segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Socorro às santas almas

Motivos pelos quais devemos
socorrer as almas do Purgatório


1º - O serviço que prestamos a Deus e a glória que lhe proporcionamos

Imaginemos o que experimentaria o coração de uma mãe que, tendo conhecimento de que seu filho foi condenado à prisão por muitos anos, o visse de repente, trazido por um amigo que o ajudou a se libertar. E ainda, a glória que lhe proporcionamos, pois fomos criados para glorificar a Deus, e cada alma liberta do Purgatório, imediatamente voa ao Céu e glorifica incessantemente ao Senhor Deus Todo Poderoso.

2º - O serviço que prestamos a nós mesmos

Adquirimos certamente um protetor no Céu, as almas por nós ajudadas a se libertarem serão eternamente reconhecidas no Céu. No Céu também se ama e se é reconhecido. Constituímos no Céu um representante nosso que, em nosso nome, adora, louva e glorifica o Senhor, enquanto estamos em vida ocupados em trabalhos e fadigas, elas adoram a Deus também em nosso nome.

"Tudo quanto peço a Deus pela intercessão
das almas do Purgatório me é concedido".

Santa Teresa

"Quando quero obter com segurança uma graça, 
recorro às almas padecentes e a graça que suplico sempre me é concedida"
Santa Catarina de Bolonha

3º - As principais virtudes que assim praticamos

Socorrendo as almas do Purgatório praticamos a caridade em toda sua extensão. Ajudamos ao nosso próximo no dia-a-dia, em diversas circunstâncias, também devemos fazê-lo às almas do Purgatório, e ainda mais, porque sabemos que não podem socorrer a si mesmas.

4º - O julgamento que nos espera após a morte


É obra de caridade rezar por quem precisa. "Tudo que fizerdes aos meus pequeninos e a mim que o fazeis". Nos disse o Senhor Jesus. E ainda "Tudo o que damos por caridade às almas do Purgatório converte-se em graças para nós, e, após a morte, encontramos o seu valor centuplicado". Nos ensinou Santo Ambrósio Nós podemos rezar por nós e por elas, e as almas do Purgatório não podem se ajudar. Nós podemos pagar as suas dívidas, para que alcancem a liberdade. E ainda, não podemos nos esquecer de que um dia poderemos estar no Purgatório.

Às antigas...

Observemos, antes de copiar os modelitos, os padrões marianos:
Saias, pelo menos, um palmo abaixo do joelho;
Blusinhas sem decote e, se possível, até o cotovelo







Modelos de J. Logan

domingo, 4 de dezembro de 2011

A moda Feminina

Excertos do livrinho a Moda Feminina de D. Giuseppe Tomaselli


"Ó mulher mundana,
que perdeste o pudor e
te apresentas ao público
sem te envergonhar,
por que ages assim?"

(D. Giuseppe Tomaselli)



Escuta e Reflete!
Breves Pensamentos Morais


1º Ponto: Antes não existias. Dentro de 100 anos onde estarás... Ou no Paraíso ou no Inferno! Qual é o fim da tua vida?... Dar ao Criador a prova de amor, com a observância de sua Lei. A vida não é prazer; é luta contra as paixões, contra Satanás e as máximas perversas do Mundo. Para vencê-los precisamos da ajuda de Deus, que se obtêm com a Oração e com os Sacramentos. O fruto da vida cristã é a paz do coração, a resignação na dor, e depois, o Paraíso.

2º Ponto: No toca disco ficam impressas as ondas sonoras... cantos delicados ou grosseiros... palavras santas ou inconvenientes... Assim, no livro da tua vida permanecem escritos: os bons pensamentos ou os maus, as conversas morais ou imorais, as obras boas ou as más. Depende de ti escrever somente o bem.

3º Ponto: O rio corre; a cada momento se avizinha do mar. A tua vida foge: cada dia que passa é um de menos que te fica sobre a terra; todo o dia é um passo em direção do cemitério. Não queres pensar nisto? És tola! Imita as virgens prudentes!

4º Ponto: Sabe que a alma vale mais que o corpo. Por que tanta solicitude com o mísero corpo e tanto desleixo com a alma? Aprende a ser mais sábia!

Ouve, ó Filha, o que Eu tenho para te dizer

Ó mulher, lança um olhar para Mim, flagelado até o sangue e coroado de espinhos! Contempla as Minhas contusões e chagas!... Depois escuta e reflete! Na vida terrena Eu me mostrei um manso cordeiro. Subi ao Calvário sem abrir à boca.

Tratei com doçura a Samaritana e a converti. Toquei o coração da pecadora de Magdala e fiz dela uma predileta Minha. Ao longo das estradas da Palestina saiam da Minha boca palavras de luz, de paz e de amor. Os Meus ensinamentos eram doces como o favo de mel.

Um dia, porém, lançando um olhar Divino sobre todos os séculos, à vista do mal que inundava o mundo, pronunciei palavras de fogo: "Ai do mundo por causa dos escândalos!..." Ai de quem escandaliza um destes pequeninos que crêem em Mim! Melhor seria que se pendurasse ao pescoço de quem dá escândalo uma mó de moinho e fosse precipitado no mar!

Quem pronuncia este "ai" é um Deus; sou Eu, Jesus, o Redentor, que tanto sofri para salvar as almas; sou Eu, o Juiz Supremo da Humanidade, Eu, que deverei pronunciar a sentença eterna para todas as almas: ou o Paraíso ou o Inferno!

Reflete, ó mulher, que segues a moda livre, reflete sobre o escândalo que dais a quem te olhar e sobre a tremenda responsabilidade de que te carregas!... Podes iludir-te a ti mesma dizendo: Que mal há em seguir esta moda?... De resto, as outras mulheres fazem exatamente o mesmo!... − Esta ilusão vale para ti; mas a realidade é bem diferente!

Não podes enganar-me, que sou Bom, mas também sou Justo! Eu, o Legislador Divino, disse: Se alguém olhar para uma mulher com malícia, já pecou com ela no seu coração! − Todos os olhares lançados sobre ti com malícia, quer em casa, quer fora, são pecados que se cometem. Tais pecados são imputáveis a quem te olhar, mas antes de tudo a ti que és a causa voluntária deles.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Assunção de Nossa Senhora - Parte IV

CONSTITUIÇÃO APOSTÓLICA DO PAPA PIO XII
MUNIFICENTISSIMUS DEUS


DEFINIÇÃO DO DOGMA DA ASSUNÇÃO
DE NOSSA SENHORA
EM CORPO E ALMA AO CÉU

Veremos hoje:
No período áureo
Na escolástica posterior
Nos tempos modernos 

No período áureo

30. Quando, na Idade Média, a teologia escolástica atingiu o maior esplendor, s. Alberto Magno, para demonstrar essa verdade, apresenta vários argumentos fundados na Sagrada Escritura, na tradição, na liturgia e em razões teológicas, e conclui: "Por estas e outras muitas razões e autoridades, é evidente que a bem-aventurada Mãe de Deus foi assunta ao céu em corpo e alma sobre os coros dos anjos. E cremos que isto é absolutamente verdadeiro".(18) E num sermão pregado em dia da Anunciação de nossa Senhora, ao explicar aquelas palavras do anjo: "Ave, cheia de graça...", o doutor universal compara a santíssima Virgem com Eva, e afirma clara e terminantemente que Maria foi livre das quatro maldições que caíram sobre Eva.(19)

31. O Doutor Angélico, seguindo as pisadas do mestre, ainda que nunca trate expressamente do assunto, no entanto sempre que se oferece a ocasião fala dele, e com a Igreja católica afirma que o corpo de Maria juntamente com a alma foi levado ao céu.(20)

32. É da mesma opinião, entre outros muitos, o Doutor Seráfico, o qual tem como certo que, assim como Deus preservou Maria santíssima da violação do pudor e da integridade virginal ao conceber e dar à luz o seu Filho, assim não permitiu que o seu corpo se desfizesse em podridão e cinzas.(21) Aplica a santíssima Virgem, em sentido acomodatício, aquelas palavras da Sagrada Escritura: "Quem é esta que sobe do deserto, cheia de gozo, e apoiada no seu amado?" (Ct 8,5), e raciocina desta forma: "Daqui pode concluir-se que ela está ali corporalmente (na glória celeste)... Porque... a sua felicidade não seria plena se ali não estivesse em pessoa; ora a pessoa não é só a alma, mas o composto; logo é claro que está ali segundo o composto, isto é, em corpo e alma; de outro modo não gozaria de felicidade plena".(22)

Na escolástica posterior

33. Na escolástica posterior, ou seja no século XV, são Bernardino de Sena, resumindo e ponderando cuidadosamente tudo quanto os teólogos medievais tinham escrito a esse propósito, não julgou suficiente referir as principais considerações que os antigos doutores tinham proposto, mas acrescentou outras novas. Por exemplo, a semelhança entre a divina Mãe e o divino Filho, no que respeita à perfeição e dignidade de alma e corpo - semelhança que nem sequer nos permite pensar que a Rainha celestial possa estar separada do Rei dos céus - exige absolutamente que Maria "só deva estar onde está Cristo".(23) Portanto, é muito conveniente e conforme à razão que tanto o corpo como a alma do homem e da mulher tenham alcançado já a glória no céu; e, finalmente, o fato de nunca a Igreja ter procurado as relíquias da santíssima Virgem, nem as ter exposto à veneração dos fiéis, constitui um argumento que é "como que uma experiência sensível" da assunção.(24)

Nos tempos modernos

34. Em tempos mais recentes, as razões dos santos Padres e doutores, acima aduzidas, foram usadas comumente. Seguindo o comum sentir dos cristãos, recebido dos tempos antigos s. Roberto Belarmino exclamava: "Quem há, pergunto, que possa pensar que a arca da santidade, o domicílio do Verbo, o templo do Espírito Santo tenha caído em ruínas? Horroriza-se o espírito só com pensar que aquela carne que gerou, deu a luz, alimentou e transportou a Deus, se tivesse convertido em cinza ou fosse alimento dos vermes".(25)

35. De igual forma s. Francisco de Sales afirma que não se pode duvidar que Jesus Cristo cumpriu do modo mais perfeito o divino mandamento que obriga os filhos a honrar os pais. E a seguir faz esta pergunta: "Que filho haveria, que, se pudesse, não ressuscitava a sua mãe e não a levava para o céu?"(26) E s. Afonso escreve por sua vez: "Jesus não quis que o corpo de Maria se corrompesse depois da morte, pois redundaria em seu desdouro que se transformasse em podridão aquela carne virginal de que ele mesmo tomara a própria carne".(27)

36. Quando já tinha aparecido em toda a sua luz o mistério que se celebra nesta festa, não faltaram doutores que, em vez de tratar das razões teológicas pelas quais se demonstrasse a absoluta conveniência de crença na assunção corpórea da Virgem santíssima, voltaram o pensamento para a fé da Igreja, mística esposa de Cristo, sem mancha nem ruga (cf. Ef 5,27), que o Apóstolo chama "coluna e sustentáculo da verdade" ( 1Tm 3,15). E apoiados nesta fé comum pensaram que seria temerária, para não dizer herética, a opinião contrária. S. Pedro Canísio, como outros muitos, depois de declarar que o termo assunção se referia à glorificação não só da alma mas também do corpo, e que a Igreja há muitos séculos venerava e celebrava solenemente este mistério mariano, observa: "Esta opinião é admitida há vários séculos e tão impressa na alma dos fiéis, é tão recomendada pela Igreja, que quem negasse a assunção ao céu do corpo de Maria santíssima nem sequer seria ouvido com paciência, mas seria vaiado como pertinaz, ou mesmo temerário, e imbuído mais de espírito herético do que católico".(28) 37. Pela mesma época, o Doutor Exímio estabelecia esta regra para a mariologia: "Os mistérios da graça que Deus operou na virgem Maria não se devem medir pelas leis ordinárias, senão pela onipotência divina, suposta a conveniência do fato e a não contradição ou repugnância com as Escrituras".(29) E apoiado na fé de toda a Igreja, podia concluir que o mistério da assunção devia crer-se com a mesma firmeza que o da imaculada conceição, e já então julgava que ambas as verdades podiam ser definidas.

A morte

Morro ou entro na Vida?


 Explicação da Gravura:

Fonte: Catecismo de 1910

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Sangrenta Flagelação

 JESUS AÇOITADO

1- Considera como Pilatos vendo que os judeus não desistiam de pedir a morte de Jesus, O mandou açoitar, pensando o injusto juiz, que desta arte se dariam por satisfeitos os seus inimigos, e assim poderia livra-lO da morte; tornou-se, porém excessivamente doloroso para o Salvador este recurso; porquanto, conhecendo os judeus que Pilatos, depois daquele suplício, queria pô-lO em liberdade, peitaram os verdugos para O açoitarem até Lhe tirarem a vida naquele tormento.

Entra alma minha, no Pretório de Pilatos, convertido em teatro das dores e ignominias do Redentor, e vê como Jesus Se despi a Si próprio, e Se abraça à coluna, segundo as revelações de Santa Brígida, dando assim aos homens uma prova evidente do Seu amor e da generosidade com que Se entregava aos tormentos.

Contempla aquele inocente Cordeiro, com a cabeça pendida, o rosto coberto de pejo, esperando o princípio daquele cruel martírio; e eis que aqueles bárbaros dão começo ao tormento; uns dão começo ao tormento; uns O açoitam pelas espáduas, outros pelo peito, estes dos lados, não Lhe poupam nem a Sua sagrada cabeça, nem o rosto formoso; espadana já o sangue; estão ensangüentados os açoites, a mãos dos verdugos, a coluna e o chão; não fica são parte alguma do Seu corpo adorável; que as chagas unem-se umas às outras, e aquelas carnes sacrossantas ficam todas despedaçadas.

E como tens tu podido, alma minha, ofender um Deus açoitado por teu amor?
E Vós, ó Meu Jesus, como pudestes consentir em sofrer tanto por um ingrato?

Ó chagas preciosíssimas do meu Jesus, sois Vós a minha esperança!
Ó meu Jesus, sois Vós o único amor de minha alma.

2 - Segundo a revelação que teve Santa Maria Madalena de Pazzi, chegaram a sessenta os verdugos, que se iam substituindo uns aos outros. Os instrumentos escolhidos para esta flagelação foram os mais cruéis, de modo que cada golpe produzia a sua chaga, e os golpes contaram-se por muitos milhares, ficando em alguns pontos os ossos descarnados, segundo revelações, feitas a Santa Brígida.

Em tão lastimável estado ficou o Senhor, que Pilatos julgou, poder excitar a compaixão os seus próprios inimigos, quando lh'O apresentou dizendo: Ecce homo. E o profeta Isaías predisse com bem exatidão o estado lastimoso a que devia ser reduzido o Salvador neste passo, dizendo, como Suas carnes haviam de ser despedaçadas, e o Seu corpo bendito de ficar como o dum leproso, todo coberto de chagas.

Dou-Vos graças, ó meu Deus e meu Jesus, por tanto amor, e detesto os meus criminosos prazeres, que tanto Vos custaram. Fazei que me lembre frequentemente do Vosso amor para comigo, para Vos amar e nunca mais Vos tornar a ofender. Eu mereceria um inferno especial, se depois de conhecer o Vosso amor, de ser tantas vezes perdoado, Vos tornasse a ofender, e de novo me condenasse! Não: não o permitais, ó meu amado Jesus. Que eu Vos ame com todas as véras do meu coração e quero amar-Vos sempre.

3 - Considera que foi para satisfazer pelas nossas culpas, especialmente pelas da impureza, que o Salvador quis padecer tamanhos tormentos em Seu corpo inocente, como claramente o anunciou o profeta, dizendo:

"Foi ferido por causa das nossas iniquidades."

E, crendo, nesta verdade, podes tu, alma minha, pertencer ao número desses ingratos que vêem com indiferença um Deus açoitado por seu amor? Pondera bem esta dor, e mais ainda o amor com que o vosso doce Jesus, sofreu tanto por ti. Se houvera recebido um só golpe, devera bastar para te abrasares no seu amor, considerando, e exclamando: "Haver um Deus recebido semelhante afronta por meu amor!" Quanto mais tendo Ele sofrido tratos tão cruéis em Seu Corpo sacrossanto?

Oh! meu Jesus e meu Senhor! Fomos nós que ofendemos a Divina Majestade, e sois Vós que quereis sofrer o castigo dos nossos pecados! seja para sempre bendita a Vossa misericórdia e bondade! Que seria de mim, se Vós não houvésseis satisfeito esta dívida? Eu bem sei que, pecando, deitei ao desprezo o Vosso amor; agora, porém, só desejo amor-Vos e ser de Vós amado.

Vós declarastes, Senhor, amar os que Vos amam; pois eu vos amo com toda a minha alma de todo o meu coração; tornai-me menos indigno do Vosso amor. Ligai-me indissoluvelmente com esse amor, e não permitais que eu me separe outra  vez de Vós. Eu me entrego nas Vossas mãos; castigai-me como quiserdes, contanto que não me priveis do Vosso amor. Maria, minha esperança, rogai a Jesus por mim.

(Sagrada Família, por um padre redentorista, 1910)

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Série de Comunhões milagrosas - Parte II

Santa Lúcia Filippini

Um dia Santa Lúcia Filippini foi a Pitigliano, perto de Grosseto, para inspecionar uma escola de artesanato que ela tinha fundado. Mas primeiro parou na igreja dos frades franciscanos para assistir à Santa Missa. O seu desejo de receber Jesus Eucaristia era tão grande que o Senhor quis premiá-la com um Milagre. Quando o sacerdote partiu a Hóstia Magna em duas e ia colocar um pedacinho no Cálice, justamente aquele pedacinho fugiu da sua mão, voou e foi parar na língua da futura santa. Atualmente o Santuário onde ocorreu esse Milagre é custodiado pelas Mestras Pias de Santa Lúcia Filippini.

Beata Emilia Bicchieri
A Beata Emilia Bicchieri é a fundadora da Ordem Terceira Regular Dominicana e nutriu sempre um amor fortíssimo pelo Santíssimo Sacramento. Um dia, enquanto estava ocupando-se de uma irmã muito doente, não viu o tempo passar e chegou ao final da Santa Missa, perdendo assim a Comunhão. Começou então a lamentar-se com o Senhor porque não tinha podido recebê-lo. Imediatamente, apareceu um anjo e lhe deu a Comunhão.

Santa Juliana Folconieri

Santa Juliana Falconieri foi sempre devotíssima da Eucaristia. Nos últimos dias da sua vida fez um tratamento para um mal de estômago, que por muito tempo a atormentava e que lhe impedia receber a Comunhão. Antes de morrer, em 1341, pediu que uma Hóstia Consagrada fosse colocada no seu peito e enquanto ela rezava, a Hóstia desapareceu, deixando uma marca violeta, come se tivesse sido impressa. Santa Juliana foi beatificada em 1678 e canonizada em 1737.

Beata Imelda Lambertini

Beata Imelda Lambertini, desde criança demostrou um grande amor por Jesus Eucaristia, mas o capelão lhe recordava sempre que a Santa Comunhão só podia ser recebida aos 14 anos. No dia 12 de maio de 1333, vigília da Ascensão do Senhor, a menina foi à missa e apresentou-se para receber a Santa Comunhão. O sacerdote ignorou-a completamente, mas o Senhor quis atender ao desejo da pequena Imelda e uma Hóstia luminosa voou e se deteve diante dela. Quando recebeu o corpo de Cristo, a sua cândida alma voou imediatamente ao Céu. A Beata Imelda é Padroeira das Primeiras Comunhões.

São Boaventura
São Boaventura recebe a Comunhão das mãos de um Anjo

São Geraldo Majella

Uma criança com oito anos de idade, nos tempos de São Geraldo de Majella, era muito pequena para receber a Eucaristia. O Santo, porém não encontrava uma razão para aquela norma e chorava freqüentemente com tanta desolação que o Céu se comoveu. Uma noite São Miguel Arcanjo aproximou-se do menino e colocou na sua língua uma Hóstia branca, como aquela que o sacerdote lhe tinha negado e desapareceu. Na manhã seguinte, feliz e triunfante, Geraldo confessou candidamente: “o sacerdote negou-me a Comunhão, mas esta noite eu a recebi do Arcanjo São Miguel”.