentando-a: “Você tem somente 26 anos e está no auge de sua formosura. Muitos outros pretendentes surgirão. Vamos, erga a cabeça e recomece de novo a vida de fausto e de alegria!”. “Não! –– exclamou Margarida, resoluta. Já ofendi muito a Nosso Senhor, que verteu seu sangue inocente por mim. Mais vale a pena mendigar o pão que voltar ao pecado”. Nesse momento outra voz, a da graça, se fez ouvir: “Em Cortona os filhos de São Francisco compadecer-se-ão de ti e dir-te-ão o que fazer”.Nessa época Cortona era uma república, com administração autônoma. Era próspera e tinha vida religiosa intensa. A pobre Margarida, sem conhecer ninguém, procurou o convento dos frades franciscanos. Duas damas locais, Marinaria e Romeria Boscari, a encontraram e ficaram comovidas ao ver sua profunda tristeza e o sofrimento que se exprimia em seu rosto. Com bondade, perguntaram-lhe se precisava de algo. Margarida abriu-lhes a alma, contou seus pecados e sua inspiração de procurar os franciscanos da cidade. As duas nobres senhoras ofereceram-lhe abrigo em sua casa, e elas mesmas a apresentaram a Frei Bevegnati, varão venerável por sua virtude, que depois viria a escrever a história de Margarida. Esta, entre lágrimas e suspiros, fez uma confissão geral tão minuciosa, que durou oito dias. Pediu depois admissão na Ordem Terceira franciscana, também chamada da Penitência.
  Assim, exposta de novo ao perigo, Margarida, renovou o protesto de antes morrer de fome, do que voltar à vida anterior. Elevando os olhos ao céu, exclamou: “Meu Senhor e Salvador de minha alma, quereis que ela se perca? Ela vos custou tanto como a de Madalena. O’ vós que me remistes, pelo preço de vosso sangue, não me desampareis no meu mísero estado! Tende compaixão de mim!” Deus ouviu a oração da pobre pecadora. Esta, cedendo a um impulso interior, dirigiu-se a Cortona, para lá se confessar e receber do confessor a diretiva de uma nova vida. Fez a confissão geral, com muita contrição, na Igreja dos Padres Franciscanos. O pedido de Margarida de ser aceita entre as penitentes da Ordem Terceira pôde ser atendido, só depois dela ter dado prova suficiente de sua constância.
Preocupada em evitar uma recaída no pecado, Margarida cortou a formosa cabeleira, que tanto orgulho lhe causara, expôs o rosto ao sol para perder seu frescor, e examinava como reparar seu escândalo. Passou a dormir no solo e a alimentar-se apenas de ervas.
Certo domingo apareceu ela em Laviano na hora da Missa mais freqüentada, com uma corda ao pescoço, e ali, em altas vozes, pediu perdão a seus concidadãos pelo mau exemplo que lhes dera. Outra vez, em Cortona, Margarida fez-se arrastar com uma corda ao pescoço pelas ruas da cidade, enquanto uma mulher gritava: “Eis esta Margarida, que perdeu tantas almas; eis esta pecadora, que profanou tanto nossa cidade”.(1)
No intuito de se humilhar, muito mais coisas teria feito, se a obediência lhe tivesse permitido.
Margarida passava horas e horas de joelhos diante do Crucifixo, chorando por seus pecados. Seu arrependimento foi tão profundo e sincero, que um dia o Crucificado disse-lhe: “Teus pecados te são perdoados”.
Outra vez, quando em prantos meditava na Paixão de Nosso Senhor, Este perguntou-lhe: “Que queres, minha pobre pecadora?”. E Margarida, num transporte de amor, respondeu: “Senhor Jesus, não quero senão a Vós, e não procuro senão a Vós”.     A partir da conversão, a vida de Margarida foi uma série contínua de práticas de virtudes, principalmente da mortificação, penitência, humildade e paciência. Tinha por alimento só pão e água; por leito o soalho e de travesseiro servia-lhe uma pedra. A maior parte da noite passava em oração e em práticas de penitência. Para castigar e mortificar o corpo sujeitou-o à disciplina diária. A meditação da Sagrada Paixão e Morte de Jesus Cristo não só lhe despertou no coração terno amor ao divino Salvador, mas também fez crescer-lhe cada vez mais o desejo de sofrer com ele e por ele. Os sofrimentos, que Deus lhe enviava aceitava-os com a maior paciência e o desprezo que recebia do mundo, causava-lhe prazer. O pesar de ter ofendido a Deus era tão grande, que não só chorava amargamente as infidelidades passadas, mas chegava até a desmaiar.
       Vinte e três anos passou Margarida penitenciando-se por seus pecados. Alguns anos depois da conversão lhe sobrevieram tentações as mais terríveis. O inimigo tudo fazia, para convencê-la da insuficiência das obras penitenciais. Surgiram na mente veleidades de abrandar a mortificação, sair de Cortona. Parecia-lhe que as penitências deviam ter já alcançado o completo perdão dos seus pecados e tinha a obrigação de conservar a vida, para poder servir a Deus muito tempo ainda. O bom senso, porém, e mais ainda a graça divina fizeram-lhe conhecer em tudo isto uma tentação diabólica.
     Numa ocasião, em que as tentações sobremodo a atormentaram, Margarida prostrou-se aos pés do Crucifixo, clamando a Deus que a socorresse. Cristo se dignou de aparecer a sua serva e disse-lhe: “Tem ânimo, minha filha! Estou contigo, no meio das tentações. Com apoio da minha graça, vencerás todas. Segue em tudo o conselho do teu confessor”. Não foi esta a única aparição que Margarida teve. Distinguiram-na com seus colóquios a SS. Virgem, vários Santos e principalmente o Anjo da Guarda.
     Este lhe deu certeza do completo perdão dos seus pecados. Apareciam-lhe também as almas do purgatório em particular aquelas que foram remidas pelas suas orações e penitências.
    A visão porém, mais consoladora que Cristo lhe concedeu, foi uma, pouco antes do feliz trânsito, em que Jesus, anunciando-lhe a proximidade da morte, assegurou-lhe a completa remissão dos pecados passados e que sua alma iria para o céu, acompanhada de todas as almas do Purgatório, que deviam a libertação às suas orações e boas obras. Com santa impaciência aguardou Margarida a chegada desta feliz data. Era o dia 22 de fevereiro de 1297. Margarida contava 48 anos. O corpo foi, em grande solenidade, enterrado na Igreja da Ordem de São Francisco, onde até hoje é conservado intacto. Muitos milagres têm provado a santidade da serva de Deus. Bento XIII inseriu-a solenemente no catálogo dos Santos, em 1728.
  Com esmolas recebidas Margarida fundou o Hospital de Santa Maria da Misericórdia, para cuidar dos pobres da cidade, a cargo de suas irmãs da Ordem Terceira Franciscana reunidas em uma Congregação por ela fundada, a das Poverelle. 
Margarida de Cortona, IPHAN-ESMuitos milagres, que o limite deste artigo não permite transcrever, foram operados por intercessão da penitente de Cortona, falecida aos 48 anos, no dia 22 de fevereiro de 1297. Seu corpo, transcorridos mais de 700 anos de sua morte, continua incorrupto. Ele pode ser visto num relicário de cristal, exposto na Basílica dedicada à sua honra, em Cortona.


Santa Margarida de Cortona martelo das uniões irregulares.E fez muita penitência tal impureza rogai a Deus pelo papa Francisco que apoia impurezas de 2 união e pior dar comunhão por tal escândalo.



Intróito/Ecl. 45, 30.
O Senhor fez um pacto de paz com ele e o estabeleceu como príncipe de sua Igreja, para que possuísse para sempre a dignidade do sacerdócio.Sal. 131, 1Lembra-te, Senhor, de David e de toda a sua doçura.V/. Glória Patri.

Coleta
Ó Deus, que, confiando ao bem-aventurado Pedro, vosso Apóstolo, as chaves do reino celestial, lhe concedestes autoridade pontifícia para ligar e desligar; concede que sejamos libertados das cadeias de nossos pecados, com a ajuda de sua intercessão.

Leitura da Epístola da epístola

I São Pedro 1, 1-7

1Pedro, apóstolo de Jesus Cristo, aos eleitos que são estrangeiros e estão espalhados no Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia e Bitínia2- eleitos segundo a presciência de Deus Pai, e santificados pelo Espírito, para obedecer a Jesus Cristo e receber a sua parte da aspersão do seu sangue. A graça e a paz vos sejam dadas em abundância.3Bendito seja Deus, o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo! Na sua grande misericórdia ele nos fez renascer pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma viva esperança,4para uma herança incorruptível, incontaminável e imarcescível, reservada para vós nos céus;5para vós que sois guardados pelo poder de Deus, por causa da vossa fé, para a salvação que está pronta para se manifestar nos últimos tempos.6É isto o que constitui a vossa alegria, apesar das aflições passageiras a vos serem causadas ainda por diversas provações,7para que a prova a que é submetida a vossa fé (mais preciosa que o ouro perecível, o qual, entretanto, não deixamos de provar ao fogo) redunde para vosso louvor, para vossa honra e para vossa glória, quando Jesus Cristo se manifestar.

Gradual/Sal. 106, 32 e 31.
Exaltem-no na assembléia do povo, e louvem-no no conselho dos anciãos.
V /  Louvem ao Senhor por suas misericórdias e por suas maravilhas em favor dos filhos dos homens.

Trato/ Matt. 16, 18-19.
V/. Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja.
V/. E as portas do inferno não prevalecerão contra ela. E eu te darei as chaves do reino dos céus.
V/.  E tudo o que você ligar na terra também será ligado no céu.
V/. E tudo o que você desligar na terra também será desligado no céu.


Sequência do Santo Evangelho segundo

São Mateus 16, 13- 19

13Chegando ao território de Cesaréia de Filipe, Jesus perguntou a seus discípulos: No dizer do povo, quem é o Filho do Homem?14Responderam: Uns dizem que é João Batista; outros, Elias; outros, Jeremias ou um dos profetas.15Disse-lhes Jesus: E vós quem dizeis que eu sou?16Simão Pedro respondeu: Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo!17Jesus então lhe disse: Feliz és, Simão, filho de Jonas, porque não foi a carne nem o sangue que te revelou isto, mas meu Pai que está nos céus.18E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela.19Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus.

Ofertório/Mat. 16, 18-19.
És feliz, bem-aventurada Virgem Maria, e inteiramente digna de louvor, porque de ti veio o Sol da Justiça, Cristo nosso Deus.

Secreta/ Mat. 16, 18.
Rogamos-te, Senhor, que a intercessão do Beato Apóstolo Pedro contribua para que aceites as orações e as hóstias da tua Igreja, para que o que fazemos para celebrar a sua glória nos seja útil para obter o nosso perdão.

Prefácio aos Apóstolos .
 
Comunhão.
Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja.(Quem não pode comungar em especie, fazer comunhão espiritual)

Nosso Senhor Jesus Cristo numa aparição revelou a sóror Paula Maresca, fundadora do convento de Sta. Catarina de Sena de Nápoles, como se refere na sua vida, e lhe mostrou dois vasos preciosos, um de ouro e outro de prata, dizendo-lhe que conservava no vaso de ouro suas comunhões sacramentais e no de prata as espirituais. As espirituais com dependência exclusiva da piedade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que alimentais nossa alma na solidão do coração.
“Meu Jesus, eu creio que estais realmente presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós” (Santo Afonso Maria de Liguori)
 
Depois da comunhão.
Senhor, que o sacrifício oferecido nos deixe de alegria e que, ao proclamar-te admirável em teu apóstolo Pedro, possamos, por meio dele, receber a abundância de tua misericórdia.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário. 

sábado, 19 de fevereiro de 2022

Comentários Eleison:PROTOCOLO INTERESSANTE-Por Dom Williamson Número DCCLXII (762) – 19 de fevereiro de 2022

 

PROTOCOLO INTERESSANTE

Senhor Deus, por favor, fazei-nos entender retamente,

A covid vem por meio dos homens, mas da Vossa própria Mão!


Os Protocolos dos Sábios de Sião é um livro que merece ser mais conhecido antes que a posse de um exemplar volte a ser, sob um regime comunista, uma ofensa capital. Isso se deve ao fato de que ele é um esquema do mundo moderno, e se alguém se pergunta como o mundo moderno veio a ser o que é, o livro fornece uma série de respostas, por mais estranhas que essas respostas possam parecer à primeira vista. Estes “Comentários” apresentaram anteriormente (5 de dezembro de 2020) um resumo útil de todos os 24 Protocolos. Na semana passada, eles se referiram ao final do Protocolo nº 10 como estando muito possivelmente relacionado ao contrassenso da covid, a “escandemia”.

Eis o final do décimo Protocolo:

“...Mediante tais medidas obteremos o poder de destruir pouco a pouco, passo a passo, tudo o que desde o início, quando abordamos nossos direitos, nos vemos obrigados a introduzir nas Constituições dos Estados para preparar a transição para uma abolição imperceptível de todo tipo de Constituição, e então chega o momento de transformar todas as formas de governo em nosso despotismo.

“O reconhecimento de nosso déspota também poderá vir antes da destruição da Constituição; o momento deste reconhecimento chegará quando os povos, completamente cansados ​​das irregularidades e incompetências – algo que providenciaremos – de seus governantes, clamarem: ‘Fora com eles e nos deem um rei sobre toda a terra que nos una e aniquile as causas das discórdias – fronteiras, nacionalidades, religiões, dívidas do Estado –, que nos dê a paz e a tranquilidade que não podemos encontrar sob nossos próprios governantes e representantes’.

“Mas vós mesmos (dirigindo-se aos Sábios de Sião em sua reunião) sabeis perfeitamente que para produzir a possibilidade da expressão de tais desejos por parte de todas as nações, é indispensável perturbar em todos os países as relações dos povos com seus governos de modo que extenue totalmente a humanidade com dissensões, ódios, lutas, invejas, e até mesmo com o uso da tortura, com a fome, com a inoculação de doenças, com a pobreza, de maneira que os GOYIM (gentios) não vejam outra saída senão refugiar-se em nossa completa soberania no dinheiro e em tudo o mais.

Mas se dermos às nações do mundo um espaço para respirar, o momento que ansiamos dificilmente chegará” (Fim do Protocolo nº 10.).

Para qualquer recém-chegado aos Protocolos, pode ser necessário ler estes quatro parágrafos algumas vezes para captar a mensagem essencial, mas vale a pena perceber quem são os cérebros e a força motriz por trás da “escandemia” ou “plandemia” ou “contrassenso-covid” ou como quer que se queira chamá-la. O último de seus verdadeiros horrores que deverá vir à tona são os longos coágulos de sangue sem precedentes que agora estão sendo retirados das veias dos cadáveres dos “vacinados” por embalsamadores que esvaziam esses vasos para preparar os cadáveres para o enterro. No entanto, o Protocolo nº 10 pode sugerir que, para aqueles que o planejaram, quanto mais horrores a covid provocar, mais bem preparados os GOYIM estarão para clamar por sua própria dominação completa pelos... Sábios de Sião.

Os próprios Sábios sempre contestaram amargamente a autenticidade dos Protocolos, alegando que seriam uma compilação parcial de séculos anteriores ou uma completa falsificação. Mas, como disse Henry Ford, o famoso fabricante de automóveis americano: “Se você quer saber se os Protocolos são autênticos, olhe ao seu redor”. De fato, todo o mundo moderno corresponde ao plano dos Sábios nos Protocolos.

Em 1899, o Papa Leão XIII escreveu a Oração da Consagração do Mundo ao Sagrado Coração, que incluía as seguintes linhas, hoje frequentemente omitidas por medo dos Sábios. Rezemo-la, contra a covid.

“Olhai, finalmente, com olhos de piedade para os filhos daquela raça, que foi por tanto tempo Vosso povo eleito; e que o Vosso Sangue, que uma vez foi invocado sobre eles em vingança, desça agora também sobre eles em uma torrente purificadora de redenção e vida eterna”.

Kyrie Eleison.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

17 de fevereiro dia de São Flaviano de Constantinopla, Bispo, Mártir, Santo

17/02 Quinta-feira
Festa de Terceira Classe

Paramentos Roxos
São Flaviano, rogai por nós!
Nesta crise que hoje também enfrentamos dentro do seio da Igreja.

Flaviano, sucessor de São Proclo, ocupou a sede patriarcal de Constantinopla durante os três anos de 446-449. Seu governo coincidiu com uma época agitadíssima da Igreja Oriental. Heresias, graves dissensões e lutas intensas perturbavam a paz e tornavam quase insuportáveis a permanência na capital do império grego. Flaviano, envolvido fatalmente nas agitações político-religiosas daquele tempo, com a solidez de suas virtudes, com a firmeza de seu carácter, conservando-se sempre superior e absoluto senhor da situação, apresenta a figura dum grande Patriarca, digno da admiração de todos os tempos. A modéstia, unida à firmeza, à paciência imperturbável nas situações mais críticas, fizeram com que não se esquecesse nunca de sua alta posição e das obrigações a ela ligadas.

Logo após a sua eleição para Patriarca se deu um fato: presságio de lutas vindouras. Segundo o costume daquele tempo, o Patriarca eleito enviara ao Imperador os tais chamados eulógias, isto é, pão bento, símbolo da paz e concórdia. A oferta de Flaviano foi devolvida, com a retificação que só seriam aceitas eulógias de ouro. O Patriarca respondeu: “Ouro e prata não me pertencem”.

Quando a heresia monofisítica do arquimandrita Eutiches começou a ganhar terreno em Constantinopla, Flaviano se lhe opôs, com toda a energia e franqueza apostólica. Principiou com esta campanha a subida para o Calvário do intemerato antístite. Eusébio de Doriléia, com um solene protesto contra a nova doutrina, dera sinal de alarme. Flaviano convocou um Concílio local em Constantinopla (448); que examinou a doutrina eutichiana e a condenou. Contra o autor foi lançada a excomunhão. Tendo na questão o apoio incondicional do grande Papa Leão I, Flaviano não mais hesitou em entrar em luta aberta contra os poderosos amigos de Eutiches. Os que como tais se revelaram, eram o eunuco Crisáfio, favorito e tesoureiro do Imperador Teodósio II e Dioscuro, Bispo de Alexandria; dois formidáveis adversários, cuja política outra mira não visava, a não ser deposição e expulsão do Patriarca. Para alcançar este fim, todos os meios, por mais indignos que fossem, eram lhes aceitáveis. Vendo que o Patriarca não cedia, nem ameaças com o desagrado do Imperador lhe faziam modificar a atitude, trataram de alcançar de Teodósio a autorização para convocar um concílio, com o intuito de, como diziam, restabelecer a paz religiosa. O Concílio, chamado o latrocínio de Éfeso, realizou-se (449), sob a presidência de Dioscuro. Compareceram 135 Bispos. De um sínodo, onde só inimigos tinham representação, que justiça Flaviano podia esperar? De fato o sínodo de Éfeso foi a expressão da paixão, do ódio, do despotismo sem freio contra o Bispo católico.

A primeira humilhação foi à absolvição solene de Eutiches e a reabilitação de sua doutrina condenada. Seguiu-se a vergonha de Bispos subalternos declararem deposto o superior e pronunciarem contra ele a sentença da excomunhão. De nada valeu a apelação de alguns Bispos, que de joelhos suplicaram a Dioscuro que não cometesse tamanha injustiça e retirasse a sentença pronunciada contra Flaviano. A injustiça aí não parou. De oportuno apareceu um bando de gente armada, entre outros, monges fanatizados chefiados pelo afamado Barsumas, que com paus e facas se atiraram aos Bispos católicos, exigindo-lhes debaixo de terríveis ameaças, a assinatura do documento da deposição e condenação de Flaviano. Sem exemplo na história eclesiástica foi o tratamento bárbaro que Flaviano mesmo sofreu, no meio dos inimigos. O próprio Dioscuro (segundo outros Barsumas) pisou-o com os pés e as feridas que recebeu dos outros fanáticos foram tão graves, que morreu três dias depois.

O triunfo dos inimigos teve pouca duração. Dois anos depois se realizou o Concílio ecumênico de Calcedônia, que restabeleceu a honra do grande Patriarca, dando-lhe o título de Mártir glorioso, que morreu em testemunho da fé verdadeira. O Papa Hilário, que, como comissário apostólico, tinha presenciado as cenas horríveis do sínodo de Éfeso, construiu uma Igreja em honra do Bispo Mártir. Nela se vê um quadro artístico que representa o martírio de S. Flaviano.

Defendia São Flaviano o que a Igreja ensina:

A Igreja ensina que há em Jesus Cristo duas naturezas, a Divina e a Humana. A pessoa, porém, é uma só, a de Nosso Senhor Jesus Cristo, Homem-Deus.

A heresia de Nestório, condenada pela Igreja, vê em Jesus Cristo duas pessoas, uma divina e uma humana, uma bem diferente da outra. Eutiches ensinou, contrariamente a fé católica, e ao Nestorianismo que em Jesus Cristo há só uma natureza.

Em nossos dias os denfessores da Fé, como sempre ensinou a Tradição da Santa Igreja Catolica são os dois Grandes Bispos, Monsenhor Marcel Lefebvre e Monsenhor Dom Antônio de Castro Maia.

Intróito/Sal. 17, 5, 6 e 7.
Os gemidos da morte me cercaram, as dores do inferno me cercaram; na minha tribulação invoquei o Senhor, e do seu santo templo ele ouviu a minha voz. Ps. ibd., 2-3.Eu te amarei, Senhor, tu que és minha força; o Senhor é meu forte apoio e meu libertador.V/. Glória Patri.

Coleta
Suplicamos-te, Senhor, ouve com misericórdia as orações do teu povo, para que nós, que com justiça lamentamos os nossos pecados, sejamos misericordiosamente libertos para a glória do teu nome.

Epístola extraída do livro do

I Co 9, 24-27 | I Co 10, 1-5
24. Nas corridas de um estádio, todos correm, mas bem sabeis que um só recebe o prêmio. Correi, pois, de tal maneira que o consigais. 25.Todos os atletas se impõem a si muitas privações; e o fazem para alcançar uma coroa corruptível. Nós o fazemos por uma coroa incorruptível. 26.Assim, eu corro, mas não sem rumo certo. Dou golpes, mas não no ar. 27.Ao contrário, castigo o meu corpo e o mantenho em servidão, de medo de vir eu mesmo a ser excluído depois de eu ter pregado aos outros.

1.(Não quero que ignoreis, irmãos), que os nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem e que todos atravessaram o mar;2.todos foram batizados em Moisés, na nuvem e no mar; 3.todos comeram do mesmo alimento espiritual; 4.todos beberam da mesma bebida espiritual (pois todos bebiam da pedra espiritual que os seguia; e essa pedra era Cristo). 5.Não obstante, a maioria deles desgostou a Deus, pois seus cadáveres cobriram o deserto.

Gradual/Ps. 9, 10-11 e 19-20.
Você é nossa ajuda em tempo de necessidade e aflição. Que aqueles que conhecem o teu nome esperem em ti, pois tu não abandonas aqueles que te buscam, Senhor.
V. Pois os pobres não serão esquecidos para sempre; a paciência dos pobres não perecerá para sempre. Levanta-te, Senhor, que o homem não triunfe.

Trato/.  Sal. 129, 1-4.
Do fundo do abismo clamei a ti, Senhor; Senhor, ouça minha voz.
V /. Que seus ouvidos estejam atentos à voz da minha súplica.V /.Se você examinar nossas iniqüidades, Senhor, quem estará diante de você? V /.Mas contigo está a misericórdia e por causa da tua lei esperei em ti Senhor. 

Sequência do Santo Evangelho

São Mateus 20, 1-16
Com efeito, o Reino dos céus é semelhante a um pai de família que saiu ao romper da manhã, a fim de contratar operários para sua vinha. 2.Ajustou com eles um denário por dia e enviou-os para sua vinha. 3.Cerca da terceira hora, saiu ainda e viu alguns que estavam na praça sem fazer nada. 4.Disse-lhes ele: - Ide também vós para minha vinha e vos darei o justo salário. 5.Eles foram. À sexta hora saiu de novo e igualmente pela nona hora, e fez o mesmo. 6.Finalmente, pela undécima hora, encontrou ainda outros na praça e perguntou-lhes: - Por que estais todo o dia sem fazer nada? 7.Eles responderam: - É porque ninguém nos contratou. Disse-lhes ele, então: - Ide vós também para minha vinha. 8.Ao cair da tarde, o senhor da vinha disse a seu feitor: - Chama os operários e paga-lhes, começando pelos últimos até os primeiros. 9.Vieram aqueles da undécima hora e receberam cada qual um denário. 10.Chegando por sua vez os primeiros, julgavam que haviam de receber mais. Mas só receberam cada qual um denário. 11.Ao receberem, murmuravam contra o pai de família, dizendo: 12.- Os últimos só trabalharam uma hora... e deste-lhes tanto como a nós, que suportamos o peso do dia e do calor. 13.O senhor, porém, observou a um deles: - Meu amigo, não te faço injustiça. Não contrataste comigo um denário? 14.Toma o que é teu e vai-te. Eu quero dar a este último tanto quanto a ti. 15.Ou não me é permitido fazer dos meus bens o que me apraz? Porventura vês com maus olhos que eu seja bom? 16.Assim, pois, os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos. (Muitos serão os chamados, mas poucos os escolhidos)

Ofertório/ Sal. 91, 2.
É bom louvar ao Senhor e cantar o teu nome, ó Altíssimo.

Secreta
Tendo aceitado nossas oferendas e nossas orações, purifica-nos graças a estes mistérios celestiais, rogamos-te, Senhor, e concede-nos clemência.

Prefácio à Santíssima Trindade  ; mas nos feriados, quando é retomada a Missa daquele domingo, reza-se o Prefácio Comum .

Comunhão/Sal. 30, 17-18.
Faz resplandecer o teu rosto sobre o teu servo, e salva-me pela tua misericórdia; Senhor, não me deixes confundir, porque te invoquei(Quem não pode comungar em especie, fazer comunhão espiritual)

Nosso Senhor Jesus Cristo numa aparição revelou a sóror Paula Maresca, fundadora do convento de Sta. Catarina de Sena de Nápoles, como se refere na sua vida, e lhe mostrou dois vasos preciosos, um de ouro e outro de prata, dizendo-lhe que conservava no vaso de ouro suas comunhões sacramentais e no de prata as espirituais. As espirituais com dependência exclusiva da piedade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que alimentais nossa alma na solidão do coração.
“Meu Jesus, eu creio que estais realmente presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós” (Santo Afonso Maria de Liguori)

Depois da comunhão.
Que os teus fiéis, ó Deus, sejam fortalecidos pelos teus dons, para que, ao recebê-los, os busquem novamente e, ao buscá-los, os recebam sem fim.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário. 

sábado, 12 de fevereiro de 2022

Comentários Eleison: LIDERANÇA ERRÔNEA II -Por Dom Williamson Número DCCLXI (761) – 12 de fevereiro de 2022

   

LIDERANÇA ERRÔNEA II

“Homens nós somos, e devemos sofrer quando até a sombra,

Daquilo que uma vez foi grande, foi embora”.


(William Wordsworth, “Sobre a extinção da República de Veneza”)

Os leitores destes “Comentários” da semana passada perceberam, é claro, que faltou espaço para toda a análise prometida das três comparações feitas pelo Superior Geral (SG abreviado) da Fraternidade Sacerdotal São Pio X em apoio à posição desta de que os católicos podem aceitar ser inoculados com a “vacina” ou picada para a covid. Continua abaixo a crítica a essas comparações, não pelo prazer de criticar a Fraternidade – Deus me livre disto! – mas porque é muito importante, na confusão atual que a tudo invade, pensar da forma mais clara possível. Somente a verdade pode ser uma base sólida para que se aja com sensatez.

Respondendo a perguntas após sua palestra sobre “A Missão da FSSPX” na Conferência de Imprensa da Fraternidade para a Tradição Católica realizada nos EUA em dezembro passado, o SG começou apresentando o princípio de São Tomás de Aquino (2a2ae Q.78, a4) que permite beneficiar-se dos pecados dos outros desde que não haja cooperação no pecado como pecado. E então o SG cita três comparações para ilustrar a aplicação deste princípio ao caso da aceitação de uma inoculação para covid contaminada pelo pecado do aborto por utilizar, para sua pesquisa ou ensaio ou produção, tecido fetal obtido de abortos. Observe-se que as comparações sempre ilustram, mas também “sempre claudicam” (provérbio latino), porque sempre têm uma perna boa, a parte que ilustra, e uma perna ruim, a parte que não se aplica. Quão bem as comparações do SG se aplicam?



Primeira comparação: assim como todos concordam que tirar uma córnea do cadáver de um homem assassinado há algumas horas, desde que não tenha nada que ver com o assassinato, é legítimo, todos devem concordar que tirar tecido fetal de um bebê recém-abortado é legítimo, desde que não tenha nada que ver com os abortos em questão. No entanto, como se pode comparar um único assassinato, completamente desvinculado da retirada da córnea do cadáver, com a atual indústria fetal (como se pode chamá-la), que arranca deliberadamente Deus sabe quantos fetos do útero de suas mães para serem dilacerados ainda vivos, sem anestesia, para que sua variedade de tecidos sirva à medicina moderna de várias maneiras? É verdade (perna boa), eu não tive nada que ver diretamente com todos aqueles abortos, nem muitos da totalidade dos pacientes que se beneficiaram deles. Mas quando a fúria de Deus descer sobre a indústria fetal, quantos de nós teremos merecido escapar dela?

Segunda comparação: assim como uma organização católica não pode dar para o Islã dinheiro dado a ela para um propósito católico, mas pode aceitar bens do Islã dados para um propósito católico, um católico não pode aceitar uma inoculação dada para um propósito sinistro, mas pode aceitá-la para um propósito decente. No entanto, o propósito do doador não é o único motivo para aceitar ou recusar um presente. Por exemplo, se eu sei que um presente em dinheiro vem de bens roubados, a Igreja não o poderá aceitar, por mais piedoso que seja o propósito do doador, porque o presente está contaminado em si mesmo. Ora, a inoculação para a covid está completamente contaminada em si mesma: medicamente é assassina, moralmente provém da indústria fetal, e politicamente significa conformidade com a Nova Ordem Mundial e o comunismo. Só um propósito bastante excepcional pode justificar sua aceitação, porque a tripla mácula é evidente para quem passe tão somente umas poucas horas pesquisando na Internet.

Terceira comparação: assim como a carne que foi oferecida aos ídolos pode ser comida depois (desde que não haja escândalo) pelos católicos, porque sabem que os ídolos não são nada (I Cor. VIII), os católicos podem aceitar a inoculação para covid porque creem que não tem implicações religiosas. No entanto, estados por todo o mundo continuam a impor restrições tirânicas para que todos os seus cidadãos sejam inoculados, apesar das catastróficas lesões e mortes causadas pela inoculação. Isto sugere fortemente que a saúde nunca foi sua principal preocupação. Todas as evidências indicam que a picada não era para o “vírus”, mas que o “vírus” (ainda não isolado) era para a picada. A inoculação tem enormes implicações religiosas, e é apenas parte da grande guerra da judeu-maçonaria contra Deus. Leia o final do décimo dos 24 Protocolos dos Sábios de Sião.

Kyrie Eleison.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário