A via-crúcis (do latim Via Crucis, "caminho da cruz") é o trajeto seguido por Nosso Senhor Jesus Cristo carregando a cruz, que vai do Pretório até o Calvário. O exercício da Santa Via-Sacra, como também é chamada, consiste em que os fiéis percorram, mentalmente, a caminhada de Nosso Senhor Jesus Cristo a carregar a Cruz desde o Pretório de Pilatos até o monte Calvário, meditando simultaneamente na Paixão de Cristo. Tal exercício, muito usual no tempo da quaresma, teve origem na época das Cruzadas (do século XI ao século XIII): os fiéis que, então, percorriam, na Terra Santa, os lugares sagrados da Paixão de Cristo, quiseram reproduzir, no Ocidente, a peregrinação feita ao longo da Via Dolorosa em Jerusalém.
O número de estações, passos ou etapas dessa caminhada foi sendo
definido paulatinamente, chegando à forma atual, de quatorze estações,
no século XVI. O exercício da via-sacra tem sido muito recomendado pelos Sumos Pontífices, pois ocasiona frutuosa meditação da Paixão de JNosso Senhor Jesus Cristo.
À Via Crucis,Nosso Senhor Jesus Cristo é especialmente venerado sob o nome de Nosso Senhor dos Passos.
Nosso Senhor dos Passos, ou Senhor Bom Jesus dos Passos, é uma invocação de Nosso Senhor Jesus Cristo e uma devoção especial , faz memória ao trajeto percorrido por Jesus Cristo desde sua condenação à morte no pretório até o seu sepultamento, após ter sido crucificado no Calvário. A história desta devoção remonta à Idade Média, quando os cruzados visitavam os locais sagrados de Jerusalém por onde andou Nosso Senhor Jesus Cristo a caminho do martírio, e quiseram depois reproduzir espiritualmente este caminho quando voltaram à Europa sob forma de dramas sacros e procissões, ciclos de meditação, ou estabelecendo capelas especiais nos templos. No século XVI se fixaram 14 momentos principais deste trajeto. Estes pontos principais são chamados de as estações ou os passos da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo ao longo da Via Sacra ou Via Crucis. São eles:
I. Nosso Senhor Jesus Cristo é condenado à morte
II. Nosso Senhor Jesus Cristo carrega a cruz às costas
III. Nosso Senhor Jesus Cristo cai pela primeira vez
IV. Nosso Senhor Jesus Cristo encontra a sua Mãe
V. Simão Cirineu ajuda Nosso Senhor Jesus Cristo a carregar a cruz
VI. Verônica limpa o rosto de Nosso Senhor Jesus Cristo
VII. Nosso Senhor Jesus Cristo cai pela segunda vez
VIII. Nosso Senhor Jesus Cristo encontra as mulheres de Jerusalém
IX. Terceira queda de Nosso Senhor Jesus Cristo
X. Nosso Senhor Jesus é despojado de suas vestes
XINosso Senhor Jesus Cristo é pregado na cruz
XII. Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo na cruz
XIII. Descida do santo corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo da cruz
XIV. Sepultamento de Nosso Senhor Jesus Cristo
Para esclarecer não existe décima quinta estação.
O Papa João Paulo II que falou desta tal décima-quinta estação. Na Via Sacra a não existe Ressurreição de Cristo, isto não é tradicional pois como nome já diz Via Crucis caminho da Cruz não caminho de Ressurreição.
Durante essa hora devemos meditar nos sofrimentos do Senhor Jesus Cristo, principalmente na sua Agonia no Horto das Oliveiras.
(Passio Domini)
Perto do Monte das Oliveiras havia um lugar com um jardim cognominado de Getsêmani. Jesus ali penetrou com seus discípulos, depois da celebração da Ceia.
Como ia ali muitas vezes orar com eles, aquele lugar era conhecido por Judas, que traía o Mestre.
Então Jesus disse a seus discípulos:
"Ficai aqui enquanto vou além para orar. Orai vós mesmos, para não sucumbirdes à tentação."
Levou com Ele somente Pedro e os filhos de Zebedeu, Tiago e João, e começou a sentir-se possuído de terror, desgosto, tristeza e de angústia.
"Minha alma está triste até à morte, dizia Ele, ficai aqui e velai comigo".
Depois afastou-se a pequena distância e, ajoelhando-se com a fronte em terra, rezou para que, se fosse possível, se afastasse d'Ele a hora que se aproximava.
"Meu Pai, se for possível, e tudo Vos é possível, afastai de mim este cálice. Seja, porém, feita a Vossa vontade e não a minha!"
Interrompeu a oração para ir ter com os discípulos, encontrando-os dormindo, diz a Pedro:
"Simão, tu dormes?"
Depois dirigindo-se aos outros dois:
"Então não pudestes velar uma hora comigo?... Levantai-vos, vigiai e orai para não entrardes em tentação; pois, se o espírito está pronto, a carne é fraca."
Afastou-se novamente e repetiu a mesma oração:
"Meu Pai, se este cálice não pode passar sem que Eu o beba, cumpra-se a Vossa Vontade!"
Voltou de novo aos discípulos e encontrou-os ainda dormindo; tinham os olhos pesados de sono.
Tendo-os deixado, orou pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras:
"Meu Pai, se o quiserdes, afastai de mim este cálice; Contudo, não se cumpra a minha vontade mas a Vossa."
Tinha entrado em agonia e sua oração tornava-se cada vez mais insistente. Veio-lhe como que gotas de sangue, rolando até a terra.
Então o Anjo vindo do Céu apareceu-Lhe e O confortou.
Pela terceira vez, Ele voltou a seus discípulos dizendo:
"Dormi e repousai. Basta! Chegada é a hora..."
"Eis que o filho do Homem vai ser entregue às mãos dos pecadores. Levantai-vos, vamos, aproxima-se aquele que me deve trair."
Jesus Cristo disse à Santa Margarida Maria:
"Eu estou procurando para o meu Coração uma vítima que se queira sacrificar como hóstia a ser imolada para a realização de meus desígnios. Minha filha queres dar-me o teu coração para consolar o meu Coração, cujo Amor a maioria despreza?"
Senhor Jesus, eu Vos respondo como Santa Margarida Maria: sou Vosso, inteiramente Vosso, fazei de mim o que Vos aprouver. Vós sabeis porém, que as vítimas devem ser inocentes e eu não passo de um pecador. Contudo, meu Deus, quer eu viva, quer morra, desejo ser vítima do Vosso Coração, sentindo amargo tudo o que não é do Vosso Agrado; Sentindo-me vítima da Vossa Santíssima alma por todas as angústias que a minha possa suportar, vítima do Vosso Corpo, pelo desapego de tudo o que possa gerar o mal e pelo ódio implacável à carne pecaminosa.
Oh! Divino Coração, se tivesse mil amores, mil vidas, todas vo-las imolaria! Quisera ter mil corpos para sofrer e mil corações para Vos adorar, honrar e exaltar... Jesus adorado, fazei-me digno, a fim de que possas realizar os desígnios de Vossa Santíssima vontade.
Coração Sagrado, vinde e descei ao meu coração para fazer-me digno de Vossa Grande Promessa. Amém.
Ladainha do Sagrado Coração de Jesus
Senhor, tende piedade de nós,
Jesus Cristo, tende piedade de nós,
Senhor, tende piedade de nós,
Jesus Cristo, ouvi-nos,
Jesus Cristo, atendei-nos,
Deus, Pai do Céu, tende piedade de nós,
Deus Filho, Redentor do mundo, tende piedade de nós,
Deus Espírito Santo,
Santíssima Trindade, que sois um só Deus,
Coração de Jesus, Filho do Pai Eterno,
Coração de Jesus, formado pelo Espírito Santo no seio da Virgem Maria,
Coração de Jesus, unido substancialmente ao Verbo de Deus,
Coração de Jesus, de majestade infinita,
Coração de Jesus, templo santo de Deus,
Coração de Jesus, tabernáculo do Altíssimo,
Coração de Jesus, casa de Deus e porta do Céu,
Coração de Jesus, fornalha ardente de caridade,
Coração de Jesus, receptáculo de justiça e amor,
Coração de Jesus, cheio de bondade e amor,
Coração de Jesus, abismo de todas as virtudes,
Coração de Jesus, digníssimo de todo louvor,
Coração de Jesus, rei e centro de todos os corações,
Coração de Jesus, no qual estão todos os tesouros da sabedoria e da ciência,
Coração de Jesus, no qual habita toda plenitude da divindade,
Coração de Jesus, no qual o Pai Celeste põe as suas complacências,
Coração de Jesus, de cuja plenitude nós todos participamos,
Coração de Jesus, desejo das colinas eternas,
Coração de Jesus, paciente e misericordioso,
Coração de Jesus, rico para todos os que vos invocam,
Coração de Jesus, fonte de vida e santidade,
Coração de Jesus, propiciação para os nossos pecados,
Coração de Jesus, saturado de opróbrios,
Coração de Jesus, atribulado por causa de nossos crimes,
Coração de Jesus, feito obediente até a morte,
Coração de Jesus, atravessado pela lança,
Coração de Jesus, fonte de toda a consolação,
Coração de Jesus, nossa vida e ressurreição,
Coração de Jesus, nossa paz e reconciliação,
Coração de Jesus, vítima dos pecadores,
Coração de Jesus, salvação dos que em Vós esperam,
Coração de Jesus, esperança dos que em Vós expiram,
Coração de Jesus, delícias de todos os santos,
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, perdoai-nos, Senhor,
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, ouvi-nos, Senhor,
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, tende piedade de nós.
Jesus, manso e humilde de coração, Fazei o nosso coração semelhante ao vosso.
Divino Salvador das almas: cobertos de confusão nossos rostos nos ajoelhamos em vossa presença soberana, dirigindo um olhar ao solitário Tabernáculo, onde permaneces cativo de amor, nossos corações se comovem ao contemplar a solidão e esquecimento em que os tem vossos criaturas.
Haveis derramado em balde vosso Sangue bendito? Será inútil tanto amor? Mas já que nos tem permitido nesta noite unir nossas reparações as vossas, e acompanhar-vos em vosso Sacramento, onde Vós, que sois o Sol do mundo, irradias silenciosamente sobre nós a todas as horas a luz da verdade, o calor do amor divino, a beleza do sobrenatural e a fecundidade generosa de todo bem; já que vos tem dignado escolher-nos dentre todos os homens para gozar de vossa companhia e amizade, permite-nos pelos que não vos bendizem ou blasfemam de Vós, Oh! Pacienciosíssimo Senhor Jesus, adorar-Vos-ei por todos aqueles que vos tem esquecido, e implorarei para eles à infinita misericórdia de vosso Coração, indulgência para seus esquecimentos e para seus crimes.
"O que não tinha a ver com o pecado, por nós pagou o pecado, para que nós, por seu intermédio, obtivéssemos a reabilitação de Deus". 2Co 5,21
Oh! Jesus! Por nossos pecados, os de nossos pais, irmãos e amigos, e pelos do mundo inteiro: Perdão, Senhor, perdão. Pelas infidelidades e sacrilégios, pelos ódios e rancores: Perdão, Senhor, perdão. Pelas blasfêmias; pela profanação dos dias santos: Perdão, Senhor, perdão. Pelas impurezas e escândalos: Perdão, Senhor, perdão. Pelos furtos e injustiças, pelas debilidades e respeitos humanos: Perdão, Senhor, perdão. Pelas desobediências a Santa Igreja: Perdão, Senhor, perdão. Pelos crimes dos esposos, as negligências dos pais e as faltas dos filhos: Perdão, Senhor, perdão. Pelos atentados contra o Romano Pontífice: Perdão, Senhor, perdão. Pelas perseguições levantadas contra os bispos, sacerdotes, religiosos e sagradas virgens: Perdão, Senhor, perdão. Pelos insultos a vossas imagens, profanação dos templos, abuso dos Sacramentos e ultrajes ao Augusto Tabernáculo: Perdão, Senhor, perdão. Pelos crimes da imprensa ímpia e blasfema, e pelas horrendas maquinações das seitas tenebrosas: Perdão, Senhor, perdão. Pelos justos que vacilam, pelos pecadores que resistem a graça, e por todos os que sofrem: Piedade, Senhor, piedade!
Perdão, Senhor, e piedade pelo mais necessitado de vossa graça; que a luz de vossos divinos olhos não se aparte jamais de nós; perdão pelos nossos inconstantes corações; dai-nos a sentir algo do calor divino de vosso peito, e que nossas almas se derretam de amor e arrependimento. Amém
Se os líderes terrestres fossem anjos, nós perderíamos,
O que Deus quis para nós, que é a felicidade celestial.
Dois eventos estão sacudindo o mundo, o coronavírus e o colapso do que tem sido o sistema financeiro mundial durante, talvez, os últimos dois séculos. Os dois eventos podem muito bem estar conectados. Vários comentaristas estão realmente mencionando Deus Todo-Poderoso, pelo menos com relação à propagação mundial do coronavírus, porque essa propagação é como uma praga, e, em épocas passadas em que não havia outro remédio, as pragas costumavam fazer os homens se voltarem para Deus. Mas esse Deus – que não mudou – quase certamente está desempenhando um papel mais importante nos dois eventos hoje do que a maioria das pessoas pensa.
Isso quer dizer que Deus causou a infecção mundial pelo coronavírus? Indiretamente, sim, porque Ele previu isso desde a eternidade e decidiu deixar que acontecesse. E que bem maior essa Sua permissão para a infecção poderia trazer? Vimos os governos de muitos países imporem restrições tais aos movimentos de seus cidadãos, que esses países estão virtualmente paralisados. Isso está dando aos cidadãos uma oportunidade séria para que se deem conta, em primeiro lugar, do quão frágil é o funcionamento de seu modo de vida moderno, tão vangloriado: nem é tão robusto, nem eles são os campeões da realidade, como poderiam ter pensado. E, em segundo lugar, pela grave interrupção de sua corrida de ratos normal, estão-lhes sendo dados um tempo e uma oportunidade que normalmente nunca teriam para refletir sobre essa mesma corrida de ratos: Quem sou eu? O que é a minha vida? O que estou fazendo com ela? Para onde vou? Infelizmente, muitos cidadãos modernos, assim providencialmente refreados, só querem acelerar novamente para voltarem a distrair-se dos pensamentos que evocam algo mais alto do que a sua apaixonante corrida de ratos...
Outra razão pela qual Deus pode não ter causado diretamente o coronavírus é a quantidade de especulações sérias de que o vírus não provém da natureza de Deus, mas dos laboratórios dos homens, onde os vírus da natureza são artificialmente muito mais prejudiciais e contagiosos para servirem como potenciais armas de guerra. E se é daí que vem o coronavírus, a quem pode culpar os homens por ele, senão a outros homens?
E não há apenas a manipulação do vírus, mas também a sua liberação – como ele escapou dos laboratórios para ameaçar a humanidade? A fuga foi um acidente ou foi uma liberação deliberada? Novamente, há muita especulação de que não foi um acidente, mas teria sido programada criminosamente para coincidir com o colapso do sistema financeiro mundial, também planejado. O vírus ajudaria o colapso de duas maneiras: em primeiro lugar, deteria, ainda que por um breve período, uma parte significativa do funcionamento das economias do mundo, forçando falências e um aumento generalizado do endividamento e da escravidão ao Poder Monetário global; e, em segundo lugar, um pânico exagerado sobre o vírus na mesma grande mídia dos globalistas serviria para distrair a humanidade de sua escravização, que dá um importante passo adiante. Certamente, se a crise financeira foi deliberada, a coincidência do vírus teria sido uma sorte inesperada para quem estaria por trás da crise.
Seja como for, há alguém por trás do crash de março das bolsas de valores ao redor do mundo, que de maneira nenhuma acabou? É claro que sim. O Poder do Dinheiro, que controla os governos com os quais trabalha, e tem tanto dinheiro à sua disposição que pode oscilar à vontade as bolsas de valores supostamente livres, para cima ou para baixo. Essas quedas a partir deste mês de março foram projetadas para causar uma grande transferência de riqueza dos pequenos investidores para o Poder do Dinheiro. Nesse caso, criou desde 1987 um mercado em alta de 33 anos para atraí-los e, uma vez que eles entraram, quebrou o mercado para despojá-los de seus ativos, enquanto ele mesmo apostava no mercado em queda e fazia uma fortuna. E os governos protegem o Poder do Dinheiro, porque ele os comprou há muito tempo.
E Deus Todo-Poderoso? “Meus filhos, se insistis em adorar Mamon e o materialismo em vez de Mim, é isso que vos acontecerá: Vós desprezastes a minha religião para substituí-la pela política. Adorastes vossos governos em vez de vosso Deus. Vós acreditastes em dinheiro em vez da caridade para com vossos semelhantes. Vós estais surpresos agora que os governos, a política e o dinheiro os decepcionam? Ou estais magoados porque vos tenha decepcionado? Filhos, estou vos oferecendo o Paraíso, e por toda a eternidade!”
Ex:Imperador Constantino um pecador publico. Deus lhe deu um sonho, de fazer a Cruz no estandarte para vencer a guerra e venceu.
Ex: Nínive foi governada pelo imperador neo-babilônico Nabucodonosor II (634–562 a.C., aproximadamente, que governou por volta de 605 a 562 a.C.).
O Arrependimento de Nínive com seu jejum 40 dias, deu a conversão.
A cidade toda se converteu.Que esse jejum a pedido do Presidente, de graça de sua conversão e dos pecadores ( em especial modernistas e protestantes). Vença o mal comunista e venha misericórdia de Deus, a quem vai deixar este mundo, por causa desse vírus do cavalo amarelo.
Porque do Jejum? É um preceito da Igreja. O jejum vem expresso no Quarto Mandamento da Lei da Santa Igreja que diz: "Jejuar e abster-se de carne, conforme manda a Santa Mãe Igreja". O Código de Direito Canônico estabelece o abstinência de carne todas as sextas-feiras do ano e no tempo da Quaresma. E o sexta da semana santa, jejum com abstinência de Carne.
Na quarta-feira de cinzas, cobrirmos, com a cinza do arrependimento com a graça da conversão.
Início da Quaresma. A Quaresma é um período de 40 dias que se inicia com a quarta-feira de cinza. Este período entre essas duas datas compreende 47 dias, mas os domingos não são contados, pois estes são dias em que os fiéis não precisam fazer penitência, nem sacrifícios. Não tem nenhuma lei, que impede fazer sacrifícios no domingo. Se faz, se for de força maior e necessário para pecador ou alcançar uma graça. Como em Nínive, fizeram 40 dias de penitencias incluindo os 7 dias. Nos pelo precito quaresmal já estamos com jejuns, dois como manda santa Igreja e em penitências e reza do Santo Rosário,Via Sacras. Nestapróxima sexta- feira santa, nosso segundo jejum universal.Nos uniremos pedindo a Misericórdia de Deus que esse mal comunista, seja derrotado.
Se os líderes terrestres fossem anjos, nós perderíamos,
O que Deus quis para nós, que é a felicidade celestial.
Dois eventos estão sacudindo o mundo, o coronavírus e o colapso do que tem sido o sistema financeiro mundial durante, talvez, os últimos dois séculos. Os dois eventos podem muito bem estar conectados. Vários comentaristas estão realmente mencionando Deus Todo-Poderoso, pelo menos com relação à propagação mundial do coronavírus, porque essa propagação é como uma praga, e, em épocas passadas em que não havia outro remédio, as pragas costumavam fazer os homens se voltarem para Deus. Mas esse Deus – que não mudou – quase certamente está desempenhando um papel mais importante nos dois eventos hoje do que a maioria das pessoas pensa.
Isso quer dizer que Deus causou a infecção mundial pelo coronavírus? Indiretamente, sim, porque Ele previu isso desde a eternidade e decidiu deixar que acontecesse. E que bem maior essa Sua permissão para a infecção poderia trazer? Vimos os governos de muitos países imporem restrições tais aos movimentos de seus cidadãos, que esses países estão virtualmente paralisados. Isso está dando aos cidadãos uma oportunidade séria para que se deem conta, em primeiro lugar, do quão frágil é o funcionamento de seu modo de vida moderno, tão vangloriado: nem é tão robusto, nem eles são os campeões da realidade, como poderiam ter pensado. E, em segundo lugar, pela grave interrupção de sua corrida de ratos normal, estão-lhes sendo dados um tempo e uma oportunidade que normalmente nunca teriam para refletir sobre essa mesma corrida de ratos: Quem sou eu? O que é a minha vida? O que estou fazendo com ela? Para onde vou? Infelizmente, muitos cidadãos modernos, assim providencialmente refreados, só querem acelerar novamente para voltarem a distrair-se dos pensamentos que evocam algo mais alto do que a sua apaixonante corrida de ratos...
Outra razão pela qual Deus pode não ter causado diretamente o coronavírus é a quantidade de especulações sérias de que o vírus não provém da natureza de Deus, mas dos laboratórios dos homens, onde os vírus da natureza são artificialmente muito mais prejudiciais e contagiosos para servirem como potenciais armas de guerra. E se é daí que vem o coronavírus, a quem pode culpar os homens por ele, senão a outros homens?
E não há apenas a manipulação do vírus, mas também a sua liberação – como ele escapou dos laboratórios para ameaçar a humanidade? A fuga foi um acidente ou foi uma liberação deliberada? Novamente, há muita especulação de que não foi um acidente, mas teria sido programada criminosamente para coincidir com o colapso do sistema financeiro mundial, também planejado. O vírus ajudaria o colapso de duas maneiras: em primeiro lugar, deteria, ainda que por um breve período, uma parte significativa do funcionamento das economias do mundo, forçando falências e um aumento generalizado do endividamento e da escravidão ao Poder Monetário global; e, em segundo lugar, um pânico exagerado sobre o vírus na mesma grande mídia dos globalistas serviria para distrair a humanidade de sua escravização, que dá um importante passo adiante. Certamente, se a crise financeira foi deliberada, a coincidência do vírus teria sido uma sorte inesperada para quem estaria por trás da crise.
Seja como for, há alguém por trás do crash de março das bolsas de valores ao redor do mundo, que de maneira nenhuma acabou? É claro que sim. O Poder do Dinheiro, que controla os governos com os quais trabalha, e tem tanto dinheiro à sua disposição que pode oscilar à vontade as bolsas de valores supostamente livres, para cima ou para baixo. Essas quedas a partir deste mês de março foram projetadas para causar uma grande transferência de riqueza dos pequenos investidores para o Poder do Dinheiro. Nesse caso, criou desde 1987 um mercado em alta de 33 anos para atraí-los e, uma vez que eles entraram, quebrou o mercado para despojá-los de seus ativos, enquanto ele mesmo apostava no mercado em queda e fazia uma fortuna. E os governos protegem o Poder do Dinheiro, porque ele os comprou há muito tempo.
E Deus Todo-Poderoso? “Meus filhos, se insistis em adorar Mamon e o materialismo em vez de Mim, é isso que vos acontecerá: Vós desprezastes a minha religião para substituí-la pela política. Adorastes vossos governos em vez de vosso Deus. Vós acreditastes em dinheiro em vez da caridade para com vossos semelhantes. Vós estais surpresos agora que os governos, a política e o dinheiro os decepcionam? Ou estais magoados porque vos tenha decepcionado? Filhos, estou vos oferecendo o Paraíso, e por toda a eternidade!”
Ele deixa bastante para trás a pobre realidade de Deus!
Se existe algo que um sacerdote católico precisa conhecer e compreender a fundo hoje em dia, é a frase fundamental no coração da grande carta encíclica de São Pio X, Pascendi, escrita em 1907 para defender a Igreja e a humanidade da ameaça mortal do modernismo. O modernismo é o movimento de pensamento e ação pelo qual os homens deixam de mudar o mundo para adaptá-lo a Cristo e Sua Igreja, e trabalham, em vez disso, para mudar Cristo e Sua Igreja para adaptá-los ao mundo moderno. E qual é a frase fundamental da Pascendi pela qual isto deve ser feito? Ei-la, retirada do parágrafo 6 (ou de outro próximo) da Encíclica:
“A razão humana está completamente confinada no campo dos fenômenos, isto é, das coisas perceptíveis aos sentidos e da maneira com que são perceptíveis; ela não tem o direito nem o poder de ir além desses limites”.
Em outras palavras, a mente humana, que na verdade lê o dia inteiro por trás do que aparece aos sentidos, é finalmente declarada pelo homem moderno como incapaz de ler por trás das aparências! Em outras palavras, o que me parece uma porta poderia ser uma parede, o que me parece uma parede pode ser de fato a porta. Do que se deduz que pode ser melhor eu tentar atravessar a parede do que atravessar a porta! Certamente, essa é uma estupidez tão grande que ninguém ficará surpreso ao saber que mesmo os seguidores modernos de Immanuel Kant (1732-1804), que inventou a estupidez, raramente tentam atravessar paredes. Em outras palavras, eles conseguem viver sem levar a sério a sua própria filosofia. Eis por que a filosofia moderna ficou com uma reputação tão ruim. No entanto, o completamente estúpido Kant reina supremo nos departamentos de filosofia de quase todas as "universidades" de nosso tempo! Como isso pode ser possível?
Porque Kant é o grande libertador. Foi ele quem de uma vez por todas libertou a mente da realidade. Foi ele quem decretou que a mente está livre da realidade externa porque não tem acesso a ela! A mente não pode chegar à realidade tal como é em si mesma, o "Ding an sich", porque não pode ir para o que está por trás do que os sentidos lhe mostram. Não importa se eu posso viver apenas assumindo vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, que meus sentidos me estão dizendo o que é real ao meu redor, como o que minha mente ou intelecto é capaz de decifrar aquilo, ou ler dentro daquilo, que meus sentidos me mostram. A partir de Kant, a realidade à minha volta é cada vez menos interessante. O que importa é a "filosofia transcendental", como ele a chama, ou seja, o pensamento que subirá às alturas e penetrará as profundezas da minha fantasia com independência total da realidade enfadonha do cotidiano, como as portas e as paredes. Minha mente decolou! Minha mente está livre da realidade! De agora em diante, tudo o que eu quero é "verdadeiro"! De fato, a palavra "Verdade" assumiu um significado muito diferente. De fato, todas as palavras adquirem um significado transcendental. A liberdade reina na minha cabeça!
No entanto, se alguém insistir em levar-me de volta ao que chama o mundo real, ainda posso optar por assumir, como todos os pobres não universitários, que para continuar sobrevivendo (“ui!”) no mundo enfadonho (“ui!”), é melhor não tentar atravessar aquilo que parece parede, e é melhor não tentar comer pedras. Em outras palavras, minha mente é transcendentalmente superior a, e livre de, todo o seu "senso comum" ("ui!"), Mas ainda posso operar de acordo com ele – quando eu escolher – para propósitos da vida diária ("ui!”).
Ora, a liberdade é a verdadeira religião do homem moderno, e é a religião aparente, aquela que tem na vida de muitos católicos todas as aparências, mas nada da substância da verdadeira religião. Como diz São Paulo: "No final dos tempos... os homens... manterão a forma da religião, mas negarão o poder dela" (II Tim. III, 1-5), em outras palavras, manterão as aparências, mas negando a substância. O que são esses católicos? Eles são precisamente católicos kantianos, ou modernistas, porque quase todo mundo hoje em dia é kantiano, porque quase todo mundo hoje em dia adora a liberdade, e foi Kant quem finalmente lhes deu a chave para sair da prisão da realidade de Deus e escapar para as nuvens da modernidade transcendental. Sempre posso submeter-me a Deus novamente pelo tempo que eu quiser, mas Ele não pode mais manter-me em cativeiro. Eu sou livre, eu sou livre, eu sou livre!
A incrível perversidade, o incrível orgulho e a incrível perfídia de Kant deveriam começar a serem expostos. Mais do que nunca,
A malícia do modernismo é um assunto muito extenso, e não menos do que aquele de um mundo inteiro voltando-se contra seu Criador no final de um processo que dura vários séculos, desde que, no auge da Idade Média, a Cristandade tombou, passando da ascensão para a queda. A ascensão havia começado no ano 33 d.C., evidentemente, quando Nosso Senhor Encarnado fundou a única Igreja verdadeira de Deus com Seu sacrifício na cruz. A Idade Média poderia ser datada desde o Pontificado de Gregório Magno (590-604) até a eclosão do protestantismo e o início da era moderna em 1517, tendo durado quase um milênio.
Mas havia uma grande diferença, naturalmente, na atitude da humanidade em relação a Cristo e Sua Igreja antes e depois da Idade Média: antes da Idade Média, o Cristianismo se mostrava cada vez mais como sendo o melhor fundamento para a civilização, enquanto após a Idade Média isto passou a ser demonstrado amplamente, de modo que, nesse período, sua superioridade em relação a todas as outras religiões teve de ser reconhecida mesmo enquanto ele estava sendo recusado na prática. Isso significa que todos os pretendentes substitutos do Catolicismo que surgiram após a Idade Média são caracterizados por uma hipocrisia que precisava ser cada vez mais sutil para que eles pudessem fazer-se passar por verdadeiros substitutos do Catolicismo.
Assim, Lutero rejeitou brutalmente o Catolicismo, mas ainda fingiu que sua revolução era uma "Reforma", e depois que a Igreja Católica o expulsou, os jansenistas revolucionários criaram no século XVI uma forma protestante de catolicismo. Os jansenistas, por sua vez, transformaram-se em liberais no século XVIII, fingindo ter em sua maçonaria um culto iluminado superior ao dos protestantes e ao dos católicos, e quando a verdadeira Igreja repudiou resolutamente a Maçonaria no mesmo século XVIII, então os liberais se disfarçaram de católicos liberais no século XIX, e de liberais “atualizados” ou superiores aos católicos no século XX. São Pio X rapidamente diagnosticou e descartou esse modernismo na Pascendi, mas este, fazendo-se passar ainda mais sutilmente por um catolicismo atualizado, varreu com ele quase toda a Igreja no Vaticano II (1962-1965); e, no século XXI, o disfarce já era tão bom que até mesmo a Fraternidade Sacerdotal São Pio X oficial, fundada para resistir a esse neomodernismo, também foi essencialmente varrida.
Humanamente falando, é assustador perceber em 2020 como resta pouca resistência católica a essa ascensão do Diabo e a seus ataques contra a Igreja, mas foi isso que o Deus Sapientíssimo escolheu permitir, e, sem dúvida, Ele ainda está cuidando de Seu “pequeno rebanho”, como Nosso Senhor o chama: “Não temais, ó pequeno rebanho, porque foi do agrado de vosso pai dar-vos (seu) reino. Vendei o que possuis, e dai esmola. Provede-vos de tesouro inexaurível no céu, aonde não chega o ladrão, e (ao qual) a traça não rói. Porque onde está o vosso tesouro, aí está também o vosso coração”. (Lc. XII, 32-34). Em outras palavras, renuncie ao dinheiro e ao materialismo, porque Nosso Senhor nos adverte que não podemos servir a dois deuses ao mesmo tempo, e se servimos a Mamon, não podemos servir a Deus (Mt. VI, 24).
E se reconhecermos como somos vulneráveis aos erros, às mentiras e às blasfêmias sutis do diabo que dominaram o mundo que nos rodeia, então, como antídoto, rezemos o Rosário de Nossa Senhora, de preferência todos os 15 Mistérios por dia, porque Ela e somente Ela o coloca sob seus pés, como qualquer boa imagem dela, quadro ou estátua, nos lembra; e hoje em dia o mal é tão avassalador que os 15 mistérios não são demais, se rezá-los integralmente for razoável e possível.
E como é que uma humilde donzela judia pode ser mais forte do que Satanás com todas as suas "pompas e obras" é o segredo de Deus revelado tanto por Nosso Senhor: “Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e aos prudentes, e as revelaste aos pequeninos” (Mt. XI, 25), como por São Paulo: “Mas as coisa loucas segundo o mundo escolheu-as Deus para confundir os sábios; e as coisas fracas segundo o mundo escolheu-as Deus para confundir os fortes” (1 Cor. I, 27). Na próxima semana, veremos mais atentamente a hipocrisia do modernismo.