quarta-feira, 15 de maio de 2019

Comentários Eleison – por Dom Williamson Número DCXVI (616) - (04 de maio de 2019):

Diagnóstico do Brexit


Pessoas da antiga Grã-Bretanha, atenção!
Sem Deus, os escravos de Mamon arrancarão seu coro!


Há meses o Parlamento Britânico, outrora virtualmente o amo do mundo, vem apresentando ao mundo inteiro um espetáculo indigno, de divisão e irresolução. Por que razão a questão de deixar a União Europeia causou tamanha confusão e aborrecimento? Certamente porque quando em 2016 a classe política deu ao povo a oportunidade de votar em um referendo sobre sua política de Nova Ordem Mundial, o povo votou em um número jamais antes visto na Grã-Bretanha, e pegou a classe política completamente de surpresa quando a maioria de 52% rejeitou a sua NOM contra os outros 48%. O voto favorável ao Brexit (a saída da Grã-Bretanha da UE) fez com que essa classe perdesse seu rumo, e desde então ela tem estado atrapalhada, completamente e por tanto tempo enfeitiçada – ou comprada – pela NOM.

Comprada, porque a União Europeia e seu parlamento em Bruxelas representam Mamon, ou a política do dinheiro. Porque toda a ideia por trás da União Europeia era, mediante a prosperidade material, comprar o apoio dos muito diferentes povos europeus para a submersão de suas diferenças nacionais em um único estado europeu internacional, que por sua vez deve ser um componente fundamental do estado único mundial internacional, a Nova Ordem Mundial. Assim, os mestres judaico-maçônicos do dinheiro por trás da NOM assumiram que a política de união poderia ser realizada pela economia de sua moeda única, o euro, e calcularam que os europeus estariam tão apaixonados pela obra materialista dos “banksters [banqueiros gângsteres]”, que não se oporiam à dissolução de suas nações pela imigração descontrolada procedente de fontes não europeias.

Mas “não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus” (Mt IV, 4). De fato, segundo a natureza das coisas, a religião (o homem para seu Deus) é primária, a política (o homem para seus semelhantes) é secundária, e a economia (homem para o dinheiro) é apenas terciária. Portanto, é antinatural que a economia dirija a política; e a natureza pode ser revertida pela Revolução, mas a natureza sempre pode reivindicar-se a si mesma, como no caso da votação do Brexit, que foi diretamente provocada pela admissão antinatural na Grã-Bretanha, pelos políticos, de hordas de estrangeiros inassimiláveis. No entanto, quando a natureza se restabelece, os políticos modernos, materialistas ateus e superficiais, quase sem exceção, são tomados completamente de surpresa, como pelo voto do Brexit. Eles fazem guerra contra a natureza. Como poderiam entendê-la ou dirigi-la?

Mas quem votou em todos esses políticos antinaturais? Quem mais senão os povos (não só da Grã-Bretanha), de acordo com o sacrossanto princípio da democracia? Sacrossanto? Sim, porque a inversão atual da natureza é completa, de modo que assim como a economia moderna é feita para derrubar a política, assim também as políticas modernas são feitas para derrubar a religião, e a democracia se torna uma religião substituta, e a vontade do povo substitui a Deus. Isto significa que o voto do Brexit não foi válido apenas porque foi a vontade do povo britânico, 52 a 48%, mas porque favoreceu o que é natural, a identidade e os vários dons dados por Deus às nações europeias, concebidos por Deus para comporem a sinfonia da Europa, como se alcançou na Idade Média católica. “Busque primeiro o reino de Deus e Sua justiça (religião) e todas essas coisas (políticas) vos serão dadas por acréscimo” (Mt. VI, 33).

Isso significa que os britânicos que votaram pelo Brexit são religiosos? Dificilmente! Em sua maior parte são materialistas ateus prontos para o comunismo da burocracia tirânica de Bruxelas, com uma visão não mais verdadeira que a dos políticos em quem votam habitualmente, e igualmente confusos. Mas o Canal da Mancha dá a eles uma certa distância e uma certa perspectiva em relação ao que acontece na Europa, de modo que quando se realizou a votação do Brexit, alguns antigos instintos naturais entraram em ação, os mesmos pelos quais se tem conservado a aparência – não a substância! – de uma monarquia católica. No entanto, se o povo britânico não é cuidadoso, se ele não “vigia e ora” por seu país, os frutos de seu voto original do Brexit lhes serão roubados pelos “banksters” de uma forma ou de outra. Sem dúvida, eles já estão planejando como contornar aqueles dos quais a imagem que têm é a de “brexistas” estúpidos e atrasados. Deus é supremamente generoso, mas d’Ele não se escarnece, nem a Ele se engana!

Kyrie eleison.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo.

domingo, 12 de maio de 2019

Comentários Eleison – por Dom Williamson Número DCXV (615) - (27 de abril de 2019):

Mentalidade Conciliar


Sacerdotes conciliares? – cegos, liderando cegos,
Levando a ruína absoluta a toda a humanidade!



Nestes “Comentários” de 6 de abril se mencionou “um encontro discreto” entre o Bispo Huonder e dois Bispos com cinco sacerdotes da FSSPX, realizado no leste da Suíça em 17 de abril de 2015, para discutir o ecumenismo do Vaticano II. Um mês e meio depois, Menzingen (QG da FSSPX) enviou aos sacerdotes da FSSPX uma “nota confidencial” sobre a reunião que incluía os poucos detalhes publicados aqui em 6 de abril: o “Acordo antes da doutrina” do BpH, a resposta da FSSPX com a verdadeira doutrina da Igreja sobre o ecumenismo, e a promessa de Huonderland do BpH de levar essa doutrina a Roma. Vale a pena analisar com mais detalhes os argumentos do BpH em favor de que se ponha a doutrina em segundo lugar, porque eis aqui a mentalidade que está destruindo a Igreja.

O Bispo Huonder apresentou oito argumentos, segundo a nota confidencial. Todos eles são fornecidos aqui, ligeiramente adaptados, em itálico. As respostas os seguem abaixo.

1 Eu (BpH) quero muito que a FSSPX seja canonicamente reintegrada à Igreja oficial.

2 Sem esse status canônico, a FSSPX tem apenas uma influência mínima porque está marginalizada. Os Bispos conservadores querem esse status para a FSSPX; sem ele todos estão contra a FSSPX.

3 Eu não acho que queiram estar em cisma. Querem demonstrar seu respeito indefectível pela Autoridade da Igreja.

4 O Magistério da Igreja deve ouvir o que os teólogos dizem, inclusive os da FSSPX, em um espírito de respeito mútuo. O Magistério também deve comprovar que qualquer evolução na Igreja desde o Concílio está em consonância com a Tradição Católica.

5 O levantamento das excomunhões de 1988 por Bento XVI e a liberação da Missa Tridentina são sinais de boa vontade da parte de Roma.

6 Um acordo com Roma daria apoio ao Superior Geral da FSSPX e ao seu apostolado. Também daria à FSSPX o direito de pedir explicações ao Magistério.

7 A Igreja precisa da FSSPX para sua nova evangelização.

8 Um eventual reconhecimento canônico precisaria ser seguido pelo tratamento das questões teológicas para que se encontrem  soluções.

E agora seguem algumas respostas:

1 Honorável Bispo, isso é muito gentil de sua parte, mas ser gentil não é o mesmo que ser católico.

2 A FSSPX teve uma grande influência enquanto dizia a Verdade, mas à medida que tem abandonado a Verdade Católica para alinhar-se com Roma e com o resto do mundo, essa influência tem diminuído, tem minguado. Por acaso o senhor não teria encorajado o próprio Senhor a alinhar-se com os fariseus?

3 A Fraternidade de Dom Lefebvre nunca esteve em um cisma real, porque apenas colocava Deus na frente dos homens. A Neofraternidade, como a Neoigreja, move-se para o cisma real, pois coloca os homens na frente de Deus.

4 Nãos se deve nenhum respeito ao erro e seu veneno, como o do Vaticano II. Infectado pelo veneno conciliar, o Neomagistério de hoje é muito inadequado para supervisionar a evolução da Igreja.

5 A boa vontade conciliar, como a de Bento XVI, é, na melhor das hipóteses, boa vontade subjetiva. Para que fosse realmente boa, ela deveria estar alinhada com a verdade objetiva, da qual todos os conciliaristas, como tais, perderam toda a noção. "O caminho para o inferno é pavimentado com boas intenções”, diz um provérbio antigo e sábio.

6 Um acordo com a Roma conciliar seria a morte definitiva da FSSPX católica, que não precisa de acordo com Roma para exigir que os romanos deixem de trair a verdadeira fé católica.

7 A verdadeira FSSPX rejeita a “Nova Evangelização”, solução irreal para o verdadeiro problema do Vaticano II.

8 Em outras palavras, “Acordo antes da doutrina”. Esse é um erro grave, proposto por todos os conciliaristas, porque se alguém vive uma mentira por tempo suficiente, terminará acreditando nela. O Vaticano II é uma grande mentira.

Em resumo, os oito argumentos do BpH são todos considerações humanas, essencialmente desvinculadas da Verdade objetiva da verdadeira Igreja Católica. Que Deus o faça ver o quanto a Igreja Conciliar se perdeu! 

Kyrie eleison.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo.

domingo, 5 de maio de 2019

05 de maio dia do Papa São Pio V


Papa São Pio V, (nascido Antonio Ghisleri, Michele O.P.; Bosco, 17 de Janeiro de 1504 — Roma, 1 de maio de 1572), foi papa de 7 de Janeiro de 1566 até a sua morte. Nascido da família nobre Ghisleri.


Nascido no norte da Itália, ingressou aos 14 anos na Ordem Dominicana e fez uma brilhante carreira eclesiástica, como bispo, cardeal, sob o título de Santa Maria Sopra Minerva, inquisidor-mor e por fim Papa.
Foi Beatificado no dia 27 de Abril de 1672 e foi Canonizado no dia 22 de Maio de 1712.



Tradução da Bula:
Pio Bispo
Servo dos Servos de Deus

Para perpétua memória

Desde que fomos elevados ao ápice da Hierarquia Apostólica, de bom grado aplicamos nosso zelo e nossas forças e dirigimos todos os nossos pensamentos no sentido de conservar na sua pureza tudo o que diz respeito ao culto da Igreja; o que nos esforçamos por preparar e, com a ajuda de Deus, realizar com todo o cuidado possível.Ora, entre outros decretos do Santo Concílio de Trento cabia-nos estabelecer a edição e correção dos livros santos: Catecismo, Missal e Breviário.Com a graça de Deus, já foi publicado o Catecismo, destinado à instrução do povo, e corrigido o Breviário, para que se tributem a Deus os devidos louvores. Outrossim, para que ao Breviário correspondesse o Missal, como é justo e conveniente (já que é soberanamente oportuno que, na Igreja de Deus, haja uma só maneira de salmodiar e um só rito para celebrar a Missa), parecia-nos necessário providenciar, o mais cedo possível, o restante desta tarefa, ou seja, a edição do Missal.Para tanto, julgamos dever confiar este trabalho a uma comissão de homens eruditos. Estes começaram por cotejar cuidadosamente todos os textos com os antigos de nossa Biblioteca Vaticana e com outros, quer corrigidos, quer sem alteração, que foram requisitados de toda parte. Depois, tendo consultado os escritos dos antigos e de autores aprovados, que nos deixaram documentos relativos à organização destes mesmos ritos, eles restituíram o Missal propriamente dito à norma e ao rito dos Santos Padres.
Este Missal assim revisto e corrigido, Nós, após madura reflexão, mandamos que seja impresso e publicado em Roma, a fim de que todos possam tirar os frutos desta disposição e do trabalho empreendido, de tal sorte que os padres saibam de que preces devem servir-se e quais os ritos, quais as cerimônias, que devem observar doravante na celebração das Missas.
E a fim de que todos, e em todos os lugares, adotem e observem as tradições da Santa Igreja Romana, Mãe e Mestra de todas as Igrejas, decretamos e ordenamos que a Missa, no futuro e para sempre, não seja cantada nem rezada de modo diferente do que esta, conforme o Missal publicado por Nós, em todas as Igrejas: nas Igrejas Patriarcais, Catedrais, Colegiais, Paroquiais, quer seculares quer regulares, de qualquer Ordem ou Mosteiro que seja, de homens ou de mulheres, inclusive os das Ordens Militares, igualmente nas Igrejas ou Capelas sem encargo de almas nas quais a Missa conventual deve, segundo o direito ou por costume, ser celebrada em voz alta com coro, ou em voz baixa, segundo o rito da Igreja Romana, ainda quando estas mesmas Igrejas, de qualquer modo isentas, estejam munidas de um indulto da Sé Apostólica, de costume, de um privilégio, até de um juramento, de uma confirmação apostólica ou de quaisquer outras espécies de faculdades. A não ser que, ou por uma instituição aprovada desde a origem pela Sé Apostólica, ou então em virtude de um costume, a celebração destas Missas nessas mesmas Igrejas tenha um uso ininterrupto superior a 200 anos. A estas Igrejas Nós, de maneira nenhuma, suprimimos nem a referida instituição, nem seu costume de celebrar a Missa; mas, se este Missal que acabamos de editar lhes agrada mais, com o consentimento do Bispo ou do Prelado, junto com o de todo Capítulo, concedemos-lhes a permissão, não obstante quaisquer disposições em contrário, de poder celebrar a Missa segundo este Missal.
Quanto a todas as outras sobreditas Igrejas, por Nossa presente Constituição, que será valida para sempre, Nós decretamos e ordenamos, sob pena de nossa indignação, que o uso de seus missais próprios seja supresso e sejam eles radical e totalmente rejeitados; e, quanto ao Nosso presente Missal recentemente publicado, nada jamais lhe deverá ser acrescentado, nem supresso, nem modificado. Ordenamos a todos e a cada um dos Patriarcas, Administradores das referidas Igrejas, bem como a todas as outras pessoas revestidas de alguma dignidade eclesiástica, mesmo Cardeais da Santa Igreja Romana, ou dotados de qualquer outro grau ou preeminência, e em nome da santa obediência, rigorosamente prescrevemos que todas as outras práticas, todos os outros ritos, sem exceção, de outros missais, por mais antigos que sejam, observados por costume até o presente, sejam por eles absolutamente abandonados para o futuro e totalmente rejeitados; cantem ou rezem a Missa segundo o rito, o modo e a norma por Nós indicados no presente Missal, e na celebração da Missa, não tenha a audácia de acrescentar outras cerimônias nem de recitar outras orações senão as que estão contidas neste Missal.
Além disso, em virtude de Nossa Autoridade Apostólica, pelo teor da presente Bula, concedemos e damos o indulto seguinte: que, doravante, para cantar ou rezar a Missa em qualquer Igreja, se possa, sem restrição seguir este Missal com permissão e poder de usá-lo livre e licitamente, sem nenhum escrúpulo de consciência e sem que se possa encorrer em nenhuma pena, sentença e censura, e isto para sempre.
Da mesma forma decretamos e declaramos que os Prelados, Administradores, Cônegos, Capelães e todos os outros Padres seculares, designados com qualquer denominação, ou Regulares, de qualquer Ordem, não sejam obrigados a celebrar a Missa de outro modo que o por Nós ordenado; nem sejam coagidos e forçados, por quem quer que seja, a modificar o presente Missal, e a presente Bula não poderá jamais, em tempo algum, ser revogada nem modificada, mas permanecerá sempre firme e válida, em toda a sua força.Não obstante todas as decisões e costumes contrários anteriores, de qualquer espécie: Constituições e Ordenações Apostólicas, ou Constituições e Ordenações, tanto gerais como especiais, publicadas em Concílios Provinciais e Sinodais; não obstante também o uso das Igrejas acima enumeradas, ainda que autorizado por uma prescrição bastante longa e imemorial, mas que não remonte a mais de 200 anos.Queremos e, pela mesma autoridade, decretamos que, depois da publicação de Nossa presente Constituição e deste Missal, todos os padres sejam obrigados a cantar ou celebrar a Missa de acordo com ele: os que estão na Cúria Romana, após um mês; os que habitam aquém dos Alpes, dentro de três meses; e os que habitam além das montanhas, após seis meses ou assim que encontrem este Missal à venda.
E para que em todos os lugares da Terra este Missal seja conservado sem corrupção e isento de incorreções e erros, por nossa Autoridade Apostólica e em virtude das presentes, proibimos a todos os impressores domiciliados nos lugares submetidos, direta ou indiretamente, à Nossa autoridade e à Santa Igreja Romana, sob pena de confiscação dos livros e de uma multa de 200 ducados de ouro, pagáveis à Câmara Apostólica, bem como aos outros domiciliados em qualquer outro lugar do mundo, sob pena de excomunhão ipso facto e de outras penas a Nosso alvitre, se arroguem, por temerária audácia, o direito de imprimir, oferecer ou aceitar esta Missa, de qualquer maneira, sem nossa permissão, ou sem uma licença especial de um Comissário Apostólico por Nós estabelecido, para estes casos, nos países interessados, e sem que antes, este Comissário ateste plenamente que confrontou com o Missal impresso em Roma, segundo a impressão típica, um exemplar do Missal destinado ao mesmo impressor, que lhe sirva de modelo para imprimir os outros, e que este concorda com aquele e dele não difere absolutamente em nada.E como seria difícil transmitir a presente Bula a todos os lugares do mundo cristão e leva-la imediatamente ao conhecimento de todos, ordenamos que, segundo o costume, ela seja publicada e afixada às portas da Basílica do Príncipe dos Apóstolos e da Chancelaria Apostólica, bem como no Campo de Flora. Ordenamos igualmente que aos exemplares mesmo impressos desta Bula, subscritos pela mão de um tabelião público e munidos, outrossim, do Selo de uma pessoa constituída em dignidade eclesiástica, seja dada, no mundo inteiro, a mesma fé inquebrantável que se daria à presente, caso mostrada ou exibida.Assim, portanto, que a ninguém absolutamente seja permitido infringir ou, por temerária audácia, se opor à presente disposição de nossa permissão, estatuto, ordenação, mandato, preceito, concessão, indulto, declaração, vontade, decreto e proibição.

  Se alguém, contudo, tiver a audácia de atentar contra estas disposições, saiba que incorrerá na indignação de Deus Todo-poderoso e de seus bem-aventurados Apóstolos Pedro e Paulo.Dado em Roma perto de São Pedro, no ano da Encarnação do Senhor mil quinhentos e setenta, no dia 14 de Julho, quinto de Nosso Pontificado - Pio Papa V.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário.

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Doações

Mosteiro da Santa Cruz - Nova Friburgo/RJ - Brasil

PORTUGUES

Caros amigos e benfeitores,

Primeiramente, desejamos a todos um santo Tempo Pascal. Que o Divino Ressuscitado os cumule de todas as graças e lhes dê, sobretudo, a graça da perseverança até o fim no bom combate da fé.

Gostaríamos também de agradecer-lhes sua generosa ajuda, graças à qual o nosso mosteiro tem se sustentado, materialmente, há vários anos.

Neste início de ano, tivemos alguns gastos extras, devidos a reparos que tivemos de fazer na nossa escolinha infantil (forro do teto que havia cedido e reparos no sistema hidráulico), em nossa Capelinha São Miguel e na barragem que fornece peixes para a alimentação dos monges.  Todos esses gastos nos geraram algumas dívidas (cerca de R$ 22.000,00), e gostaríamos de poder contar com sua generosidade ainda esta vez, para podermos sanar essas dívidas.

Asseguramo-los de nossas orações quotidianas e de nossa amizade,
Em Jesus, Maria e José,

Renato Müller
Secretário de Dom Tomás de Aquino
Ajude seu apostolado:Banco:Itaú Conta Corrente:29186-6Ag:0222 CNPJ30171417/000188 Sociedade Civil Mantenedora do Mosteiro da Santa Cruz
 
Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário. 

03 de maio.Encontro da Santa Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo.

 03/05 Sexta-feira 
Festa de Quarta Classe
Paramentos Brancos
03 de maio.
Relíquia da Cruz de Nosso Senhor 
no Mosteiro da Santa Cruz
  Esta festa é também chamada da Cruz Gloriosa. E os Orientais denominam-na «da preciosa Cruz Portadora de Vida». É uma das mais antigas solenidades litúrgicas da Igreja; celebrava-se já em Jerusalém no tempo de Constantino (337). A Cruz que «se exaltava» neste dia era menos a de Jesus a sofrer no Calvário que a de Cristo glorioso subindo para o seu Pai, depois de vencer a morte e salvar o mundo. O que se recorda na festa de hoje é portanto o triunfo de Cristo e a mudança por ele causada na condição humana; isto tinha-o Jesus anunciado repetidamente. Por exemplo, quando dizia: «Quando elevardes o Filho do Homem, então sabereis quem sou» (Jo 8, 28); e ainda: «Assim como Moisés levantou a serpente no deserto, assim também tem de ser levantado o Filho do Homem, a fim de que todo aquele que n 'Ele crer tenha a vida eterna» (Jo 3, 14); e por fim: «Eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a Mim» (Jo 12,32). Começou a celebrar-se o aniversário da invenção ou encontro da Santa Cruz (cf. Santa Helena) e a dedicação da Basílica do Santo Sepulcro na primeira metade do século IV, no dia 14 de Setembro. 
  Eusébio de Cesaréia conta-nos, na Vida que escreveu do primeiro Imperador cristão, as festas celebradas em sua honra, ao completar treze anos de reinado. Durante esse período realizou-se a dedicação da Basílica do Salvador, em Jerusalém. Era um conjunto de Santuários destinados a perpetuar a memória dos fatos mais importantes da Paixão e da Ressurreição do Senhor. Sobressaíam o Martyrium, grande átrio central com o seu oratório adjacente, e a Anástasis ou Santuário da Ressurreição, o Santo Sepulcro. A dedicação desta imponente Basílica cristã realizou-se a 14 de Setembro de 335, na presença de tudo quanto havia de maior na corte e de centenas de bispos. A peregrina Etéria, do Ocidente ibérico, descreve-nos a cidade de Jerusalém no dia e na noite de dedicação do Santo Sepulcro. Para lá convergem multidões de monges de toda a parte, da Mesopotâmia e da Síria, do Egito e da Tebaida. Vão leigos de todas as províncias, homens e mulheres de alma fiel e devota. 
  Os bispos com o seu clero atingem sempre número muito alto, considerando-se serem pouquíssimos quando não passam de 40 ou 50. A festa de 14 de Setembro passou de Jerusalém a todo o Oriente; e depois ao Ocidente. Roma recebeu-a no século VII. E, tirando-lhe todo o caráter local palestinense, reduziu-a à festa do triunfo e Exaltação da Santa Cruz. Tinha a sua razão. O mais característico da dedicação da Basílica de Jerusalém era a apresentação solene da verdadeira cruz. Esta manifestação da cruz autêntica, em que morrera o Salvador, era o que arrebatava e levava a Jerusalém as multidões. Santa Maria Egipcíaca foi vê-Ia por curiosidade e com isso curou a sua vida desregrada e converteu-se. Por todo o mundo cristão depressa se espalharam relíquias da verdadeira cruz e as Igrejas particulares gostavam de reproduzir a solenidade de Jerusalém, mostrando ao povo fiel a parte que elas possuíam da cruz, bandeira triunfal da salvação humana. No Ocidente confundiu-se mais tarde esta primeira festa da Dedicação da Basílica de Jerusalém, ou da Exaltação da Santa Cruz, com a invenção ou encontro da mesma, quando o Imperador Heráclio a recuperou dos Persas, que a tinham furtado. O Imperador em pessoa levou-a às costas desde Tiberíades até Jerusalém, onde a entregou ao Patriarca Zacarias, a 3 de Maio de 630. A recuperação da Cruz encheu de alegria os corações cristãos, sobretudo ocidentais. Por isso, ao mesmo tempo que os Orientais continuaram a celebrar com grande esplendor a Dedicação da Basílica do Salvador em Jerusalém, a 14 de Setembro, no Ocidente deu-se maior atenção à festa de 3 de Maio ou à invenção, que recebeu o título de dia da Santa Cruz ou Invenção da Santa Cruz.
 O trono a que Nosso Senhor Jesus Cristo quer ser elevado, para triunfar da soberba e da sensualidade, é a Cruz, selo de inramia para Ele, mas sede de misericórdia para nós. Nesse trono O sentaram um dia os Judeus por malícia e nele se sentam cada dia a fé cristã, que no Crucifixo adora o seu Deus e Redentor.
 Num túmulo do cemitério de Ciríaca, encontrou Pio IX uma cruz antiga de ouro, na qual estava gravada esta inscrição: CRUX EST VITA MIHI (a cruz é vida para mim), MORS INIMICE TIBI (e morte para ti, ó inimigo).
 Esta preciosa inscrição conserva-se hoje na Biblioteca Vaticana.
Formosa e densa de sentido são também a seguinte inscrição beneditina, expoente de grande fé e devoção:
Crux saneta sit mihi lux (a Santa Cruz seja para mim luz), Numquam Daemon sit mihi dux (e o demônio nunca seja o meu guia).

Com grande concisão, expressaram os antigos a eficácia da Cruz de Cristo, sinal triunfal da nossa redenção, no anagrama grego que significa: A Cruz é luz e é vida.
Leitura da Epístola de

I São João 5, 4-10
4.porque todo o que nasceu de Deus vence o mundo. E esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé. 5.Quem é o vencedor do mundo senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus? 6.Ei-lo, Jesus Cristo, aquele que veio pela água e pelo sangue; não só pela água, mas pela água e pelo sangue. E o Espírito é quem dá testemunho dele, porque o Espírito é a verdade. 7.São, assim, três os que dão testemunho: 8.o Espírito, a água e o sangue; estes três dão o mesmo testemunho. 9.Aceitamos o testemunho dos homens. Ora, maior é o testemunho de Deus, porque se trata do próprio testemunho de Deus, aquele que ele deu do seu próprio Filho. 10.Aquele que crê no Filho de Deus tem em si o testemunho de Deus. Aquele que não crê em Deus, o faz mentiroso, porque não crê no testemunho que Deus deu a respeito de seu Filho.

Sequência do Santo Evangelho

São João 20, 19-31
19.Na tarde do mesmo dia, que era o primeiro da semana, os discípulos tinham fechado as portas do lugar onde se achavam, por medo dos judeus. Jesus veio e pôs-se no meio deles. Disse-lhes ele: A paz esteja convosco! 20.Dito isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos alegraram-se ao ver o Senhor. 21.Disse-lhes outra vez: A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós. 22.Depois dessas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo. 23.Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos. 24.Tomé, um dos Doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. 25.Os outros discípulos disseram-lhe: Vimos o Senhor. Mas ele replicou-lhes: Se não vir nas suas mãos o sinal dos pregos, e não puser o meu dedo no lugar dos pregos, e não introduzir a minha mão no seu lado, não acreditarei! 26.Oito dias depois, estavam os seus discípulos outra vez no mesmo lugar e Tomé com eles. Estando trancadas as portas, veio Jesus, pôs-se no meio deles e disse: A paz esteja convosco! 27.Depois disse a Tomé: Introduz aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos. Põe a tua mão no meu lado. Não sejas incrédulo, mas homem de fé. 28.Respondeu-lhe Tomé: Meu Senhor e meu Deus! 29.Disse-lhe Jesus: Creste, porque me viste. Felizes aqueles que crêem sem ter visto! 30.Fez Jesus, na presença dos seus discípulos, ainda muitos outros milagres que não estão escritos neste livro.31 Mas estes foram escritos, para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.
Viva Cristo Rei e Maria Rainha.
Rezem todos os dias o Santo Rosário. 

domingo, 28 de abril de 2019

28 de abril dia de São Paulo da Cruz. Confessor.


Papa Pio IX, assinalado pelo honroso epíteton “Cruz da Cruz”, teve a satisfação de inscrever no catálogo dos Santos Paulo da Cruz, o grande devoto à Sagrada Paixão de Jesus, o benemérito fundador dos Passionistas.

Este Santo nasceu em 1694, na Itália setentrional e recebeu no Batismo o nome de Paulo Francisco. Os piedosos pais souberam dar a seu filho uma ótima educação cristã, e em suas instruções muitas vezes relataram-lhe fatos da vida de penitência que levaram os santos Eremitas. Foi neste ambiente de piedade e amor de Deus, que Paulo Francisco nasceu e cresceu.

Não podia, pois, faltar, que também ele fosse do mesmo espírito, e, menino ainda de poucos anos, se entregasse aos exercícios de oração e penitência também. Seu lugar predileto era a Igreja, ou para acolitar o sacerdote no altar ou para visitar Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento. Todos os dias rezava o terço. Este terno amor à Maria Santíssima teve o recompensado uma vez com a aparição de Nossa Senhora com o Menino Jesus, e outra vez pela salvação miraculosa de um grande perigo de morte.

Nas sextas-feiras se flagelava e seu alimento era um pedaço de pão embebido em vinagre e fel.

Fez estudos em Cremolino, localidade vizinha. Não só revelou bonitos talentos, como entre os condiscípulos se distinguiu pela pureza dos costumes, que o fez ser por todos respeitado e amado. Com alguns dos seus companheiros fez uma santa aliança, com o fim de se solidificarem no amor de Deus e se familiarizarem com a meditação sobre a Sagrada Paixão e Morte do Salvador. Entrou com eles na Irmandade de Santo Antônio, sendo ele nomeado seu chefe. Nesta qualidade muitas vezes dirigia a palavra à numerosa assistência dos Irmãos, que muito apreciavam suas alocuções, cheias de sentimento e piedade.

Quis seu tio sacerdote que, por interesses puramente materiais tomasse estado, a que o sobrinho teve esta bela resposta: “Meu Salvador crucificado, eu vos asseguro, que em vós vejo o meu sumo Bem, e que, possuindo-vos a vós, me basta”. Esta vitória sobre sua própria natureza Deus lhe recompensou com um forte desejo, que lhe deu ao martírio.

Quis se alistar entre os soldados de Veneza, para com eles ir combater os turcos, mas Deus lhe revelou, ser a sua vontade que fundasse uma Congregação de homens que, como missionários, trabalhassem pela salvação das almas. Paulo confiou este segredo ao bispo de Alexandria, o qual, após madura reflexão aprovou o plano, e em 22 de novembro de 1720 lhe deu o hábito preto com uma cruz branca sobre o peito, encimada esta do Santo Nome de Jesus, e impôs-lhe o nome de Paulo da Cruz. Na mesma ocasião autorizou-o a ensinar a doutrina cristã ao povo de Castellazzo.

Paulo obedeceu; com o crucifixo na mão andou pelas ruas da cidade, chamando o povo para dar atenção às verdades divinas. Suas prédicas sobre a Sagrada Paixão causaram profunda impressão. Os ouvintes choravam, velhas inimizades acabaram de vez; não mais se ouvia falar de orgias no Carnaval, e por toda a parte apareceram dignos frutos de penitência. Ali mesmos, restringindo a sua alimentação a pão e água, escreveu a Regra da sua futura Ordem, fez uma romaria a Roma, e com seu irmão João se retirou para o monte Argentano perto de Orbitello. A fama do seu zelo apostólico, de sua vida mortificada e santa fizeram com que o Bispo de Toja, os chamasse para sua diocese, lhes conferisse as ordens sacerdotais, e do Papa Benedito XIII alcançasse a licença de poder aceitar candidatos em seu noviciado.

Depois de alguns anos de abençoada atividade os Irmãos voltaram para o monte Argentano, para proceder à fundação da Ordem. Em breve aliaram-se-lhes discípulos. A cidade de Orbitello se encarregou de os dotar de grande convento, de que tomaram posse em 1737.

A finalidade da Ordem, fundada por São Paulo da Cruz é pela pregação de missões implantar e firmar nos corações o amor de Deus por meio de meditação da Sagrada Paixão e Morte de Jesus Cristo. Todos os seus Religiosos, aos três votos comuns acrescentam o quarto, pelo qual se obrigam a trabalhar pela propagação entre os fiéis da devoção à Sagrada Paixão.

A Ordem foi aprovada pelo Papa Bento XIV, em 1741. Deste mesmo Papa é o conceito: “Esta Ordem, que ao nosso ver, devia antes de toda ser a primeira, acaba de ser aprovada por último”. Paulo foi nomeado seu primeiro superior geral.

Com o estabelecimento oficial da Ordem, as suas obrigações começaram a vigorar. Não é possível enumerar as Missões que foram pregadas nas cidades e nas aldeias; e muito menos haverá quem possa contar as conversões nelas efetuadas. As prédicas de São Paulo da Cruz sobre a Paixão de Cristo operaram milagres nas almas dos mais empedernidos pecadores. “Padre, disse-lhe certa vez um oficial militar, eu estive no tumulto da batalha; presenciei terrível canhoneio sem estremecer; mas as suas práticas fazem-me tremer da cabeça aos pés”. Paulo pregando, parecia ser tomado todo do amor divino; falando do amor de Jesus na Eucaristia, dos tesouros insondáveis do sacrifício da Missa, ou tratando da devoção da Mãe de Deus dolorosa, seu rosto se transfigurava, e o ardor com que falava, se comunicava aos ouvintes.

A santa Missa celebrada por ele era um espetáculo de piedade e de concentração para todos a quem era dado lhe assistir.

Os seis Papas, em cujo governo Paulo da Cruz viveu, tinham-no em alta consideração. Clemente XIV deu à sua Ordem o Convento de São João e Paulo no monte Ceio, onde tinham pregado as últimas Missões.

Quando muito doente, desenganado pelos médicos, mandou ao Santo Padre pedir a bênção para a hora da morte, Pio VI deu ao mensageiro esta resposta: “Não queremos que o vosso Superior morra agora; dizei-lhe que esperamos a sua visita aqui, depois de três dias”. Paulo, ao receber esta ordem, apertou o crucifixo ao coração e disse, em abafado gemido: “Oh meu Senhor crucificado, quero obedecer ao vosso representante”. O perigo da morte desapareceu imediatamente, e três dias depois esteve no Vaticano, cordialmente recebido pelo Papa.

Viveu mais três anos, cheios de sofrimentos, mas sempre unido a Jesus na Sagrada Paixão e a Maria a Mãe dolorosa, de quem favores especiais recebeu na hora da morte, em 18 de outubro de 1775. Paulo da Cruz despediu-se do mundo na idade de 81 anos. Sua Ordem chamada a dos “Passionistas” continua florescente, no vigor e no espírito do seu Fundador, na Itália, na Bélgica, Bulgária, Inglaterra e Austrália. No Brasil ela se estabeleceu em 1911, com Casa Provincial em São Paulo.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.


Rezem todos os dias o Santo Rosário. 

sábado, 27 de abril de 2019

27 de abril dia de São Canísio,livra-nos das heresias.

 

  Nasceu em oito de maio de 1521, no ducado de Geldern, atual Holanda. Ao contrário dos demais garotos, preferia os livros de oração às brincadeiras. Muito estudioso e dedicado, com quinze anos seu pai o encaminhou para estudar em Colônia e, com dezenove, recebeu o grau de doutor em filosofia. Não aprendeu somente as ciências terrenas. Com um mestre profundamente católico, Pedro também se aprofundou, nos estudos da doutrina de Cristo, fazendo despertar a vocação que se adivinhava desde a infância.
  Logo após sua formatura, os pais, que almejavam um belo futuro financeiro para a família, lhe arranjaram um bom casamento. Mas Pedro Canísio não aceitou. Não só recusou como também fez voto eterno de castidade. Dirigiu-se para Mainz, dedicar-se somente ao estudo da religião.
   Orientado pelo padre Faber, célebre discípulo do futuro santo Inácio de Loyola, em 1543 ingressou na recém-fundada Companhia de Jesus. Três anos depois foi ordenado padre jesuíta, recebeu a incumbência de voltar para Colônia e fundar uma nova Casa para a Ordem. Assim começou sua luta contra um cisma que abalou e dividiu a Igreja: o protestantismo.
   Quando era professor de teologia na cidade de Colônia, sendo respeitado até pelo imperador, Pedro Canísio conseguiu o afastamento do arcebispo local, que era abertamente favorável aos protestantes. Em seguida, participou do Concílio de Trento, representando o cardeal Oto de Augsburg. Pregou e combateu o cisma, também, em Roma e Messina, onde lecionava teologia. Mas teve que retornar à Viena, onde o protestantismo fazia enormes estragos.     Foi nesse período que sua luta incansável trouxe mais frutos e que também escreveu a maior parte de suas obras literárias. Fundou vários colégios católicos como em Viena, Praga, Baviera, Colônia, Innsbruck e Dillingen.
  Foi nomeado pelo próprio fundador, Inácio de Loyola, provincial da Ordem para a Alemanha e a Áustria. Pregou em Strasburg, Friburg e até na Polônia, sempre denunciando os seguidores do sacerdote Lutero, pai do protestantismo.
  Admirado pelos pontífices e governantes do seu tempo, respeitado como primeiro jesuíta de nacionalidade alemã, Pedro Canísio morreu em 21 de dezembro de 1597, em Friburg, atual Suíça, após cinqüenta e quatro anos de dedicação à Companhia de Jesus e à Igreja.
  Foi canonizado por Pio XI, em 1925, para ser festejado, no dia de sua morte, como São Pedro Canísio, Doutor da Igreja, título que também recebeu nessa ocasião.


Relíquias de São Pedro Canísio
 São Canísio ensinou que, existe um caminho que conduzem a Jesus Cristo, a veneração de Maria é o unico caminho até Ele.
  Redigiu o primeiro catecismo,conforme as prescrições do Concílio de Trento.
  Durante sua vida, seu 'Catecismo' apareceu em mais de 200 edições em pelo menos 12 línguas. Foi uma das obras que influenciaram São Luiz Gonzaga a entrar na Companhia de Jesus; e até o séc. XVIII, em vários lugares, as palavras 'Canísio' e catecismo eram sinônimos. Ele tornou-se como fundamento e padrão para os catecismos impressos posteriormente".
Catechismus minimus (1556)
Parvus catechismus catholicorum (1558)


OBSERVEM ABAIXO  A IGREJA DO VATICANO II 


 Constituição Dei Verbum do Concílio do Vaticano II:
“A Igreja venerou sempre as divinas Escrituras como venera o próprio Corpo do Senhor” (D.V. nº21). 
  São três a dar testemunho: As Escrituras (= Biblia); a Eucaristia e Jesus Cristo. Chamam-se proto-sacramentos que como na palavra protó-tipo, indicam o que está na origem de outros, na sua raiz. 

Não há Eucaristia sem Palavra nem Jesus Cristo sem Bíblia. 

Neste sentido a Bíblia é um proto-sacramento ainda mais forte, por ser Ela a primeira a dar-nos razões para acreditarmos em Jesus Cristo. Verdadeira Palavra de Deus e verdadeira palavra dos homens, lida com os olhos da fé, sob a luz do Espirito Santo e a vigilância dos pastores da Igreja, Ele torna-se para todo o crente “uma nascente de água a jorrar para a vida eterna” (Jo4, 14).

FONTE deste absurdo: http://www.vatican.va/archive/hist_councils/ii_vatican_council/documents/vat-ii_const_19651118_dei-verbum_po.html

  A SEITA DO VATICANO II QUE TEM 50 ANOS QUE VENERA O CORPO NOSSO SENHOR.

 A IGREJA CATOLICA APOSTOLICA ROMANA  ADORA  Corpo,Alma e Divindade de DEUS FILHO . 

Para quem não sabe: Veneração (do latim veneratio, do grego δουλια, "douleuo" ou "dulia", que significa "honrar").

O Culto Divino latria= Adoração está devidamente reservado apenas para Deus.

Não há Eucaristia sem Palavra nem Jesus Cristo sem Bíblia.
Que loucura é essa?
Será que eles queriam falar assim: Não há Jesus Cristo sem a Santa Cruz e a Santa Cruz sem Jesus Cristo.(São Luís Maria Grignion de Montfort) 

 Inventaram PROTO-sacramento e dividiram em três as Escrituras
 (= Bíblia); a Eucaristia e Jesus Cristo. Chamam-se proto-sacramentos.
(proto-sacramentos)Proto significa antes o que eles querem dizer antes- sacramentos. 
ESTE NOVO MISTÉRIO DA FÉ.
  Tu és memo uma ONG. 
    Não leram o catecismo tradicional por isso ensinam heresias. 

Concílio de Trento: 844. Cân. 1. Se alguém disser que os sacramentos da Nova Lei não foram todos instituídos por Jesus Cristo Nosso Senhor, ou que são mais ou menos que sete, a saber: Batismo, Confirmação, Eucaristia, Penitência, Extrema-Unção, Ordem e Matrimônio; ou que algum destes sete não é verdadeira e propriamente sacramento — seja excomungado.

 A Bíblia é um proto-sacramento ainda mais forte, por ser Ela a primeira a dar-nos razões para acreditarmos em Jesus Cristo. 
  
  Seguem o protestantes que colocam a Biblia em primeiro lugar.
Usam lingagem de protestante a palavra nós dizemos a Sagrada Escritura.
  A Santa Igreja Ensina que a mais forte é a Tradição Divina e a Sagrada Escritura.
A Tradição "conserva a Palavra de Deus, confiada por Cristo Senhor e pelo Espírito Santo aos Apóstolos, e transmite-a integralmente aos seus sucessores.
   Ela Bíblia não é a primeira, mais sim Nosso Senhor Jesus Cristo que a transmitiu, pois antes de existir a Bíblia o Verbo já exista e depois se tornou carne e se revelou.
 Novo Testamento só existe porque quem revelou foi Nosso Senhor. 

Concílio de Trento: 846. Cân. 3. Se alguém disser que estes sete sacramentos são entre si iguais, de sorte que não há razão alguma de um ser mais digno do que o outro — seja excomungado.
 A Eucaristia é o sacramento por exelencia pois é o Nosso Senhor Segunda pessoa da Santissima Trindade é Deus em Corpo,Alma e Divindade.

“Vos transmiti o que recebi... vos preguei o que recebestes para que não acrediteis em vão... Tal a nossa pregação tal a vossa fé”. (ICor., 15) 
A conservação da Divina Tradição só podia ser garantida por Deus, pois aquele que a constitui também a conserva.
    
  Isto diz Constituição  Dei Verbum do Concílio do Vaticano II.
  Depois querem que nós católicos que defendemos a santa Tradição aceitemos isto à luz da Tradição.
  O que a luz tem que a ver com as trevas, pois quando chega a luz a trevas vai embora.
Dos modernistas pode esperar tudo que é heresia.

  Tudo isto que estamos explicando ensina-se no Catecismos Tradicionais antes da Igreja do VATICANO II. 
  Por isso vamos reeditar os Catecismos da Santa Igreja antes do Concílio Vaticano II.

São Pedro Canísio. Apóstolo contra as heresias prostestante.
Convertei os modernistas pois ensinam doutrinas contrárias ao que a Santa Igreja ensina.

Viva Cristo Rei e Maria Rainha.



Rezem todos os dias o Santo Rosário.