Defendemos a verdade como este senhor que é do mundo mais não vergonha de defender o certo enquanto os padres modernistas dizem teólogos vulgarizam tudo o que é Católico.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Concilio Vaticano II a revolução do satanás VI.
Documento Lumen Gentium que auxilia a infiltração dos erros.
Vamos pegar trechos para poderem ver onde estão os erros.
CONSTITUIÇÃO ANTI-DOGMÁTICA.
LUMEN GENTIUM
SOBRE A IGREJA
O POVO DE DEUS
1-A Nova Aliança com o novo Povo de Deus
2-O sacerdócio comum e o sacerdócio ministerial
3-O exercício do sacerdócio comum nos sacramentos
4-O sentido da fé e dos carismas no povo cristão
Vimos nos estudos passados:
O Concílio afirma que esse povo é primeiramente um povo sacerdotal e esse sacerdócio é exercido em duas dimensões. “O sacerdócio comum dos fiéis e o sacerdócio ministerial ou hierárquico ordenam-se um ao outro, embora se diferenciem na essência e não apenas em grau” (LG 1º). “É um sacerdócio universal, porque é comum a todos os fiéis. Seria um erro chama-lo sacerdócio dos leigos. Ele não é privativo dos leigos, pois os fiéis que recebem o sacramento da Ordem continuam revestidos deste sacerdócio primordial. É condição indispensável a toda consagração ulterior. É um sacerdócio de base. Outra qualquer participação no sacerdócio de Cristo não é senão o desenvolvimento ulterior desta incorporação fundamental.
Ao estabelecer a relação entre o sacerdócio comum e o ministerial, a Encíclica enfatiza: “Dessa oblação propriamente dita os fiéis participam do modo que lhes é possível e por um duplo motivo: porque oferecem o sacrifício não somente pelas mãos do sacerdote, mas, de certo modo ainda, junto com ele; e ainda porque, com essa participação, também a oferta feita pelo povo pertence ao culto litúrgico. Que os fiéis oferecem o sacrifício, por meio do sacerdote, é claro, pois o ministro do altar age na pessoa de Cristo enquanto Cabeça, que oferece em nome de todos os membros; pelo que, em bom direito, se diz que toda a Igreja, por meio de Cristo, realiza a oblação da vítima” (MD 83).
O Concílio Vaticano II aborda o tema com maior abrangência. O povo cristão, enquanto sacerdócio régio, indica o direito e o dever de participar da liturgia em virtude do Batismo (SC 14). Toda a Igreja constitui uma comunidade sacerdotal, porque todos os discípulos de Cristo, estabelecidos como o povo de Deus, foram constituídos sacerdotes (LG 3). Os cristãos formam um sacerdócio régio, enquanto participam da missão à qual Jesus foi consagrado (ungido) pelo Espírito Santo na sua humanidade (PO 2).
Visando a essa melhor participação, a Introdução Geral sobre o Missal Romano indica vários meios: o sacerdócio régio dos fiéis, cujo sacrifício espiritual atinge plena realização pelo ministério dos presbíteros, em união com o sacrifício de Cristo, único Mediador (n. 5); a comunhão sob duas espécies como oportunidade para se compreender melhor o mistério de que os fiéis participam (n. 14); a aproximação dos fiéis da sagrada liturgia (n. 15). Visando a essa participação plena, é necessário investir na formação e na educação dos fiéis.
Concilio de Trento Sessão XXI (16-7-1562)
Introdução
929a. Visto que, por arte do maléfico demônio, se espalham por diversos lugares vários erros monstruosos a respeito do tremendo e santíssimo sacramento da Eucaristia, tendo como consequência em muitas províncias o afastamento da fé e da obediência à Igreja Católica, o sacrossanto Concílio Ecumênico Geral de Trento... Julgou dever expor o que a seguir se diz a respeito da comunhão sob as duas espécies e das crianças. Por este motivo proíbe, depois disso, a todos os fiéis cristãos crer, ensinar ou pregar algo diverso do que vem explicado e definido nestes decretos.
Cap. 1.— Que os leigos e clérigos que não celebram não estão obrigados, por direito divino, a comungar sob as duas espécies
930. Portanto, o mesmo santo Concílio, instruído pelo Espírito Santo, que é o Espírito da sabedoria e do entendimento, o espirito do conselho e da piedade (Is 11, 2) e seguindo o juízo e o costume da mesma Igreja, declara e ensina que os leigos e clérigos que não celebram, por nenhum preceito divino estão obrigados a receber o sacramento da Eucaristia sob ambas as espécies, e que, salva a fé, de nenhum modo se pode duvidar que a comunhão debaixo de uma [só] das espécies lhes baste para a salvação. Portanto, ainda que Cristo Senhor Nosso na última ceia tenha instituído este sacramento sob as espécies de pão e de vinho e o tenha distribuído assim aos Apóstolos (cfr. Mt 26, 26 ss; Mc 14, 22 ss; Lc 22, 19 s; l Cor 11, 24 s), contudo aquela instituição e tradição não pretendem que todos os fiéis de Cristo, por preceito do Senhor, estejam obrigados a receber ambas as espécies [cân. l e 2]. Nem tão pouco se deve concluir daquele sermão que se encontra no capitulo 6 de S. João, que o Senhor ordenou a comunhão de uma e outra espécie, de qualquer modo que se entenda [o dito texto], conforme as várias interpretações dos Padres e Doutores. Pois aquele que disse: Se não comerdes a carne do Filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós (Jo 6, 54), disse também: Se alguém comer deste pão, viverá eternamente (Jo 6, 52). E aquele que disse: O que come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna (Jo 6, 55), disse também: O pão que eu darei é a minha carne pela vida do mundo (Jo 6, 52). E enfim, aquele que disse: O que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele (Jo 6, 57), disse outrossim: Quem come este pão viverá eternamente (Jo 6, 59).
Na cabeça do judas modernista o sacerdócio comum, conforme o prelado, não quer dizer inferior, mas pelo contrário, o sacerdócio ministerial (dos bispos e padres) existe por causa do sacerdócio comum (de todos os batizados), e não o inverso. Na verdade, esclarece os modernistas, o sacerdócio comum dos fiéis realiza-se através do desenvolvimento do seu batismo: vivendo uma vida de fé, esperança e caridade, uma vida segundo o Espírito.
"Ora, o sacerdócio ministerial proporciona ao batizado os meios de que ele necessita para viver a vida divina que recebeu no batismo. O sacerdote (padre) é um dispensador desses meios, principalmente dos sacramentos. Mas os padres continuam a viver, também, o sacerdócio comum dos fiéis. Antes de serem padres são batizados.
Assim surge a função de leigos, por exemplo,leitor, ministro extraordinário diácono permanente casado e indo contrario as setes ordens decretado somente e recebido por homens.
Concilio de Trento Sessão Cap. 2. — As sete Ordens
958. E já que o ministério de um tão santo sacerdócio é coisa divina, foi conveniente que, para que ele se pudesse exercer o mais dignamente possível e com a máxima veneração, para bom regulamento da Igreja, tão sábia em toda a sua conduta, houvesse muitas e diversas Ordens de ministros (Mt 16, 19; Lc 22, 19; Jo 20, 22 s) — cujo ofício fosse servir ao sacerdócio — distribuídas de modo que os que tivessem já sido assinalados com a tonsura clerical ascendessem pelas Ordens menores às maiores [cân. 2]. Porquanto, não só dos sacerdotes fazem menção clara às Sagradas Escrituras, mas também dos diáconos (At 6, 5; l Tim 3, 8 ss; Filip l, l), declarando com palavras sérias o que na sua ordenação se deve atender de modo especial. E desde o princípio da Igreja estiveram em uso as Ordens seguintes e as funções próprias de cada uma: a de subdiácono, a de acólito, a de exorcista, a de leitor e a de ostiário, embora de diferente grau, visto que o subdiaconato é posto na classe das Ordens maiores pelos Padres e pelos sagrados Concílios, nos quais se fala também frequentemente das Ordens menores.
A revolução de satanás dos modernista implantada na sua igreja do Vaticano II e sua ANTI-doutrina e a distorção da verdade é impressionante.
Então os modernistas são como os protestantes pois a Bíblia todos sabem que é um documento de inspiração e fonte divina, mais que os protestantes interpretam de forma que querem segunda suas conveniências. E por isto vão surgindo varias denominações protestantes que não se entendem; e assim formam varias denominações conforme suas interpretações.
Os modernistas também seguem neste mesmo modo interpretam e misturam textos da Bíblia e doutrinas e dogmas tradicionais com textos condenável para assim vão montando sua igrejas RCC, NEOCATECUMENATO,Cursilho,Focolares e etc tudo conveniente com falsa aparência de católico.
Concilio Vaticano II tem por base o modernismo logo o modernismo já foi condenado e logo Concilio já nasceu condenado.
Uns pode dizer: porque esta revolução no mais alto grau da hierarquia?
E podemos dizer: porque Nosso Senhor Jesus Cristo foi morto na Cruz?
E muitos diziam se é Deus porque não se salva a Igreja deste erros foi o mesmo que os judeus disse a ele se salve já que é Deus.
E porque Nosso Senhor sofreu e também foi traído por Judas Iscariote um apostolo, este apostolo que viveu e testemunhou seu plano de Salvação e porque lhe traiu? São tantas perguntas.
Nosso Senhor disse Judas Iscariote como com um beijo que ME traiu.
Também disse: que era melhor que ele não tivesse nascido.
Concilio de Trento
Cap. 4. — A hierarquia eclesiástica e o poder de ordenar
960. Porquanto no sacramento da Ordem, assim como no Batismo e na Confirmação, se imprime caráter [cân. 4], que se não pode extinguir nem remover, com razão condena o santo Concílio a sentença daqueles que afirmam que os sacerdotes do Novo Testamento têm somente poder temporário e que depois de uma vez ordenados podem outra vez ser leigos, se não exercerem o ministério da palavra de Deus [cân. l]. E se alguém afirmar que todos os cristãos são, indistintamente, sacerdotes do Novo Testamento, ou asseverar que todos são dotados de igual poder espiritual, parece não fazer outra coisa senão confundir a hierarquia eclesiástica, que é como um exército bem formado (Cânt 6, 3) [cân. 6], como se, contra a doutrina de S. Paulo, todos fossem apóstolos, todos profetas, todos evangelistas, todos pastores e todos doutores (cfr. l Cor 12, 29; Ef 4, 11). Portanto, declara o santo Concilio que, além dos demais graus eclesiásticos, primordialmente os bispos que são os sucessores dos Apóstolos, pertencem à ordem hierárquica, e que eles foram — como diz o Apóstolo S. Paulo, — estabelecidos pelo Espirito Santo para governar a Igreja de Deus (At 20, 28) e que eles são superiores aos presbíteros, conferem o sacramento da Confirmação e ordenam os ministros da Igreja, podendo exercer muitas outras funções que os de ordem inferior não podem exercer [cân. 7]. Ensina ademais o sacrossanto Concílio que na ordenação dos bispos e sacerdotes, e na administração das demais Ordens não se requer o consentimento do povo nem de qualquer poder ou magistrado secular, como se, faltando ele, fosse nula a ordenação; antes estabelece que todos aqueles que chegarem a exercer estes ministérios, sendo chamados e instituídos só pelo povo, pelo poder e pelos magistrados seculares, arrogando-se temerariamente estes poderes, não são ministros da Igreja, mas devem ser tidos por salteadores e ladrões, que não entraram pela porta (cfr. Jo 10, l) [cân. 8]. Isto é em resumo o que pareceu ao santo Concílio dever ensinar aos fiéis acerca do sacramento da Ordem. Resolveu também condenar as doutrinas opostas com os seguintes cânones expressos e determinados, para que todos, com o favor de Cristo, valendo-se da regra da fé, possam facilmente conhecer e conservar a verdade da fé católica no meio das trevas de tantos erros.
966. Cân. 6. Se alguém disser que na Igreja Católica não há hierarquia eclesiástica estabelecida por ordem de Deus, que se compõe de bispos, presbíteros e ministros — seja excomungado [cfr. n° 960].
E hoje podemos dizer e fazer esta ligação com o beijo de judas.
OH! Concilio Vaticano II que como beijo de judas traiu Nosso Senhor Jesus Cristo, tu traíste 1962 anos de tradição e doutrinas dogmáticas.
Oh!Concilio Vaticano II O melhor não tivesse nascido no coração e na mentes modernistas.
REZEM TODOS OS DIAS O SANTO ROSÁRIO pelo “Triunfo da Verdade Católica sobre o erros modernistas”.
PARA O TRIUNFO DO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA,
PELA SALVAÇÃO DAS ALMAS.
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Ariano Suassuna - Defesa contra a teoria da evolução
Minha afilhada me mandou este vídeo,
que impressona a coragem deste senhor.
Um poeta e escritor do mundo tem coragem de criticar e dizer que impossivel TAL anti-filosofo modernista da teoria da evolução.É um absurdo mesmo tal teoria.E enquanto seminários e os colégios ditos católicos,permitem ensinar em suas entidades uma teoria e filosofias contraria a dogma da criação.
E não procuram nem protestar contra esta revolução de satanás.
Reaja Católico.
FAÇA SUA PARTE REZE TODOS OS DIAS O SANTO ROSÁRIO
PARA O TRIUNFO DO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA,
PELA SALVAÇÃO DAS ALMAS.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
Concilio Vaticano II a revolução do satanás V.
Documento Lumen Gentium que auxilia a infiltração dos erros.
Vamos pegar trechos para poderem ver onde estão os erros.
CONSTITUIÇÃO ANTI-DOGMÁTICA.
LUMEN GENTIUM
SOBRE A IGREJA
A Igreja, sociedade visível e espiritual
8........Esta é a única Igreja de Cristo, que no Credo confessamos ser una, santa, católica e apostólica (12); depois da ressurreição, o nosso Salvador entregou-a a Pedro para que a apascentasse (Jo. 21,17), confiando também a ele e aos demais Apóstolos a sua difusão e governo (cfr. Mt. 28,18 ss.), e erigindo-a para sempre em «coluna e fundamento da verdade» (I Tim. 3,5). Esta Igreja, constituída e organizada neste mundo como sociedade, é na Igreja católica, governada pelo sucessor de Pedro e pelos Bispos em união com ele (13), que se encontra, embora, fora da sua comunidade, se encontrem muitos elementos de santificação e de verdade, os quais, por serem dons pertencentes à Igreja de Cristo, impelem para a unidade católica.
Vimos nos estudos passados:
A revolução de satanás dos modernista com sua Igreja do Vaticano II e sua ANTI-doutrina seu falso Reino que incluiriam dentro de sua falsa religião as outras falsas religiões e afirmaram como sendo encontrados elementos de santificação e de verdade.
Nesta visão distorcida da Verdade os Modernistas querem ter como suporte os elementos de santificação a o que querem dizer é mistério da igreja, iluminado por uma luz nova pelo II Concílio do Vaticano" a todos ilumina.Neste tal luz nova que criaram tem o objetivo e essencial: a fé em Deus Trindade e no Senhor e Salvador Jesus Cristo, o anúncio do seu Evangelho, seja o testemunho de sua caridade. Assim criando nestes logos 52 anos a "Nouvelle Théologie" - "Nova Teologia".
Neste sentido próprio os modernistas,com a palavra ecumenismo tem significado de o diálogo entre as diversas igrejas ou comunidades eclesiais cristãs(Novo nome que a Nova Teologia Modernista dá para os Cismáticos e hereges). E isto distingue-o do diálogo entre tais religiões. Esta distinção é fundamental para os modernistas precisamente para evitar equívocos ou melhor ir contra a tradição infalível. De facto, um dos frutos conciliar mais acabados do movimento ecumênico foi ao tomarem consciência de algo evidente mas quase sempre ignorado: os cristãos das diversas igrejas para eles não constituem religiões diferentes, antes pertencem a uma mesma comunidade de fé (por isto termo comunidade eclesiais), a comunidade dos discípulos de Concilio Vaticano II–embora separados por diferenças doutrinais, por vezes graves e quase intransponíveis. Entre eles, portanto, há lugar a um diálogo entre suas tal religiões, mas a um diálogo entre membros da mesma religião de constituir uma nova ordem.
O ecumenismo modernista, também, por parte de cada diversas igrejas, procuram a firmeza na própria identidade e a consciência de que esta é fonte de diferenças e não na procura da conversão destas tal igrejas separadas.
Querem que todos devem ser entendidos neste contexto os esclarecimentos recentemente publicados pela Congregação para a Doutrina da Fé sobre a compreensão que a Igreja Católica tem de si mesma – os quais, aliás, nada acrescentam ao anterior documento Dominus Iesus, da mesma Congregação, e às afirmações do Concílio Vaticano II: «Esta Igreja [a única Igreja de Cristo], constituída e organizada neste mundo como sociedade, subsiste na Igreja Católica, governada pelo Sucessor de Pedro e pelos Bispos em união com ele, embora fora da sua comunidade se encontrem muitos elementos de santificação e de verdade, os quais, por serem dons pertencentes à Igreja de Cristo, impelem para a unidade católica» (Constituição Lumen gentium, 8); e noutro documento, precisamente dedicado a refletir sobre a unidade dos cristãos: «... só pela Igreja Católica de Cristo, que é o meio geral de salvação, pode ser atingida toda a plenitude dos meios de salvação» (Unitatis redintegratio, 3).
Ao afirmar o modo como se entende a si própria, a Igreja Conciliar não cria dificuldades acrescidas ao seu ecumenismo revolucionário. Presta um serviço a nova ordem mundial e com esse contributo inestimável ao diálogo com as outras comunidades eclesiais, clarificando o ponto de partida desse mesmo diálogo e contribuindo também para que aquelas reflitam sobre a própria identidade. Então fica aberto o único caminho ecumênico capaz de criar esta nova religião do homem contra a Religião de Deus.
Querem que todos devem ser entendidos neste contexto os esclarecimentos recentemente publicados pela Congregação para a Doutrina da Fé sobre a compreensão que a Igreja Católica tem de si mesma – os quais, aliás, nada acrescentam ao anterior documento Dominus Iesus, da mesma Congregação, e às afirmações do Concílio Vaticano II: «Esta Igreja [a única Igreja de Cristo], constituída e organizada neste mundo como sociedade, subsiste na Igreja Católica, governada pelo Sucessor de Pedro e pelos Bispos em união com ele, embora fora da sua comunidade se encontrem muitos elementos de santificação e de verdade, os quais, por serem dons pertencentes à Igreja de Cristo, impelem para a unidade católica» (Constituição Lumen gentium, 8); e noutro documento, precisamente dedicado a refletir sobre a unidade dos cristãos: «... só pela Igreja Católica de Cristo, que é o meio geral de salvação, pode ser atingida toda a plenitude dos meios de salvação» (Unitatis redintegratio, 3).
Ao afirmar o modo como se entende a si própria, a Igreja Conciliar não cria dificuldades acrescidas ao seu ecumenismo revolucionário. Presta um serviço a nova ordem mundial e com esse contributo inestimável ao diálogo com as outras comunidades eclesiais, clarificando o ponto de partida desse mesmo diálogo e contribuindo também para que aquelas reflitam sobre a própria identidade. Então fica aberto o único caminho ecumênico capaz de criar esta nova religião do homem contra a Religião de Deus.
Esta nova religião quer que: os católicos reconheçam com alegria e estimem os valores dos irmã genuinamente cristãos, derivantes de um patrimônio comum, que se encontram entre os tal irmãos de nós separados(II Conc. do Vat.: Decr. sobre o Ecumenismo Unitatis redintegratio, n. 4; Const. Decr. Decl., p. 253)e, num esforço comum de purificação e de renovamento, devem aplicar-se em contribuir para restabelecer a unidade entre todos os cristãos, [9] a fim de que se realize a vontade de Cristo e a divisão entre os cristãos não continue a ser obstáculo à proclamação do Evangelho no mundo.[10].
http://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_decree_19641121_unitatis-redintegratio_po.html
http://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_decree_19641121_unitatis-redintegratio_po.html
Decreto sobre o ecumenismo Unitatis redintegratio: “Não existe verdadeiro ecumenismo sem conversão interior” (número 7).
Ora, o verdadeiro sinal da conversão é a superação de todo particularismo. “Estes santos provêm de todas as igrejas e Comunidades eclesiais, que lhes abriram a entrada na comunhão de salvação”número 3 do Decreto sobre o ecumenismo Unitatis redintegratio, que a Ut Unum Sint recupera em seu número 13: “Justificados no Batismo pela fé, são incorporados a Cristo, e, por isso, com direito se honram com o nome de cristãos e justamente são reconhecidos pelos filhos da Igreja Católica como irmãos no Senhor”. Esse reconhecimento dos “valores eclesiais presentes nos outros cristãos”, que o papa recomenda a toda a Igreja Católica no número 10, só foi possível com o abandono da etiqueta “herege” que por tanto tempo foi aposta a protestantes e cristãos orientais.O documento lembra que “o elemento que decide a comunhão na verdade é o significado da verdade. A expressão da verdade pode ser multiforme” (número 19).
Entre os elementos importantes para compreender a anti-teologia do Vaticano II em torno ao ecumenismo está a consideração e o reconhecimento de que nas outras igrejas e comunidades eclesiais há elementos que são propriamente cristãos e, como tais pertencem à Igreja de Cristo, a qual subsiste na Igreja Católica. Como diz o Concílio: a Igreja ―como sociedade constituída e organizada neste mundo, subsiste na Igreja Católica, governada pelo sucessor de Pedro e pelos bispos em comunhão com ele, ainda que fora do seu corpo se encontrem realmente vários elementos de santificação e de verdade, que, na sua qualidade de dons próprios da Igreja de Cristo, conduzem para a unidade Católica‖14.
Os modernistas a serviço dos inimigos da Santa Igreja querem transformar a todos numa fraternidade dedicada à liberdade de pensamento e expressão, religiosa , e contra qualquer tipo de absolutismo. “Tanto que esta organização grande influência nos bastidores da Revolução Francesa.Antes, trata-se de um poderoso segmento do Império de Satanás. Querem formar tal grau dentro da Santa Igreja como não conseguiram formar tal grau formaram esta igreja conciliar que criou este subsiste paRA SIM IMPLANTAR NAS MENTES E STA NOVA FORMA DE RELIGIÃO QUE NADA MAIS É A RELIGIÃO DA NOVA ORDEM MUNDIAL.
Ora, o verdadeiro sinal da conversão é a superação de todo particularismo. “Estes santos provêm de todas as igrejas e Comunidades eclesiais, que lhes abriram a entrada na comunhão de salvação”número 3 do Decreto sobre o ecumenismo Unitatis redintegratio, que a Ut Unum Sint recupera em seu número 13: “Justificados no Batismo pela fé, são incorporados a Cristo, e, por isso, com direito se honram com o nome de cristãos e justamente são reconhecidos pelos filhos da Igreja Católica como irmãos no Senhor”. Esse reconhecimento dos “valores eclesiais presentes nos outros cristãos”, que o papa recomenda a toda a Igreja Católica no número 10, só foi possível com o abandono da etiqueta “herege” que por tanto tempo foi aposta a protestantes e cristãos orientais.O documento lembra que “o elemento que decide a comunhão na verdade é o significado da verdade. A expressão da verdade pode ser multiforme” (número 19).
Um dos seus participantes mais destacados, inclusive, o teólogo católico suíço Hans Küng, foi um dos responsáveis pela Declaração das Religiões para uma Ética Global, de 1992 que pode ser considerada o espelho do pensamento desse órgão.
Os modernistas querem dizer o que com a superação do particularista a expressão da verdade pode ser multiforme?
Paternidade de Deus. Irmandade dos Homens."
— Essas frases estão insculpidas na placa dos templos maçônicos. Podemos ter uma rápida visão geral do conceito maçônico de Deus examinando essas duas frases.
O Que a Maçonaria Quer Dizer com Paternidade de Deus e Irmandade dos Homens?
Este The Lost Key of Freemasonry, de Manly Palmer Hall, explica melhor o ensino maçônico:
"O verdadeiro maçom não está preso a um credo. Ele percebe com a divina iluminação de sua loja que, como maçom, sua religião precisa ser universal: Cristo, Buda, ou Maomé, o nome pouco significa, porque ele reconhece somente a luz e não o portador. Adora em todo santuário, ajoelha-se diante de todo altar, seja em templo, mesquita ou catedral, percebendo com sua maior compreensão a unicidade de toda a verdade espiritual." [pág. 65].
Mesmo ensinamento vemos na Igreja Conciliar será coincidência?
Capítulo III – Igrejas e Comunidades Eclesiais separadas da Sé Apostólica
Romana (13-23). Para a igreja Conciliar são ―igrejas‖ aquelas comunidades que possuem dois sacramentos válidos: o sacerdócio e a eucaristia11. São―Comunidades Eclesiais‖ aquelas comunidades que possuem o batismo válido(CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ, Declaração DOMINUS IESUS sobre a unicidade e a universalidade salvífica de Jesus Cristo e da Igreja, 06-08-2000, nº 17).
Entre os elementos importantes para compreender a anti-teologia do Vaticano II em torno ao ecumenismo está a consideração e o reconhecimento de que nas outras igrejas e comunidades eclesiais há elementos que são propriamente cristãos e, como tais pertencem à Igreja de Cristo, a qual subsiste na Igreja Católica. Como diz o Concílio: a Igreja ―como sociedade constituída e organizada neste mundo, subsiste na Igreja Católica, governada pelo sucessor de Pedro e pelos bispos em comunhão com ele, ainda que fora do seu corpo se encontrem realmente vários elementos de santificação e de verdade, que, na sua qualidade de dons próprios da Igreja de Cristo, conduzem para a unidade Católica‖14.
A partir dessa consideração pode-se falar de distintos graus de pertença à
comunhão católica. Isto é, até a incorporação plena à Igreja de Jesus Cristo, os irmãos separados de nós podem passar por diversas fases. Ainda que nem sempre, como veremos, os católicos estão plenamente unidos à Igreja de Cristo, o simples fato de estar na Igreja Católica, pelo menos externamente, está a mostrar a plenitude de comunhão alcançada.
Ora, esses bens, que são próprios da Igreja Católica, podem encontrar-se fora do seu âmbito visível. Esta é a afirmação do Concílio Vaticano II que nos serve como chave de interpretação com vistas ao ecumenismo assim os ortodoxos, evangélicos e demais cristãos separados da Igreja Católica já são meio católicos sem saber? É exatamente isso o que está explícito nas afirmações anteriores. Portanto, quando eles chegam ao ambiente visível da "igreja Católica" alcançam a plena comunhão com a Igreja de Cristo, comunhão esta que antes era apenas parcial.
Os modernistas a serviço dos inimigos da Santa Igreja querem transformar a todos numa fraternidade dedicada à liberdade de pensamento e expressão, religiosa , e contra qualquer tipo de absolutismo. “Tanto que esta organização grande influência nos bastidores da Revolução Francesa.Antes, trata-se de um poderoso segmento do Império de Satanás. Querem formar tal grau dentro da Santa Igreja como não conseguiram formar tal grau formaram esta igreja conciliar que criou este subsiste paRA SIM IMPLANTAR NAS MENTES E STA NOVA FORMA DE RELIGIÃO QUE NADA MAIS É A RELIGIÃO DA NOVA ORDEM MUNDIAL.
O conceito de DEUS é diferente daquele apresentado na Bíblia e na doutrina católica. Para os modernista, DEUS é um conceito filosófico e natural. Por isto todos tem DEUSo caminho para um governo mundial em que caberia uma grande religião que abafaria as demais, exterminando-as com o passar do tempo, com um único deus – que poderia ser chamado de Grande Arquiteto do Universo – e por que não começar essa modificação radical através da Igreja Católica? Para isso seria necessário que mais padres revolucionários que não acreditam em demonios e etc... e se tornassem cardeais e, dentre eles, escolhessem um futuro Papa que começaria a implantar as necessárias reformas que aqui apresentamos a cada estudo por isto estas reformas não são católicas sim vinda da revolução para destruir a Santa Igreja.
Assim criando um mundo relativista ou seja, um mundo amoral, sem dogmas ou conceitos pré-fixados. Sem religião, ou, se houver uma religião, deverá dar espaço a tudo e a todos e isto será chamado de ecumenismo.
37. Nós bem sabemos, entretanto, que os nossos esforços unidos não serão de modo algum suficientes para arrancar estas sementes perniciosas do campo do Senhor, a menos que o Celestial Mestre da vinha misericordiosamente nos ajude em nossos esforços. Nós precisamos, portanto, com grande e ansioso cuidado, implorar a Ele a ajuda que a grandeza do perigo e da necessidade requer. A seita da Maçonaria mostra-se insolente e orgulhosa de seu sucesso, e parece que ela não colocará limites à sua pertinácia. Seus seguidores, ajuntados por perversos acordos e por conselhos secretos, ajudam-se uns aos outros, e excitam-se uns aos outros a uma audácia nas coisas malignas. Um ataque tão veemente exige uma igual defesa - especificamente, que todos os homens de bem formem a mais abrangente associação possível de ação e de oração. Nós imploramos a eles, portanto, com corações unidos, a permanecer unidos e firmes contra as forças das seitas que avançam; e em aflição e súplica estender suas mãos a Deus, orando que o nome Cristão possa florescer e prosperar, que a Igreja possa desfrutar da sua necessária liberdade, que aqueles que se extraviaram possam retornar a uma mente reta, que o erro difundido possa dar lugar à verdade, e o vício à virtude. Tomemos como nossa auxiliadora e intercessora a Virgem Maria, Mãe de Deus, para que ela, que desde o momento de sua concepção derrotou Satanás possa mostrar seu poder sobre estas seitas malignas, nas quais revive o contumaz espírito do demônio, juntamente com sua perfídia insubmissa e enganosa. Imploremos a Miguel, o príncipe dos anjos celestes, que lançou fora o infernal inimigo; e José, o esposo da santíssima Virgem, e patrono celeste da Igreja Católica; e os grandes Apóstolos, Pedro e Paulo, os pais e campeões vitoriosos da fé Cristã. Por seu patrocínio, e pela perseverança na união de oração, Nós esperamos que Deus irá misericordiosamente e oportunamente socorrer o gênero humano, que é rodeado por tantos perigos.
38. Como garantia dos dons celestes e de Nossa benevolência, Nós amorosamente concedemos no Senhor a vós, veneráveis irmãos, e ao clero e todo o povo confiado ao vosso vigilante cuidado, Nossa bênção apostólica.
Dado em Roma, junto de S. Pedro, no vigésimo dia de abril de 1884, o sexto ano de Nosso pontificado.
LEÃO PP. XIII
REZEM TODOS OS DIAS O SANTO ROSÁRIO pelo “Triunfo da Verdade Católica sobre o erros modernistas”.
PARA O TRIUNFO DO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA,
PELA SALVAÇÃO DAS ALMAS.
quinta-feira, 27 de março de 2014
Turma 2 de Por uma Filosofia Tomista
Curso on-line de 60 horas ministrado por
Carlos Nougué
“A felicidade última do homem está na contemplação da Verdade.”
Santo Tomás de Aquino
[Comunicado 2]
FALTAM OITO DIAS PARA
O ENCERRAMENTO DAS INSCRIÇÕES
1) Relembre-se que o período de inscrições no curso on-line Por uma Filosofia Tomista, de 60 horas, se encerrará impreterivelmente no dia 2 de ABRIL PRÓXIMO. Não se abrirão exceções.
2) As inscrições são feitas em nosso site (cursos.carlosnougue.com.br).
3) No mesmo site, aliás, explica-se tudo a respeito do curso (mediante F.A.Q., os comunicados anteriores, etc.), incluindo o valor e as formas de pagamento.
4) Quanto a qualquer dúvida, porém, que permaneça, escreva-se para Marcel Assunção Barboza (cursos@carlosnougue.com.br).
AINDA SOBRE O CURSO
1) O curso se iniciará no dia 3 de abril próximo, com a postagem do primeiro vídeo. Neste mesmo dia 3 os alunos receberão um Comunicado particular explicando ainda mais pormenorizadamente a dinâmica das aulas, das respostas às dúvidas (haverá um e-mail próprio para enviá-las), etc.
2) Os 30 vídeos-aula permanecerão 8 meses em nosso site a contar do dia 3 de abril.
3) Os alunos da Turma 2 também receberão no dia 3 todos os documentos e respostas aos alunos escritos pelo professor ao longo das aulas da Turma 1.
EMENTA DO CURSO
I) APRESENTAÇÃO GERAL: A necessidade de uma Filosofia tomista.
II) PREÂMBULO 1: Resumo da História da Filosofia – Do impulso grego ao abismo moderno.
III) PREÂMBULO 2: Se Santo Tomás era filósofo e/ou teólogo.
IV) PREÂMBULO 3: A essência da doutrina de Santo Tomás, ou se o tomismo é um aristotelismo.
V) PREÂMBULO 4: Como estudar a Filosofia, e em ordem a quê.
VI) INTRODUÇÃO GERAL À FILOSOFIA
A) AS PRIMEIRAS NOÇÕES
1) O ente e os primeiros princípios; 2) Ente e esse (ser ou ato de ser) – uma primeira aproximação; 3) A quididade das coisas; 4) O essencial e o acidental; 5) Existência e esse – uma primeira aproximação; 6) Substância e acidentes; 7) Semelhanças e diferenças; 8) A questão do an sit; 9) Divisão e definição; 10) Se os acidentes são entes e têm quididade; 11) Se as coisas artificiais têm quididade.
B) A PRIMEIRA OPERAÇÃO DO INTELECTO: A SIMPLES APREENSÃO
C) AS PROPRIEDADES DAS COISAS
D) A SEGUNDA OPERAÇÃO DO INTELECTO: O JUÍZO OU COMPOSIÇÃO
E) AS CAUSAS
F) A TERCEIRA OPERAÇÃO DO INTELECTO: O RACIOCÍNIO
VII) INTRODUÇÃO À LÓGICA:
1) A arte de pensar; 2) O que é a Lógica 3) O sujeito da Lógica; 4) As propriedades da Lógica. 5) O método da Lógica; 6) Lógica e Gramática; 7) Os universais.
VIII) INTRODUÇÃO À FÍSICA GERAL: 1) O que é a natureza; 2) Os princípios da natureza: ato e potência, etc.; 3) O que é a Física geral; 4) O sujeito da Física Geral; 5) Existência e esse – segunda aproximação; 6) As propriedades da Física geral; 7) O método da Física geral; 8) Em defesa da Física Geral aristotélico-tomista; 9) Se e em que caducou esta ciência; 10) Que classe de ciência é a Física moderna; 11) O que pensar da Biologia, da Psicologia, etc., atuais; 10) Uma crítica a Jacques Maritain.
IX) INTRODUÇÃO À METAFÍSICA:
1) Se tal ciência existe ou é válida ou necessária; 2) O sujeito da Metafísica; 3) Ente e esse – segunda aproximação; 4) As propriedades da Metafísica; 5) O método da Metafísica; 6) Diferença entre Teologia (ou Metafísica) e Sacra Teologia, e se elas se opõem; 7) As provas da existência de Deus; 8) O tratado de Deus uno;
X) A ORDEM GERAL DAS CIÊNCIAS E DAS ARTES.
XI) APÊNDICES:
1) Os transcendentais; 2) Se o mal é algo; 3) A alma humana e sua imortalidade; 4) A Política e sua ordem ao Fim último do homem; 5) O mundo poderia ter sido criado ab aeterno (desde a eternidade)?
XII) CONCLUSÃO DO CURSO
OBSERVAÇÃO: No mesmo dia 2 de abril, os alunos da Turma 2 do Curso receberão todo o material escrito pelo professor e enviado aos alunos da Turma 1. São mais de 300 páginas de documentos imprescindíveis para a compreensão do curso e, sobretudo, de respostas a perguntas e dúvidas dos alunos. Mas os alunos da Turma 2 poderão fazer ao professor novas perguntas.
CURRÍCULO DE CARLOS NOUGUÉ
I) Dados pessoais:
Nome: Carlos (Augusto Ancêde) Nougué;
Nacionalidade: brasileira;
Idade: 61 anos.
II) Qualificações profissionais:
1) Professor de Filosofia por diversos lugares;
2) Professor de Tradução e de Língua Portuguesa em nível de Pós-graduação;
3) Tradutor de Filosofia, Teologia e Literatura (do francês, do latim, do espanhol e do inglês);
4) Lexicógrafo.
III) Prêmio e indicações para prêmio:
• Prêmio Jabuti de Tradução/1993;
• Indicação ao Prêmio Jabuti/1998;
• Finalista do Prêmio Jabuti/2005 pela tradução de D. Quixote da Mancha, de Miguel de Cervantes (edição oficial do Quarto Centenário da edição princeps).
IV) Responsável pelos seguintes blogs:
• Estudos Tomistas (http://www.estudostomistas.blogspot.com.br/);
• A Boa Música (http://aboamusicacat.blogspot.com.br/).
Observação geral: Há em nosso site uma seção chamada Perguntas Mais Frequentes (F.A.Q.), em que cremos responder a todas as possíveis dúvidas a respeito do Curso. Caso, porém, persista alguma dificuldade, escreva-se para Marcel Assunção Barboza (cursos@carlosnougue.com.br).
VÍDEOS DE APRESENTAÇÃO
Primeiro Vídeo
Segundo Vídeo
Terceiro Vídeo
___________
Uma iniciativa conjunta
Central de Cursos Contemplatio
Associação Cultural Santo Tomás
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segunda-feira, 24 de março de 2014
Concilio Vaticano II a revolução do satanás IV.
Documento Lumen Gentium que auxilia a infiltração dos erros.
Vamos pegar trechos para poderem ver onde estão os erros.
CONSTITUIÇÃO ANTI-DOGMÁTICA.
LUMEN GENTIUM
SOBRE A IGREJA
O Reino de Deus
5. O mistério da santa Igreja manifesta-se na sua fundação. O Senhor Jesus deu início à Sua Igreja pregando a boa nova do advento do Reino de Deus prometido desde há séculos nas Escrituras: «cumpriu-se o tempo, o Reino de Deus está próximo» (Mc. 1,15; cfr. Mt. 4,17). Este Reino manifesta-se na palavra, nas obras e na presença de Cristo. A palavra do Senhor compara-se à semente lançada ao campo (Mc. 4,14): aqueles que a ouvem com fé e entram a fazer parte do pequeno rebanho de Cristo (Luc. 12,32), já receberam o Reino; depois, por força própria, a semente germina e cresce até ao tempo da messe (cfr. Mc. 4, 26-29). Também os milagres de Jesus comprovam que já chegou à terra o Reino: «Se lanço fora os demónios com o poder de Deus, é que chegou a vós o Reino de Deus» (Luc. 11,20; cfr. Mt. 12,28). Mas este Reino manifesta-se sobretudo na própria pessoa de Cristo, Filho de Deus e Filho do homem, que veio «para servir e dar a sua vida em redenção por muitos» (Mt. 10,45).
E quando Jesus, tendo sofrido pelos homens a morte da cruz, ressuscitou, apareceu como Senhor e Cristo e sacerdote eterno (cfr. Act. 2,36; Hebr. 5,6; 7, 17-21) e derramou sobre os discípulos o Espírito prometido pelo Pai (cfr. Act. 2,33). Pelo que a Igreja, enriquecida com os dons do seu fundador e guardando fielmente os seus preceitos de caridade, de humildade e de abnegação, recebe a missão de anunciar e instaurar o Reino de Cristo e de Deus em todos os povos e constitui o germe e o princípio deste mesmo Reino na terra. Enquanto vai crescendo, suspira pela consumação do Reino e espera e deseja juntar-se ao seu Rei na glória.
Vimos nos estudos passados:
A revolução de satanás dos modernista que criaram a Igreja do Vaticano II e sua ANTI-doutrina sua farsa do Reino de Deus e vão espalhar mesmo à condenação de São Pio X, no início do século XX, e propagou-se nos meios católicos, depois da Primeira Guerra Mundial, através do “movimento bíblico”, “movimento litúrgico”, “movimento ecumênico” e a assim chamada Nouvelle théologie, apesar das advertências dos Papas Pio XI e Pio XII.
A Pio XI, em 1923: “A retomada do Concílio [Vaticano I, suspenso no meio de seus trabalhos, em 1870, por causa da guerra franco-prussiana] é desejada pelos piores inimigos da Igreja, quer dizer os modernistas, que já se aprontam — como patenteiam os indícios mais evidentes — para aproveitar-se dos Estados Gerais da Santa Igreja para fazer a Revolução satanás que eclipsar a verdade, o novo 1789 [ano do início da Revolução francesa], objetivo diabólicos é o aniquilamento dos da encíclica Pascendi de São Pio X contra os seus pensamentos modernistas.Sonham e querem o silêncio a tradição Católica mas não vão conseguir pois a Santa Igreja é infalível, sua cabeça é Nosso Senhor Jesus Cristo.
Assim os Modernistas a partir da sua base de documento revolucionário LUMEN GENTIUM SOBRE A SUA IGREJA Conciliar escrevem varias exortações.Não são exortações e sim verdadeira revolução de erros.Vejamos neste documento abaixo uma distorção do que Reino de Deus.Discípulos de "Nouvelle Théologie" - "Nova Teologia" - ou "neo-modernismo" realmente acreditam que seus próprios erros.
EXORTAÇÃO APOSTÓLICA PÓS-SINODAL ECCLESIA IN ASIA DO SANTO PADRE
JOÃO PAULO II AOS BISPOSAOS PRESBÍTEROS E DIÁCONOS AOS RELIGIOSOS E RELIGIOSAS E A TODOS OS FIÉIS LEIGOS SOBRE JESUS CRISTO SALVADOR
E A SUA MISSÃO DE AMOR E SERVIÇO NA ÁSIA: « PARA QUE TENHAM VIDA
E A TENHAM EM ABUNDÂNCIA » (Jo 10, 10)
Realidades religiosas e culturais?
6. A Ásia é o continente mais vasto da terra e a casa de aproximadamente dois terços da população mundial, contando a China e a Índia quase metade da população total do globo. A característica mais notável do Continente é a variedade das suas populações, que são « herdeiras de antigas culturas, religiões e tradições ».9 Não podemos deixar de ficar maravilhados perante a imensidão da população da Ásia e o complexo mosaico das suas múltiplas culturas, línguas, crenças e tradições, que abrangem uma parte substancial da história e do patrimônio da família humana.
A Ásia é também o berço das maiores religiões do mundo: judaísmo, cristianismo, islamismo e hinduísmo. É a terra natal de muitas outras tradições espirituais como o budismo, taoísmo, confucionismo, zoroastrismo, jainismo, sikhismo e xintoísmo. São milhões também os que vivem comprometidos com religiões tradicionais ou tribais, com variados graus de um complexo ritual e de ensino religioso formal. A Igreja nutre o mais profundo respeito por estas tradições e deseja empenhar-se num diálogo sincero com os seus seguidores. Os valores religiosos, que ensinam, aguardam pelo seu pleno cumprimento em Jesus Cristo.
O povo da Ásia ufana-se dos seus valores religiosos e culturais, tais como amor ao silêncio e contemplação, simplicidade, harmonia, desprendimento, não-violência, espírito de sacrifício, disciplina, vida frugal, sede de saber e indagação filosófica.10 Tem em grande apreço os valores do respeito pela vida, compaixão por todos os seres, cuidado com a natureza, piedade filial pelos familiares, idosos e antepassados, e um sentido muito vivo de comunidade.11 De maneira particular, considera a família como uma fonte vital de energia, como uma comunidade tecida intimamente por um poderoso sentimento de solidariedade.12 Os povos asiáticos são conhecidos pelo seu espírito de tolerância religiosa e de coexistência pacífica. Sem negar a existência de dolorosas tensões e violentos conflitos, pode-se tranquilamente afirmar que a Ásia demonstrou frequentemente uma notável capacidade de adaptação e uma abertura natural ao mútuo enriquecimento das pessoas no meio de uma pluralidade de religiões e culturas. Além disso, apesar da influência da modernidade e da secularização, as religiões asiáticas estão a mostrar sinais de grande vitalidade e uma boa capacidade de renovação, como se vê pelos movimentos reformistas no âmbito dos diversos grupos religiosos. Muitas pessoas, sobretudo jovens, sentem um profundo desejo de valores espirituais, como bem o demonstra o aparecimento de novos movimentos religiosos.
Tudo isto aponta para uma natural percepção espiritual e sabedoria moral no espírito asiático e constitui o centro à volta do qual se formou um sentido crescente de « ser asiático ». Este « ser asiático » identificou-se e foi-se consolidando, não no confronto e oposição, mas no espírito de complementaridade e harmonia. Nesta trama feita de complementaridade e harmonia, a Igreja há-de comunicar o Evangelho de modo tal que seja simultaneamente fiel à sua própria Tradição e ao espírito asiático.
A Ásia é também o berço das maiores religiões do mundo: judaísmo, cristianismo, islamismo e hinduísmo. É a terra natal de muitas outras tradições espirituais como o budismo, taoísmo, confucionismo, zoroastrismo, jainismo, sikhismo e xintoísmo. São milhões também os que vivem comprometidos com religiões tradicionais ou tribais, com variados graus de um complexo ritual e de ensino religioso formal. A Igreja nutre o mais profundo respeito por estas tradições e deseja empenhar-se num diálogo sincero com os seus seguidores. Os valores religiosos, que ensinam, aguardam pelo seu pleno cumprimento em Jesus Cristo.
O povo da Ásia ufana-se dos seus valores religiosos e culturais, tais como amor ao silêncio e contemplação, simplicidade, harmonia, desprendimento, não-violência, espírito de sacrifício, disciplina, vida frugal, sede de saber e indagação filosófica.10 Tem em grande apreço os valores do respeito pela vida, compaixão por todos os seres, cuidado com a natureza, piedade filial pelos familiares, idosos e antepassados, e um sentido muito vivo de comunidade.11 De maneira particular, considera a família como uma fonte vital de energia, como uma comunidade tecida intimamente por um poderoso sentimento de solidariedade.12 Os povos asiáticos são conhecidos pelo seu espírito de tolerância religiosa e de coexistência pacífica. Sem negar a existência de dolorosas tensões e violentos conflitos, pode-se tranquilamente afirmar que a Ásia demonstrou frequentemente uma notável capacidade de adaptação e uma abertura natural ao mútuo enriquecimento das pessoas no meio de uma pluralidade de religiões e culturas. Além disso, apesar da influência da modernidade e da secularização, as religiões asiáticas estão a mostrar sinais de grande vitalidade e uma boa capacidade de renovação, como se vê pelos movimentos reformistas no âmbito dos diversos grupos religiosos. Muitas pessoas, sobretudo jovens, sentem um profundo desejo de valores espirituais, como bem o demonstra o aparecimento de novos movimentos religiosos.
Tudo isto aponta para uma natural percepção espiritual e sabedoria moral no espírito asiático e constitui o centro à volta do qual se formou um sentido crescente de « ser asiático ». Este « ser asiático » identificou-se e foi-se consolidando, não no confronto e oposição, mas no espírito de complementaridade e harmonia. Nesta trama feita de complementaridade e harmonia, a Igreja há-de comunicar o Evangelho de modo tal que seja simultaneamente fiel à sua própria Tradição e ao espírito asiático.
Para os modernistas PRESENÇA DA RELIGIÃO EM TODA A CULTURA HUMANA E CONCEITO DE REINO DE DEUS......Para eles a origem ou causa primeira, instauradora e reguladora do cosmos(Padre Pierre Teilhard e Chardin) é vital de energia e identificada de algum modo com o "bem supremo" ou com a "verdade eterna e absoluta" está presente, sob diferentes formas, em todas as religiões por isto a pluralidade de religiões e culturas. Em algumas, toma o aspecto de uma divindade personalizada ou intermediária, em outras, resume-se a uma idéia metafísica abstrata.
......Embora o núcleo metafísico do conceito seja bastante homogêneo, as representações que as diferentes denominações fazem de suas relações com o cosmos e o homem, ao ponto de possibilidade de comparações simétricas e assim chamam as seitas da Asia de Tradições espirituais o budismo, taoísmo, confucionismo, zoroastrismo, jainismo, sikhismo e xintoísmo.Esta nova situação gerada do Concílio Vaticano II; por desgraça o Concílio deu impulso e, despertou uma falsa compreensão da missão e, com ela, uma grande revolução de satanás em neutralizar a verdadeira tradição das missões.Verdadeiro missionário São Francisco Xavier que nunca usou a satânica pluralidade de religiões e sim o que sempre a Santa Igreja ensinou sobre evangelizar para o Reino de Deus.
São Francisco Xavier, nascido Francisco de Jasso Azpilcueta Atondo y Aznáres, (Xavier, 7 de Abril de 1506 — Sanchoão, 3 de Dezembro de 1552) foi um missionário cristão do padroado português e apóstolo navarro. Pioneiro e co-fundador da Companhia de Jesus, a Santa Igreja Católica Romana considera que converteu almas ao Cristianismo do que qualquer outro missionário naquela região, merecendo o epíteto de "Apóstolo do Oriente". Ele exerceu a sua actividade missionária no Oriente, especialmente na Índia e no Japão.
Que ritual? Qual é a Igreja que nutre respeito a que tradições?Que dialogo e valor tem com o erro?
Que Capacidade de renovação e movimentos reformistas?O Reino Deus é a Santa Igreja Católica se faz pela pregação das verdade ensinadas.Converte-se para Santa Igreja os que estão fora da Barca de Cristo não exististe vida espiritual nenhuma em seitas e na idolatrias Asiáticas. Ninguém pode transmitir a graça do Reino de Deus somente a Igreja de Deus a Santa Igreja Católica Apostólica Romana.
"O ritual da Santa Missa é o sacrifício do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo, oferecido sobre os nossos altares, debaixo das espécies de pão e de vinho, em memória do sacrifício da Cruz" - (Catecismo Maior de São Pio X)
"A principal excelência do santo Sacrifício da Missa consiste em que se deve considerá-lo como essencialmente o mesmo oferecido no Calvário sobre a Cruz, com esta única diferença: que o sacrifício da Cruz foi sangrento e só se realizou uma vez e que nessa única oblação JESUS CRISTO satisfez plenamente por todos os pecados do Mundo; enquanto que o Santo Sacrifício do altar é um sacrifício incruento, que se pode renovar uma infinidade de vezes, e que foi instituído para nos aplicar especialmente esta expiação Universal que JESUS por nós cumpriu no Calvário. Assim, O SACRIFÍCIO CRUENTO foi o MEIO de nossa REDENÇÃO, e O SACRIFÍCIO INCRUENTO nos proporciona as GRAÇAS da nossa REDENÇÃO" - (São Leonardo de Porto-Maurício. As Excelências da Santa Missa)
"O augusto sacrifício do altar não é, pois, uma pura e simples comemoração da paixão e morte de Jesus Cristo, mas é um verdadeiro e próprio sacrifício, no qual, imolando-se incruentamente, o sumo Sacerdote faz aquilo que fez uma vez sobre a cruz, oferecendo-se todo ao Pai, vítima agradabilíssima" - (Pio XII. Mediator Dei)
O Santo Sacrifício da Santa Missa Tridentina, não é uma "lembrança" da Santa Cruz como na missa modernista que se incultura com as idolatrias.
Como esta missa modernista.
Santa Missa Católica:
Nosso Senhor Jesus Cristo instituiu o verdadeiro e único ritual que esta presente na Santa Missa:
1º) Para prestar um culto perfeito e total a Deus, onde se reconhece o Seu domínio sobre tudo, a nossa submissão a Ele e o direito d´Ele sobre as nossas vidas; 2º) Para render graças por tudo o que Ele nos dá e louvá-Lo por sua imensidão e majestade;
3º) Para dar a Deus devida reparação e satisfação à Sua justiça ofendida por nossos pecados e aplacar a Sua ira sobre nós;
4º) Para que alcancemos todo o tipo de graças das quais necessitamos, desde que isso sirva para o nosso bem e não atrapalhe a nossa salvação.
REZEM TODOS OS DIAS O SANTO ROSÁRIO pelo “Triunfo da Verdade Católica sobre o erros modernistas”.
PARA O TRIUNFO DO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA,
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