quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

Dia 19 de fevereiro dia de Santo Martiniano,Confessor.


19/02 Quarta-feira
 
Feria de Quarta Classe
Paramentos Roxos
 
Santo Martiniano

 São Martiniano era um monge eremita, mas acabou se tornando um andarilho para que o pecado nunca o achasse "em endereço fixo". 
   Martiniano era natural da Cesaréia, na Palestina, nasceu no século IV. Desde a tenra idade decidiu ligar sua vida à Deus e aos dezoito anos ingressou numa comunidade de eremitas, não muito distante da sua cidade, onde se entregou à vida reclusa e viveu durante sete anos. A fama de sua sabedoria percorreu a Palestina e Martiniano passou a ser procurado por gente de todo o país que lhe pedia conselhos, orientação espiritual, a cura de doenças e até a expulsão de maus espíritos. Ganhou fama de santidade e essa fama atraiu Zoé, uma jovem cortesã. 
  Zoé era milionária, bela e conhecida como uma mulher de costumes arrojados e pouco recomendáveis. Fez uma espécie de aposta em seu círculo de amizades indivíduos de sua laia o plano diabólico e afirmou que faria o casto monge se perder. Disfarçando-se em pobre abandonada, chegou pela tardinha à casa de Martiniano e pediu agasalho: “Tende compaixão de mim, homem de Deus! Não permitais que eu seja presa das feras. Perdi-me na floresta e sem orientação, não sei para onde me dirigir”,pedindo abrigo. Ele deixou que entrasse, acomodou-a e foi para os aposentos do fundo da casa, onde rezou entoando cânticos de louvor ao Senhor. O bom do eremita levantou as mãos ao céu, chamou a Deus em auxílio, e só depois de muitos rogos da parte da mulher, consentiu que lhe entrasse na gruta. Para si procurou um outro abrigo e passou a noite toda em oração.
   Zoé, porém, trocou os andrajos enganosos por um vestido sedutor. Quando, na manhã seguinte, Martiniano chegou à gruta, Zoé se apresentou em todo o esplendor e grande foi a surpresa do santo homem, pois não a conhecia. Zoé deu-se a conhecer, manifestou ao eremita sua verdadeira intenção e com maneiras blandiciosas e afáveis, tentou-o ao pecado. A proposta, disse-lhe, que te faço não te deve ser estranha e é bem compatível com teu  modo de vida. Sabes que os santos do antigo testamento eram favorecidos pela fortuna e casados. Eis me aqui para oferecer-te, junto com minha pessoa os meus grandes bens”.
  Martiniano, em vez de enxotar a sedutora, mostrou-lhe simpatia e fraqueou. Deus permitiu esta fraqueza, talvez para lhe castigar o orgulho, que não o deixou enxergar o perigo e fê-lo confiar em si. À hora em que, por costume, pessoas vinham para ouvir-lhe os conselhos e receber-lhe a benção, Martiniano saiu da gruta. Mal ficou sozinho, caiu em si e a consciência começou a atormentá-lo com suas acusações. O arrependimento foi tão grande, que mal podia sustentar-se. Depois juntou alguma lenha, acendeu-a e quando tinha boa brasa, meteu os pés dentro e disse: “Martiniano, se agüentares este fogo, continua a pecar; do contrário, como poderás sofrer o fogo eterno, que mereceste pelo pecado?”
   Chamando a mulher, disse-lhe: “Vem ponha aqui teus pés, se queres pecar”. Zoé, vendo o espetáculo que se lhe desenrolava diante dos olhos, impressionou-se grandemente e o coração tomou-se-lhe de profunda contrição. Imediatamente tirou a roupa escandalosa, meteu-a no fogo, pediu perdão ao eremita e conselho sobre o que havia de fazer, para obter remissão dos pecados. Martiniano ordenou-lhe que fosse para o convento de Santa Paula, em Belém e lá passasse o resto da vida em penitência. Zoé obedeceu, pediu e obteve a admissão no convento indicado e tão radical foi sua conversão que de pecadora tornou-se grande penitente e Santa.
    Martiniano julgou ser vontade de Deus abandonar o lugar de sua infelicidade e procurou uma ermida, situada, numa ilha lá ficou durante seis anos, constando-lhe a alimentação de pão, água e palmitos, que pescadores de vez em quando lhe traziam. Pelo fim do sexto ano de desterro, naufragou naquela ilha um navio. Dos náufragos sobreviveu uma jovem de vinte e cinco anos que pediu auxílio a Martiniano; este lhe fez a caridade, que as circunstâncias exigiam. Para não se expor novamente ao perigo, resolveu fugir. Confiado no auxílio divino atirou-se na água para, a nado, ganhar o continente. Deus o protegeu visivelmente, mandando dois delfins que o levaram à terra. A donzela ficou na ilha, levando vida santa. Martiniano, porém tomou a resolução de não mais ter domicílio fixo. Fiel a este propósito, andava de um lugar a outro, implorando a caridade dos cristãos. Nessas viagens chegou a Atenas, onde entrou numa Igreja, quando sentiu as forças o abandonarem. Com muita devoção recebeu os santos Sacramentos. Poucos dias depois entregou a alma ao Criador. As suas últimas palavras foram: “Senhor, em vossas mãos recomendo o meu espírito”. Martiniano morreu no ano de 400. A Igreja oriental presta-lhe grandes homenagens. Os restos mortais acham-se depositados numa Igreja de Constantinopla, situada perto da mesquita de Santa Sofia.

Intróito/ Ps. 17, 5, 6 et 7.
 Os gemidos da morte me cercaram, as dores do inferno me cercaram; na minha aflição invoquei o Senhor, e do seu santo templo ele ouviu a minha voz.Ps. ibd., 2-3. Eu te
amarei, Senhor, você que é minha força; o Senhor é meu firme apoio e meu libertador.
V/.Glória Patri.
 
Coleta
Suplicamos-te, Senhor, ouve com misericórdia as orações do teu povo, para que nós, que somos justamente afligidos pelos nossos pecados, sejamos misericordiosamente libertos para a glória do teu nome.

 
Leitura da Epístola de São Paulo a

I Coríntios 9,24-27 e; 10, 1-5
24 Nas corridas de um estádio, todos correm, mas bem sabeis que um só recebe o prêmio. Correi, pois, de tal maneira que o consigais. 25 Todos os atletas se impõem a si muitas privações; e o fazem para alcançar uma coroa corruptível. Nós o fazemos por uma coroa incorruptível. 26 Assim, eu corro, mas não sem rumo certo. Dou golpes, mas não no ar. 27 Ao contrário, castigo o meu corpo e o mantenho em servidão, de medo de vir eu mesmo a ser excluído depois de eu ter pregado aos outros. 1 (Não quero que ignoreis, irmãos), que os nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem e que todos atravessaram o mar; 2 todos foram batizados em Moisés, na nuvem e no mar; 3 todos comeram do mesmo alimento espiritual; 4 todos beberam da mesma bebida espiritual (pois todos bebiam da pedra espiritual que os seguia; e essa pedra era Cristo). 5 Não obstante, a maioria deles desgostou a Deus, pois seus cadáveres cobriram o deserto. 
 
Graduale. Ps. 9, 10-11 et 19-20.Senhor é nossa ajuda em momentos de necessidade e aflição. Deixe que aqueles que conhecem o seu nome esperem em você, pois você não abandona aqueles que te buscam, Senhor. 
 
 Pois os pobres não serão esquecidos para sempre; a paciência dos pobres não perecerá para sempre. Levante-se, Senhor, não deixe o homem triunfar.
 
Tractus. Ps. 129, 1-4.
Das profundezas clamei a ti, Senhor; Senhor, ouça minha voz.
V/. Fiant aures tuæ intendéntes in oratiónem servie tui. Que seus ouvidos estejam atentos à voz da minha súplica.
V/. Si iniquitátes observáveris, Dómine: Dómine, quis sustinébit? Se você examinar nossas iniqüidades, Senhor, quem estará diante de você?
V/. Quia apud te propitiátio est, e propter legem tuam sustínui te, Dómine. Mas contigo está a misericórdia, e por causa da tua lei tenho esperado em ti, Senhor.

Sequência do Santo Evangelho segundo 

São Mateus 20,1-16
1 Com efeito, o Reino dos céus é semelhante a um pai de família que saiu ao romper da manhã, a fim de contratar operários para sua vinha. 2 Ajustou com eles um denário por dia e enviou-os para sua vinha. 3 Cerca da terceira hora, saiu ainda e viu alguns que estavam na praça sem fazer nada. 4 Disse-lhes ele: - Ide também vós para minha vinha e vos darei o justo salário. 5 Eles foram. À sexta hora saiu de novo e igualmente pela nona hora, e fez o mesmo. 6 Finalmente, pela undécima hora, encontrou ainda outros na praça e perguntou-lhes: - Por que estais todo o dia sem fazer nada? 7 Eles responderam: - É porque ninguém nos contratou. Disse-lhes ele, então: - Ide vós também para minha vinha. 8 Ao cair da tarde, o senhor da vinha disse a seu feitor: - Chama os operários e paga-lhes, começando pelos últimos até os primeiros. 9 Vieram aqueles da undécima hora e receberam cada qual um denário. 10 Chegando por sua vez os primeiros, julgavam que haviam de receber mais. Mas só receberam cada qual um denário. 11 Ao receberem, murmuravam contra o pai de família, dizendo: 12 - Os últimos só trabalharam uma hora... e deste-lhes tanto como a nós, que suportamos o peso do dia e do calor. 13 O senhor, porém, observou a um deles: - Meu amigo, não te faço injustiça. Não contrataste comigo um denário? 14 Toma o que é teu e vai-te. Eu quero dar a este último tanto quanto a ti. 15 Ou não me é permitido fazer dos meus bens o que me apraz? Porventura vês com maus olhos que eu seja bom? 16 Assim, pois, os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos.(Muitos serão os chamados, mas poucos os escolhidos).
 
Ofertório/ Ps. 91, 2.
É bom louvar ao Senhor e cantar o teu nome, ó Altíssimo.
 
Secreta
Tendo aceitado as nossas ofertas e as nossas orações, purifica-nos graças a estes mistérios celestiais, te imploramos, Senhor, e ouve-nos com clemência.

Comunhão/  Ps. 30, 17-18.
Faça resplandecer o seu rosto sobre o seu servo e salve-me pela sua misericórdia; Senhor, não me deixes envergonhado, pois te invoquei.(Quem não pode comungar em especie, fazer comunhão espiritual)

Nosso Senhor Jesus Cristo numa aparição revelou a sóror Paula Maresca, fundadora do convento de Sta. Catarina de Sena de Nápoles, como se refere na sua vida, e lhe mostrou dois vasos preciosos, um de ouro e outro de prata, dizendo-lhe que conservava no vaso de ouro suas comunhões sacramentais e no de prata as espirituais. As espirituais com dependência exclusiva da piedade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que alimentais nossa alma na solidão do coração.
“Meu Jesus, eu creio que estais realmente presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós” (Santo Afonso Maria de Liguori)
 
Oh! Não me é dado receber a santa Comunhão tantas vezes, quantas desejo. Mas, Senhor, não sois Todo-Poderoso?... Ficai em mim, como no Tabernáculo, não vos afasteis jamais de vossa pequenina hóstia…(Santa Terezinha do Menino Jesus)
 
Depois da comunhão.
Que os teus fiéis, ó Deus, sejam fortalecidos pelos teus dons, para que, ao recebê-los, possam buscá-los novamente e, ao buscá-los, possam recebê-los sem fim.

  Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

18 de fevereiro dia de São Simeão,Bispo e Martir


18/02  Terça-feira
Feria de Quarta Classe
Paramentos Roxos

São Simeão saudamos um parente próximo de Nosso Senhor Jesus Cristo. O pai, Cleófas, era irmão de São José, e sua mãe , Maria, parenta muito chegada da SS.Virgem. Era irmão do Apóstolo São Tiago Menor, amigo muito dedicado de Nosso Senhor, testemunha ocular de sua Paixão e Ressurreição.
Com os demais Apóstolos recebeu o Espírito Santo no dia de Pentecostes, e quando estes procuraram cada um o campo de sua ação evangélica, Simeão ficou em Jerusalém, com seu irmão Tiago, primeiro Bispo daquela cidade. São Tiago sucumbiu à sanha feroz dos judeus e morreu mártir. São Simeão, por ordem do Conselho dos Apóstolos, continuou a obra do irmão, sucedendo-lhe como Bispo de Jerusalém. 
Com um zelo verdadeiramente apostólico, pregou a doutrina de Cristo a judeus e pagãos, e pelo exemplo edificou a jovem Igreja. Sob seu governo cumpriu-se a terrível profecia de Nosso Senhor sobre Jerusalém. Os judeus, em vez de ouvir os conselhos dos Apóstolos, correram atrás de falsos profetas e levantaram-se contra os romanos, o que foi sua perdição. Antes, porém, do imperador Vespasiano cercar e atacar a cidade, os cristãos, por um aviso que receberam do céu, tiveram tempo de providenciar o seu êxodo. Simeão, obedecendo à voz de Deus, retirou-se para a cidade de Pela, onde, com toda a calma, pode dedicar- se ao munus apostólico, enquanto em Jerusalém não ficou pedra sobre pedra. Mais de um milhão de homens morreram de fome, de miséria, vitimados por doenças, ou crucificados pelos romanos; cem mil judeus foram levados à escravidão. Tendo terminado o terrível castigo, com que Deus profligou a cidade deicida, os cristãos voltaram, e por entre os escombros e ruínas construíram casas e continuaram a viver em paz, servindo a Deus Nosso Senhor. Muitos judeus, vendo os grandes milagres que o Apóstolo fazia, converteram-se ao cristianismo. O demônio, inimigo de todo o bem, observou com maus olhos o progresso da religião de Cristo na Capital da Judéia. Não lhe sendo possível causar maiores males, semeou cizânia que medrou produzindo várias heresias, as quais S. Simeão pode logo abafar.

Trajano era imperador de Roma. Na perseguição que decretou contra os cristãos, visou principalmente evitar, que a família e os descendentes daquela estirpe pudessem conceber a ideia de restaurar o reino dravídico ou de proclamar um novo Messias, e levar os judeus a uma grande rebelião. Foi bastante esta preocupação do monarca, para os judeus e hereges de Jerusalém lhe denunciarem o nome de Simeão, que realmente era da família de Davi.

Simeão, ancião de 120 anos, recebeu ordem de prisão e intimação de prestar homenagem aos deuses. “Nunca, nunca – foi à resposta do venerável Apóstolo – nunca jamais farei tal coisa, negando e traindo assim meu Mestre e Senhor Jesus Cristo. Teus deuses têm sido entes infames e ímpios; Jesus Cristo, porém, é Deus verdadeiro”. – No meio da cruel flagelação, a que o desumano governador o sujeitou, Simeão louvou e bendisse o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo. Vendo que nada conseguia, o governador condenou-o à morte da cruz. Honra maior não lhe podia ser dispensada, e por isso Simeão, ouvindo esta sentença, exultou de alegria. Ele próprio se estendeu sobre o instrumento do martírio e ofereceu aos algozes as mãos e os pés. Do alto da cruz ainda confessou o nome do divino Mestre, rezou pelos inimigos e entregou o espírito.
 
 
Intróito/ Ps. 17, 5, 6 et 7.
 Os gemidos da morte me cercaram, as dores do inferno me cercaram; na minha aflição invoquei o Senhor, e do seu santo templo ele ouviu a minha voz.Ps. ibd., 2-3. Eu te
amarei, Senhor, você que é minha força; o Senhor é meu firme apoio e meu libertador.
V/.Glória Patri.
 
Coleta
Suplicamos-te, Senhor, ouve com misericórdia as orações do teu povo, para que nós, que somos justamente afligidos pelos nossos pecados, sejamos misericordiosamente libertos para a glória do teu nome.
 
Leitura da Epístola de São Paulo a

I Coríntios 9,24-27 e; 10, 1-5
24 Nas corridas de um estádio, todos correm, mas bem sabeis que um só recebe o prêmio. Correi, pois, de tal maneira que o consigais. 25 Todos os atletas se impõem a si muitas privações; e o fazem para alcançar uma coroa corruptível. Nós o fazemos por uma coroa incorruptível. 26 Assim, eu corro, mas não sem rumo certo. Dou golpes, mas não no ar. 27 Ao contrário, castigo o meu corpo e o mantenho em servidão, de medo de vir eu mesmo a ser excluído depois de eu ter pregado aos outros. 1 (Não quero que ignoreis, irmãos), que os nossos pais estiveram todos debaixo da nuvem e que todos atravessaram o mar; 2 todos foram batizados em Moisés, na nuvem e no mar; 3 todos comeram do mesmo alimento espiritual; 4 todos beberam da mesma bebida espiritual (pois todos bebiam da pedra espiritual que os seguia; e essa pedra era Cristo). 5 Não obstante, a maioria deles desgostou a Deus, pois seus cadáveres cobriram o deserto. 
 
Graduale. Ps. 9, 10-11 et 19-20.Senhor é nossa ajuda em momentos de necessidade e aflição. Deixe que aqueles que conhecem o seu nome esperem em você, pois você não abandona aqueles que te buscam, Senhor. 
 
 Pois os pobres não serão esquecidos para sempre; a paciência dos pobres não perecerá para sempre. Levante-se, Senhor, não deixe o homem triunfar.
 
Tractus. Ps. 129, 1-4.
Das profundezas clamei a ti, Senhor; Senhor, ouça minha voz.
V/. Fiant aures tuæ intendéntes in oratiónem servie tui. Que seus ouvidos estejam atentos à voz da minha súplica.
V/. Si iniquitátes observáveris, Dómine: Dómine, quis sustinébit? Se você examinar nossas iniqüidades, Senhor, quem estará diante de você?
V/. Quia apud te propitiátio est, e propter legem tuam sustínui te, Dómine. Mas contigo está a misericórdia, e por causa da tua lei tenho esperado em ti, Senhor.

Sequência do Santo Evangelho segundo 

São Mateus 20,1-16
1 Com efeito, o Reino dos céus é semelhante a um pai de família que saiu ao romper da manhã, a fim de contratar operários para sua vinha. 2 Ajustou com eles um denário por dia e enviou-os para sua vinha. 3 Cerca da terceira hora, saiu ainda e viu alguns que estavam na praça sem fazer nada. 4 Disse-lhes ele: - Ide também vós para minha vinha e vos darei o justo salário. 5 Eles foram. À sexta hora saiu de novo e igualmente pela nona hora, e fez o mesmo. 6 Finalmente, pela undécima hora, encontrou ainda outros na praça e perguntou-lhes: - Por que estais todo o dia sem fazer nada? 7 Eles responderam: - É porque ninguém nos contratou. Disse-lhes ele, então: - Ide vós também para minha vinha. 8 Ao cair da tarde, o senhor da vinha disse a seu feitor: - Chama os operários e paga-lhes, começando pelos últimos até os primeiros. 9 Vieram aqueles da undécima hora e receberam cada qual um denário. 10 Chegando por sua vez os primeiros, julgavam que haviam de receber mais. Mas só receberam cada qual um denário. 11 Ao receberem, murmuravam contra o pai de família, dizendo: 12 - Os últimos só trabalharam uma hora... e deste-lhes tanto como a nós, que suportamos o peso do dia e do calor. 13 O senhor, porém, observou a um deles: - Meu amigo, não te faço injustiça. Não contrataste comigo um denário? 14 Toma o que é teu e vai-te. Eu quero dar a este último tanto quanto a ti. 15 Ou não me é permitido fazer dos meus bens o que me apraz? Porventura vês com maus olhos que eu seja bom? 16 Assim, pois, os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os últimos.(Muitos serão os chamados, mas poucos os escolhidos).
 
Ofertório/ Ps. 91, 2.
É bom louvar ao Senhor e cantar o teu nome, ó Altíssimo.
 
Secreta
Tendo aceitado as nossas ofertas e as nossas orações, purifica-nos graças a estes mistérios celestiais, te imploramos, Senhor, e ouve-nos com clemência.

Comunhão/  Ps. 30, 17-18.
Faça resplandecer o seu rosto sobre o seu servo e salve-me pela sua misericórdia; Senhor, não me deixes envergonhado, pois te invoquei.(Quem não pode comungar em especie, fazer comunhão espiritual)

Nosso Senhor Jesus Cristo numa aparição revelou a sóror Paula Maresca, fundadora do convento de Sta. Catarina de Sena de Nápoles, como se refere na sua vida, e lhe mostrou dois vasos preciosos, um de ouro e outro de prata, dizendo-lhe que conservava no vaso de ouro suas comunhões sacramentais e no de prata as espirituais. As espirituais com dependência exclusiva da piedade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que alimentais nossa alma na solidão do coração.
“Meu Jesus, eu creio que estais realmente presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós” (Santo Afonso Maria de Liguori)
 
Oh! Não me é dado receber a santa Comunhão tantas vezes, quantas desejo. Mas, Senhor, não sois Todo-Poderoso?... Ficai em mim, como no Tabernáculo, não vos afasteis jamais de vossa pequenina hóstia…(Santa Terezinha do Menino Jesus)
 
Depois da comunhão.
Que os teus fiéis, ó Deus, sejam fortalecidos pelos teus dons, para que, ao recebê-los, possam buscá-los novamente e, ao buscá-los, possam recebê-los sem fim.

 Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário.


domingo, 9 de fevereiro de 2025

Quinto Domingo depois da Epifania

09/02 Domingo depois da Epifania
Festa de Segunda Classe
Paramentos Verdes 

Intróito/Sal. 96, 7-8.
Adore a Deus, todos os seus anjos, Sião ouviu e se alegrou, e as filhas de Judá se alegraram.Ps. ibid., 1 O Senhor é rei; regozije-se a terra, regozijem-se todas as ilhas.
V/. Glória Patri.

Coleta
Suplicamos-te, Senhor, que mantenhas a tua família com bondade constante, para que aqueles que confiam na única esperança da tua graça celestial possam sempre receber a tua proteção.

Leitura da Epístola de São Paulo aos

Colossenses 3, 12-17
12 Portanto, como eleitos de Deus, santos e queridos, revesti-vos de entranhada misericórdia, de bondade, humildade, doçura, paciência. 13 Suportai-vos uns aos outros e perdoai-vos mutuamente, toda vez que tiverdes queixa contra outrem. Como o Senhor vos perdoou, assim perdoai também vós. 14 Mas, acima de tudo, revesti-vos da caridade, que é o vínculo da perfeição. 15 Triunfe em vossos corações a paz de Cristo, para a qual fostes chamados a fim de formar um único corpo. E sede agradecidos. 16 A palavra de Cristo permaneça entre vós em toda a sua riqueza, de sorte que com toda a sabedoria vos possais instruir e exortar mutuamente. Sob a inspiração da graça cantai a Deus de todo o coração salmos, hinos e cânticos espirituais. 17 Tudo quanto fizerdes, por palavra ou por obra, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai. 

Gradual/Sal. 101, 16-17.
As nações temem o teu nome, Senhor, e todos os reis da terra, a tua glória.
V / Porque o Senhor construiu Sião e será vista em sua majestade.

Aleluia, aleluia/Sal. 96, 4
 V /.O Senhor é rei: regozije-se a terra, regozijem-se todas as ilhasAleluia.


Sequência do Santo Evangelho 

São Mateus 18,1-5
24 Jesus propôs-lhes outra parábola: O Reino dos céus é semelhante a um homem que tinha semeado boa semente em seu campo. 25 Na hora, porém, em que os homens repousavam, veio o seu inimigo, semeou joio no meio do trigo e partiu. 26 O trigo cresceu e deu fruto, mas apareceu também o joio. 27 Os servidores do pai de família vieram e disseram-lhe: - Senhor, não semeaste bom trigo em teu campo? Donde vem, pois, o joio? 28 Disse-lhes ele: - Foi um inimigo que fez isto! Replicaram-lhe: - Queres que vamos e o arranquemos? 29 - Não, disse ele; arrancando o joio, arriscais a tirar também o trigo. 30 Deixai-os crescer juntos até a colheita. No tempo da colheita, direi aos ceifadores: arrancai primeiro o joio e atai-o em feixes para o queimar. Recolhei depois o trigo no meu celeiro.

Ofertório/ Sal. 117, 16 e 17.
A destra do Senhor fez brotar o seu poder, a destra do Senhor me exaltou. Não morrerei, mas viverei e contarei as obras do Senhor.

Secreta
Oferecemos-te, Senhor, estas hostes de propiciação, para que, na tua misericórdia, nos perdoes as nossas faltas e dirijas os nossos corações vacilantes.
 
Comunhão/ Lucas. 4, 22.
Todos admiravam as palavras que saíam da boca de Deus. (Quem não pode comungar em especie, fazer comunhão espiritual)

Nosso Senhor Jesus Cristo numa aparição revelou a sóror Paula Maresca, fundadora do convento de Sta. Catarina de Sena de Nápoles, como se refere na sua vida, e lhe mostrou dois vasos preciosos, um de ouro e outro de prata, dizendo-lhe que conservava no vaso de ouro suas comunhões sacramentais e no de prata as espirituais. As espirituais com dependência exclusiva da piedade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que alimentais nossa alma na solidão do coração.
“Meu Jesus, eu creio que estais realmente presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós” (Santo Afonso Maria de Liguori)
 
Oh! Não me é dado receber a santa Comunhão tantas vezes, quantas desejo. Mas, Senhor, não sois Todo-Poderoso?... Ficai em mim, como no Tabernáculo, não vos afasteis jamais de vossa pequenina hóstia…(Santa Terezinha do Menino Jesus)
 
Depois da comunhão.
ós vos suplicamos, Deus Todo-Poderoso, concedei-nos os favores de que, por estes mistérios, recebemos o penhor.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário

09 de fevereiro dia de São Cirilo.


  São Cirilo nasceu no ano de 370, no Egito. Era sobrinho de Teófilo, bispo de Alexandria, e substituiu o tio numa importante diocese do Oriente de 412 até 444, quando faleceu aos setenta e quatro anos de idade. Foram trinta e dois anos de episcopado, durante os quais exerceu forte liderança na Igreja, devido à rara associação de um acurado e profundo conhecimento teológico e de uma humildade e simplicidade própria do pastor de almas. Deixou muitos escritos e firmou a posição da Igreja no Oriente. Primeiro, resolveu o problema com os judeus que habitavam a cidade: ou deixavam de atacar a religião católica ou deviam mudar-se da cidade. Depois, foi fechando as Igrejas onde não se professava o verdadeiro cristianismo. Mas sua grande obra foi mesmo a defesa do dogma de Maria, como a Mãe de Deus. Ele se opôs e combateu Nestório, patriarca de Constantinopla, que professava ser Maria apenas a mãe do homem Jesus e não de Jesus Deus,segunda pessoa da Santíssima Trindade, como está no Evangelho. Por esse erro de pregação, Cirilo escreveu ao papa Celestino, o qual organizou vários sínodos e concílios, onde o tema foi exaustivamente discutido. Em todos, esse papa se fez representar por Cirilo. O mais importante deles talvez tenha sido o Concilio de Éfeso, em 431, no qual se concluiu o assunto com a condenação dos erros de Nestório e a proclamação da Maternidade divina de Nossa Senhora. Além, é claro, de considerar hereges os bispos que não aceitavam a santidade de Maria.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário.

sábado, 8 de fevereiro de 2025

08 de fevereiro dia de São João da Mata, Confessor.

08/02 Sábado
Festa de Terceira Classe
Paramentos Brancos

  São João da Matha, o grande fundador da Ordem dos Trinitários, nasceu em 1152, em Francon, cidade do sul da França. Os pais, igualmente distintos pela virtude e descendência, consagraram o recém-nascido à SS. Virgem. Menino ainda, João mostrava grande amor à oração e aos pobres. O dinheiro que dos pais recebia para os modestos divertimentos, repartia-o entre os pobres. Nos dias santos, seu passeio predileto era ao hospital, onde servia aos doentes, fazia curativos e prestava outros serviços de enfermeiro. Com distinção terminou os estudos em Paris. À ciência ligava grande virtude e piedade, motivo por que o Arcebispo de Paris não pôs dúvida em ordená-lo sacerdote.

Durante a celebração da primeira Missa apareceu-lhe um anjo do céu, que trazia um hábito branco, com uma cruz vermelha e azul no peito e estendia seus braços sobre dois cativos algemados, um cristão e um mouro. João viu nisto um aviso de Deus e tomou a resolução de dedicar suas energias à obra de libertação dos cristãos, que gemiam sob o jugo da escravidão dos infiéis. O Plano de João da Matha, obedecia a um duplo fim: libertar os cristãos da escravidão e salvar as almas, que em contato com povos infiéis, corriam risco de perder-se. Antes de por em execução este plano, foi ter com São Félix de Valois, pobre eremita, que morava perto de Meaux e cuja santidade por todos era conhecida. Felix acolheu-o com muita satisfação, mas logo percebeu que o hóspede, longe de ser principalmente na vida religiosa, era mestre abalizado, e nesta qualidade o aceitou não como discípulo, mas como companheiro, que Deus lhe tinha mandado. Nos três anos, que assim viveram, na mais perfeita harmonia e em práticas de virtudes heróicas, muitas vezes se ocupavam do plano de João da Matha, que não podia ser senão fruto de inspiração divina.
Em contínuas e ardentes orações pediram as luzes do Espírito Santo para uma obra tão nobre, e ao mesmo tempo dificílima de ser posta em prática. Em 1197 se dirigiram a Roma para, em audiência particular, apresentar-se ao grande Papa Inocêncio III. Este os recebeu com muitas honras e aprovou-lhes o instituto. Deu-lhes, como distintivo da nova Ordem, um hábito branco, com uma cruz azul-vermelha no peito. Aludindo a estas três cores, deu-se-lhes o nome de Trinitários ou Irmãos da Ordem da SS. Trindade. Aprovada a obra, João foi nomeado primeiro Geral da Ordem. O Bispo de Paris, junto com o Abade de São Vitor, foram incumbidos da elaboração da regra, que teve a aprovação pontifícia em 1198.

João construiu o novo convento em Cerfroid. A afluência de jovens a esta nova instituição era considerável, e João deu-lhes um novo superior, na pessoa de São Felix de Valois. Não conseguindo ele próprio o consentimento do Papa para trabalhar no meio dos infiéis, em breve mandou missionários. Dois dos mesmos libertaram cento e oitenta e seis cristãos, que foram em triunfo levados a Paris. Este brilhante resultado despertou de tal forma o entusiasmo de João da Matha, que renovou o pedido perante o Papa, de lhe ser permitida a viagem à África. Desta vez mais bem sucedido, partiu imediatamente para África onde resgatou grande número de cristãos. Em 1210 fez segunda viagem a Tunis e grandes foram os tormentos e provações, a que os maometanos o sujeitaram. O zelo que o animava, contraiu-lhe um ódio mortal do infiéis, que de tal modo o maltrataram, que o deixaram meio morto, banhado em sangue nas ruas de Tunis. Neste martírio João se julgava feliz de poder sofrer pela causa de Deus. Logo que recuperou as forças, reuniu todos os cristãos resgatados, e embarcou-os num navio que os devia levar a Roma. Os bárbaros, porém, foram-lhes ao encalço, apoderaram-se do navio, quebraram-lhe o leme, rasgaram as velas, tudo isto para impossibilitar o desembarque dos cristãos. João, porém não se deixou intimidar. Cheio de confiança em Deus, substituiu as velas pelo seu manto, tomou o Crucifixo e pediu a Deus que dirigisse o navio. Maravilhoso feito produziu este recurso, inspirado pela fé.

Em poucos dias o navio, contra toda a expectativa, chegou a Ostia. Nos últimos anos de vida, João percorreu a Itália, França e Espanha, despertando por toda a parte um vivo interesse pela triste sorte dos cristãos na África. Deus moveu os corações dos ricos, que concorreram com avultadas somas para a realização de uma obra tão generosa e cristã, como era a libertação dos cristãos das mãos dos maometanos. A Ordem desenvolveu-se rapidamente, e tornou-se necessária a fundação de novos conventos.

João, outra vez chamado pelo Papa a Roma, lá fora incansável no serviço da caridade: Deus abençoou-lhe o apostolado de tal modo, que milhares de pecadores, entre estes os mais contumazes, se converteram a uma vida exemplar.

João da Matha morreu em 1213, na idade de 61 anos, tendo a consolação de ver a Ordem espalhada e conhecida em todo o mundo. O corpo foi depositado na Igreja do seu convento em Roma, e mais tarde trasladado para Espanha. Canonizado por Inocêncio XI, a festa de São João da Matha foi marcada para o dia 8 de fevereiro.

Intróito/Sal. 36, 30-31.
A boca do justo meditará sobre a sabedoria, e a sua língua proferirá eqüidade; a lei de seu Deus está em seu coração.Ps. ibid.,Não tenha inveja dos ímpios e não tenha inveja dos que praticam a iniqüidade.V/. Glória Patri.

Coleta
Ó Deus, que por meio de São João te dignaste estabelecer milagrosamente a Ordem da Santíssima Trindade para redimir os cativos do poder dos sarracenos, fazei, vos suplicamos, que pelos sufrágios dos seus méritos e pela ajuda de vossa graça, sejamos libertos do cativeiro do corpo e da alma.

 Leitura da Epístola extraída do livro do 

Eclesiástico 31, 8-11

8. Bem-aventurado o rico que foi achado sem mácula, que não correu atrás do ouro, que não colocou sua esperança no dinheiro e nos tesouros!
9. Quem é esse homem para que o felicitemos? Ele fez prodígios durante sua vida.10. Àquele que foi tentado pelo ouro e foi encontrado perfeito, está reservada uma glória eterna: ele podia transgredir a lei e não a violou; ele podia fazer o mal e não o fez.11. Por isso seus bens serão fortalecidos no Senhor, e toda a assembleia dos santos louvará suas esmolas.

Gradual/Sal. 20, 4-5.
Os justos florescerão como a palmeira e se multiplicarão como o cedro do Líbano na casa do Senhor.V /. Para anunciar a tua misericórdia de manhã e a tua verdade à noite.

Aleluia, aleluia/ Is. 1, 12.
 Bem-aventurado o homem que sofre a prova com paciência, pois quando for provado receberá a coroa da vida. Aleluia.

Sequência do Santo Evangelho segundo

São Lucas, 12, 35- 40

35. Estejam cingidos os vossos rins e acesas as vossas lâmpadas.
36. Sede semelhantes a homens que esperam o seu senhor, ao voltar de uma festa, para que, quando vier e bater à porta, logo lhe abram.37. Bem-aventurados os servos a quem o senhor achar vigiando, quando vier! Em verdade vos digo: cingir-se-á, fá-los-á sentar à mesa e servi-los-á.
38. Se vier na segunda ou se vier na terceira vigília e os achar vigilantes, felizes daqueles servos!39. Sabei, porém, isto: se o senhor soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria sem dúvida e não deixaria forçar a sua casa.
40. Estai, pois, preparados, porque, à hora em que não pensais, virá o Filho do Homem. 

Ofertório/  Sal. 88, 25.
A minha verdade e a minha misericórdia estarão com ele e pelo meu nome surgirá o seu poder.

Secreta
Nós imolamos a ti, Senhor, uma multidão de louvores em memória de teus santos, em quem confiamos para triunfar sobre os males da vida presente e escapar dos males da vida futura.

Comunhão/Math. 24,46-47.
Bem-aventurado o servo que o senhor, ao chegar, encontrar vigiando; em verdade vos digo que ele o designará sobre todos os seus bens.(Quem não pode comungar em especie, fazer comunhão espiritual)

Nosso Senhor Jesus Cristo numa aparição revelou a sóror Paula Maresca, fundadora do convento de Sta. Catarina de Sena de Nápoles, como se refere na sua vida, e lhe mostrou dois vasos preciosos, um de ouro e outro de prata, dizendo-lhe que conservava no vaso de ouro suas comunhões sacramentais e no de prata as espirituais. As espirituais com dependência exclusiva da piedade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que alimentais nossa alma na solidão do coração.
“Meu Jesus, eu creio que estais realmente presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós” (Santo Afonso Maria de Liguori)
 
Oh! Não me é dado receber a santa Comunhão tantas vezes, quantas desejo. Mas, Senhor, não sois Todo-Poderoso?... Ficai em mim, como no Tabernáculo, não vos afasteis jamais de vossa pequenina hóstia…(Santa Terezinha do Menino Jesus)
 
Depois da comunhão.
Alimentados de comida e bebida celestiais, rogamos e suplicamos, ó nosso Deus, que nos conceda a ajuda das orações daquele em cuja festa as recebemos.


Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário.

sábado, 1 de fevereiro de 2025

A DEVOÇÃO DOS PRIMEIROS SÁBADOS

A Magnifica Promessa dos 
Cinco Primeiros Sábados
"A quem abraçar esta devoção, Eu prometo a salvação."
... Nossa Senhora de Fátima, no dia 13 de Junho de 1917


 Por que os cinco Sábados?

 São cinco os Primeiros Sábados por, segundo revelou Jesus, serem “cinco as espécies de ofensas e blasfêmias proferidas contra o Imaculado Coração de Maria.

Esta pergunta, levantada por muitos, também a fez a Irmã Lúcia a Nosso Senhor, que assim lhe respondeu: "Minha filha, o motivo é simples: são cinco as espécies de ofensas e blasfêmias proferidas contra o Imaculado Coração de Maria.

1. As blasfêmias contra a Imaculada Conceição;

2. Contra a sua virgindade;

3. Contra a maternidade divina, recusando, ao mesmo tempo, recebê-La como Mãe dos homens;

4. Os que procuram publicamente infundir, nos corações das crianças, a indiferença, o desprezo, e até o ódio para com esta Imaculada Mãe;

5. Os que A ultrajam diretamente nas Suas sagradas imagens". (Cfr. Memórias e Cartas da Irmã Lúcia,
Porto, 1973).

Estas blasfêmias dos modernistas, maçônicos, hereges, cismáticos,ateus  e ímpios

  Cegos por um ecumenismo maçônico enganador, houve varias rebelião,a pior foi em 1962 com o Concilio Vaticano II reunião todas blasfêmias, e esquecem que só tem uma verdade evidente, relembrada aqui pela Mensagem de Fátima: aqueles que, obstinadamente e com pleno conhecimento, negam abertamente as prerrogativas da Santíssima Virgem Maria, cometem as blasfêmias mais odiosas respeitante a Ela por isto a:
Comunhão Reparadora nos Primeiros Sábados
  
 A salvação das almas, de todas as almas – "principalmente as que mais precisarem" –, arrebatando-as a todas do fogo do inferno que as ameaça é, portanto, em última análise, a intenção principal da prática dos Primeiros Sábados do mês. Foi essa mesma intenção que Nossa Senhora já tinha indicado no dia 19 de Agosto de 1917, quando recomendou aos pastorinhos a urgência de rezarem e fazerem sacrifícios: "Rezai, rezai muito; e fazei sacrifícios pelos pecadores, que vão muitas almas para o Inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas".

   Na Aparição do dia 13 de Julho anunciou Nossa Senhora em Fátima: “Para impedir a guerra virei pedir a consagração da Rússia ao meu Imaculado Coração e a Comunhão reparadora nos Primeiros Sábados”.
Esta última devoção veio pedi-la, aparecendo à Irmã Lúcia a 10-12-1925, em Pontevedra, Espanha. Disse então:
“Olha, minha filha, o meu coração cercado de espinhos que os homens ingratos a todos os momentos me cravam com blasfémias e ingratidões. Tu, ao menos, procura consolar-me e diz que prometo assistir na hora da morte, com todas as graças necessárias para a salvação, a todos os que, no Primeiro Sábado de cinco meses seguidos, se confessarem, receberem a Sagrada Comunhão, rezarem um terço e me fizerem companhia durante quinze minutos, meditando nos 15 mistérios do Rosário com o fim de me desagravar”.
Nª Senhora mostrou o seu Coração rodeado de espinhos, que significam os nossos pecados. Pediu que fizéssemos atos de desagravo para Lhos tirar, com a devoção reparadora dos cinco Primeiros Sábados. Em recompensa, promete-nos "todas as graças necessárias para a salvação”.
Jesus nos dois anos seguintes, 15 de Fevereiro de 1926 e 17 de Dezembro de 1927, insiste para que se propague esta devoção. Lúcia escreveu: “Da prática da devoção dos Primeiros Sábados, unida à consagração ao Imaculado Coração de Maria, depende a guerra ou a paz do mundo”.




CONDIÇÕES

As condições para ganhar o privilégio dos Primeiros Sábados são quatro:

1. Confissão. Para cada Primeiro Sábado é precisa uma confissão com intenção reparadora. Pode fazer-se em qualquer dia, antes ou depois do Primeiro Sábado, contanto que se receba a Comunhão em estado de graça.
A vidente perguntou: – “Meu Jesus, as (pessoas) que se esquecerem de formar essa intenção (reparadora)? Jesus respondeu – Podem formá-la na confissão seguinte, aproveitando a primeira ocasião que tiverem para se confessar”.
As outras três condições devem cumprir-se no próprio Primeiro Sábado, a não ser que algum sacerdote, por justos motivos, conceda que se possam fazer no domingo a seguir.
2. A Comunhão Reparadora.
3. O Terço.
4. A meditação, durante 15 minutos, de um só mistério, de vários ou de todos. Também vale uma meditação ou explicação de 3 minutos antes de cada um dos 5 mistérios do terço que se está a rezar.
Em todas estas quatro práticas deve-se ter a intenção de desagravar o Imaculado Coração de Maria.
A devoção dos 5 Primeiros Sábados foi aprovada pelo Bispo de Leiria a 13-9-1939, em Fátima.



ATO DE CONSAGRAÇÃO E DESAGRAVO


Virgem Santíssima e Mãe nossa querida, ao mostrardes o vosso Coração cercado de espinhos, símbolo das blasfêmias e ingratidões com que os homens ingratos pagam as finezas do vosso amor, pedistes que Vos consolássemos e desagravássemos.
Ao ouvir as vossas amargas queixas, desejamos desagravar o vosso doloroso e Imaculado Coração que a maldade dos homens fere com os duros espinhos dos seus pecados.
Dum modo especial Vos queremos desagravar das injúrias sacrilegamente proferidas contra a vossa Conceição Imaculada e Santa Virgindade. Muitos, Senhora, negam que sejais Mãe de Deus e nem Vos querem aceitar como terna Mãe dos homens. Outros, não Vos podendo ultrajar diretamente, descarregam nas vossas sagradas imagens a sua cólera satânica. Nem faltam também aqueles que procuram infundir nos corações das crianças inocentes, indiferença, desprezo e até ódio contra Vós.
Virgem Santíssima, aqui prostrados aos vossos pés, nós Vos mostramos a pena que sentimos por todas estas ofensas e prome¬temos reparar com os nossos sacrifícios, comunhões e orações tantas ofensas destes vossos filhos ingratos.
Reconhecendo que também nós, nem sempre correspondemos às vossas predileções, nem Vos honrámos e amámos como Mãe, suplicamos para os nossos pecados misericordioso perdão.
Para todos quantos são vossos filhos e particularmente para nós, que nos consagramos inteiramente ao vosso Coração Imaculado, seja-nos ele o refúgio durante a vida e o caminho que nos conduza até Deus. Assim seja.

 Papa São Pio X, a devoção dos primeiros sábados do mês foi aprovada oficialmente: "Todos os fiéis que, no primeiro sábado ou no primeiro domingo de doze meses seguidos, dedicarem algum tempo à oração vocal ou mental em honra da Imaculada Conceição da Santíssima Virgem ganham, em cada um desses dias, uma indulgência plenária. As condições são: confissão, comunhão e oração pelas intenções do Soberano Pontífice".

" Se Fizerem o que Eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz ... virei pedir ... a comunhão reparadora nos primeiros sábados dos mês."

... Nossa Senhora à Irmã Lúcia, 13 de Julho, 1917

Orações e jejuns em reparação ao carnaval de São Paulo que levam Santa imagem de Nossa Senhora. 


Divulguem pois cada folheto sai por 0,15 centavos em papel cuchê.
E colorido.
Pedidos abaixo de 1 mil paga-se o frete e não vai de brinde o Catecismo da Doutrina Cristã dito de São Pio X:

 100 folhetos sai por 30,00 +20,00 frete registrado=70,00


Ó Maria,Virgem poderosa,
Tu, grande ilustre defensora da Santa Igreja,
Tu, Auxilio maravilhoso dos cristãos,
Tu terrível como exército ordenado em batalha,
Tu, que, só, destruíste toda heresia em todo mundo
Nas nossas angústia, nas nossas lutas, nas nossas aflições, defende-nos do inimigo; e na hora da morte, acolhe a nossa alma no paraíso. Amém!
(Oração composta por São João Bosco)
 
 Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dia Santo Rosário.

Primeiro de fevereiro dia de Santo Inácio de Antioquia,Bispo e Mártir.

01/02 Sábado
Festa de Terceira Classe
Paramentos Vermelhos
 
  Santo Inácio de Antioquia, Bispo e Mártir (c. 107 d.C) 
  No  Coliseu romano, o bispo cristão aguarda ser trucidado pelas feras, enquanto a multidão exulta em gritos de prazer com o espetáculo sangrento que vai começar. Por sua vez, no estádio, cristãos incógnitos, misturados entre os pagãos, esperam, horrorizados, que um milagre salve o religioso. Os leões estão famintos e excitados com o sangue já derramado na arena. O bispo Inácio de Antioquia, sereno, esperava sua hora pronunciando com fervor o nome do Cristo.
  Graças a Santo Inácio  cristianismo floreceu mais, surgiram mais cristãos.   Era o início dos tempos que mudaram o mundo, próximo do ano 35 da era cristã quando ele nasceu. Segundo os estudiosos não era judeu e teria sido convertido pela primeira geração de cristãos, os apóstolos escolhidos pelo próprio Jesus. Cresceu e foi educado entre eles, depois Pedro nomeou no posto de bispo de Antioquia, na Síria, considerada a terceira cidade mais importante do Império Romano, depois de Roma e Alexandria no Egito. Gostava de ser chamado Inácio Nurono. Inácio deriva do grego "ignis", fogo, e Nurono era um nome que ele mesmo deu a si, significa "o portador Deus". Deste modo viveu sua existência toda, era o portador de Deus que incendiava a fé.
    Foi o defensor de um ponto que só viria a ser elevado à categoria de dogma séculos mais tarde: o parto virginal da Santa Mãe de Deus. Assim escreveu aos efésios: "ao príncipe deste mundo foi ocultada a virgindade de Maria, seu parto e também a morte do Senhor".5 Aos seus caros esmirnenses também afirmava: "Crendo de igual modo que verdadeiramente nasceu da Virgem, foi batizado por João ‘para que nele se cumprisse toda a justiça.'"
 
  Em Selêucia, um porto marítimo a 16 milhas de Antioquia, eles embarcaram em um navio e,navegou para a costa ao longo da costa sul e oeste da Ásia Menor, em vez de proceder de uma só vez para a Itália. As paralisações numerosas, porém, deu oportunidades ao santo de confirmar na Fé as várias Igrejas perto da costa da Ásia Menor. Em Esmirna, teve a alegria do encontro com seu ex-companheiro, São Policarpo discípulo, e aqui veio também o bispo Onésimo à frente de uma delegação de Éfeso, o bispo Damas com enviados de Magnésia, e Políbi, o bispo de Tralles. Um dos deputados, Burrhus, foi tão útil que Santo Inácio perguntou aos Efésios para lhe permitir ficar com ele como um companheiro. De Esmirna, o Santo escreveu quatro cartas: aos Efésios, às Igrejas de Magnésia e Tralles e aos cristãos em Roma.
  Os guardas estavam com pressa para deixar Esmirna, de modo a chegarem à Roma antes dos jogos que eram mais para as vítimas ilustres de aparência venerável e foram sempre uma grande atração no anfiteatro. Inácio alegremente concordou. Em seguida, eles navegaram para Trôade, onde aprenderam que a paz havia sido restaurada à Igreja de Antioquia. Em Trôade, ele escreveu mais três cartas: a Filadélfia, ao Smyrnaeans, e São Policarpo.

   Como o santo se aproximou de Roma, os fiéis vieram ao seu encontro, regozijando-se com a sua presença no meio deles, mas estavam de apreensivos pois porderiam perdelo em breve. Como haviam previsto,
sua atuação logo chamou a atenção do imperador Trajano, que decretou sua prisão e ordenou sua morte. Como cristão, deveria ser devorado pelas feras para diversão do povo ávido de sangue. O palco seria o recém construído Coliseu. Fiéis estes estavam desejosos de tomar medidas para obter sua libertação, mas ele suplicou-lhes que não o impedissem de ir ao Senhor.Uma carta estava o seu especial pedido: "Deixai-me ser alimento das feras. Sou trigo de Deus. É necessário que eu seja triturado pelos dentes dos leões para me tornar um pão digno de Cristo". Sabendo que muitos de seus companheiros poderiam influenciar e conseguir seu perdão junto ao imperador, que o deixassem ser martirizado. Sabia que seu sangue frutificaria em novas conversões e que seu exemplo tocaria o coração dos que, mesmo já convertidos, ainda temiam assumir e propagar da verdadeira religião. Então, ajoelhando-se com os irmãos, ele orou para a Igreja, e para a caridade e unanimidade entre os fiéis.   Segundo tradição, ele chegou a Roma em 20 de dezembro, último dia dos jogos públicos e foi levado perante ao prefeito da cidade, a quem a carta do imperador foi entregue. Em devido tempo, os soldados apressaram-mo fora do anfiteatro, e somos informados de que dois leões ferozes foram soltos em cima dele, que o devorou ​​imediatamente, não deixando nada além dos ossos maiores.

Intróito/ G. 6, 14.Sal. 131, 1.
Eu nunca desejo me gloriar exceto na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo; pelo qual o mundo é crucificado por mim, e eu pelo mundo.Ps. ibid.Lembra-te, Senhor, de David e de toda a sua doçura.V/. Glória Patri.

Coleta
Deus Todo-Poderoso, olhe para a nossa fraqueza; e porque o peso dos nossos pecados nos oprime, fortalece-nos pela gloriosa intercessão do Beato Inácio, vosso Mártir e Pontífice.

Leitura da Epístola de  São Paulo 

Romanos 8, 35-39 
35 Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação? A angústia? A perseguição? A fome? A nudez? O perigo? A espada? 36 Realmente, está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte o dia inteiro; somos tratados como gado destinado ao matadouro (Sl 43,23). 37 Mas, em todas essas coisas, somos mais que vencedores pela virtude daquele que nos amou. 38 Pois estou persuadido de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem o presente, nem o futuro, nem as potestades, 39 nem as alturas, nem os abismos, nem outra qualquer criatura nos poderá apartar do amor que Deus nos testemunha em Cristo Jesus, nosso Senhor.  

Gradual/ Gradual. Ecl. 44, 16.
Eis o grande Pontífice que nos dias da sua vida agradou a Deus.
V / Ninguém foi encontrado como aquele que guardou a lei do Altíssimo.

Aleluia, aleluia/ V/. Gal 2, 19-20
 V /. Com Cristo fui pregado na cruz. E eu vivo, não, não sou mais eu, mas é Cristo que vive em mim. Aleluia. 

Sequência do Santo Evangelho segundo

São João 12, 24-26
24 Em verdade, em verdade vos digo: se o grão de trigo, caído na terra, não morrer, fica só; se morrer, produz muito fruto. 25 Quem ama a sua vida, perdê-la-á; mas quem odeia a sua vida neste mundo, conservá-la-á para a vida eterna. 26 Se alguém me quer servir, siga-me; e, onde eu estiver, estará ali também o meu servo. Se alguém me serve, meu Pai o honrará.

Ofertório/ Sal. 8, 6-7.
Tu o coroaste de glória e de honra e o estabeleceste sobre as obras das tuas mãos.

Secreta
Senhor, aceita em tua bondade estas hóstias que te são oferecidas em memória dos méritos do Beato Inácio, teu Mártir e Pontífice; e levá-los a obter assistência contínua para nós.
 
Comunhão/Lucas. 4, 22.
Eu sou o trigo de Cristo: que eu seja moído sob os dentes das feras para me tornar pão branco.(Quem não pode comungar em especie, fazer comunhão espiritual)

Nosso Senhor Jesus Cristo numa aparição revelou a sóror Paula Maresca, fundadora do convento de Sta. Catarina de Sena de Nápoles, como se refere na sua vida, e lhe mostrou dois vasos preciosos, um de ouro e outro de prata, dizendo-lhe que conservava no vaso de ouro suas comunhões sacramentais e no de prata as espirituais. As espirituais com dependência exclusiva da piedade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que alimentais nossa alma na solidão do coração.
“Meu Jesus, eu creio que estais realmente presente no Santíssimo Sacramento do Altar. Amo-vos sobre todas as coisas, e minha alma suspira por Vós. Mas, como não posso receber-Vos agora no Santíssimo Sacramento, vinde, ao menos espiritualmente, a meu coração. Abraço-me convosco como se já estivésseis comigo: uno-me Convosco inteiramente. Ah! não permitais que torne a separar-me de Vós” (Santo Afonso Maria de Liguori)
 
Oh! Não me é dado receber a santa Comunhão tantas vezes, quantas desejo. Mas, Senhor, não sois Todo-Poderoso?... Ficai em mim, como no Tabernáculo, não vos afasteis jamais de vossa pequenina hóstia…(Santa Terezinha do Menino Jesus)
 
Depois da comunhão.
Cheios de participação neste dom sagrado, pedimos-te, Senhor nosso Deus, por intercessão do Beato Inácio, teu Mártir e Pontífice, que nos faças sentir o efeito do sacrifício que celebramos.
   
Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário.