terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Indecisão: Uma Doença da Vontade

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 Pe. Bernard-Marie de Chivré, O.P.
Traduzido por Andrea Patrícia
A indecisão não é própria de uma nação, uma família, uma raça, nem desse homem ou daquela mulher, estamos lidando com uma doença congênita da raça, manchada por essa enfermidade desde a Queda. Nós temos dois pés para andar durante a noite, no escuro, e através do deserto durante o dia, mas somos incapazes de tomar uma decisão.

Temos duas faculdades de soberania: o intelecto e a vontade, sem a qual não somos homens: o intelecto para saber, a vontade para ousar.

E ainda assim a grande maioria dos homens não sai do lugar - quando eles não estão recuando - e a grande maioria dos líderes, em todos os domínios, camufla sua indecisão por meias medidas. Nós chamamos isso de diplomacia, chamamos isso de eloquência: falamos tanto quanto pudermos para não ter que tomar uma decisão.

É uma condição entranhada da raça, em nossa consciência, em nossa mente e em nosso coração. Falamos tanto quanto possível com uma grande virtude, como forma de contornar uma decisão. O resultado é que nos esquecemos de que a decisão é a virtude real, pois imita Deus na clareza de seu intelecto e na precisão de Sua vontade. "Haja luz!" e a luz é. São Paulo teve uma prova disso na estrada de Damasco. Quando São Paulo pediu a Ele, tremendo: "Mas quem é o senhor e o que quer de mim?" o Senhor não fez nenhum discurso: "Volte para o seu cavalo, vá a Damasco, encontre o homem que Eu vou mostrar a você, e comece a ser um apóstolo da verdade”.

Mesmo a paciência de Deus surge de seu poder de decisão: Deus não pune de propósito, não ataca um povo, um mundo, uma nação, um homem, enquanto Seu pensamento mantém a possibilidade de decidir a sua salvação. Sua paciência surge de uma misericórdia tremenda, determinada mediante a salvação do homem. Suas intervenções sempre tem a marca de uma decisão sem arrependimento; para Ele, é sempre o momento preciso da decisão de beneficiar da luz, da graça. Ele é a própria bondade, primoroso, sem ilusões, sem covardia, sem indecisão.

Sua graça é como Ele: não deixa espaço para indecisão. Seu arrependimento é um arrependimento específico. Seu entusiasmo é em direção a um objetivo específico. Sua luz ilumina sem dúvida possível. Seu chamado é para um ideal específico. Seu amor é nutrido em provas específicas.

Pobres criaturas que somos, lançadas nas trevas por nossa enfermidade original, pelo enfraquecimento da vontade. Que retificação das faculdades é necessária para se tornar um filho de Deus! Quanto pisoteio dos modernos métodos educacionais, das maneiras mundanas de ser, das diplomacias em todos os domínios!

A prudência primária de cada um dos santificados é colocar-se longe das formalidades indecisas ao seu redor, a fim de obedecer as decisões da graça, para ouvir dentro de si mesmo, para entender a si mesmo, para pensar por si mesmo. Devemos firmemente ajustar nossas almas, nossas consciências, nossas vidas, de uma vez por todas no interior dessa decisão que gera a ordem - e ordem é vida.

Libertar-nos de ficar estacionados, de olhar para trás, de escrúpulos, de uma mentalidade "esperar para ver", do liberalismo, de fraudar o dever, a confissão, o dom de si e, a sinceridade, para libertar-nos do nosso meio-catolicismo, ansioso para assumir a desobrigação dos bons paroquianos e dos bons comunistas ao mesmo tempo.

Impor a decisão de recusar o catolicismo mesquinho de dispensa sem lutas, sem cruzes, sem ressurreições - o oposto de Cristo.

A indecisão nos impede de ser inteiramente livre dentro de nós mesmos. Vamos olhar um pouco mais de perto o problema.

A razão, por sua natureza, apela à prova por argumento. A razão prova a criação pela ciência (reflexão), a fim de chegar a uma certeza. Esse é o processo normal do intelecto. É por isso que o diletante peca contra a razão, porque um diletante nunca toma uma decisão. Ele acredita que a razão consiste em acreditar em tudo, provar tudo, a fim de possuir tudo. Um homem que é um diletante não é mais um homem. Você é alguém a partir do momento que você descobre dentro de si mesmo as razões para revelar-se como o homem do momento, capaz de decidir por si mesmo.

A Fé, por outro lado, eleva o homem acima da prova por argumento apelando para certezas sobrenaturais que surgem da mente estando tão unida a Deus que não deixa margem para dúvidas. O homem toca a divina auto-evidência pelas certezas que levam lá e que são, por assim dizer, a sombra da auto-evidência, assim como a sombra da casa diz que um sol brilhante está logo atrás.

Por conseguinte, no domínio do pensamento, a dúvida voluntária é um pecado contra a mente de Deus. No domínio da ação, o vício – hoje promovido ao posto de virtude natural - é um verdadeiro tapa na cara da vontade divina, que nos fez para o verdadeiro bem.

Você pode ver a influência desumana da falta de decisão na vida moderna. Hoje as pessoas reúnem-se para discutir, mas não para defender, para discutir acordo com ideias modernas, mas não de acordo com a Fé nem de acordo com a razão.

O primeiro serviço que você pode prestar a sua consciência é a vontade de decidir. Considere a sua situação sem ideias preconcebidas, a fim de ser capaz de fundar o seu julgamento sobre a rocha da decisão, sem esquivar-se da coragem de olhar sobre o campo de batalha com o binóculo da oração, com uma independência que é própria de Deus. Orar é participar na mentalidade de Deus que decide ser capaz de entrar em sua vida com a vida de Deus. Você já decidiu antes de tomar uma decisão, se você aceitou olhar para todas as coisas na verdade. Quando você começa a considerar as suas opções pessoais a cada vez com esse olhar interior, recusando-se a desviar da verdade, um olhar de simplicidade: "O que é, é; o que não é, não é", então você está salvo. Você torna-se, necessariamente, um homem de razão e fé.

Você precisa perceber que a determinação é atingida por um julgamento interior. Ela fica comprometida quando você fica no nível de decisões exteriores: respeito humano, opiniões, interesse próprio.

Há uma abundância de católicos, mas ainda não temos crentes capazes de formar um julgamento interior. Como você espera que os católicos sejam capazes de tal juízo interior? Eles não sabem nada; eles olham para o exterior para tudo. Como você espera que eles tornem-se crentes já que a Fé começa no interior, na substância de um ser, para colocá-la em movimento acima de si mesmo, enquanto não há nada dentro deles pedindo nada mais alto? Os homens tornaram-se incapazes de compreender Jesus Cristo. A prova? Eles buscam qualquer coisa que eles achem que seja melhor do que Jesus Cristo.

Que exemplo mais abominável da história que posso dar a você de um julgamento fundado na exterioridade do que o de Pilatos diante de Jesus? Pilatos passou seu tempo enrolando, esboçando elementos de julgamento do exterior, deslocando-se de seu próprio julgamento para o dos outros, por respeito humano, por interesse próprio. Ele tinha autoridade, ele era o líder, mas ele agiu como um burocrata, e Jesus foi a vítima da indecisão de um líder.

E vocês, pais e mães de família, diante de seus filhos, vocês são capazes de decidir? Pela Fé? Pelo bem? Quer eles gostem ou não? Você joga de acordo com o mundo, assim como Pilatos jogou diante das multidões de Jerusalém.

"Você vai tomar sua decisão?" Psicologicamente falando, o que essa frase quer dizer? Vai dar um passo além do mecanismo sensível influenciado por um exterior que é estranho à razão e à fé? Impulsividade, paixões, escrúpulos, laxismo, pretensões, interesse próprio - de todos estes elementos tampando a meta objetiva, a meta da razão racional, a meta da Fé, acreditando até o ponto de um sim definitivo.

O primeiro pecado da vontade é evitar a meta. Como você pode lutar contra isso? Por uma grande virtude: a obediência, que consiste em ir na direção definida pela qualidade de uma inteligência, andando na frente de nós, dizendo: "Essa é a maneira que você tem que ir".

Acostumar a vontade de seus filhos à compreensão de que eles não sabem nada, ou quase nada, não por sua culpa, mas por conta de sua idade. Que eles tenham a graça de saber que eles são incapazes, totalmente sozinhos, de transformar-se em homens.

Obedecer é aprender a comandar a si mesmo; é formar uma vontade que é livre para escolher uma meta. Quem quer ser um líder tem que começar por obedecer; na obediência ele vai encontrar as razões para comandar de acordo com a razão e de acordo com a Fé.

Vamos dar uma olhada na esterilidade da indecisão. Há indecisão que vem da compreensão: agir sem entender. O caçador vê ramos móveis, ele atira e mata um caçador furtivo. Há também a indecisão que vem da vontade: saber sem se atrever a decidir. Sabemos que deveríamos, mas não nos atrevemos a arriscar.

Na teologia moral, pode haver três casos diferentes: um ato sem uma meta conhecida não é um ato moral, um ato humano; um ato perigoso sem uma meta que o qualifique, apesar do risco obrigatório é pecado; um ato indeciso abandonado aos riscos da sorte ("cara ou coroa") é imoral em sua causa.

Em todos os três casos, nem a fé nem a razão estão satisfeitas: a meta é inexistente. Entrando no domínio das paixões: um ato bom reforçado por uma paixão em serviço da bondade do ato transforma a paixão em um trampolim maravilhoso. A paixão utilizada de forma moral dá-nos a coragem de levar a bondade ao seu limite absoluto; ela deveria ajudar-nos a vencer nossa indecisão. Por exemplo: a criança assiste a um filme sobre a Paixão de Cristo, e salta até colidir com a tela onde Judas trai Cristo com um beijo. Outro exemplo seriam as ações heroicas dos santos: Santa Catarina de Sena bebendo o pus saindo de um ferimento o qual ela fazia um curativo para vencer seu desgosto com a visão de feridas.

A esterilidade da nossa fé vem da nossa falta de coragem. Estamos constantemente repetindo: "Sem dificuldades!". Somos católicos, mas não somos crentes. Observe a nossa inércia em face da poluição das almas dos nossos filhos pela informação sexual.

Cristo quis uma Igreja capaz da aventura mais incrível que se possa imaginar: sair da indecisão em face do pecado, erro, mal, inferno, por força de riscos, preferências, fidelidades e decisões interiores e exteriores.

Onde estão os crentes? Olhe para o tremor das chamadas almas católicas perante os gestos cavalheirescos da Fé; a esterilidade dos católicos indecisos; a vitória do modernismo ao neutralizar os crentes ao aclimatar os católicos a falsas ideias. Como podemos retornar a ser crentes?

Nutrir o seu julgamento interior numa fé vivida em segredo: meditação, adoração, oração, memórias de graça, generosidade no sacrifício - todas as realidades que mobilizam em seu coração as capacidades esplêndidas para sentir, de repente, que você está enfrentando a vida de cabeça erguida, com a coragem de mostrar o caminho para aqueles que estão procurando por ele, arriscando a decisão de um Credo vivido em um tempo concedido a Deus antes do tempo concedido ao exterior; arriscar uma escolha da qual os mártires ficariam orgulhosos; arriscar fidelidade a ideias objetivas, tradicionais e doutrinárias; ligando o futuro ao passado, sem a menor fratura de indecisão.

Torne-se atualizado pelo Credo, todos os dias, para sempre, em nós, ao nosso redor, sem medo das indecisões de nossa natureza. Você vê a maneira em que você tem que provar sua capacidade de amar, o tipo de capacidade que Deus quer dar a volta a uma era que já não é mais capaz de amar.

Indecisão na consciência

A minha ambição e meu desejo é dar-lhe a profunda convicção de que a nossa vida pertence a Deus e só a Ele. Consequentemente, a nossa vida só tem significado em famílias, comunidades e países, na medida da nossa fidelidade a Deus. Se você pisa fora dessa fidelidade, Deus tem o direito de condená-lo.

Só Deus é capaz de plantar sementes no solo, como Ele deseja. Desde a Queda - Ele disse a Adão – a terra só produz espinhos e abrolhos, especialmente a terra dentro de nós. A graça prepara o terreno para que as ervas cresçam na nossa consciência. E é aí que todas as dificuldades começam.

As razões são muito variadas: a ignorância do sobrenatural, medo da semente divina, terror com o pensamento de Deus assumindo o comando, tristeza de não saber como vencer a nossa impotência. Todas estas coisas impedem que nossas vidas pertençam a Deus.

Daí um sentimento de fracasso, de começar tudo de novo por tempo indeterminado; um sentimento de tristeza, apesar de enormes qualidades naturais. Nós sentimos que entre a nossa vida e a sua fecundidade absoluta, tudo é bloqueado por um estado de indecisão. Ouça este poema de Marie Noël (1). Ela o intitulou My Weakness [Minha Fraqueza]:

Minha fraqueza,
Quando eu faço errado, eu nunca tenho certeza de que é errado.
Quando eu faço o bem, eu nunca tenho certeza de que é bem.
Quando eu falo, quando eu afirmo, nunca tenho certeza de que é verdade.
Eu só tenho confiança no sofrimento.
Sofrendo, suportando, aceitando, só tranquiliza-me por uma força que vem de fora e impõe-se sobre mim.
Que a Vossa vontade seja feita, não a minha,
Porque não tenho vontade própria, mas uma oscilação inquieta entre o verdadeiro e o falso, entre o bem e o mal.
Mas o sofrimento deixa-me em paz. Porque Vós escolhestes para mim.

Sim, mas com a condição de acrescentar um detalhe teológico: você tem que perceber que esta enfermidade original, que impede a alma de decidir é usada pela graça para plantar a semente que vai produzir virtudes florescentes para a vida eterna. É a vingança do amor contra a mancha do mal original. Porque para Deus, toda a criação, natural e sobrenatural, está sempre cheia de energia e dinamismo.

Ouça o que Jesus diz: "Todos vocês (vocês: o mundo inteiro), que labutam e estão cansados ​​ (a enfermidade do pecado original), venham a Mim!" não aos outros, não ao professor primeiro, ao médico, ao governo, "Vinde a Mim, e eu vou refazer você". Jesus não diz: Eu vou remover a dificuldade, Ele diz: "Eu vou refazer você", fazendo uso da mesma. É um convite para a pobre raça humana vir e redescobrir a esperança.

A indecisão da consciência é um peso constante causando um estado de tristeza. Jesus diz: "Vinde a mim, meu jugo é suave", mas continua a ser um jugo. "Meu fardo é leve", mas Jesus não diz: Eu estou tirando o fardo. Ele vai ensinar-nos como podemos transformar um jugo em doçura e um fardo em leveza. A partir desta descoberta fluem todas as grandes vitórias dentro de si mesmo. Faça o jugo servir, faça o fardo servir, com doçura, com leveza. O Senhor não anuncia a supressão da nossa indecisão; Ele vai iluminá-la.

Como é que Ele vai fazer isso? Na verdade, como você pode dar o contrário da carga para o peso em si? A lei natural de peso obriga o seu progresso a um impasse. "Estou exausto, eu coloquei o meu pacote no lado da estrada". E ainda, você já reparou que na física usam o peso para aumentar a velocidade? Você só tem que olhar para as rodas de uma locomotiva: lá você tem um peso que se destina a aumentar a velocidade. A indecisão na consciência é o peso mais terrível, obrigando a uma interrupção da melhor utilização que pode ser feita de um peso.

Então, quais são as causas da indecisão, em primeiro lugar?

Elas são legião: hereditária ou desenvolvida por uma educação deficiente, muito grave ou muito frouxa. Às vezes, as causas são indefiníveis: escrúpulo, orgulho, medo, interesse próprio, ambição.

As consequências? Elas são todas em prol da facilidade. Nós não queremos lutar. Evitamos brigar com as lutas interiores. Terminamos em uma espiritualidade formalista, sem coragem, sem vontade de empenhar-nos com confiança e precisão.

Neste ponto, os indecisos percebem que a cada ano eles estão um pouco mais cansados de sua fidelidade inicial, e chega um momento em que a escuridão da noite só aumenta. A indecisão tornou-se um estado, um estado tornando-os não mais dignos de seu batismo.

Como é possível curar esse tipo de consciência? Acima de tudo, você tem que provar para eles que a indecisão é a primeira inimiga da alma. Aceitar isso é correr o risco de aceitar, no final, uma espécie fictícia de paz: "Estou em paz". Você sabe muito bem que não é verdade - você esquivou-se do problema real, você tem trapaceado a vida, que é a pior coisa que pode acontecer para a vida da consciência.

Redescobrir o princípio de uma paz verdadeira. O raciocínio objetivo, com a ajuda de conselhos e confidências, preserva a liberdade de nossa razão. As razões de Fé com o que caracterizam o contrário da indecisão: certezas - certezas, a ponto de uma oração que pede: "Vós que sabeis todas as coisas, Vós que sois a própria luz, Vós que nunca enganaste ninguém, Vós que sempre disseste: 'Eu sou a Vida, Eu sou a Verdade, Eu sou o Caminho', Vós não quereis atrair-me para Vós mesmos?".

Em uma palavra, tornar-se uma consciência iluminada pela razão e pela fé, que é a primeira ressurreição da vontade, a primeira ressurreição de uma fé que está realmente agindo.

Ilumine a noite da indecisão desta forma - não com toda a luz do sol, porque não é possível uma vez que a mancha do pecado original permanece, mas, como diz Corneille, com "aquele brilho obscuro caindo das estrelas", o brilho nebuloso que dá suficiente luz para permitir que a vontade, a decisão, avance. Almas que encontram-se num estado de indecisão não estão nem mesmo neste brilho ainda, elas estão na noite, com toda a escuridão da noite. Ou seja, elas tornaram impossível avançar ou escolher. Elas não são felizes, elas não sentem-se orientadas para uma noite que termina em amanhecer. Quando você consegue dizer a uma alma: "Não há noite sem aurora", você salva-a do desespero. Você também tem que ensinar-lhe que ela deve, pessoalmente, aceitar entrar nesse brilho a partir de seus esforços e de sua fidelidade. E isso é precisamente o que caracteriza o indeciso: não anda, seus passos já não são orientados para uma decisão vinda de Deus, vindo de uma razão iluminada pela Fé, proveniente de atos de Fé, capaz de transformar a noite em uma noite iluminada pelas estrelas. "Então venha a mim, Eu irei construir um caminho para você, apesar da noite, por causa da noite".

Aqui está a primeira conclusão: enquanto uma alma é capaz de andar para frente, ela é vitoriosa sobre si mesma. Eu não poderia dar-lhe um exemplo mais maravilhoso da vontade de andar para frente do que o dos peregrinos de Emaús, no Evangelho de São João. Vamos tentar analisar o que acontece entre esses dois homens:

“A noite cai. Oprimidos pelos acontecimentos dos últimos dias, eles já não sabem em que acreditar. Eles estão indecisos. Onde eles estão indo? Em direção à noite. Um estranho aparece alguém que eles não conhecem. Ele junta-se a eles. Observe, Ele não convida-los a sentar-se ao lado da estrada. Ele começa a caminhar ao lado deles. Ele vai dirigir a sua caminhada. A noite cai, mas Ele já traz um certo amanhecer: "Por que vocês tem medo? Vocês não acreditam mais?" "Mas nos disseram...Mas nos foi prometido...E agora tudo acabou". E ainda assim eles sentem a presença deste Homem ao lado deles e eles dizem-Lhe: "Fique conosco". E então, de repente, há o início da fração do pão. A noite torna-se dia pelo início da consagração. A fração do pão ilumina os homens, tanto que quando eles saem para voltar eles dizem um ao outro: "Havia algo em chamas no nosso coração". Encontramos esperança novamente, encontramos caridade, encontramos a Fé, e como Ele andou ao nosso lado, voltamos à vida!”

A verdade de Deus não é um problema de sensibilidade, mas de uma verdade que anda para frente, que caminha apesar da indecisão, porque Deus precisa colocar você em condições de produzir as virtudes da paciência, humildade, esperança, confiança, coragem e afirmação de si mesmo, o que você teria sido incapaz de produzir se você tivesse sido alguém que é decisivo. É a vingança do amor de Deus sobre a ferida do mal, usada por amor a forçá-lo a produzir o que a razão por si só não pode produzir.

O racionalismo é o grande criminoso em nossa indecisão de consciência. Escusado será dizer: a indecisão vem de uma razão privada de elementos capazes de fazê-la produzir um argumento. A indecisão compara sem concluir, a razão não é semeada com as sementes das virtudes sobrenaturais. "Eu sou aquele que vai curar-te " não a psicanálise, mas a Fé. As pessoas privadas de Fé são pessoas destruídas, no que diz respeito às opções salvíficas da vida.

Vamos passar agora para o domínio prático.

Primeiramente, uma indecisão específica ou uma virtude específica, onde podemos encontrá-la? Isso é para cada um de nós discernir. Com inteligência, com reflexão, praticar a virtude reconhecida como primordial na liderança de sua vida, o esforço primário que vai cavar o jardim inteiro e plantar a semente, apesar de si mesmo. Toda a indecisão é curada pela prática de uma virtude específica. Você conhece a frase do marechal Foch: "O que está em jogo?" O homem é capaz de usar sua indecisão para desenvolver capacidades de decisão, de firmeza, de permanência em esforço, das quais a sociedade será a primeira a beneficiar-se. Vocês, pais que estão ouvindo-me agora, vocês não veem que este é um dos aspectos principais da educação? Acostumar a criança a decidir em vista de sua consciência, tendo em vista o seu dever, em vista de sua família, em vista de sua educação?

Em seguida, temos a Fé. "Dá-nos hoje o nosso pão de cada dia": os esforços, as alienações, os atos de confiança, as confidências orientadas para a virtude que eu mais preciso. Não suportar a vida; o amor, onde quer que haja uma luta para amar.

As indecisões são noites à espera de suas estrelas quando o vento da decisão, da Fé, finalmente, varre as nuvens do amor-próprio. Tantas almas perdem o gosto pela vida espiritual por força de esforços voluntaristas: inúteis, cansativos, e apenas servindo, em sua mente, para livrá-los de sua indecisão por fiats pessoais erguidos em programas. Pelo contrário, a "noite original" só existe para as estrelas que vai produzir, estrelas admiráveis ​​de paciência heroica consigo mesmo, iluminando os outros com nossos sorrisos e com uma força que recorda as catacumbas.

Dirigir almas nunca significou livrá-las de sua noite original por força de programas, mas ensiná-las, pelo contrário, a mergulhar na sua noite, abraçá-la, a fim de fazê-la produzir um novo tipo de luz. "O beata nox". Ele ressuscitou na minha indecisão pela luz das virtudes da fé animando minha vontade renovada.

O método é divino e certo. Começamos com a fadiga: estamos paralisados, e acabamos por acalentar a nossa noite, que produz um glorioso dia de Páscoa.

Mas você não deve ser o cúmplice de sua indecisão, a recusa de saber, o medo de apresentar o seu problema, a ignorância de consciência. O Espírito Santo fica sempre pouco à vontade em uma noite que prolongamos de propósito. Ele não pode enviar o vento de confiança soprando sobre disso. E quando o vento não afugenta as nuvens, não podemos ver as estrelas e ficamos desanimados.

O grito bonito de Marie Noël em seu diário particular:

“Repouso tal, ah! como um sopro de ar, em um conflito, quando de repente você percebe que estava errada! Tudo fica de repente em paz. Eu era a única que estava errada. Tudo volta ao lugar! Considerando que, se você tivesse que depender de alguém para a sua paz...”.

Duas ideias mais:

A obrigação do indeciso é rezar, refletir, a fim de diluir as nuvens de indecisão. Então esteja pronto para obedecer. A obediência é a pedra cavada no chão por alguém, para dar à terra a solidez que sustenta a caminhada para frente. Não é o que Jesus disse para o bom São Pedro: "Saia do barco, venha!" E lá se vai São Pedro andando sobre a água. Tudo está bem, ele está firme, até o momento em que ele aproxima-se de Deus e ele vira a cabeça: "E se eu afundar" E ele afunda... "Homem de pouca Fé! Isso vai ensiná-lo a duvidar. Você está bem perto de mim, eu estendo a minha mão, e você duvida..." O número de homens que afundam no oceano sem fundo e que uma vez foram chamados... "Venha, ande, mas, de acordo coMigo, não de acordo com você, de acordo com a Fé, não de acordo com seus sentimentos, de acordo com os Meus mandamentos, e não de acordo com os seus caprichos pessoais. Vá em frente, tente, e você vai ver que perto de Mim o terreno torna-se sólido".

Você pode ver que esta atitude de confiança e decisão iria trazer-lhe. Qualquer que seja o ano, qualquer coisa que o amanhã traga, ande para frente. O momento que você começar a andar de acordo com Cristo, tem a garantia de ir até o fim.
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Uma conferência inédita dos arquivos privados da Association du R.P. de Chivré. Pe. Bernard-Marie de Chivré, OP foi ordenado em 1930. Ele era um tomista ardente, estudante das Escrituras, mestre de retiro, e amigo do Arcebispo Lefebvre. Ele morreu em 1984.

Original aqui.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Quase 500 anos da origem da missa do Papa Paulo VI.(V)

http://www.fsspx.com.br/exe2/wp-content/uploads/2009/09/campos_nom_pastores.jpg

Como pode haver união do erro da consusbstanciação de Luteranos e Anglicanos e etc... com a Transubstanciação da verdadeira religião.

 http://cristoreisalto.blogspot.com.br/2010/09/celebracao-ecumenica-da-semana-da.html
 Metodistas que nem acreditam em Consbstanciação , este podem celebrar dentro das igrejas Catolicas mais a Santa Missa Tridentina junto com defende contra esses erros não são católicos são hereges cismaticos, sedvacantistas e outros adjetivos nem podem entrar.
Pois nos não somos escravos da nova ordem mundial.
Somos Escravos de Maria contra 
este reino de satanás.

Consubstanciação é o termo que indica a crença na união local das substâncias do corpo e do sangue de Cristo com a substância do pão e do vinho. Assim sendo, o verdadeiro corpo e sangue de Cristo se encontram presentes real e localmente EM, COM e SOB a substância do pão e do vinho sem modificá-las (transformá-las). Este conceito opõe-se a definição de transubstanciação na qual se crê que a substância do pão e do vinho sejam transformadas na substância do corpo e sangue de Jesus.
Esta doutrina herética é uma tentativa de segurar a presença real de Cristo na Eucaristia sem admitir Transubstanciação. Segundo ele, a substância do Corpo de Cristo existe juntamente com a substância do pão, e na forma como a substância do seu Sangue, juntamente com a substância do vinho. Daí a  consubstanciação  palavra. Como as duas substâncias podem coexistir é explicado de várias maneiras. A anti-teoria mais sutil é que, assim como o Filho de Deus tomou para Si um corpo humano, sem de modo algum destruir sua substância, de modo que Ele no Santíssimo Sacramento assumir a natureza do pão. Daí, a anti-teoria também é chamada de " empanação ", um termo fundada sobre a analogia da Encarnação.
Durante a pré-reforma inglesa no século XIV, a consubstânciação foi adotada como doutrina pelos hereges Lollardos e seus seguidores.
A reforma Luterana excluiu a doutrina da empanação adotando o conceito de União Sacramental. Segundo o pensamento de Lutero, durante a consagração, a substância do corpo e sangue de Cristo se une a substância do pão e do vinho, permanecendo unidos unicamente após a consagração e durante o uso do sacramento.
 O assunto não pode ser tratada adequadamente, exceto em conexão com a doutrina geral da Sagrada Eucaristia. Aqui será suficiente para traçar brevemente a história da heresia. Nas primeiras idades das palavras do Cristo, Igreja, "Isto é meu corpo", foram entendidas pelos fiéis em seu sentido simples e natural. No decurso da discussão em tempo surgiu como se eles fossem tomadas literalmente ou figurativamente, e quando ficou acertado que eles estavam a ser tomadas literalmente, no sentido de que Cristo é real e verdadeiramente presente, a questão da forma da sua presença começou a ser agitada. A polêmica do nono ao décimo segundo século, após o que a doutrina da transubstanciação, que ensina que Cristo está presente na Eucaristia, pela mudança de toda a substância do pão e do vinho no Seu Corpo e Sangue, foi totalmente indicada como dogma católico . Na sua primeira fase, ligada a questão de saber se o corpo era o corpo histórico de Cristo, o próprio corpo que nasceu, crucificado e ressuscitado. Este é mantido por Paschasius Radbert e negada por Ratramnus em meados do século IX. O que aqui nos interessa mais de perto é o próximo estágio da controvérsia, quando Berengário (1000-1088) negou, se não a Presença Real, pelo menos, qualquer mudança da substância do pão e do vinho na substância do Corpo e Sangue. Ele sustentou que "o Pão consagrado, mantendo a sua substância, é o Corpo de Cristo, ou seja, não perder tudo o que era, mas assumindo algo que não era" (panis sacratus em altari, Salva Suá substantia, est corpus Christi, amittens non quod erat assumens sed quod non erat-CF. Martene e Durand, "Thesaurus Novus Anecd.", IV, col 105). É claro que ele rejeitou Transubstanciação, mas que tipo de presença, ele admitiu que parecem ter variado em diferentes períodos de sua longa carreira. Suas opiniões foram condenados em vários conselhos, realizada em Roma (1050, 1059, 1078, 1079), Vercelli (1050), Poitiers (1074), embora tanto o Papa Alexandre II e São Gregório VII tratados com ele marcada. Seus principais adversários foram Lanfranc Se, depois Arcebispo de Canterbury (De Corpore et Sanguine Domini adversus Berengarium Turonensem), Durandus de Troarn, Guitmundus de Aversa, e Hugo de Langres. Embora não possa ser dito que Berengário encontrou muitos adeptos durante a sua vida, mas sua heresia não morreram com ele. Ela foi mantida por Wyclif (Trialog, IV, 6, 10) e Lutero (Walch, XX 1228), e é o ponto de vista da Igreja partido alto entre os anglicanos, no momento presente. Além dos conselhos acima mencionados, foi condenado pelo IV Concílio de Latrão (1215), o Concílio de Constança (1418 - "A substância do pão material e na forma como a substância do vinho material permanecem no sacramento da "altar, e os primeiros das proposições condenadas de Wyclif), e do Concílio de Trento (1551).
Berengário e seus seguidores modernos têm apelado sobretudo a razão e os Padres, em apoio das suas opiniões. Isso Transubstanciação não é contrária à razão, e foi pelo menos implicitamente, ensinada pelos Padres, é mostrado na Transubstanciação sobre as duas naturezas em uma Pessoa a analogia entre a Encarnação e da Eucaristia foi frequentemente referido, o que levou à manifestação de opiniões favorecendo empanação. Mas após a vitória definitiva da doutrina de Cirilo, a analogia foi visto a ser decepcionante. (Veja Batiffol, Etudes d'histoire, etc, série 2, p. 319 ss.) A grande Schoolmen rejeitada por unanimidade consubstanciação  mas diferem em suas razões para fazê-lo. Albertus Magnus, St. Thomas e St. Bonaventure, sustentou que as palavras: "Isto é meu corpo", desmentiu que, enquanto Alexandre de Hales, escotista, Durandus, Occam, Pierre d'Ailly e declarou que não era incompatível com Escritura, e só podia ser refutada pela autoridade dos Padres e do Magistério da Igreja (Turmel, Hist. la Theol. postular., I, 313 sqq.). Esta linha de argumentação tem sido uma pedra de tropeço para os escritores anglicanos, que citou alguns dos escolásticos em apoio das suas opiniões erradas sobre a Eucaristia; Pusey por exemplo, "A Doutrina da Presença Real" (1855).

União com a bestas só daria aberrações que querem chamar de Culto ecumênico.

 http://www.catedralsaojose.org.br/catedral2011/noticias/14132-igrejas-ecumenicas-rezam-a-luz-das-primeiras-comunidades.html
 http://www.jornalocaminho.com.br/imagens/noticias/44_mariane.jpg
  O bispo Dom Angélico Sândalo Bernardino classificou o culto como “uma verdadeira bênção”


Ecumenismo, caminho para a vinda do anticristo.

http://www.unavox.it/NuoveImmagini/CappAccadCattoFriburgo.jpg

União com a bestas só daria aberrações que querem chamar de igrejas.
  
Santa Missa Tridentina onde se mantem a ordem e a Transubstanciação
http://2.bp.blogspot.com/-XMOGbkPZxgE/UuXAgXIcOuI/AAAAAAABQqU/4dYD6NHnXf0/s1600/mass-of-all-time-ab_lefebvre_ridgefield_ct_1985_ordinations_1000.jpg

REZEM TODOS OS DIAS O SANTO ROSÁRIO,façam penitência.

Em reparação pelos  que não Consagraram a Rússia ao Imaculado Coração de Maria e pela Conversão dos pobres pecadores.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Comentários Eleison: Hebdocura

Comentários Eleison – por Dom Williamson
  CCCXCIV (394) - (31 de janeiro de 2015): 

 HEBDOCURA

Os ataques sangrentos serão cada vez mais frequentes,
Até que as pessoas percebam que é de Cristo que estão carentes.

    Estes “Comentários” apresentaram na semana passada, do modo mais politicamente incorreto possível, o amplamente divulgado ataque de 7 de janeiro ao Charlie Hebdo em Paris como um ataque contra os restos da civilização cristã na França. Eles mostrarão então esta semana como a civilização cristã resolveria o problema, seguindo a mesma sequência: cartunistas, atiradores, políticos, pessoas e conspiradores.
   
    Quanto aos cartunistas, se a França ainda fosse católica, a Igreja e o Estado estariam unidos, tal como estavam até a Revolução Francesa, e as autoridades do Estado teriam proibido absolutamente charges anticristãs blasfemas, tal como aquelas pelas quais a Charlie Hebdo pôde bem ter provocado o Deus Todo-Poderoso para que Ele permitisse a execução de seus cartunistas. Mas, seria isso censura? Somente um tolo pode pensar que nós não sofremos nenhuma censura hoje em dia. A censura é simplesmente anticristã ao invés de cristã. Quem hoje está livre para blasfemar contra a “holocaustianidade” e suas “câmaras de gás”?
    Quanto aos atiradores muçulmanos, nunca teriam vindo para uma França católica. As autoridades católicas do Estado nunca desprezaram ou odiaram os muçulmanos em seus próprios países, mas, paralelamente, nunca perderam de vista o embate histórico entre o islã e a cristandade a ponto de permitir que tantos muçulmanos se estabelecessem na França, tal como tem ocorrido desde a Segunda Guerra Mundial. Nem aprenderam jamais a menosprezar sua própria raça e suas próprias tradições, tal como as autoridades de hoje têm permitido que seja ensinado fazer. Segundo o Quarto Mandamento, um católico ama seu próprio país mais do que todos os outros, sem desejar-lhes mal nenhum.
O mais importante de tudo é que se a França tivesse permanecido católica, nem os políticos nem o povo teriam se tornado os fantoches que são hoje dos manipuladores ocultos de fantoches, os Globalistas. No século XVII a França era totalmente católica, mas no século XVIII, por falta de fé católica, sua classe dirigente permitiu se contaminar completamente com essa forma de Globalismo que é a Maçonaria. Lançada em sua forma moderna na Inglaterra apóstata em 1717, a Maçonaria rapidamente se espalhou para a França e para a América do Norte, onde maquinou as Revoluções Americana e Francesa, respectivamente em 1776 e 1789. Ambas foram grandes passos em direção à Nova Ordem Mundial dos Globalistas.
    Pois bem, enquanto a Igreja Católica se manteve em seu juízo perfeito, ela denunciou e condenou a Maçonaria como uma sociedade secreta designada para minar e derrubar a religião católica por completo – ver, por exemplo a Carta Encíclica de Leão XIII Humanum Genus de 1884. Assim, desde a Revolução Francesa os Estados têm se separado cada vez mais da Igreja Católica, e sido postos sobre fundamentos seculares e democráticos. Mais e mais e novos governantes vindos da classe média têm abandonado a religião católica em favor do liberalismo, que é, com efeito, uma religião substituta em que se adora o homem e sua liberdade, em lugar de Deus e Sua Verdade. Então, em nome da “liberdade”, os jornalistas substituíram os sacerdotes, e sua mídia liberal se apossou do pensamento do povo. Mas durante todo esse tempo os jornalistas têm sido secretamente dirigidos pela Maçonaria, e trabalhado para a Nova Ordem Mundial dos Globalistas. Eis como, sob a capa da “democracia” e da “liberdade”, os Globalistas mais fortemente motivados têm sido capazes de reduzir povos e políticos a fantoches da opinião pública moldados por seus veículos de mídia. Virar as costas para a Verdade de Deus é se deixar escravizar pelas mentiras de Satanás.
    O ataque ao Charlie Hebdo foi projetado para que houvesse uma grande demonstração em favor da liberdade, ou melhor, da licença, sem Deus, e uma tensão assassina entre europeus e muçulmanos. Mais desses eventos se seguirão, para que se provoquem banhos de sangue com os quais os Globalistas contam para que se ergam acima de tudo; enquanto que o Deus Todo-Poderoso estará a esperar que nós percebamos que rejeitá-Lo é um imenso problema, o problema básico. Já que os Estados não vêem isso, resta apenas às famílias que rezem os cinco Mistérios do Rosário por dia, e aos indivíduos que rezem os quinze Mistérios por dia (se é razoavelmente possível), para implorar a Nossa Senhora que interceda junto a seu Filho.

Kyrie eleison.



REZEM TODOS OS DIAS O SANTO ROSÁRIO,façam penitência.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Quase 500 anos da origem da missa do Papa Paulo VI.(IV)



https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjX4sSs6DzpaExxHM4rkJtPJHofecoNKCD74oTB66ek_8ZqcIcuy7sLheK6ywpFPOPtDZDzlZBpzAZrEHOWfVH2mlYbPYwuJ7Gifm92Mk9oYjW5L6ni6C5acA_La9qlQ4IXblgTLPeQc9A/s1600/noncatholicos.jpg

Protestantismo, negando a Tradição como fonte de revelação, abriu a porta para todas as pessoas indiscriminadamente realizar interpretação das Escrituras como a Santa Eucaristia e dita por eles Ceia :

A Santa Ceia, para Lutero é onde os comungantes comem e bebem o Corpo e Sangue de Cristo, ele mesmo, "em, com e sob as fórmulas da Consagração do pão e vinho. Esta teologia luterana da eucarística é conhecida como União Sacramental. Por vezes chamada de "consubstanciação". Estamos interessados ​​no tópico sobre Consubstanciação, porque para Lutero o pão e o vinho mantêm a sua própria substância que coexiste com a presença de Cristo, isto é, seu corpo e seu sangue. Este conceito muda a doutrina tradicional da transubstanciação, segundo o qual a substância do pão e do vinho no corpo e sangue de Cristo se transforma.

Consubstanciação é o termo que indica para o luterano a união local das substâncias do corpo e do sangue de Cristo com a substância do pão e do vinho.Na consubstanciação, as substâncias do Corpo e do sangue de Cristo, se unem a substância do pão e do vinho.
 E assim não ajoelham.Para outros protestantes faz-se uma idolatria ajoelhar e lógico que idolatria somente quem tem sucesão apostolica dos apostolos tem o pode de fazer a Transubstanciação.

Pastor luterano dando a Ceia do Senhor.
http://www.jornalocaminho.com.br/imagens/noticias/3095_5085_03-flm-em-floripa.jpg 
Padre Católico na missa nova de Papa Paulo VI dando da  mesmo forma que dos luteranos na mão.
http://f.i.uol.com.br/folha/cotidiano/images/13149707.jpeg

Comunhão na mão, falsa solução de trazer os protestantes para a Santa Igreja pois assim tira a noção de adoração.E também quem só pode tocar com as mãos em Nosso Senhor só sacerdote consagrado. pode tocar.Não é mais pão e nem existe esta tal  Consubstanciação que afirmam os luteranos.

A falsa doutrina da consubstanciação, que defende que o pão consagrado conservava sua substância anterior, porém ao mesmo tempo adquiria a nova substância do corpo de Cristo ("Panis sacratus in altari, salva sua substantia, est corpus Christi, non amittens quod erat sed assumens quod non erat".)
Suas posições foram condenadas por diversos Concílios.(Roma 1050, 1059, 1078, 1079; Vercelli 1050; Poitiers 1074).
Durante a pré-reforma inglesa no século XIV, a consubstânciação foi adotada como doutrina pelos hereges Lollardos e seus seguidores.
A reforma Luterana excluiu a doutrina da Transubstanciação adotando o conceito de União de Nosso Senhor com o pão e o vinho. Segundo o pensamento de Lutero, durante a consagração, a substância do corpo e sangue de Cristo se une a substância.
E Lutero quando se afastou da Santa Igreja por não ser bispo não teve como passar a sucessão sacerdotal então mesmo com sua anti-teoria de Consubstanciação NÃO EXISTE presença de Nosso Senhor é só pão e vinho.
http://www.abim.inf.br/wp-content/uploads/2014/10/Athanasius-Schneider-6.jpg 
Comunhão da verdadeira religião.
Na teologia verdadeira e dogmática da Transubstanciação, não estão mais presentes a substância do pão e vinho , pois estas são transformadas na substâncias do corpo e sangue de Nosso Senhor Jesus, permanecendo entretanto os acidentes do pão e do vinho.
 A doutrina da Transubstanciação, quando o pão e o vinho se transformam no corpo e no sangue de Cristo, eles passam a ser o próprio Cristo (Corpo, Sangue, Alma e Divindade), dignos de adoração.
 Nos dias dos primeiros apóstolos e muitos séculos depois, não se pensava na atual doutrina da Missa. A doutrina da Transubstanciação da hóstia  uma doutrina permanente da Igreja Católica no IV concílio Laterano, sob o Papa Inocêncio III, no ano de 1215 d.C.
   
 Os modernistas com sua oportunidade de celebrar línguas litúrgicas vivem está rebelião onde se culminou com força total no inicio de 1962 com o Concílio Vaticano II. O que Lutero com seus desvios de doutrina influencio a anti-doutrina modernista. Querem estar longe das concepções do Santo Sacrifício da Missa, ele queria fazê-lo de forma diferente do Sacrifício da Cruz e, portanto, muito provavelmente eliminado esse aspecto do Sacrificio. Em suma, ele rebelou contra a Santa Missa privada e reafirmou sua ideia diabólica sobre  a Santa Missa é quis também dizer que a Ceia do Senhor um testemunho de Louvor a Cristo para nos dar seu corpo e sangue para o perdão dos pecados. 
Também não permite a Ceia privada e assim ocorre no meio dos modernistas esta mesma anti-doutrina quem ve um padre celebrando uma missa modernista em privado.
 Fortalecem a Nova "religião" Global da Nova ordem mundial.


Nova religião ecumênica dos homens vejam:
http://www.dailystar.com.lb/dailystar/Pictures/2014/12/16/374140_img650x420_img650x420_crop.jpg

Petistas e tucanos comparecem em inauguração de templo da Igreja Universal

A presidente Dilma Rousseff (no centro), o vice Michel Temer (à esquerda), o bispo Edir Macedo (de barba), e sua mulher, Ester Bezerra,
 participam da cerimônia de inauguração do Templo de Salomão.
Abaixo três padres foram no templo de Salomão.
http://blog.opovo.com.br/ancoradouro/wp-content/uploads/sites/2/2014/09/universal-625x341.jpg http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/brasil/2014/07/31/petistas-e-tucanos-comparecem-em-inauguracao-de-templo-da-igreja-universal.htm








"Mesmo que os católicos fiéis à Tradição estejam reduzidos a um punhado, são eles que são a verdadeira Igreja de Jesus Cristo.” 

Santo Atanasio.

REZEM TODOS OS DIAS O SANTO ROSÁRIO,façam penitência.

Em reparação pelos  que não Consagraram a Rússia ao Imaculado Coração de Maria e pela Conversão dos pobres pecadores.